Síndrome hemolítico-urémica (SHU) genética rara, caracterizada por início na infância de episódios recidivantes de anemia hemolítica microangiopática, trombocitopenia e lesão renal aguda. Os episódios são frequentemente precedidos por infeções víricas. Os indivíduos afetados geralmente apresentam hipertensão persistente, hematúria e proteinúria (às vezes na faixa nefrótica) e desenvolvem doença renal crónica com a idade.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Síndrome hemolítico-urêmico com déficit de DGKE é uma doença genética rara que afeta principalmente bebês. Ela é caracterizada por uma combinação de anemia hemolítica (destruição prematura dos glóbulos vermelhos), baixa contagem de plaquetas (trombocitopenia) e insuficiência renal aguda. A condição é causada por alterações (mutações) no gene DGKE, que fornece instruções para a produção de uma enzima importante para o funcionamento das células dos vasos sanguíneos e dos rins.[1]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas geralmente aparecem na infância (primeiros meses ou anos de vida). Os principais incluem: palidez, cansaço excessivo, urina escura ou com sangue (sinais de anemia e lesão renal), hematomas ou sangramentos fáceis (devido à baixa de plaquetas) e diminuição da quantidade de urina (sinal de insuficiência renal). Em alguns casos, pode haver hipertensão arterial (pressão alta) e inchaço (edema) no corpo.[1]
Causas genéticas
A doença é causada por mutações no gene DGKE (sigla em inglês para diacilglicerol quinase épsilon). Esse gene fornece as instruções para produzir uma enzima que ajuda a controlar a inflamação e a coagulação dentro dos vasos sanguíneos. Quando o gene não funciona corretamente, ocorre dano nas células que revestem os vasos sanguíneos (endotélio), especialmente nos rins, desencadeando a síndrome.[1][3]
A herança é autossômica recessiva, o que significa que a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença. Os pais, geralmente, são portadores saudáveis (não apresentam sintomas).[1]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na combinação de achados clínicos (anemia hemolítica, trombocitopenia e insuficiência renal) e confirmado por testes genéticos que identificam mutações no gene DGKE. Existem mais de 85 variantes (mutações) descritas em bancos de dados científicos (ClinVar) e mais de 330 testes genéticos disponíveis para essa condição. Exames laboratoriais como a eletroforese de hemoglobinas podem ser solicitados para descartar outras causas de anemia hemolítica.[1][3]
Tratamento e manejo
O tratamento é focado no suporte clínico e no manejo das complicações. Não há cura específica, mas medidas como transfusões de sangue (para anemia), diálise (para insuficiência renal) e controle da pressão arterial podem ser necessárias. O acompanhamento com nefrologista (médico especialista em rins) e hematologista é essencial. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para o manejo, incluindo procedimentos como a eletroforese de hemoglobinas para auxiliar no diagnóstico diferencial.[1]
Tratamentos citados na literatura
Não há medicamentos específicos listados na literatura científica para esta condição. As informações disponíveis se limitam ao manejo de suporte descrito na seção anterior.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia de acordo com a gravidade do dano renal e a resposta ao tratamento de suporte. Muitas crianças podem necessitar de diálise por períodos prolongados e, em alguns casos, pode evoluir para doença renal crônica. O acompanhamento médico regular e o suporte multidisciplinar são fundamentais para melhorar a qualidade de vida e o desenvolvimento da criança.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Síndrome hemolítico-urémica (SHU) genética rara, caracterizada por início na infância de episódios recidivantes de anemia hemolítica microangiopática, trombocitopenia e lesão renal aguda. Os episódios são frequentemente precedidos por infeções víricas. Os indivíduos afetados geralmente apresentam hipertensão persistente, hematúria e proteinúria (às vezes na faixa nefrótica) e desenvolvem doença renal crónica com a idade.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Síndrome hemolítico-urêmico com déficit de DGKE é uma doença genética rara que afeta principalmente bebês. Ela é caracterizada por uma combinação de anemia hemolítica (destruição prematura dos glóbulos vermelhos), baixa contagem de plaquetas (trombocitopenia) e insuficiência renal aguda. A condição é causada por alterações (mutações) no gene DGKE, que fornece instruções para a produção de uma enzima importante para o funcionamento das células dos vasos sanguíneos e dos rins.[1]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas geralmente aparecem na infância (primeiros meses ou anos de vida). Os principais incluem: palidez, cansaço excessivo, urina escura ou com sangue (sinais de anemia e lesão renal), hematomas ou sangramentos fáceis (devido à baixa de plaquetas) e diminuição da quantidade de urina (sinal de insuficiência renal). Em alguns casos, pode haver hipertensão arterial (pressão alta) e inchaço (edema) no corpo.[1]
Causas genéticas
A doença é causada por mutações no gene DGKE (sigla em inglês para diacilglicerol quinase épsilon). Esse gene fornece as instruções para produzir uma enzima que ajuda a controlar a inflamação e a coagulação dentro dos vasos sanguíneos. Quando o gene não funciona corretamente, ocorre dano nas células que revestem os vasos sanguíneos (endotélio), especialmente nos rins, desencadeando a síndrome.[1][3]
A herança é autossômica recessiva, o que significa que a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença. Os pais, geralmente, são portadores saudáveis (não apresentam sintomas).[1]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na combinação de achados clínicos (anemia hemolítica, trombocitopenia e insuficiência renal) e confirmado por testes genéticos que identificam mutações no gene DGKE. Existem mais de 85 variantes (mutações) descritas em bancos de dados científicos (ClinVar) e mais de 330 testes genéticos disponíveis para essa condição. Exames laboratoriais como a eletroforese de hemoglobinas podem ser solicitados para descartar outras causas de anemia hemolítica.[1][3]
Tratamento e manejo
O tratamento é focado no suporte clínico e no manejo das complicações. Não há cura específica, mas medidas como transfusões de sangue (para anemia), diálise (para insuficiência renal) e controle da pressão arterial podem ser necessárias. O acompanhamento com nefrologista (médico especialista em rins) e hematologista é essencial. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para o manejo, incluindo procedimentos como a eletroforese de hemoglobinas para auxiliar no diagnóstico diferencial.[1]
Tratamentos citados na literatura
Não há medicamentos específicos listados na literatura científica para esta condição. As informações disponíveis se limitam ao manejo de suporte descrito na seção anterior.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia de acordo com a gravidade do dano renal e a resposta ao tratamento de suporte. Muitas crianças podem necessitar de diálise por períodos prolongados e, em alguns casos, pode evoluir para doença renal crônica. O acompanhamento médico regular e o suporte multidisciplinar são fundamentais para melhorar a qualidade de vida e o desenvolvimento da criança.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive, Not applicable.
Curadoria gene-doença
fontes oficiaisMembrane-bound diacylglycerol kinase that converts diacylglycerol/DAG into phosphatidic acid/phosphatidate/PA and regulates the respective levels of these two bioactive lipids (PubMed:15544348, PubMed:19744926, PubMed:21477596, PubMed:22108654, PubMed:23949095). Thereby, acts as a central switch between the signaling pathways activated by these second messengers with different cellular targets and opposite effects in numerous biological processes (PubMed:15544348, PubMed:8626589). Also plays an
MembraneCytoplasm
Nephrotic syndrome 7
A form of nephrotic syndrome, a renal disease clinically characterized by severe proteinuria, resulting in complications such as hypoalbuminemia, hyperlipidemia and edema. NPHS7 is an autosomal recessive form characterized by onset of proteinuria usually in the first decade of life. The disorder is progressive, and some patients develop end-stage renal disease within several years. Renal biopsy typically shows membranoproliferative glomerulonephritis.
Medicamentos aprovados (FDA)
4 medicamentos encontrados nos registros da FDA americana.
Variantes genéticas (ClinVar)
85 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
1 via biológica associada aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome hemolítico-urêmico com déficit de DGKE
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Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Concurrent Cobalamin C and Plasminogen Deficiencies in a Patient with Chronic Thrombotic Microangiopathy.
Although most patients with atypical hemolytic uremic syndrome (aHUS) have variants in genes participating in alternative complement pathways, rare variants in non-complement pathway-related genes, including DGKE, INF2, MMACHC, PLG, and THBD, have also been described. We report an 18-year-old male patient with renal biopsy-proven chronic thrombotic microangiopathy that raised suspicion of aHUS. Whole-exome sequencing revealed a novel pathogenic homozygous MMACHC c.484G>T (p.Gly162Trp) variant. Subsequently, clinical and laboratory findings confirmed cobalamin C (Cbl C) deficiency. Also, homozygous missense c.1112C>T PLG (p.Thr371Ile) variant was detected (it had been reported as a variant of unknown significance). However, the low serum plasminogen (PLG) activity proved the pathogenicity of c.1112C>T. Hence, the patient was diagnosed with concurrent Cbl C and PLG deficiencies. Segregation analysis revealed that the mother and father had the same heterozygous PLG and MMACHC variants. PLG variants have generally been described in aHUS patients concomitant with complement gene variants in the literature; therefore, the association between aHUS and PLG variants is controversial. The possible contribution of PLG deficiency to thrombotic microangiopathy was also discussed in this case. Non-complement-mediated aHUS is an exceptional disorder. A limited number of genes are involved in this entity. To our knowledge, this is the first aHUS patient diagnosed with both Cbl C and PLG deficiencies in the literature.
A novel missense mutation in complement factor I predisposes patients to atypical hemolytic uremic syndrome: a case report.
Atypical hemolytic uremic syndrome, also called the nondiarrheal form of hemolytic uremic syndrome, is a rare disease characterized by the triad of thrombocytopenia, Coomb's test-negative microangiopathic hemolytic anemia, and acute renal failure. Approximately 60% of cases of atypical hemolytic uremic syndrome are associated with deficiencies of the complement regulatory protein, including mutations in complement factor H, complement factor I, or the membrane co-factor protein. We report the case of a 26-year-old Asian man who presented with pulmonary infection, elevated blood pressure, microangiopathic hemolytic anemia, thrombocytopenia, and acute renal failure. Renal biopsy revealed diffuse capillary fibrin deposition, endothelial swelling, and arteriole narrowing like "onion skinning" consistent with thrombotic microangiopathy. Bidirectional sequencing of CFH, CFHR5, CFHR1, CFI, DGKE, CFB, and MCP confirmed that the patient was heterozygous for a novel missense mutation, p.Cys67Phe, in CFI. This patient had rapid evolution to end-stage renal disease and needed renal replacement therapy. Plasma exchange seemed inefficacious in this patient. This report confirms the importance of screening patients with atypical hemolytic uremic syndrome for mutations in genes involved in complement system to clarify the diagnosis and demonstrates the challenges in the management of these patients.
Genetic and Protein Structural Evaluation of Atypical Hemolytic Uremic Syndrome and C3 Glomerulopathy.
Atypical hemolytic uremic syndrome (aHUS) and C3 glomerulopathy (C3G) are associated with loss of regulation of the alternative pathway of complement and its resulting overactivation. As rare diseases, genetic variants leading to aHUS and C3G were previously analysed in relatively low patient numbers. To improve this analysis, data were pooled from six centres. Totals of 610 rare variants for aHUS and 82 for C3G were presented in an interactive database for 13 genes. Using allele frequency comparisons with the Exome Aggregation Consortium as a reference genome, the patients with aHUS showed significantly more protein-altering ultrarare variants (allele frequency <0.01%) in five genes CFH, CFI, CD46, C3, and DGKE. In patients with C3G, the corresponding association was only found for C3 and CFH. Protein structure analyses of these five proteins showed distinct differences in the positioning of these variants in C3 and FH. For aHUS, variants were clustered at the C-terminus of FH and implicated changes in the binding of FH to host cell surfaces. For C3G, variants were clustered at the N-terminal C3b binding site of FH and implicated changes in the fluid-phase regulation of C3b. We discuss the utility of the Web database as a patient resource for clinicians.
Glucose-6-Phosphate Dehydrogenase Deficiency Mimicking Atypical Hemolytic Uremic Syndrome.
A 4-year-old boy presented with nonimmune hemolysis, thrombocytopenia, and acute kidney injury. Investigations for an underlying cause failed to identify a definitive cause and a putative diagnosis of complement-mediated atypical hemolytic uremic syndrome (aHUS) was made. The patient was started initially on plasma exchange and subsequently eculizumab therapy, after which his kidney function rapidly improved. While on eculizumab therapy, despite adequate complement blockade, he presented 2 more times with hemolytic anemia and thrombocytopenia, but without renal involvement. Genetic analysis did not uncover a mutation in any known aHUS gene (CFH, CFI, CFB, C3, CD46, THBD, INF2, and DGKE) and anti-factor H antibodies were undetectable. Whole-exome sequencing was undertaken to identify a cause for the eculizumab resistance. This revealed a pathogenic variant in G6PD (glucose-6-phosphate dehydrogenase), which was confirmed by functional analysis demonstrating decreased erythrocyte G6PD activity. Eculizumab therapy was withdrawn. Complement-mediated aHUS is a diagnosis of exclusion and this case highlights the diagnostic difficulty that remains without an immediately available biomarker for confirmation. This case of G6PD deficiency presented with a phenotype clinically indistinguishable from complement-mediated aHUS. We recommend that G6PD deficiency be included in the differential diagnosis of patients presenting with aHUS and suggest measuring erythrocyte G6PD concentrations in these patients.
HUS and atypical HUS.
Hemolytic uremic syndrome (HUS) is a thrombotic microangiopathy characterized by intravascular hemolysis, thrombocytopenia, and acute kidney failure. HUS is usually categorized as typical, caused by Shiga toxin-producing Escherichia coli (STEC) infection, as atypical HUS (aHUS), usually caused by uncontrolled complement activation, or as secondary HUS with a coexisting disease. In recent years, a general understanding of the pathogenetic mechanisms driving HUS has increased. Typical HUS (ie, STEC-HUS) follows a gastrointestinal infection with STEC, whereas aHUS is associated primarily with mutations or autoantibodies leading to dysregulated complement activation. Among the 30% to 50% of patients with HUS who have no detectable complement defect, some have either impaired diacylglycerol kinase ε (DGKε) activity, cobalamin C deficiency, or plasminogen deficiency. Some have secondary HUS with a coexisting disease or trigger such as autoimmunity, transplantation, cancer, infection, certain cytotoxic drugs, or pregnancy. The common pathogenetic features in STEC-HUS, aHUS, and secondary HUS are simultaneous damage to endothelial cells, intravascular hemolysis, and activation of platelets leading to a procoagulative state, formation of microthrombi, and tissue damage. In this review, the differences and similarities in the pathogenesis of STEC-HUS, aHUS, and secondary HUS are discussed. Common for the pathogenesis seems to be the vicious cycle of complement activation, endothelial cell damage, platelet activation, and thrombosis. This process can be stopped by therapeutic complement inhibition in most patients with aHUS, but usually not those with a DGKε mutation, and some patients with STEC-HUS or secondary HUS. Therefore, understanding the pathogenesis of the different forms of HUS may prove helpful in clinical practice.
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Concurrent Cobalamin C and Plasminogen Deficiencies in a Patient with Chronic Thrombotic Microangiopathy.
NephronA novel missense mutation in complement factor I predisposes patients to atypical hemolytic uremic syndrome: a case report.
Journal of medical case reportsGenetic and Protein Structural Evaluation of Atypical Hemolytic Uremic Syndrome and C3 Glomerulopathy.
Advances in chronic kidney diseaseGlucose-6-Phosphate Dehydrogenase Deficiency Mimicking Atypical Hemolytic Uremic Syndrome.
American journal of kidney diseases : the official journal of the National Kidney Foundation[Atypical HUS caused by complement-related abnormalities].
[Rinsho ketsueki] The Japanese journal of clinical hematologyPodocyte dysfunction in atypical haemolytic uraemic syndrome.
Nature reviews. NephrologyAssociações
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
- Concurrent Cobalamin C and Plasminogen Deficiencies in a Patient with Chronic Thrombotic Microangiopathy.
- A novel missense mutation in complement factor I predisposes patients to atypical hemolytic uremic syndrome: a case report.
- Genetic and Protein Structural Evaluation of Atypical Hemolytic Uremic Syndrome and C3 Glomerulopathy.
- Glucose-6-Phosphate Dehydrogenase Deficiency Mimicking Atypical Hemolytic Uremic Syndrome.American journal of kidney diseases : the official journal of the National Kidney Foundation· 2018· PMID 29248304mais citado
- HUS and atypical HUS.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:357008(Orphanet)
- MONDO:0018159(MONDO)
- GARD:17543(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Q55787769(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Síndrome hemolítico-urêmico com déficit de DGKE
📋 Origem dos dados
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- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata
- Medicamentos aprovados FDA
- fonte: FDA OpenFDA