Síndrome rara caracterizada por displasia esquelética grave, com anomalias articulares múltiplas, face característica e, por vezes, problemas respiratórios. Apresenta-se com luxações congênitas e deformidades nos membros.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Síndrome Larsen da ilha da Reunião é uma condição genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos e articulações. Ela recebe esse nome por ter sido descrita inicialmente em pacientes da ilha da Reunião, território francês no Oceano Índico. A doença faz parte do grupo das chamadas síndromes do tipo Larsen, caracterizadas por múltiplas luxações articulares e alterações faciais típicas.[1]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da Síndrome Larsen da ilha da Reunião incluem principalmente luxações (deslocamentos) de grandes articulações, como quadris, joelhos e cotovelos, além de alterações na face, como ponte nasal baixa e testa proeminente. Outros achados podem envolver deformidades nos pés e mãos. A gravidade dos sintomas varia de pessoa para pessoa.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais característicos, como as luxações articulares múltiplas e as alterações faciais. Exames de imagem, como radiografias, podem ajudar a confirmar as alterações ósseas e articulares. Testes genéticos podem ser realizados para excluir outras síndromes semelhantes, mas não existe um teste genético específico para essa condição, pois o gene causador ainda não foi identificado.[1][3]
Tratamento e manejo
O tratamento é multidisciplinar e focado no manejo dos sintomas. Pode incluir acompanhamento ortopédico para correção de luxações articulares, fisioterapia para melhorar a mobilidade e, em alguns casos, cirurgias corretivas. O suporte com especialistas em genética clínica, pediatria e reabilitação é importante para um cuidado integral. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico depende da gravidade das manifestações em cada pessoa. Com acompanhamento adequado e intervenções precoces, muitas pessoas conseguem ter uma qualidade de vida satisfatória, embora possam enfrentar desafios relacionados à mobilidade e à necessidade de cirurgias ao longo da vida. O suporte familiar e o acesso a uma equipe multidisciplinar são fundamentais.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Síndrome rara caracterizada por displasia esquelética grave, com anomalias articulares múltiplas, face característica e, por vezes, problemas respiratórios. Apresenta-se com luxações congênitas e deformidades nos membros.
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Síndrome Larsen da ilha da Reunião é uma condição genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos e articulações. Ela recebe esse nome por ter sido descrita inicialmente em pacientes da ilha da Reunião, território francês no Oceano Índico. A doença faz parte do grupo das chamadas síndromes do tipo Larsen, caracterizadas por múltiplas luxações articulares e alterações faciais típicas.[1]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da Síndrome Larsen da ilha da Reunião incluem principalmente luxações (deslocamentos) de grandes articulações, como quadris, joelhos e cotovelos, além de alterações na face, como ponte nasal baixa e testa proeminente. Outros achados podem envolver deformidades nos pés e mãos. A gravidade dos sintomas varia de pessoa para pessoa.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais característicos, como as luxações articulares múltiplas e as alterações faciais. Exames de imagem, como radiografias, podem ajudar a confirmar as alterações ósseas e articulares. Testes genéticos podem ser realizados para excluir outras síndromes semelhantes, mas não existe um teste genético específico para essa condição, pois o gene causador ainda não foi identificado.[1][3]
Tratamento e manejo
O tratamento é multidisciplinar e focado no manejo dos sintomas. Pode incluir acompanhamento ortopédico para correção de luxações articulares, fisioterapia para melhorar a mobilidade e, em alguns casos, cirurgias corretivas. O suporte com especialistas em genética clínica, pediatria e reabilitação é importante para um cuidado integral. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico depende da gravidade das manifestações em cada pessoa. Com acompanhamento adequado e intervenções precoces, muitas pessoas conseguem ter uma qualidade de vida satisfatória, embora possam enfrentar desafios relacionados à mobilidade e à necessidade de cirurgias ao longo da vida. O suporte familiar e o acesso a uma equipe multidisciplinar são fundamentais.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome Larsen da ilha da Reunião
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
Mast cell mediators in hereditary angioedema.
Prenatal Molecular Diagnosis of COL2A1-Associated Stickler Syndrome: Genotype-Phenotype Correlation in a Resource-Limited Healthcare Setting.
🥉 Relato de casoPlatelet gene signatures detecting pulmonary artery stenosis in patients with pulmonary hypertension.
The global impact of imiglucerase therapy in children with Gaucher disease types 1 and 3: a real-world analysis from the International Collaborative Gaucher Group Gaucher Registry.
Monogenic lupus with SLC7A7 mutations: a retrospective study from a Chinese center.
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
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Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:294049(Orphanet)
- MONDO:0017413(MONDO)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q3508571(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Síndrome Larsen da ilha da Reunião
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata
- Medicamentos (literatura)
- fonte: Orphanet