Síndrome rara caracterizada por malformações arteriovenosas cerebrofaciais e anomalias metaméricas, frequentemente associada a defeitos oculares e craniofaciais. O tipo 2 apresenta um padrão específico de envolvimento vascular e tecidual.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Síndrome metamérico arteriovenoso cerebrofacial tipo 2, também conhecida como Síndrome de Wyburn-Mason ou Síndrome de Bonnet-Dechaume-Blanc, é uma condição rara caracterizada pela associação de malformações arteriovenosas (comunicações anormais entre artérias e veias) que afetam a maxila (parte superior da mandíbula), a retina, o nervo óptico, o tálamo, o hipotálamo e o córtex cerebral.[1]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas podem variar de acordo com a localização e a extensão das malformações arteriovenosas. As manifestações mais comuns incluem alterações na visão (devido ao envolvimento da retina e do nervo óptico), dores de cabeça, convulsões e, em alguns casos, sangramentos intracranianos. O envolvimento da maxila pode causar problemas dentários ou deformidades faciais.[1]
Causas genéticas
Até o momento, não há um gene específico identificado como causa da Síndrome metamérico arteriovenoso cerebrofacial tipo 2. Acredita-se que a condição ocorra de forma esporádica, sem um padrão hereditário definido. Pesquisas genéticas estão em andamento para melhor compreender os mecanismos envolvidos.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na identificação das malformações arteriovenosas características por meio de exames de imagem, como angiografia cerebral, ressonância magnética (RM) e tomografia computadorizada (TC). A avaliação oftalmológica é essencial para detectar o envolvimento da retina e do nervo óptico. Não há testes genéticos específicos disponíveis para confirmar o diagnóstico.[1][3]
Tratamento e manejo
O tratamento é individualizado e depende da localização, do tamanho e dos sintomas causados pelas malformações arteriovenosas. As opções podem incluir embolização (procedimento para bloquear o fluxo sanguíneo anormal), cirurgia para remoção das malformações e radioterapia. O manejo dos sintomas, como controle de convulsões e dores de cabeça, também é parte importante do cuidado. Não há medicamentos específicos aprovados para a síndrome.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia amplamente conforme a extensão das malformações e a presença de complicações, como sangramentos ou déficits neurológicos. O acompanhamento multidisciplinar com neurologistas, oftalmologistas e cirurgiões vasculares é fundamental para monitorar a evolução e ajustar o plano de cuidados. Muitas pessoas conseguem manter boa qualidade de vida com o manejo adequado.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Síndrome rara caracterizada por malformações arteriovenosas cerebrofaciais e anomalias metaméricas, frequentemente associada a defeitos oculares e craniofaciais. O tipo 2 apresenta um padrão específico de envolvimento vascular e tecidual.
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Síndrome metamérico arteriovenoso cerebrofacial tipo 2, também conhecida como Síndrome de Wyburn-Mason ou Síndrome de Bonnet-Dechaume-Blanc, é uma condição rara caracterizada pela associação de malformações arteriovenosas (comunicações anormais entre artérias e veias) que afetam a maxila (parte superior da mandíbula), a retina, o nervo óptico, o tálamo, o hipotálamo e o córtex cerebral.[1]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas podem variar de acordo com a localização e a extensão das malformações arteriovenosas. As manifestações mais comuns incluem alterações na visão (devido ao envolvimento da retina e do nervo óptico), dores de cabeça, convulsões e, em alguns casos, sangramentos intracranianos. O envolvimento da maxila pode causar problemas dentários ou deformidades faciais.[1]
Causas genéticas
Até o momento, não há um gene específico identificado como causa da Síndrome metamérico arteriovenoso cerebrofacial tipo 2. Acredita-se que a condição ocorra de forma esporádica, sem um padrão hereditário definido. Pesquisas genéticas estão em andamento para melhor compreender os mecanismos envolvidos.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na identificação das malformações arteriovenosas características por meio de exames de imagem, como angiografia cerebral, ressonância magnética (RM) e tomografia computadorizada (TC). A avaliação oftalmológica é essencial para detectar o envolvimento da retina e do nervo óptico. Não há testes genéticos específicos disponíveis para confirmar o diagnóstico.[1][3]
Tratamento e manejo
O tratamento é individualizado e depende da localização, do tamanho e dos sintomas causados pelas malformações arteriovenosas. As opções podem incluir embolização (procedimento para bloquear o fluxo sanguíneo anormal), cirurgia para remoção das malformações e radioterapia. O manejo dos sintomas, como controle de convulsões e dores de cabeça, também é parte importante do cuidado. Não há medicamentos específicos aprovados para a síndrome.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia amplamente conforme a extensão das malformações e a presença de complicações, como sangramentos ou déficits neurológicos. O acompanhamento multidisciplinar com neurologistas, oftalmologistas e cirurgiões vasculares é fundamental para monitorar a evolução e ajustar o plano de cuidados. Muitas pessoas conseguem manter boa qualidade de vida com o manejo adequado.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome metamérico arteriovenoso cerebrofacial tipo 2
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
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Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:53719(Orphanet)
- MONDO:0018892(MONDO)
- GARD:7900(GARD (NIH))
- Q892776(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Síndrome metamérico arteriovenoso cerebrofacial tipo 2
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata