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Síndrome metamérico arteriovenoso cerebrofacial tipo 2
ORPHA:53719CID-10 · Q28.2DOENÇA RARA
Também conhecida comoCAMS2OBSOLETE
Sinônimos clínicos: Síndrome Bonnet-Dechaume-Blanc · Síndrome Wyburn-Mason · CAMS2

Síndrome rara caracterizada por malformações arteriovenosas cerebrofaciais e anomalias metaméricas, frequentemente associada a defeitos oculares e craniofaciais. O tipo 2 apresenta um padrão específico de envolvimento vascular e tecidual.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin86% com fonte · revisão 15/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome metamérico arteriovenoso cerebrofacial tipo 2, também conhecida como Síndrome de Wyburn-Mason ou Síndrome de Bonnet-Dechaume-Blanc, é uma condição rara caracterizada pela associação de malformações arteriovenosas (comunicações anormais entre artérias e veias) que afetam a maxila (parte superior da mandíbula), a retina, o nervo óptico, o tálamo, o hipotálamo e o córtex cerebral.[1]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas podem variar de acordo com a localização e a extensão das malformações arteriovenosas. As manifestações mais comuns incluem alterações na visão (devido ao envolvimento da retina e do nervo óptico), dores de cabeça, convulsões e, em alguns casos, sangramentos intracranianos. O envolvimento da maxila pode causar problemas dentários ou deformidades faciais.[1]

Causas genéticas

Até o momento, não há um gene específico identificado como causa da Síndrome metamérico arteriovenoso cerebrofacial tipo 2. Acredita-se que a condição ocorra de forma esporádica, sem um padrão hereditário definido. Pesquisas genéticas estão em andamento para melhor compreender os mecanismos envolvidos.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na identificação das malformações arteriovenosas características por meio de exames de imagem, como angiografia cerebral, ressonância magnética (RM) e tomografia computadorizada (TC). A avaliação oftalmológica é essencial para detectar o envolvimento da retina e do nervo óptico. Não há testes genéticos específicos disponíveis para confirmar o diagnóstico.[1][3]

Tratamento e manejo

O tratamento é individualizado e depende da localização, do tamanho e dos sintomas causados pelas malformações arteriovenosas. As opções podem incluir embolização (procedimento para bloquear o fluxo sanguíneo anormal), cirurgia para remoção das malformações e radioterapia. O manejo dos sintomas, como controle de convulsões e dores de cabeça, também é parte importante do cuidado. Não há medicamentos específicos aprovados para a síndrome.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia amplamente conforme a extensão das malformações e a presença de complicações, como sangramentos ou déficits neurológicos. O acompanhamento multidisciplinar com neurologistas, oftalmologistas e cirurgiões vasculares é fundamental para monitorar a evolução e ajustar o plano de cuidados. Muitas pessoas conseguem manter boa qualidade de vida com o manejo adequado.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Síndrome rara caracterizada por malformações arteriovenosas cerebrofaciais e anomalias metaméricas, frequentemente associada a defeitos oculares e craniofaciais. O tipo 2 apresenta um padrão específico de envolvimento vascular e tecidual.

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SUS: Sem cobertura SUSScore: 5%
CID-10: Q28.2
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A Síndrome metamérico arteriovenoso cerebrofacial tipo 2, também conhecida como Síndrome de Wyburn-Mason ou Síndrome de Bonnet-Dechaume-Blanc, é uma condição rara caracterizada pela associação de malformações arteriovenosas (comunicações anormais entre artérias e veias) que afetam a maxila (parte superior da mandíbula), a retina, o nervo óptico, o tálamo, o hipotálamo e o córtex cerebral.[1]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas podem variar de acordo com a localização e a extensão das malformações arteriovenosas. As manifestações mais comuns incluem alterações na visão (devido ao envolvimento da retina e do nervo óptico), dores de cabeça, convulsões e, em alguns casos, sangramentos intracranianos. O envolvimento da maxila pode causar problemas dentários ou deformidades faciais.[1]

Causas genéticas

Até o momento, não há um gene específico identificado como causa da Síndrome metamérico arteriovenoso cerebrofacial tipo 2. Acredita-se que a condição ocorra de forma esporádica, sem um padrão hereditário definido. Pesquisas genéticas estão em andamento para melhor compreender os mecanismos envolvidos.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na identificação das malformações arteriovenosas características por meio de exames de imagem, como angiografia cerebral, ressonância magnética (RM) e tomografia computadorizada (TC). A avaliação oftalmológica é essencial para detectar o envolvimento da retina e do nervo óptico. Não há testes genéticos específicos disponíveis para confirmar o diagnóstico.[1][3]

Tratamento e manejo

O tratamento é individualizado e depende da localização, do tamanho e dos sintomas causados pelas malformações arteriovenosas. As opções podem incluir embolização (procedimento para bloquear o fluxo sanguíneo anormal), cirurgia para remoção das malformações e radioterapia. O manejo dos sintomas, como controle de convulsões e dores de cabeça, também é parte importante do cuidado. Não há medicamentos específicos aprovados para a síndrome.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia amplamente conforme a extensão das malformações e a presença de complicações, como sangramentos ou déficits neurológicos. O acompanhamento multidisciplinar com neurologistas, oftalmologistas e cirurgiões vasculares é fundamental para monitorar a evolução e ajustar o plano de cuidados. Muitas pessoas conseguem manter boa qualidade de vida com o manejo adequado.[1]

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

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Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

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Tratamento e manejo

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Onde tratar no SUS

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Pesquisa ativa

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Pesquisa e ensaios clínicos

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:53719(Orphanet)
  2. MONDO:0018892(MONDO)
  3. GARD:7900(GARD (NIH))
  4. Q892776(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Síndrome metamérico arteriovenoso cerebrofacial tipo 2

ORPHA:53719 · MONDO:0018892
CID-10
Q28.2 · Malformação arteriovenosa dos vasos cerebrais
UMLS
C0265321
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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata