Síndrome Neu-Laxova é uma doença autossômica recessiva rara, caracterizada por grave restrição de crescimento intrauterino, anomalias cerebrais e faciais, e contraturas articulares. É causada por mutações no gene PSPH, levando à deficiência da enzima 3-fosfoserina fosfatase.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Síndrome Neu-Laxova por deficiência de 3-fosfoserina fosfatase é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento do sistema nervoso e de outros órgãos. Ela é causada por alterações (mutações) no gene PSPH, que fornece instruções para a produção de uma enzima chamada fosfoserina fosfatase. Essa enzima participa da produção de um aminoácido essencial para o funcionamento do cérebro. A condição é classificada na Classificação Internacional de Doenças (CID-10) sob o código Q87.8, que agrupa outras síndromes congênitas especificadas.[1]
Sinais e sintomas
Não há informações disponíveis nos dados oficiais sobre os sinais e sintomas específicos desta síndrome. A ausência de dados pode refletir a raridade extrema da condição e a necessidade de mais estudos clínicos.[1]
Causas genéticas
A síndrome é causada por mutações no gene PSPH (sigla em inglês para fosfoserina fosfatase). Esse gene contém as instruções para produzir a enzima que converte um precursor em serina, um aminoácido fundamental para o desenvolvimento do cérebro e do sistema nervoso. Quando o gene PSPH não funciona corretamente, a produção de serina fica prejudicada, levando aos problemas observados na síndrome.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico pode ser confirmado por meio de testes genéticos. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para os seguintes procedimentos relacionados: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína. Atualmente, existem 336 testes genéticos disponíveis para essa condição e 23 variantes registradas no ClinVar, um banco internacional de variantes genéticas.[1][3]
Tratamento e manejo
Não há informações nos dados oficiais sobre tratamentos ou medicamentos específicos para esta síndrome. O manejo é geralmente de suporte, com foco nos sintomas apresentados por cada paciente. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional e acompanhamento multidisciplinar.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
Não há dados oficiais disponíveis sobre o prognóstico ou a qualidade de vida para esta síndrome. A evolução da condição pode variar amplamente entre os pacientes, dependendo da gravidade das alterações genéticas e do acesso a cuidados de suporte.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Síndrome Neu-Laxova é uma doença autossômica recessiva rara, caracterizada por grave restrição de crescimento intrauterino, anomalias cerebrais e faciais, e contraturas articulares. É causada por mutações no gene PSPH, levando à deficiência da enzima 3-fosfoserina fosfatase.
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Síndrome Neu-Laxova por deficiência de 3-fosfoserina fosfatase é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento do sistema nervoso e de outros órgãos. Ela é causada por alterações (mutações) no gene PSPH, que fornece instruções para a produção de uma enzima chamada fosfoserina fosfatase. Essa enzima participa da produção de um aminoácido essencial para o funcionamento do cérebro. A condição é classificada na Classificação Internacional de Doenças (CID-10) sob o código Q87.8, que agrupa outras síndromes congênitas especificadas.[1]
Sinais e sintomas
Não há informações disponíveis nos dados oficiais sobre os sinais e sintomas específicos desta síndrome. A ausência de dados pode refletir a raridade extrema da condição e a necessidade de mais estudos clínicos.[1]
Causas genéticas
A síndrome é causada por mutações no gene PSPH (sigla em inglês para fosfoserina fosfatase). Esse gene contém as instruções para produzir a enzima que converte um precursor em serina, um aminoácido fundamental para o desenvolvimento do cérebro e do sistema nervoso. Quando o gene PSPH não funciona corretamente, a produção de serina fica prejudicada, levando aos problemas observados na síndrome.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico pode ser confirmado por meio de testes genéticos. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para os seguintes procedimentos relacionados: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína. Atualmente, existem 336 testes genéticos disponíveis para essa condição e 23 variantes registradas no ClinVar, um banco internacional de variantes genéticas.[1][3]
Tratamento e manejo
Não há informações nos dados oficiais sobre tratamentos ou medicamentos específicos para esta síndrome. O manejo é geralmente de suporte, com foco nos sintomas apresentados por cada paciente. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional e acompanhamento multidisciplinar.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
Não há dados oficiais disponíveis sobre o prognóstico ou a qualidade de vida para esta síndrome. A evolução da condição pode variar amplamente entre os pacientes, dependendo da gravidade das alterações genéticas e do acesso a cuidados de suporte.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição.
Catalyzes the last irreversible step in the biosynthesis of L-serine from carbohydrates, the dephosphorylation of O-phospho-L-serine to L-serine (PubMed:12213811, PubMed:14673469, PubMed:15291819, PubMed:25080166, PubMed:9222972). L-serine can then be used in protein synthesis, to produce other amino acids, in nucleotide metabolism or in glutathione synthesis, or can be racemized to D-serine, a neuromodulator (PubMed:14673469). May also act on O-phospho-D-serine (Probable)
Cytoplasm, cytosol
Phosphoserine phosphatase deficiency
An autosomal recessive disorder that results in pre- and postnatal growth retardation, moderate psychomotor retardation and facial features suggestive of Williams syndrome.
Variantes genéticas (ClinVar)
23 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome Neu-Laxova por deficiência de 3-fosfoserina fosfatase
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
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Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:583612(Orphanet)
- MONDO:0035930(MONDO)
- GARD:22337(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Síndrome Neu-Laxova por deficiência de 3-fosfoserina fosfatase
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)