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Síndrome Reye
ORPHA:3096CID-10 · G93.7CID-11 · 8E46DOENÇA RARA
Início infância

Síndrome Reye é uma doença rara e grave que afeta principalmente o cérebro e o fígado, frequentemente associada ao uso de aspirina em crianças e adolescentes com infecções virais. Causa inchaço cerebral e danos hepáticos, podendo levar a convulsões, coma e morte.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 23/05/2026
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Visão geral

A Síndrome de Reye é uma doença metabólica aguda e potencialmente fatal, caracterizada por edema cerebral (inchaço no cérebro), acúmulo de gordura no fígado (esteatose hepática) e hipoglicemia (níveis baixos de açúcar no sangue). Ocorre principalmente em crianças e tem sido associada ao uso de aspirina (ácido acetilsalicílico) durante o tratamento de infecções virais. No entanto, a síndrome também pode ocorrer na ausência do uso de aspirina.[1]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da Síndrome de Reye incluem edema cerebral, acúmulo de gordura no fígado e hipoglicemia. A doença pode se manifestar em diferentes fases da vida, desde a infância até a idade adulta, sendo mais comum em crianças e adolescentes.[1]

Causas genéticas

Até o momento, não há um gene específico identificado como causa direta da Síndrome de Reye. A condição é geralmente associada a fatores desencadeantes, como infecções virais e uso de aspirina, e não a uma herança genética definida. Não há informações sobre variantes genéticas em bancos de dados como o ClinVar para esta síndrome.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico da Síndrome de Reye é clínico e laboratorial, baseado na presença de edema cerebral, esteatose hepática e hipoglicemia, geralmente após uma infecção viral. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para o diagnóstico, incluindo o sequenciamento completo do exoma (WES) e atendimento em reabilitação para doenças raras. Testes genéticos podem ser realizados para descartar outras condições metabólicas hereditárias.[1][3][4]

Tratamento e manejo

O tratamento da Síndrome de Reye é de suporte e visa controlar as complicações agudas, como o edema cerebral e a hipoglicemia. O manejo inclui monitoramento intensivo em unidade de terapia intensiva (UTI), correção dos níveis de glicose e controle da pressão intracraniana. Não há um medicamento específico aprovado para a síndrome; o tratamento é individualizado conforme a gravidade dos sintomas. No Brasil, o SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras como parte do suporte aos pacientes.[1][4]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica, por meio de mineração de dados (PubTator3), lista associações entre a Síndrome de Reye e diversas substâncias. É importante destacar que estas são correlações observadas em publicações e não constituem recomendações de tratamento. As substâncias mais citadas são: Aspirina (41 publicações), Ácidos Graxos (23 publicações), Amônia (16 publicações), Salicilatos (16 publicações), Carnitina (16 publicações), Lipídios (10 publicações), Ácidos Dicarboxílicos (9 publicações), Glicose (9 publicações), Citrulina (6 publicações) e Manitol (6 publicações).[4]

Prognóstico e qualidade de vida

A Síndrome de Reye é uma condição potencialmente fatal, mas o prognóstico pode ser favorável com diagnóstico precoce e tratamento intensivo. A qualidade de vida dos sobreviventes depende da gravidade do dano neurológico inicial. O acompanhamento multidisciplinar, incluindo reabilitação, é essencial para minimizar sequelas e promover a melhor recuperação possível.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Síndrome Reye é uma doença rara e grave que afeta principalmente o cérebro e o fígado, frequentemente associada ao uso de aspirina em crianças e adolescentes com infecções virais. Causa inchaço cerebral e danos hepáticos, podendo levar a convulsões, coma e morte.

Publicações científicas
440 artigos
Último publicado: 2025 Dec
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: G93.7
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (2)
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)genetic_test
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças rarasrehabilitation
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Sinais e sintomas

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Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 23/05/2026
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Visão geral

A Síndrome de Reye é uma doença metabólica aguda e potencialmente fatal, caracterizada por edema cerebral (inchaço no cérebro), acúmulo de gordura no fígado (esteatose hepática) e hipoglicemia (níveis baixos de açúcar no sangue). Ocorre principalmente em crianças e tem sido associada ao uso de aspirina (ácido acetilsalicílico) durante o tratamento de infecções virais. No entanto, a síndrome também pode ocorrer na ausência do uso de aspirina.[1]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da Síndrome de Reye incluem edema cerebral, acúmulo de gordura no fígado e hipoglicemia. A doença pode se manifestar em diferentes fases da vida, desde a infância até a idade adulta, sendo mais comum em crianças e adolescentes.[1]

Causas genéticas

Até o momento, não há um gene específico identificado como causa direta da Síndrome de Reye. A condição é geralmente associada a fatores desencadeantes, como infecções virais e uso de aspirina, e não a uma herança genética definida. Não há informações sobre variantes genéticas em bancos de dados como o ClinVar para esta síndrome.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico da Síndrome de Reye é clínico e laboratorial, baseado na presença de edema cerebral, esteatose hepática e hipoglicemia, geralmente após uma infecção viral. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para o diagnóstico, incluindo o sequenciamento completo do exoma (WES) e atendimento em reabilitação para doenças raras. Testes genéticos podem ser realizados para descartar outras condições metabólicas hereditárias.[1][3][4]

Tratamento e manejo

O tratamento da Síndrome de Reye é de suporte e visa controlar as complicações agudas, como o edema cerebral e a hipoglicemia. O manejo inclui monitoramento intensivo em unidade de terapia intensiva (UTI), correção dos níveis de glicose e controle da pressão intracraniana. Não há um medicamento específico aprovado para a síndrome; o tratamento é individualizado conforme a gravidade dos sintomas. No Brasil, o SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras como parte do suporte aos pacientes.[1][4]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica, por meio de mineração de dados (PubTator3), lista associações entre a Síndrome de Reye e diversas substâncias. É importante destacar que estas são correlações observadas em publicações e não constituem recomendações de tratamento. As substâncias mais citadas são: Aspirina (41 publicações), Ácidos Graxos (23 publicações), Amônia (16 publicações), Salicilatos (16 publicações), Carnitina (16 publicações), Lipídios (10 publicações), Ácidos Dicarboxílicos (9 publicações), Glicose (9 publicações), Citrulina (6 publicações) e Manitol (6 publicações).[4]

Prognóstico e qualidade de vida

A Síndrome de Reye é uma condição potencialmente fatal, mas o prognóstico pode ser favorável com diagnóstico precoce e tratamento intensivo. A qualidade de vida dos sobreviventes depende da gravidade do dano neurológico inicial. O acompanhamento multidisciplinar, incluindo reabilitação, é essencial para minimizar sequelas e promover a melhor recuperação possível.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Publicações mais relevantes

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42 papers (10 anos)
#1

Reye syndrome or not: an age-old enigma about influenza encephalopathy deaths in children.

Hong Kong medical journal = Xianggang yi xue za zhi2025 Dec
#2

Hypothesis: 2 Major Environmental and Pharmaceutical Factors-Acetaminophen Exposure and Gastrointestinal Overgrowth of Clostridia Bacteria Induced By Ingestion of Glyphosate-Contaminated Foods-Dysregulate the Developmental Protein Sonic Hedgehog and Are Major Causes of Autism.

Integrative medicine (Encinitas, Calif.)2024 Jul

Epidemiological studies have found 2 significant factors associated with the increased incidence of autism spectrum disorder (ASD): the increased use of acetaminophen in the 1970s when this drug largely replaced the use of aspirin for many patients because of a fear of Reye syndrome, and the agricultural use in the 1990s of the herbicide glyphosate on crops that were genetically modified (GM) to tolerate glyphosate. The incidence of autism in the United States, where acetaminophen is widely available, is more than 1000 times greater than in Cuba, where acetaminophen is available only by prescription. Metabolites of both glyphosate and acetaminophen likely alter the function of the developmental protein sonic hedgehog (SHH). Glyphosate likely affects SHH indirectly by decreasing the beneficial flora of the gastrointestinal tract and increasing pathogenic Clostridia bacteria, which are resistant to glyphosate. The marked increase of certain Clostridia species caused by glyphosate results in Clostridia production of large amounts of 3-(3-hydroxyphenyl)-3-hydroxypropionate (HPHPA) and 4-cresol (p-cresol). The 4-cresol metabolite 4-methyl-o-hydroquinone and the acetaminophen metabolite N-acetyl-p-benzoquinone imine (NAPQI) likely react with the sulfhydryl group of the N-terminal cysteine of SHH, blocking the function of this critical amino acid required for the activation of SHH. HPHPA and 4-cresol also inhibit dopamine β-hydroxylase, resulting in overproduction of dopamine and its toxic metabolites, such as aminochrome, that cause biochemical damage to mitochondria and structural proteins in brain cells. Elevated amounts of these Clostridia products in body fluids in people with autism and in animals with autistic signs have been documented in laboratories throughout the world. The synthesis of the HPHPA molecule in extremely large quantities depletes the body of free coenzyme A, which is needed for the palmitoylation of SHH. SHH covalently coupled to palmitic acid is 30 times more active than SHH without palmitic acid. These possible modifications of SHH help to explain the significantly altered quantities of SHH in the blood serum of patients with autism. The severity of autism is related to the degree of SHH abnormality. The spread of pathogenic Clostridia worldwide from soil to food animals to humans, which may be promoted by glyphosate use, is a great public health concern, not only for autism but perhaps for all the neuropsychiatric diseases that appear to be related to gastrointestinal Clostridia overgrowth These diseases include seizures, tremors, tic disorders, Parkinson disease, chronic fatigue syndrome, obsessive compulsive disorder, schizophrenia, bipolar and unipolar depression, ADHD, and anorexia nervosa.

#3

Pharmacogenetic Analysis of an 8-Year Old Girl with Reye Syndrome Associated with Use of Naproxen.

The American journal of case reports2024 Feb 05

BACKGROUND Reye syndrome is a rare, yet potentially life-threatening disease characterized by acute encephalopathy and hepatic failure. This report presents the case of an 8-year-old girl with Reye syndrome and seizures after the use of naproxen. CASE REPORT An 8-year-old girl experienced a 3-day episode of fever and abdominal pain. After receiving naproxen (375 mg twice daily) starting from day -3, she exhibited hypotension, tonic seizure, and loss of consciousness (day 1). Physical examination and laboratory test results revealed acute kidney injury, metabolic acidosis, and elevated levels of lactate dehydrogenase (LDH), liver enzymes, and ferritin. On day 2, the maximum values of aspartate aminotransferase, alanine aminotransferase, LDH, creatinine, and ferritin were 955 U/L, 132 U/L, 8040 U/L, 2 mg/dL, and >40000 ug/L, respectively. She was given supportive care and recovered after 11 days (day 12), with normalization of kidney function and metabolic abnormalities. To identify possible genetic polymorphisms associated with the patient's symptoms, genotypes were tested using a drug metabolizing enzymes and transporters (DMET) gene chip. Among genes involved in the metabolism of naproxen, UGT1A6 (*1/*2) and UGT2B7 (*1/*2) resulted in possibly decreased function. Other results which may have had clinical significance included homozygote results for NAT2*6/*6 (rs1799930). CONCLUSIONS A rare case of Reye syndrome after administration of naproxen was presented in this case. A DMET gene chip was used to screen for possible genetic polymorphisms associated with Reye syndrome, but the result was inconclusive. Reye syndrome is a rare and potentially fatal pediatric illness defined as acute noninflammatory encephalopathy with fatty liver failure. Australian pathologist R.D.K. Reye first described this syndrome in 1963. National surveillance of Reye syndrome began in the United States in the early 1970s and led to strict warnings regarding aspirin use in children. Reye syndrome typically presents in children as vomiting and confusion with rapid progression to coma and death. This syndrome often begins in the days following recovery from a viral illness during which aspirin was administered. Inborn errors of metabolism (especially fatty acid metabolism), medication reactions and toxins may also predispose or cause the development of Reye syndrome. This diagnosis is based on clinical signs as well as laboratory testing. However, there is no test specific to Reye syndrome.

#4

The contribution of epidemiology to the understanding of neurodevelopmental disabilities.

Developmental medicine and child neurology2023 Dec

Epidemiological approaches have played an important role in creating better understanding of developmental disabilities by delineating their frequency in populations and changes in their frequency over time, by identifying etiological factors, and by documenting pathways to prevention. Both cerebral palsy (CP) and mild intellectual disability are declining in frequency in high-income countries. The diagnosis of autism spectrum disorder has increased in recent decades, but much of this increase is a result of changing approaches to ascertainment and recording. Epidemiological studies have found that most CP is not of birth-asphyxial origin, that most febrile seizures do not pose a major risk for epilepsy, and that folic acid deficiency may contribute to developmental disabilities apart from its effect on neural tube defects. Epidemiological research has shown that an important fraction of neural tube defects and virtually all cases of Reye syndrome are preventable, and recent trials have shown ways to prevent CP. Early psychoeducational interventions in children at risk for mild intellectual disability are an effective and valuable societal investment. Very large population-based studies starting in pregnancy have been launched in Norway, Denmark, and Japan in recent years and these and other population studies promise to continue the epidemiological contribution to a better understanding of developmental disabilities.

#5

Reye Syndrome- An Enigma That Remains.

Indian pediatrics2023 Jun 15

Publicações recentes

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📚 EuropePMC282 artigos no totalmostrando 48

2025

Reye syndrome or not: an age-old enigma about influenza encephalopathy deaths in children.

Hong Kong medical journal = Xianggang yi xue za zhi
2024

Hypothesis: 2 Major Environmental and Pharmaceutical Factors-Acetaminophen Exposure and Gastrointestinal Overgrowth of Clostridia Bacteria Induced By Ingestion of Glyphosate-Contaminated Foods-Dysregulate the Developmental Protein Sonic Hedgehog and Are Major Causes of Autism.

Integrative medicine (Encinitas, Calif.)
2024

Pharmacogenetic Analysis of an 8-Year Old Girl with Reye Syndrome Associated with Use of Naproxen.

The American journal of case reports
2023

Reye Syndrome- An Enigma That Remains.

Indian pediatrics
2023

The contribution of epidemiology to the understanding of neurodevelopmental disabilities.

Developmental medicine and child neurology
2023

Spontaneous regression of a Reye's tumor: A case report.

Asian journal of surgery
2022

50 Years Ago in TheJournalofPediatrics: Reye Syndrome: What Was It? Where Did It Go? Will It Come Back?

The Journal of pediatrics
2022

What are the clues for an inherited metabolic disorder in Reye syndrome? A single Centre study of 58 children.

Molecular genetics and metabolism
2022

50 Years Ago in TheJournalofPediatrics: Disappearance of Reye Syndrome Outbreaks: One of the Greatest Public Health Victories.

The Journal of pediatrics
2021

Reye Syndrome with Severe Hyperammonemia and a Good Neurological Outcome.

The American journal of case reports
2021

Pathological findings of liver steatosis that is difficult to evaluate with ultrasound.

Journal of medical ultrasonics (2001)
2021

NBAS deficiency due to biallelic c.2809C > G variant presenting with recurrent acute liver failure with severe hyperammonemia, acquired microcephaly and progressive brain atrophy.

Metabolic brain disease
2021

Prevalence, Risk Factors, and Outcomes of Influenza-Associated Neurologic Complications in Children.

The Journal of pediatrics
2021

Atypical Reye syndrome: three cases of a problem that pediatricians should consider and remember.

Acta bio-medica : Atenei Parmensis
2021

Case Report: MIS-C Temporarily Associated With COVID-19 Complicated by Reye's Syndrome.

Frontiers in pediatrics
2021

50 Years Ago in TheJournalofPediatrics: Diagnosis of Coagulation Defects in Reye Syndrome.

The Journal of pediatrics
2020

[Remembering Reye's Syndrome in times of COVID-19].

Revista chilena de infectologia : organo oficial de la Sociedad Chilena de Infectologia
2021

Kawasaki disease and influenza-new lessons from old associations.

Clinical rheumatology
2020

The Impact of Moderate-Dose Acetylsalicylic Acid in the Reduction of Inflammatory Cytokine and Prevention of Complication in Acute Phase of Kawasaki Disease: The Benefit of Moderate-Dose Acetylsalicylic Acid.

Children (Basel, Switzerland)
2020

Recurrent Liver Failure in an 11-Year-Old Boy.

Clinical chemistry
2020

50 Years Ago in The Journal of Pediatrics: Aspirin and Reye Syndrome.

The Journal of pediatrics
2020

Aspirin rechallenge in an adult patient previously diagnosed with Reye syndrome.

American journal of health-system pharmacy : AJHP : official journal of the American Society of Health-System Pharmacists
2019

A Severe Case of Reye's Syndrome with Multiorgan Dysfunction after Epstein-Barr Virus Infection.

Chinese medical sciences journal = Chung-kuo i hsueh k'o hsueh tsa chih
2019

United States Pharmacopeia Safety Review of Willow Bark.

Planta medica
2019

Unusual clinical manifestations of dengue disease - Real or imagined?

Acta tropica
2019

First Case Report of Primary Carnitine Deficiency Manifested as Intellectual Disability and Autism Spectrum Disorder.

Brain sciences
2020

Management of acute mitochondriopathy and encephalopathy syndrome in pediatric intensive care unite: a new clinical entity.

Acta neurologica Belgica
2018

A Case of Reye Syndrome Caused by Influenza A Virus.

Ochsner journal
2018

[Reye syndrome and sudden death symptoms after oral administration of nimesulide due to upper respiratory tract infection in a boy].

Zhongguo dang dai er ke za zhi = Chinese journal of contemporary pediatrics
2019

Presence of unreported carcinogens, Aflatoxins and their hydroxylated metabolites, in industrialized Oaxaca cheese from Mexico City.

Food and chemical toxicology : an international journal published for the British Industrial Biological Research Association
2018

Hemorrhagic Stroke and Cerebral Venous Thrombosis: Rare Neurological Sequelae of Chickenpox Infection.

Annals of Indian Academy of Neurology
2018

Acute Kidney Failure as a Single Complication of Varicella Virus Infection in an Adult Patient.

Case reports in nephrology and dialysis
2017

REYE (RAY'S) SYNDROME: A PROBLEM EVERYONE SHOULD REMEMBER.

Georgian medical news
2018

Co-ingestion of aspirin and acetaminophen promoting fulminant liver failure: A critical review of Reye syndrome in the current perspective at the dawn of the 21st century.

Clinical and experimental pharmacology & physiology
2017

Carnitine palmitoyltransferase 1A deficiency: abnormal muscle biopsy findings in a child presenting with Reye's syndrome.

Journal of inherited metabolic disease
2017

[ACTION OF L-CARNITINE, CORVITIN AND THEIR COMBINATION ON FUNCTIONAL STATE OF LIVER IN EXPERIMENTAL MODEL OF REYE SYNDROME IN RATS].

Georgian medical news
2017

Co-ingestion of willow bark tea and acetaminophen associated with fatal infantile fulminant liver failure.

Pediatrics international : official journal of the Japan Pediatric Society
2017

Aspirin increases mitochondrial fatty acid oxidation.

Biochemical and biophysical research communications
2016

[Side Effects of Acetaminophen and their Management].

Masui. The Japanese journal of anesthesiology
2016

Acetylsalicylic acid as a potential pediatric health hazard: legislative aspects concerning accidental intoxications in the European Union.

Journal of occupational medicine and toxicology (London, England)
2016

Inborn Errors of Metabolism That Cause Sudden Infant Death: A Systematic Review with Implications for Population Neonatal Screening Programmes.

Neonatology
2016

The Measurement of Ammonia in Human Breath and its Potential in Clinical Diagnostics.

Critical reviews in analytical chemistry
2016

Neonatal multiorgan failure due to ACAD9 mutation and complex I deficiency with mitochondrial hyperplasia in liver, cardiac myocytes, skeletal muscle, and renal tubules.

Human pathology
2014

Aspirin-Induced Acute Liver Injury.

ACG case reports journal
2015

An 8-year-old girl with abdominal pain and mental status changes.

Pediatric emergency care
2015

Mean platelet volume in children with Reye-like syndrome.

Platelets
2015

Impact of fatty acid oxidation disorders in child neurology: from Reye syndrome to Pandora's box.

Developmental medicine and child neurology
2014

[Also ibuprofen, not just paracetamol, can cause serious liver damage in children. NSAIDs should be used with caution in children, as shown in case with fatal outcome].

Lakartidningen
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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Reye syndrome or not: an age-old enigma about influenza encephalopathy deaths in children.
    Hong Kong medical journal = Xianggang yi xue za zhi· 2025· PMID 41310409mais citado
  2. Hypothesis: 2 Major Environmental and Pharmaceutical Factors-Acetaminophen Exposure and Gastrointestinal Overgrowth of Clostridia Bacteria Induced By Ingestion of Glyphosate-Contaminated Foods-Dysregulate the Developmental Protein Sonic Hedgehog and Are Major Causes of Autism.
    Integrative medicine (Encinitas, Calif.)· 2024· PMID 39114279mais citado
  3. Pharmacogenetic Analysis of an 8-Year Old Girl with Reye Syndrome Associated with Use of Naproxen.
    The American journal of case reports· 2024· PMID 38311849mais citado
  4. The contribution of epidemiology to the understanding of neurodevelopmental disabilities.
    Developmental medicine and child neurology· 2023· PMID 37149891mais citado
  5. Reye Syndrome- An Enigma That Remains.
    Indian pediatrics· 2023· PMID 37293908mais citado
  6. Reye Syndrome.
    · 2026· PMID 30252357recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:3096(Orphanet)
  2. MONDO:0005942(MONDO)
  3. GARD:7570(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Artigo Wikipedia(Wikipedia)
  6. Q826103(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Síndrome Reye
Compêndio · Raras BR

Síndrome Reye

ORPHA:3096 · MONDO:0005942
CID-10
G93.7 · Síndrome de Reye
CID-11
Início
Adolescent, Adult, Childhood, Infancy
MedGen
UMLS
C0035400
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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata