Sinostose umero-cubital isolada é uma anomalia congênita rara caracterizada pela fusão óssea entre o úmero e o cúbito, limitando a mobilidade do cotovelo. Geralmente unilateral, pode afetar a extensão e a flexão do membro.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A sinostose úmero-cubital isolada é uma condição rara caracterizada pela fusão anormal entre o úmero (osso do braço) e a ulna (um dos ossos do antebraço), presente desde o nascimento. Essa fusão limita os movimentos do cotovelo, podendo afetar atividades do dia a dia. A doença é extremamente rara, com prevalência estimada em menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas.[1]
Sinais e sintomas
Os principais sinais envolvem a limitação ou ausência de movimentos de flexão e extensão do cotovelo, devido à fusão óssea. A condição é geralmente identificada na infância, quando a criança começa a usar os braços para brincar ou se alimentar. Não há dados disponíveis sobre a idade exata de início dos sintomas, mas a fusão está presente desde o nascimento.[1]
Causas genéticas
Até o momento, não foi identificado um gene específico associado à sinostose úmero-cubital isolada. A herança não é aplicável, o que significa que a condição geralmente ocorre de forma esporádica, sem um padrão claro de transmissão familiar. Estudos genéticos mais amplos, como o sequenciamento completo do exoma, podem ser úteis para investigar possíveis causas em cada caso.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado em exames de imagem (como radiografias) que mostram a fusão entre o úmero e a ulna. Para descartar outras condições genéticas associadas, o médico pode solicitar exames complementares. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES), dosagem de alfa-fetoproteína e atendimento em reabilitação para doenças raras. Atualmente, há 9 testes genéticos disponíveis para essa condição, mas nenhuma variante específica foi registrada no ClinVar.[1][3]
Tratamento e manejo
O tratamento é individualizado e pode incluir fisioterapia para manter a amplitude de movimento dos ombros e punhos, além de orientação para adaptação às atividades diárias. Em alguns casos, a cirurgia pode ser considerada para melhorar a função do cotovelo, mas não há medicamentos específicos aprovados para tratar a fusão óssea. O acompanhamento com uma equipe multidisciplinar (ortopedista, geneticista, fisioterapeuta) é recomendado.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico depende da gravidade da fusão e do impacto na função do braço. Muitas pessoas conseguem se adaptar bem às limitações, especialmente com suporte de reabilitação. Não há dados na literatura sobre expectativa de vida reduzida especificamente para esta condição. O acompanhamento regular com especialistas ajuda a otimizar a qualidade de vida.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Sinostose umero-cubital isolada é uma anomalia congênita rara caracterizada pela fusão óssea entre o úmero e o cúbito, limitando a mobilidade do cotovelo. Geralmente unilateral, pode afetar a extensão e a flexão do membro.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A sinostose úmero-cubital isolada é uma condição rara caracterizada pela fusão anormal entre o úmero (osso do braço) e a ulna (um dos ossos do antebraço), presente desde o nascimento. Essa fusão limita os movimentos do cotovelo, podendo afetar atividades do dia a dia. A doença é extremamente rara, com prevalência estimada em menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas.[1]
Sinais e sintomas
Os principais sinais envolvem a limitação ou ausência de movimentos de flexão e extensão do cotovelo, devido à fusão óssea. A condição é geralmente identificada na infância, quando a criança começa a usar os braços para brincar ou se alimentar. Não há dados disponíveis sobre a idade exata de início dos sintomas, mas a fusão está presente desde o nascimento.[1]
Causas genéticas
Até o momento, não foi identificado um gene específico associado à sinostose úmero-cubital isolada. A herança não é aplicável, o que significa que a condição geralmente ocorre de forma esporádica, sem um padrão claro de transmissão familiar. Estudos genéticos mais amplos, como o sequenciamento completo do exoma, podem ser úteis para investigar possíveis causas em cada caso.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado em exames de imagem (como radiografias) que mostram a fusão entre o úmero e a ulna. Para descartar outras condições genéticas associadas, o médico pode solicitar exames complementares. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES), dosagem de alfa-fetoproteína e atendimento em reabilitação para doenças raras. Atualmente, há 9 testes genéticos disponíveis para essa condição, mas nenhuma variante específica foi registrada no ClinVar.[1][3]
Tratamento e manejo
O tratamento é individualizado e pode incluir fisioterapia para manter a amplitude de movimento dos ombros e punhos, além de orientação para adaptação às atividades diárias. Em alguns casos, a cirurgia pode ser considerada para melhorar a função do cotovelo, mas não há medicamentos específicos aprovados para tratar a fusão óssea. O acompanhamento com uma equipe multidisciplinar (ortopedista, geneticista, fisioterapeuta) é recomendado.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico depende da gravidade da fusão e do impacto na função do braço. Muitas pessoas conseguem se adaptar bem às limitações, especialmente com suporte de reabilitação. Não há dados na literatura sobre expectativa de vida reduzida especificamente para esta condição. O acompanhamento regular com especialistas ajuda a otimizar a qualidade de vida.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Sinostose umero-cubital isolada
Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:94056(Orphanet)
- MONDO:0019782(MONDO)
- GARD:19244(GARD (NIH))
- Q55788875(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Sinostose umero-cubital isolada
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata