A neuropatia sensorial e autonômica hereditária (NSAH) ou neuropatia sensorial hereditária (NSH) é um tipo de doença que inibe a sensibilidade.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A siringomielia familiar é uma condição rara em que uma cavidade cheia de líquido (siringe) se forma dentro da medula espinhal. Essa cavidade pode crescer ao longo do tempo, comprimindo e danificando a medula espinhal. A forma familiar da doença é causada por uma alteração genética herdada, ou seja, passada de pais para filhos.[1]
A prevalência exata da siringomielia familiar é desconhecida. A doença pode se manifestar desde o período neonatal (logo após o nascimento) ou durante a infância.[1]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da siringomielia familiar variam de acordo com o tamanho e a localização da siringe na medula espinhal. Eles podem incluir dor, fraqueza muscular, rigidez, perda de sensibilidade (especialmente ao calor e à dor), escoliose (curvatura anormal da coluna) e problemas de controle da bexiga e do intestino. Como a doença é rara e os sintomas podem ser semelhantes aos de outras condições neurológicas, o diagnóstico pode ser desafiador.[1]
Causas genéticas
A siringomielia familiar é causada por alterações (mutações) em um ou mais genes, que ainda não foram completamente identificados. A doença pode ser herdada de duas formas principais: autossômica dominante (basta uma cópia do gene alterado para manifestar a doença) ou autossômica recessiva (são necessárias duas cópias do gene alterado, uma de cada pai).[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico da siringomielia familiar é baseado na história clínica, exame neurológico e exames de imagem, como a ressonância magnética da coluna vertebral, que pode mostrar a presença da siringe. Exames genéticos podem auxiliar na confirmação diagnóstica e no aconselhamento familiar. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como cariótipo, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína, além de atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][3]
Tratamento e manejo
O tratamento da siringomielia familiar depende da gravidade dos sintomas e da progressão da doença. As opções podem incluir monitoramento regular, medicamentos para controle da dor e, em alguns casos, cirurgia para descomprimir a medula espinhal e drenar a siringe. O manejo é multidisciplinar, envolvendo neurologistas, neurocirurgiões, fisioterapeutas e outros especialistas. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença, e o tratamento é individualizado.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico da siringomielia familiar varia amplamente. Algumas pessoas podem ter uma progressão lenta e manter boa qualidade de vida com tratamento adequado, enquanto outras podem apresentar piora progressiva dos sintomas neurológicos. O acompanhamento regular com uma equipe médica especializada é essencial para ajustar o tratamento e oferecer suporte.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
A neuropatia sensorial e autonômica hereditária (NSAH) ou neuropatia sensorial hereditária (NSH) é um tipo de doença que inibe a sensibilidade.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A siringomielia familiar é uma condição rara em que uma cavidade cheia de líquido (siringe) se forma dentro da medula espinhal. Essa cavidade pode crescer ao longo do tempo, comprimindo e danificando a medula espinhal. A forma familiar da doença é causada por uma alteração genética herdada, ou seja, passada de pais para filhos.[1]
A prevalência exata da siringomielia familiar é desconhecida. A doença pode se manifestar desde o período neonatal (logo após o nascimento) ou durante a infância.[1]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da siringomielia familiar variam de acordo com o tamanho e a localização da siringe na medula espinhal. Eles podem incluir dor, fraqueza muscular, rigidez, perda de sensibilidade (especialmente ao calor e à dor), escoliose (curvatura anormal da coluna) e problemas de controle da bexiga e do intestino. Como a doença é rara e os sintomas podem ser semelhantes aos de outras condições neurológicas, o diagnóstico pode ser desafiador.[1]
Causas genéticas
A siringomielia familiar é causada por alterações (mutações) em um ou mais genes, que ainda não foram completamente identificados. A doença pode ser herdada de duas formas principais: autossômica dominante (basta uma cópia do gene alterado para manifestar a doença) ou autossômica recessiva (são necessárias duas cópias do gene alterado, uma de cada pai).[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico da siringomielia familiar é baseado na história clínica, exame neurológico e exames de imagem, como a ressonância magnética da coluna vertebral, que pode mostrar a presença da siringe. Exames genéticos podem auxiliar na confirmação diagnóstica e no aconselhamento familiar. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como cariótipo, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína, além de atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][3]
Tratamento e manejo
O tratamento da siringomielia familiar depende da gravidade dos sintomas e da progressão da doença. As opções podem incluir monitoramento regular, medicamentos para controle da dor e, em alguns casos, cirurgia para descomprimir a medula espinhal e drenar a siringe. O manejo é multidisciplinar, envolvendo neurologistas, neurocirurgiões, fisioterapeutas e outros especialistas. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença, e o tratamento é individualizado.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico da siringomielia familiar varia amplamente. Algumas pessoas podem ter uma progressão lenta e manter boa qualidade de vida com tratamento adequado, enquanto outras podem apresentar piora progressiva dos sintomas neurológicos. O acompanhamento regular com uma equipe médica especializada é essencial para ajustar o tratamento e oferecer suporte.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
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Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
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Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
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A nationwide survey of familial syringomyelia in Japan.
Familial syringomyelia in two siblings: case report.
Evidence of familial syringomyelia in discordant association with Chiari type I malformation.
A genetic hypothesis for Chiari I malformation with or without syringomyelia.
Syringomyelia in twin brothers discordant for Chiari I malformation: case report.
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Referências e fontes
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Publicações científicas
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Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:370034(Orphanet)
- MONDO:0018257(MONDO)
- GARD:21589(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55787827(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Siringomielia familiar
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata