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Siringomielia familiar
ORPHA:370034CID-10 · Q06.4CID-11 · 8D66DOENÇA RARA
Início neonatalHerança AD/AR

A neuropatia sensorial e autonômica hereditária (NSAH) ou neuropatia sensorial hereditária (NSH) é um tipo de doença que inibe a sensibilidade.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 30/05/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A siringomielia familiar é uma condição rara em que uma cavidade cheia de líquido (siringe) se forma dentro da medula espinhal. Essa cavidade pode crescer ao longo do tempo, comprimindo e danificando a medula espinhal. A forma familiar da doença é causada por uma alteração genética herdada, ou seja, passada de pais para filhos.[1]

A prevalência exata da siringomielia familiar é desconhecida. A doença pode se manifestar desde o período neonatal (logo após o nascimento) ou durante a infância.[1]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da siringomielia familiar variam de acordo com o tamanho e a localização da siringe na medula espinhal. Eles podem incluir dor, fraqueza muscular, rigidez, perda de sensibilidade (especialmente ao calor e à dor), escoliose (curvatura anormal da coluna) e problemas de controle da bexiga e do intestino. Como a doença é rara e os sintomas podem ser semelhantes aos de outras condições neurológicas, o diagnóstico pode ser desafiador.[1]

Causas genéticas

A siringomielia familiar é causada por alterações (mutações) em um ou mais genes, que ainda não foram completamente identificados. A doença pode ser herdada de duas formas principais: autossômica dominante (basta uma cópia do gene alterado para manifestar a doença) ou autossômica recessiva (são necessárias duas cópias do gene alterado, uma de cada pai).[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico da siringomielia familiar é baseado na história clínica, exame neurológico e exames de imagem, como a ressonância magnética da coluna vertebral, que pode mostrar a presença da siringe. Exames genéticos podem auxiliar na confirmação diagnóstica e no aconselhamento familiar. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como cariótipo, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína, além de atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][3]

Tratamento e manejo

O tratamento da siringomielia familiar depende da gravidade dos sintomas e da progressão da doença. As opções podem incluir monitoramento regular, medicamentos para controle da dor e, em alguns casos, cirurgia para descomprimir a medula espinhal e drenar a siringe. O manejo é multidisciplinar, envolvendo neurologistas, neurocirurgiões, fisioterapeutas e outros especialistas. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença, e o tratamento é individualizado.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da siringomielia familiar varia amplamente. Algumas pessoas podem ter uma progressão lenta e manter boa qualidade de vida com tratamento adequado, enquanto outras podem apresentar piora progressiva dos sintomas neurológicos. O acompanhamento regular com uma equipe médica especializada é essencial para ajustar o tratamento e oferecer suporte.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

A neuropatia sensorial e autonômica hereditária (NSAH) ou neuropatia sensorial hereditária (NSH) é um tipo de doença que inibe a sensibilidade.

Publicações científicas
16 artigos
Último publicado: 2017 Oct 15

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
Unknown
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Início
Infancy
+ neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q06.4
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A siringomielia familiar é uma condição rara em que uma cavidade cheia de líquido (siringe) se forma dentro da medula espinhal. Essa cavidade pode crescer ao longo do tempo, comprimindo e danificando a medula espinhal. A forma familiar da doença é causada por uma alteração genética herdada, ou seja, passada de pais para filhos.[1]

A prevalência exata da siringomielia familiar é desconhecida. A doença pode se manifestar desde o período neonatal (logo após o nascimento) ou durante a infância.[1]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da siringomielia familiar variam de acordo com o tamanho e a localização da siringe na medula espinhal. Eles podem incluir dor, fraqueza muscular, rigidez, perda de sensibilidade (especialmente ao calor e à dor), escoliose (curvatura anormal da coluna) e problemas de controle da bexiga e do intestino. Como a doença é rara e os sintomas podem ser semelhantes aos de outras condições neurológicas, o diagnóstico pode ser desafiador.[1]

Causas genéticas

A siringomielia familiar é causada por alterações (mutações) em um ou mais genes, que ainda não foram completamente identificados. A doença pode ser herdada de duas formas principais: autossômica dominante (basta uma cópia do gene alterado para manifestar a doença) ou autossômica recessiva (são necessárias duas cópias do gene alterado, uma de cada pai).[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico da siringomielia familiar é baseado na história clínica, exame neurológico e exames de imagem, como a ressonância magnética da coluna vertebral, que pode mostrar a presença da siringe. Exames genéticos podem auxiliar na confirmação diagnóstica e no aconselhamento familiar. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como cariótipo, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína, além de atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][3]

Tratamento e manejo

O tratamento da siringomielia familiar depende da gravidade dos sintomas e da progressão da doença. As opções podem incluir monitoramento regular, medicamentos para controle da dor e, em alguns casos, cirurgia para descomprimir a medula espinhal e drenar a siringe. O manejo é multidisciplinar, envolvendo neurologistas, neurocirurgiões, fisioterapeutas e outros especialistas. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença, e o tratamento é individualizado.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da siringomielia familiar varia amplamente. Algumas pessoas podem ter uma progressão lenta e manter boa qualidade de vida com tratamento adequado, enquanto outras podem apresentar piora progressiva dos sintomas neurológicos. O acompanhamento regular com uma equipe médica especializada é essencial para ajustar o tratamento e oferecer suporte.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa9desde 2017
Total histórico16PubMed
Últimos 10 anos1publicações
Pico20171 papers
Linha do tempo
20202017Hoje · 2026🧪 2009Primeiro ensaio clínico
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Pipeline de tratamentos
Pipeline regulatório — de medicamentos já aprovados a drogas em pesquisa exploratória.
·Pré-clínico1
Medicamentos catalogadosEnsaios clínicos· 0 medicamentos · 1 ensaio
Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Siringomielia familiar

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Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

0 ensaios clínicos encontrados.

Distribuição por fase
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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. A nationwide survey of familial syringomyelia in Japan.
    Journal of the neurological sciences· 2017· PMID 28991663mais citado
  2. Familial syringomyelia in two siblings: case report.
    Turk Neurosurg· 2007· PMID 18050067recente
  3. Evidence of familial syringomyelia in discordant association with Chiari type I malformation.
    Eur J Neurol· 2006· PMID 16834711recente
  4. A genetic hypothesis for Chiari I malformation with or without syringomyelia.
    Neurosurg Focus· 2000· PMID 16676924recente
  5. Syringomyelia in twin brothers discordant for Chiari I malformation: case report.
    J Child Neurol· 2004· PMID 15449382recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:370034(Orphanet)
  2. MONDO:0018257(MONDO)
  3. GARD:21589(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q55787827(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Siringomielia familiar
Compêndio · Raras BR

Siringomielia familiar

ORPHA:370034 · MONDO:0018257
Prevalência
Unknown
Herança
Autosomal dominant, Autosomal recessive
CID-10
Q06.4 · Hidromielia
CID-11
Início
Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C5680970
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a
DiscussaoAtiva

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📋 Origem dos dados

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata