ST3GAL3-CDG é um distúrbio congênito da glicosilação causado por mutações no gene ST3GAL3. Afeta o desenvolvimento neurológico, causando deficiência intelectual, convulsões e atraso no desenvolvimento motor.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A ST3GAL3-CDG é uma doença genética rara, classificada como um distúrbio congênito da glicosilação (CDG). Ela é causada por alterações no gene ST3GAL3, que fornece instruções para a produção de uma enzima chamada CMP-N-acetilneuraminato-beta-1,4-galactosídeo alfa-2,3-sialiltransferase. Essa enzima participa da adição de moléculas de ácido siálico a proteínas e lipídios, um processo essencial para o funcionamento adequado de diversas células do organismo. As informações sobre a prevalência e a herança desta condição ainda não estão disponíveis na literatura científica revisada.[1][2][4]
Sinais e sintomas
Até o momento, não há descrições detalhadas de fenótipos ou sintomas específicos associados à ST3GAL3-CDG nos bancos de dados oficiais consultados. A ausência de informações pode refletir o pequeno número de casos descritos ou a variabilidade das manifestações clínicas. É importante que cada paciente seja avaliado individualmente por uma equipe médica especializada.[1]
Causas genéticas
A ST3GAL3-CDG é causada por mutações no gene ST3GAL3 (símbolo: ST3GAL3; nome completo: CMP-N-acetilneuraminato-beta-1,4-galactosídeo alfa-2,3-sialiltransferase). Esse gene está localizado no cromossomo 1 e codifica uma enzima da família das sialiltransferases, responsável por transferir ácido siálico para glicoproteínas e glicolipídios. Mutações nesse gene comprometem a glicosilação normal, levando aos sintomas da doença. A herança genética da condição ainda não foi estabelecida com clareza.[1][2][4]
Diagnóstico
O diagnóstico da ST3GAL3-CDG é baseado em testes genéticos que identificam mutações no gene ST3GAL3. Atualmente, existem 15 testes genéticos disponíveis para essa condição, e 42 variantes patogênicas estão registradas no banco de dados ClinVar. O diagnóstico diferencial deve considerar outros distúrbios congênitos da glicosilação. Não há informações sobre procedimentos específicos cobertos pelo SUS para esta doença.[1][2][4]
Tratamento e manejo
Até o momento, não há medicamentos ou tratamentos específicos aprovados para a ST3GAL3-CDG. O manejo é sintomático e de suporte, devendo ser individualizado conforme as necessidades de cada paciente. Não existem ensaios clínicos ativos registrados para esta condição. A doença não possui cobertura específica pelo SUS (Sistema Único de Saúde) no Brasil.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
Não há dados disponíveis na literatura científica revisada sobre o prognóstico ou a qualidade de vida de pacientes com ST3GAL3-CDG. A evolução da doença pode variar amplamente dependendo da gravidade das mutações e do acompanhamento clínico. Recomenda-se seguimento regular com equipe multidisciplinar especializada em doenças raras.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
ST3GAL3-CDG é um distúrbio congênito da glicosilação causado por mutações no gene ST3GAL3. Afeta o desenvolvimento neurológico, causando deficiência intelectual, convulsões e atraso no desenvolvimento motor.
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A ST3GAL3-CDG é uma doença genética rara, classificada como um distúrbio congênito da glicosilação (CDG). Ela é causada por alterações no gene ST3GAL3, que fornece instruções para a produção de uma enzima chamada CMP-N-acetilneuraminato-beta-1,4-galactosídeo alfa-2,3-sialiltransferase. Essa enzima participa da adição de moléculas de ácido siálico a proteínas e lipídios, um processo essencial para o funcionamento adequado de diversas células do organismo. As informações sobre a prevalência e a herança desta condição ainda não estão disponíveis na literatura científica revisada.[1][2][4]
Sinais e sintomas
Até o momento, não há descrições detalhadas de fenótipos ou sintomas específicos associados à ST3GAL3-CDG nos bancos de dados oficiais consultados. A ausência de informações pode refletir o pequeno número de casos descritos ou a variabilidade das manifestações clínicas. É importante que cada paciente seja avaliado individualmente por uma equipe médica especializada.[1]
Causas genéticas
A ST3GAL3-CDG é causada por mutações no gene ST3GAL3 (símbolo: ST3GAL3; nome completo: CMP-N-acetilneuraminato-beta-1,4-galactosídeo alfa-2,3-sialiltransferase). Esse gene está localizado no cromossomo 1 e codifica uma enzima da família das sialiltransferases, responsável por transferir ácido siálico para glicoproteínas e glicolipídios. Mutações nesse gene comprometem a glicosilação normal, levando aos sintomas da doença. A herança genética da condição ainda não foi estabelecida com clareza.[1][2][4]
Diagnóstico
O diagnóstico da ST3GAL3-CDG é baseado em testes genéticos que identificam mutações no gene ST3GAL3. Atualmente, existem 15 testes genéticos disponíveis para essa condição, e 42 variantes patogênicas estão registradas no banco de dados ClinVar. O diagnóstico diferencial deve considerar outros distúrbios congênitos da glicosilação. Não há informações sobre procedimentos específicos cobertos pelo SUS para esta doença.[1][2][4]
Tratamento e manejo
Até o momento, não há medicamentos ou tratamentos específicos aprovados para a ST3GAL3-CDG. O manejo é sintomático e de suporte, devendo ser individualizado conforme as necessidades de cada paciente. Não existem ensaios clínicos ativos registrados para esta condição. A doença não possui cobertura específica pelo SUS (Sistema Único de Saúde) no Brasil.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
Não há dados disponíveis na literatura científica revisada sobre o prognóstico ou a qualidade de vida de pacientes com ST3GAL3-CDG. A evolução da doença pode variar amplamente dependendo da gravidade das mutações e do acompanhamento clínico. Recomenda-se seguimento regular com equipe multidisciplinar especializada em doenças raras.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição.
Catalyzes the formation of the NeuAc-alpha-2,3-Gal-beta-1,4-GlcNAc-, NeuAc-alpha-2,3-Gal-beta-1,3-GlcNAc- and NeuAc-alpha-2,3-Gal-beta-1,3-GalNAc- sequences found in terminal carbohydrate groups of glycoproteins and glycolipids. The highest activity is toward Gal-beta-1,3-GlcNAc and the lowest toward Gal-beta-1,3-GalNAc
Golgi apparatus, Golgi stack membraneSecreted
Intellectual developmental disorder, autosomal recessive 12
A disorder characterized by significantly below average general intellectual functioning associated with impairments in adaptive behavior and manifested during the developmental period.
Variantes genéticas (ClinVar)
42 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
10 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — ST3GAL3-CDG
Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
Ver todas no PubMedAssociações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
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Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:697734(Orphanet)
- MONDO:0979317(MONDO)
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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ST3GAL3-CDG
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM