Tetra-amelia isolada é uma malformação congênita rara caracterizada pela ausência completa dos quatro membros. Geralmente, não há outras anomalias significativas associadas.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A tetra-amelia isolada é uma condição genética raríssima, caracterizada pela ausência completa dos quatro membros (braços e pernas) desde o nascimento. A palavra "isolada" significa que, nesta forma, a ausência dos membros ocorre sem malformações graves em outros órgãos ou sistemas. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara.[1]
Sinais e sintomas
O principal sinal da tetra-amelia isolada é a ausência total dos quatro membros, que já pode ser identificada durante o pré-natal (período antenatal). Como a condição é "isolada", não há registros de outros sintomas ou fenótipos associados nos dados disponíveis. Cada pessoa pode apresentar variações individuais, mas a característica central é a falta dos braços e pernas.[1]
Causas genéticas
A tetra-amelia isolada tem origem genética, mas até o momento não foi identificado um gene específico responsável pela condição. Isso significa que, embora se saiba que a doença é hereditária, os estudos genéticos ainda não apontaram uma mutação em um gene único que cause o quadro. A herança (padrão de transmissão familiar) também não está estabelecida nos dados disponíveis.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico da tetra-amelia isolada é geralmente suspeitado ainda no pré-natal, por meio de ultrassonografia que mostra a ausência dos membros. Para confirmação e investigação de possíveis causas genéticas, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece os seguintes procedimentos: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína. O nível de cobertura no SUS é classificado como "Cobertura mínima".[1][3]
Tratamento e manejo
Não existem medicamentos ou tratamentos curativos para a tetra-amelia isolada. O manejo é focado no suporte multidisciplinar e na reabilitação. O SUS oferece o procedimento "Atendimento em reabilitação — doenças raras", que pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional, adaptação de próteses e suporte psicológico. O objetivo é maximizar a independência e a qualidade de vida da pessoa, respeitando suas necessidades individuais.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico da tetra-amelia isolada depende de cada caso, especialmente da presença ou ausência de outras condições associadas (que, por definição, são raras nesta forma isolada). Com suporte adequado de reabilitação e adaptações ambientais, muitas pessoas podem levar uma vida ativa e produtiva. Não há dados específicos sobre expectativa de vida nos registros disponíveis.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Tetra-amelia isolada é uma malformação congênita rara caracterizada pela ausência completa dos quatro membros. Geralmente, não há outras anomalias significativas associadas.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A tetra-amelia isolada é uma condição genética raríssima, caracterizada pela ausência completa dos quatro membros (braços e pernas) desde o nascimento. A palavra "isolada" significa que, nesta forma, a ausência dos membros ocorre sem malformações graves em outros órgãos ou sistemas. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara.[1]
Sinais e sintomas
O principal sinal da tetra-amelia isolada é a ausência total dos quatro membros, que já pode ser identificada durante o pré-natal (período antenatal). Como a condição é "isolada", não há registros de outros sintomas ou fenótipos associados nos dados disponíveis. Cada pessoa pode apresentar variações individuais, mas a característica central é a falta dos braços e pernas.[1]
Causas genéticas
A tetra-amelia isolada tem origem genética, mas até o momento não foi identificado um gene específico responsável pela condição. Isso significa que, embora se saiba que a doença é hereditária, os estudos genéticos ainda não apontaram uma mutação em um gene único que cause o quadro. A herança (padrão de transmissão familiar) também não está estabelecida nos dados disponíveis.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico da tetra-amelia isolada é geralmente suspeitado ainda no pré-natal, por meio de ultrassonografia que mostra a ausência dos membros. Para confirmação e investigação de possíveis causas genéticas, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece os seguintes procedimentos: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína. O nível de cobertura no SUS é classificado como "Cobertura mínima".[1][3]
Tratamento e manejo
Não existem medicamentos ou tratamentos curativos para a tetra-amelia isolada. O manejo é focado no suporte multidisciplinar e na reabilitação. O SUS oferece o procedimento "Atendimento em reabilitação — doenças raras", que pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional, adaptação de próteses e suporte psicológico. O objetivo é maximizar a independência e a qualidade de vida da pessoa, respeitando suas necessidades individuais.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico da tetra-amelia isolada depende de cada caso, especialmente da presença ou ausência de outras condições associadas (que, por definição, são raras nesta forma isolada). Com suporte adequado de reabilitação e adaptações ambientais, muitas pessoas podem levar uma vida ativa e produtiva. Não há dados específicos sobre expectativa de vida nos registros disponíveis.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Tetra-amelia isolada
Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Facial Bone Defects Associated with Lateral Facial Clefts Tessier Type 6, 7 and 8 in Syndromic Neurocristopathies: A Detailed Micro-CT Analysis on Historical Museum Specimens.
Este estudo usou micro-CT para analisar padrões de defeitos ósseos faciais em fendas faciais laterais associadas a neurocristopatias sindrômicas complexas. Para a síndrome de tetra-amelia (TETAMS), foi identificada uma agnatia quase isolada (ausência da mandíbula), um padrão mais focado em contraste com os defeitos ósseos mais extensos de outras síndromes como Treacher Collins. Para pacientes e médicos, essa distinção é vital para um diagnóstico preciso, aconselhamento genético adequado e um planejamento cirúrgico mais direcionado, ao diferenciar os mecanismos genéticos e biológicos específicos que levam a cada padrão de anomalia facial.
🇧🇷 traduzidoFetal Tetra-Amelia Birth: A Case Report.
A tetra-amelia isolada é a ausência completa dos quatro membros fetais, uma condição extremamente rara. O diagnóstico precoce via ultrassom é fundamental para que médicos e pacientes possam planejar o aconselhamento parental, discutir as opções de manejo e preparar-se para os cuidados do recém-nascido, enfatizando que, em casos isolados onde outros órgãos estão saudáveis, o prognóstico é geralmente melhor. É crucial aumentar a conscientização para reduzir o estigma social e promover a pesquisa.
🇧🇷 traduzidoPublicações recentes
Biosurfactant production by Pseudomonas aeruginosa WARP_W1: kinetics and structural elucidation of glycolipids.
Assessment of Coagulansin-A's therapeutic potential and safety in an ovalbumin (OVA) induced airway inflammation model.
Unequal Health Outcomes and Deprivation: A Regional Analysis of Tribal and Non-Tribal Districts in Odisha.
Determination of the susceptibility of onychomycosis agents isolated in Sakarya to octenidine dihydrochloride and hypochlorous acid.
Impact of compost application on the spread of antibiotic resistance: emerging risks to public and aquatic health in Sri Lanka.
Associações
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Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
- Facial Bone Defects Associated with Lateral Facial Clefts Tessier Type 6, 7 and 8 in Syndromic Neurocristopathies: A Detailed Micro-CT Analysis on Historical Museum Specimens.
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Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:294971(Orphanet)
- MONDO:0017439(MONDO)
- GARD:5148(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Artigo Wikipedia(Wikipedia)
- Q2406697(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Tetra-amelia isolada
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata