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Tetra-amelia isolada
ORPHA:294971CID-10 · Q73.0CID-11 · LB9BDOENÇA RARA
Início neonatal
Também conhecida comoTetra ameliaAmelia total isolada
Sinônimos clínicos: Amelia total isolada

Tetra-amelia isolada é uma malformação congênita rara caracterizada pela ausência completa dos quatro membros. Geralmente, não há outras anomalias significativas associadas.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · atualizado 11/06/2026Revisão médica pendente
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A tetra-amelia isolada é uma condição genética raríssima, caracterizada pela ausência completa dos quatro membros (braços e pernas) desde o nascimento. A palavra "isolada" significa que, nesta forma, a ausência dos membros ocorre sem malformações graves em outros órgãos ou sistemas. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara.[1]

Sinais e sintomas

O principal sinal da tetra-amelia isolada é a ausência total dos quatro membros, que já pode ser identificada durante o pré-natal (período antenatal). Como a condição é "isolada", não há registros de outros sintomas ou fenótipos associados nos dados disponíveis. Cada pessoa pode apresentar variações individuais, mas a característica central é a falta dos braços e pernas.[1]

Causas genéticas

A tetra-amelia isolada tem origem genética, mas até o momento não foi identificado um gene específico responsável pela condição. Isso significa que, embora se saiba que a doença é hereditária, os estudos genéticos ainda não apontaram uma mutação em um gene único que cause o quadro. A herança (padrão de transmissão familiar) também não está estabelecida nos dados disponíveis.[1][2]

Diagnóstico

O diagnóstico da tetra-amelia isolada é geralmente suspeitado ainda no pré-natal, por meio de ultrassonografia que mostra a ausência dos membros. Para confirmação e investigação de possíveis causas genéticas, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece os seguintes procedimentos: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína. O nível de cobertura no SUS é classificado como "Cobertura mínima".[1][2]

Tratamento e manejo

Não existem medicamentos ou tratamentos curativos para a tetra-amelia isolada. O manejo é focado no suporte multidisciplinar e na reabilitação. O SUS oferece o procedimento "Atendimento em reabilitação — doenças raras", que pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional, adaptação de próteses e suporte psicológico. O objetivo é maximizar a independência e a qualidade de vida da pessoa, respeitando suas necessidades individuais.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da tetra-amelia isolada depende de cada caso, especialmente da presença ou ausência de outras condições associadas (que, por definição, são raras nesta forma isolada). Com suporte adequado de reabilitação e adaptações ambientais, muitas pessoas podem levar uma vida ativa e produtiva. Não há dados específicos sobre expectativa de vida nos registros disponíveis.[1]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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EM LINGUAGEM SIMPLES

A **tetra-amelia isolada**, também conhecida como **amelia total isolada**, é uma anomalia morfológica congênita muito rara que se inicia antes do nascimento (período antenatal). Ela ocorre em menos de 1 caso para cada 1.000.000 de nascidos e sua identificação geralmente ocorre por meio de exames pré-natais ou no momento do parto. Não há medicamentos específicos para a condição nem Protocolo Clínico (PCDT) próprio publicado pelo Ministério da Saúde. O suporte no Brasil é realizado pela rede pública de saúde por meio de procedimentos de diagnóstico genético e atendimento em reabilitação para doenças raras.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Tetra-amelia isolada é uma malformação congênita rara caracterizada pela ausência completa dos quatro membros. Geralmente, não há outras anomalias significativas associadas.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Início
Antenatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 20%
5 procedimentos SIGTAPCID-10: Q73.0
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (5)
•
Cariótipo — bandas G, Q ou R
•
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Dosagem de alfa-fetoproteína
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Anos de pesquisa1desde 2025
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Linha do tempo
2025Hoje · 2026
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Genética e causas

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🧬

Nenhum gene associado encontrado

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
0 papers (10 anos)
#1

Facial Bone Defects Associated with Lateral Facial Clefts Tessier Type 6, 7 and 8 in Syndromic Neurocristopathies: A Detailed Micro-CT Analysis on Historical Museum Specimens.

Biology2025 Jul 17

Este estudo usou micro-CT para analisar padrões de defeitos ósseos faciais em fendas faciais laterais associadas a neurocristopatias sindrômicas complexas. Para a síndrome de tetra-amelia (TETAMS), foi identificada uma agnatia quase isolada (ausência da mandíbula), um padrão mais focado em contraste com os defeitos ósseos mais extensos de outras síndromes como Treacher Collins. Para pacientes e médicos, essa distinção é vital para um diagnóstico preciso, aconselhamento genético adequado e um planejamento cirúrgico mais direcionado, ao diferenciar os mecanismos genéticos e biológicos específicos que levam a cada padrão de anomalia facial.

🇧🇷 traduzido
#2

Fetal Tetra-Amelia Birth: A Case Report.

Case reports in obstetrics and gynecology2024

A tetra-amelia isolada é a ausência completa dos quatro membros fetais, uma condição extremamente rara. O diagnóstico precoce via ultrassom é fundamental para que médicos e pacientes possam planejar o aconselhamento parental, discutir as opções de manejo e preparar-se para os cuidados do recém-nascido, enfatizando que, em casos isolados onde outros órgãos estão saudáveis, o prognóstico é geralmente melhor. É crucial aumentar a conscientização para reduzir o estigma social e promover a pesquisa.

🇧🇷 traduzido

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O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

É uma anomalia morfológica congênita extremamente rara com início durante o desenvolvimento intrauterino (antenatal). Ela é catalogada internacionalmente sob o código ORPHA:294971 e pela classificação CID-10 Q73.0.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

3 fontes citadas no texto · 7 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 5 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. MONDO
    purl.obolibrary.org
  2. Fetal Tetra-Amelia Birth: A Case Report.
    Case reports in obstetrics and gynecology2024PMID 39781241
  3. GARD:5148
    GARD (NIH)
  4. Q2406697
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (2026). Tetra-amelia isolada. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/tetra-amelia-isolada

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Tetra-amelia isolada

ORPHA:294971 · MONDO:0017439
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
5 procedimentos
Geral
Prevalência
<1 / 1 000 000
CID-10
Q73.0 · Ausência congênita de membro(s) não especificado(s)
CID-11
Início
Antenatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
UMLS
C2931216
Wikidata
Wikipedia

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara