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Veia cava superior esquerda persistente do lado esquerdo da aurícula
ORPHA:99111CID-10 · Q26.1CID-11 · LA86.0DOENÇA RARA
Também conhecida comoSVC

Anomalia congênita rara onde a veia cava superior esquerda persiste e drena para o teto da aurícula esquerda. Geralmente assintomática, pode estar associada a outras cardiopatias.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 18/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A veia cava superior esquerda persistente do lado esquerdo da aurícula é uma condição cardíaca congênita rara, na qual uma veia que normalmente desaparece antes do nascimento permanece aberta e se conecta ao lado esquerdo do coração, em vez de drenar para o lado direito. Essa variação anatômica pode ser isolada ou associada a outras malformações cardíacas. A condição é classificada no sistema MONDO sob o código MONDO:0020442 e na CID-10 como Q26.1.[1][2]

Sinais e sintomas

Não há dados disponíveis sobre fenótipos ou sintomas específicos para esta condição nos registros oficiais consultados. Em muitos casos, a veia cava superior esquerda persistente pode ser assintomática, sendo descoberta incidentalmente durante exames de imagem. Quando presente, os sintomas podem estar relacionados a outras anomalias cardíacas associadas.[1]

Causas genéticas

Até o momento, não há genes específicos identificados como causa direta da veia cava superior esquerda persistente do lado esquerdo da aurícula. A condição é considerada uma anomalia do desenvolvimento vascular, e sua origem genética não está estabelecida nos bancos de dados consultados (GenCC e Orphanet).[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é geralmente realizado por exames de imagem, como ecocardiograma, ressonância magnética ou tomografia computadorizada, que mostram a presença de uma veia cava superior esquerda persistente conectada ao átrio esquerdo. No âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), estão disponíveis procedimentos como cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína, que podem ser utilizados para investigar anomalias associadas. O atendimento em reabilitação para doenças raras também está previsto.[1][2]

Tratamento e manejo

O manejo depende da presença de sintomas e de outras malformações cardíacas associadas. Em casos assintomáticos e isolados, pode não ser necessário tratamento específico, apenas acompanhamento clínico regular. Quando há repercussão hemodinâmica ou associação com outras anomalias, o tratamento pode incluir intervenção cirúrgica ou procedimentos percutâneos para redirecionar o fluxo sanguíneo. Não há medicamentos específicos aprovados para esta condição. O nível de cobertura pelo SUS é classificado como 'Cobertura mínima'.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é geralmente bom quando a condição é isolada e sem outras anomalias cardíacas. Muitas pessoas levam uma vida normal sem limitações. Quando associada a outras malformações, o prognóstico depende da gravidade dessas alterações. O acompanhamento com cardiologista é recomendado para monitorar possíveis complicações.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Anomalia congênita rara onde a veia cava superior esquerda persiste e drena para o teto da aurícula esquerda. Geralmente assintomática, pode estar associada a outras cardiopatias.

🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q26.1
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Sinais e sintomas

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Visão geral

A veia cava superior esquerda persistente do lado esquerdo da aurícula é uma condição cardíaca congênita rara, na qual uma veia que normalmente desaparece antes do nascimento permanece aberta e se conecta ao lado esquerdo do coração, em vez de drenar para o lado direito. Essa variação anatômica pode ser isolada ou associada a outras malformações cardíacas. A condição é classificada no sistema MONDO sob o código MONDO:0020442 e na CID-10 como Q26.1.[1][2]

Sinais e sintomas

Não há dados disponíveis sobre fenótipos ou sintomas específicos para esta condição nos registros oficiais consultados. Em muitos casos, a veia cava superior esquerda persistente pode ser assintomática, sendo descoberta incidentalmente durante exames de imagem. Quando presente, os sintomas podem estar relacionados a outras anomalias cardíacas associadas.[1]

Causas genéticas

Até o momento, não há genes específicos identificados como causa direta da veia cava superior esquerda persistente do lado esquerdo da aurícula. A condição é considerada uma anomalia do desenvolvimento vascular, e sua origem genética não está estabelecida nos bancos de dados consultados (GenCC e Orphanet).[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é geralmente realizado por exames de imagem, como ecocardiograma, ressonância magnética ou tomografia computadorizada, que mostram a presença de uma veia cava superior esquerda persistente conectada ao átrio esquerdo. No âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), estão disponíveis procedimentos como cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína, que podem ser utilizados para investigar anomalias associadas. O atendimento em reabilitação para doenças raras também está previsto.[1][2]

Tratamento e manejo

O manejo depende da presença de sintomas e de outras malformações cardíacas associadas. Em casos assintomáticos e isolados, pode não ser necessário tratamento específico, apenas acompanhamento clínico regular. Quando há repercussão hemodinâmica ou associação com outras anomalias, o tratamento pode incluir intervenção cirúrgica ou procedimentos percutâneos para redirecionar o fluxo sanguíneo. Não há medicamentos específicos aprovados para esta condição. O nível de cobertura pelo SUS é classificado como 'Cobertura mínima'.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é geralmente bom quando a condição é isolada e sem outras anomalias cardíacas. Muitas pessoas levam uma vida normal sem limitações. Quando associada a outras malformações, o prognóstico depende da gravidade dessas alterações. O acompanhamento com cardiologista é recomendado para monitorar possíveis complicações.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Diagnóstico

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Tratamento e manejo

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:99111(Orphanet)
  2. MONDO:0020442(MONDO)
  3. GARD:19654(GARD (NIH))
  4. Q55789381(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Veia cava superior esquerda persistente do lado esquerdo da aurícula

ORPHA:99111 · MONDO:0020442
CID-10
Q26.1 · Persistência da veia cava superior esquerda
CID-11
MedGen
UMLS
C2919285
Wikidata
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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata