Anomalia congênita rara onde a veia cava superior esquerda persiste e drena para o teto da aurícula esquerda. Geralmente assintomática, pode estar associada a outras cardiopatias.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A veia cava superior esquerda persistente do lado esquerdo da aurícula é uma condição cardíaca congênita rara, na qual uma veia que normalmente desaparece antes do nascimento permanece aberta e se conecta ao lado esquerdo do coração, em vez de drenar para o lado direito. Essa variação anatômica pode ser isolada ou associada a outras malformações cardíacas. A condição é classificada no sistema MONDO sob o código MONDO:0020442 e na CID-10 como Q26.1.[1][2]
Sinais e sintomas
Não há dados disponíveis sobre fenótipos ou sintomas específicos para esta condição nos registros oficiais consultados. Em muitos casos, a veia cava superior esquerda persistente pode ser assintomática, sendo descoberta incidentalmente durante exames de imagem. Quando presente, os sintomas podem estar relacionados a outras anomalias cardíacas associadas.[1]
Causas genéticas
Até o momento, não há genes específicos identificados como causa direta da veia cava superior esquerda persistente do lado esquerdo da aurícula. A condição é considerada uma anomalia do desenvolvimento vascular, e sua origem genética não está estabelecida nos bancos de dados consultados (GenCC e Orphanet).[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico é geralmente realizado por exames de imagem, como ecocardiograma, ressonância magnética ou tomografia computadorizada, que mostram a presença de uma veia cava superior esquerda persistente conectada ao átrio esquerdo. No âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), estão disponíveis procedimentos como cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína, que podem ser utilizados para investigar anomalias associadas. O atendimento em reabilitação para doenças raras também está previsto.[1][2]
Tratamento e manejo
O manejo depende da presença de sintomas e de outras malformações cardíacas associadas. Em casos assintomáticos e isolados, pode não ser necessário tratamento específico, apenas acompanhamento clínico regular. Quando há repercussão hemodinâmica ou associação com outras anomalias, o tratamento pode incluir intervenção cirúrgica ou procedimentos percutâneos para redirecionar o fluxo sanguíneo. Não há medicamentos específicos aprovados para esta condição. O nível de cobertura pelo SUS é classificado como 'Cobertura mínima'.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico é geralmente bom quando a condição é isolada e sem outras anomalias cardíacas. Muitas pessoas levam uma vida normal sem limitações. Quando associada a outras malformações, o prognóstico depende da gravidade dessas alterações. O acompanhamento com cardiologista é recomendado para monitorar possíveis complicações.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
A veia cava superior esquerda persistente com conexão na aurícula esquerda é uma anomalia morfológica rara dos vasos do coração. Os sintomas visíveis e as causas genéticas dessa alteração anatômica ainda não estão listados nos catálogos mundiais de doenças raras. A condição não consta na lista oficial de PCDTs de doenças raras do Ministério da Saúde nem possui remédios específicos dispensados pelo SUS.
Anomalia congênita rara onde a veia cava superior esquerda persiste e drena para o teto da aurícula esquerda. Geralmente assintomática, pode estar associada a outras cardiopatias.
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Trata-se de uma anomalia morfológica congênita no trajeto de vasos que levam sangue ao coração, identificada pelo código ORPHA:99111. Essa alteração anatômica está registrada sob a codificação CID-10 Q26.1.
Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
3 fontes citadas no texto · 3 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (2026). Veia cava superior esquerda persistente do lado esquerdo da aurícula. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/veia-cava-superior-esquerda-persistente-do-lado-esquerdo-da-auricula
Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.
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Veia cava superior esquerda persistente do lado esquerdo da aurícula
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata