Distrofia corneana autossômica dominante caracterizada por opacidades estromais difusas e progressivas, com início na infância, levando à baixa visão e fotofobia.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Distrofia corneana de Grayson-Wilbrandt é uma doença ocular extremamente rara que afeta a córnea, a camada transparente na frente do olho. Ela se caracteriza por opacidades (manchas) na camada de Bowman da córnea, que podem se estender para a camada mais superficial (epitélio). A visão pode variar de normal a levemente reduzida.[1]
Estima-se que a prevalência seja de menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas, o que a torna uma condição muito rara.[1]
Sinais e sintomas
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado no exame oftalmológico, que identifica as opacidades características na camada de Bowman da córnea. Exames de imagem da córnea (como a tomografia de coerência óptica) podem auxiliar na avaliação.[1]
Testes genéticos estão disponíveis para confirmar o diagnóstico e auxiliar no aconselhamento genético. O número de testes genéticos disponíveis é 237.[1][3]
A doença é classificada na CID-10 como H18.5 e no MONDO como MONDO:0017391.[1][2]
Tratamento e manejo
Não há tratamento curativo específico para a Distrofia corneana de Grayson-Wilbrandt. O manejo é focado em preservar a visão e tratar sintomas, como o ressecamento ocular, com lágrimas artificiais ou lubrificantes. Em casos de opacidades que comprometam significativamente a visão, o transplante de córnea (ceratoplastia) pode ser considerado.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico é geralmente bom, pois a maioria dos pacientes mantém acuidade visual normal ou próxima do normal. A progressão das opacidades é variável e, na maioria dos casos, lenta. O acompanhamento regular com oftalmologista é importante para monitorar a evolução.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Distrofia corneana autossômica dominante caracterizada por opacidades estromais difusas e progressivas, com início na infância, levando à baixa visão e fotofobia.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Distrofia corneana de Grayson-Wilbrandt é uma doença ocular extremamente rara que afeta a córnea, a camada transparente na frente do olho. Ela se caracteriza por opacidades (manchas) na camada de Bowman da córnea, que podem se estender para a camada mais superficial (epitélio). A visão pode variar de normal a levemente reduzida.[1]
Estima-se que a prevalência seja de menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas, o que a torna uma condição muito rara.[1]
Sinais e sintomas
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado no exame oftalmológico, que identifica as opacidades características na camada de Bowman da córnea. Exames de imagem da córnea (como a tomografia de coerência óptica) podem auxiliar na avaliação.[1]
Testes genéticos estão disponíveis para confirmar o diagnóstico e auxiliar no aconselhamento genético. O número de testes genéticos disponíveis é 237.[1][3]
A doença é classificada na CID-10 como H18.5 e no MONDO como MONDO:0017391.[1][2]
Tratamento e manejo
Não há tratamento curativo específico para a Distrofia corneana de Grayson-Wilbrandt. O manejo é focado em preservar a visão e tratar sintomas, como o ressecamento ocular, com lágrimas artificiais ou lubrificantes. Em casos de opacidades que comprometam significativamente a visão, o transplante de córnea (ceratoplastia) pode ser considerado.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico é geralmente bom, pois a maioria dos pacientes mantém acuidade visual normal ou próxima do normal. A progressão das opacidades é variável e, na maioria dos casos, lenta. O acompanhamento regular com oftalmologista é importante para monitorar a evolução.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Distrofia corneana de Grayson-Wilbrandt
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
[The revised newest IC³D classification of corneal dystrophies].
Anterior corneal dystrophy with dyscollagenosis (Reis-Bücklers type?).
Subepithelial mucinous corneal dystrophy. Clinical and pathological correlations.
A Japanese family with Grayson-Wilbrandt variant of Reis-Bücklers' corneal dystrophy.
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
Ainda não temos associações cadastradas para Distrofia corneana de Grayson-Wilbrandt.
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Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
- [The revised newest IC³D classification of corneal dystrophies].
- Anterior corneal dystrophy with dyscollagenosis (Reis-Bücklers type?).
- Subepithelial mucinous corneal dystrophy. Clinical and pathological correlations.
- A Japanese family with Grayson-Wilbrandt variant of Reis-Bücklers' corneal dystrophy.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:293375(Orphanet)
- MONDO:0017391(MONDO)
- GARD:21167(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55787022(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Distrofia corneana de Grayson-Wilbrandt
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata