Raras
Buscar doenças, sintomas, genes...
Distrofia corneana, subepitelial mucinosa
ORPHA:98959CID-10 · H18.5CID-11 · 9A70.YOMIM 612867DOENÇA RARA
Início infantilHerança AD
Também conhecida comoSMCD

Doença hereditária autossômica dominante caracterizada por depósitos mucinosos subepiteliais na córnea, causando opacidades e possível redução da acuidade visual.

Mantido por Agente Raras·Colaborar como especialista →

Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 02/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A distrofia corneana subepitelial mucinosa é uma doença ocular rara que afeta a córnea, a camada transparente na frente do olho. Nessa condição, há acúmulo de material mucinoso (semelhante a muco) logo abaixo do epitélio corneano, o que pode levar a opacidade e desconforto visual. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara.[1]

Sinais e sintomas

Os sintomas geralmente começam na infância. As manifestações mais comuns incluem opacidade corneana, sensação de corpo estranho, lacrimejamento e fotofobia (sensibilidade à luz). A visão pode ficar embaçada ou reduzida conforme a opacidade progride.[1]

Causas genéticas

A distrofia corneana subepitelial mucinosa é herdada de forma autossômica dominante, o que significa que uma única cópia do gene alterado é suficiente para causar a doença. Até o momento, o gene específico responsável não foi identificado (símbolo do gene e função não disponíveis).[1][2][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado no exame clínico oftalmológico, incluindo biomicroscopia com lâmpada de fenda, que revela opacidades subepiteliais características. Testes genéticos estão disponíveis (código 237 no sistema de testes genéticos) e podem auxiliar na confirmação, embora o gene causal ainda não seja conhecido. A condição é classificada na CID-10 como H18.5 e no OMIM como 612867.[1][2][4][5]

Tratamento e manejo

O manejo é sintomático e visa melhorar o conforto ocular e a acuidade visual. Não há cobertura específica pelo SUS para esta doença. O tratamento pode incluir o uso de lágrimas artificiais, pomadas lubrificantes e, em alguns casos, procedimentos como ceratectomia superficial ou transplante de córnea, quando a opacidade compromete significativamente a visão.[1][2][5]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica menciona alguns fármacos associados a esta condição, com base em mineração de publicações (fonte PubTator3). São eles: Ciclosporina (4 publicações), Esteroides (3 publicações), Tacrolimo (3 publicações), Azul de Metileno (2 publicações), Betametasona (1 publicação), Ciprofloxacino (1 publicação), Cisplatina (1 publicação), Dexametasona (1 publicação), Etoposídeo (1 publicação) e Fluorometolona (1 publicação). É importante destacar que essas são associações encontradas na literatura e não constituem recomendação de tratamento. Consulte sempre um médico especialista.[5]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é variável. Muitos pacientes mantêm visão funcional com acompanhamento oftalmológico regular. A progressão da opacidade pode levar à necessidade de intervenções cirúrgicas. O suporte oftalmológico contínuo é essencial para preservar a qualidade de vida e a função visual.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Doença hereditária autossômica dominante caracterizada por depósitos mucinosos subepiteliais na córnea, causando opacidades e possível redução da acuidade visual.

Publicações científicas
3 artigos
Último publicado: 2026 Jan

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
1
pacientes catalogados
Início
Childhood
🏥
SUS: Sem cobertura SUSScore: 0%
CID-10: H18.5
Você se identifica com essa condição?
O Raras está aqui pra te apoiar — com ou sem diagnóstico

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Entender a doença

Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo

Preparando trilha educativa...

Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 02/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A distrofia corneana subepitelial mucinosa é uma doença ocular rara que afeta a córnea, a camada transparente na frente do olho. Nessa condição, há acúmulo de material mucinoso (semelhante a muco) logo abaixo do epitélio corneano, o que pode levar a opacidade e desconforto visual. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara.[1]

Sinais e sintomas

Os sintomas geralmente começam na infância. As manifestações mais comuns incluem opacidade corneana, sensação de corpo estranho, lacrimejamento e fotofobia (sensibilidade à luz). A visão pode ficar embaçada ou reduzida conforme a opacidade progride.[1]

Causas genéticas

A distrofia corneana subepitelial mucinosa é herdada de forma autossômica dominante, o que significa que uma única cópia do gene alterado é suficiente para causar a doença. Até o momento, o gene específico responsável não foi identificado (símbolo do gene e função não disponíveis).[1][2][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado no exame clínico oftalmológico, incluindo biomicroscopia com lâmpada de fenda, que revela opacidades subepiteliais características. Testes genéticos estão disponíveis (código 237 no sistema de testes genéticos) e podem auxiliar na confirmação, embora o gene causal ainda não seja conhecido. A condição é classificada na CID-10 como H18.5 e no OMIM como 612867.[1][2][4][5]

Tratamento e manejo

O manejo é sintomático e visa melhorar o conforto ocular e a acuidade visual. Não há cobertura específica pelo SUS para esta doença. O tratamento pode incluir o uso de lágrimas artificiais, pomadas lubrificantes e, em alguns casos, procedimentos como ceratectomia superficial ou transplante de córnea, quando a opacidade compromete significativamente a visão.[1][2][5]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica menciona alguns fármacos associados a esta condição, com base em mineração de publicações (fonte PubTator3). São eles: Ciclosporina (4 publicações), Esteroides (3 publicações), Tacrolimo (3 publicações), Azul de Metileno (2 publicações), Betametasona (1 publicação), Ciprofloxacino (1 publicação), Cisplatina (1 publicação), Dexametasona (1 publicação), Etoposídeo (1 publicação) e Fluorometolona (1 publicação). É importante destacar que essas são associações encontradas na literatura e não constituem recomendação de tratamento. Consulte sempre um médico especialista.[5]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é variável. Muitos pacientes mantêm visão funcional com acompanhamento oftalmológico regular. A progressão da opacidade pode levar à necessidade de intervenções cirúrgicas. O suporte oftalmológico contínuo é essencial para preservar a qualidade de vida e a função visual.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa3desde 2023
Total histórico3PubMed
Últimos 10 anos1publicações
Pico20191 papers
Linha do tempo
2023Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Distrofia corneana, subepitelial mucinosa

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
2 papers (10 anos)
#1

[Epithelial Dystrophies of the Cornea].

Klinische Monatsblatter fur Augenheilkunde2019 Feb 18

In 2015, the first revision of the international classification of corneal dystrophies (IC3D) has been published. According to this latest version of the IC3D the dystrophies of the cornea are divided into · epithelial and subepithelial dystrophies,. · epithelial-stromal TGFBI dystrophies,. · stromal dystrophies, and. · Descemet-membrane and endothelial dystrophies.. This article summarizes the epithelial and subepithelial dystrophies of the cornea, which, according to IC3D are the following: · epithelial basement membrane dystrophy (EBMD),. · epithelial recurrent erosion dystrophy (ERED),. · subepithelial mucinous corneal dystrophy (SMCD),. · Meesmann corneal dystrophy (MECD),. · Lisch epithelial corneal dystrophy (LECD),. · gelatinous drop-like corneal dystrophy (GDLD).. The main problem concerning almost all dystrophies of the corneal epithelium are epithelial defects (erosion) associated with pain, epiphora and red eyes. In addition, all dystrophies of the epithelium tend to relapse.While therapy is usually initiated with topical therapeutics, in the course of the disease invasive procedures like phototherapeutic keratectomy (PTK) (possibly with the administration of mitomycin C) or in severe cases even keratoplasty (preferably as deep anterior lamellar keratoplasty; DALK) have to be used. Due to the origin of the disease in the epithelial stem cells at the limbus, the replacement of these cells can also be discussed. Dieser Beitrag stellt die epithelialen und subepithelialen Hornhautdystrophien gemäß IC3D-Klassifikation und deren Abgrenzung gegenüber den Degenerationen dar. Neben der Einteilung wird auf die Diagnostik und Therapie der Hornhautdystrophien eingegangen; anschließend werden die einzelnen Krankheitsbilder besprochen.

Publicações recentes

Ver todas no PubMed

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Distrofia corneana, subepitelial mucinosa.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

Ainda não existe comunidade no Raras para Distrofia corneana, subepitelial mucinosa

Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.

Tire suas dúvidas

Perguntas, dicas e experiências compartilhadas aqui na página

Participe da discussão

Faça login para postar dúvidas, compartilhar experiências e interagir com especialistas.

Fazer login

Doenças relacionadas

Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico

Ainda não achamos doenças com sintomas parecidos o suficiente.

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. [Epithelial Dystrophies of the Cornea].
    Klinische Monatsblatter fur Augenheilkunde· 2019· PMID 30776844mais citado
  2. Corneal Dystrophy.
    · 2026· PMID 32491788recente
  3. Subepithelial mucinous corneal dystrophy. Clinical and pathological correlations.
    Arch Ophthalmol· 1993· PMID 8352693recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:98959(Orphanet)
  2. MONDO:0013026(MONDO)
  3. GARD:16878(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q4445097(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Distrofia corneana, subepitelial mucinosa
Compêndio · Raras BR

Distrofia corneana, subepitelial mucinosa

ORPHA:98959 · MONDO:0013026
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
1 casos conhecidos
Herança
Autosomal dominant
CID-10
H18.5 · Distrofias hereditárias da córnea
CID-11
OMIM
612867
Início
Childhood
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C2748503
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata