Nevos capilares com pelos longos e finos, semelhantes aos de um coelho angorá. Podem ser congênitos e variar em tamanho e localização.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
O nevo capilar Angora (também conhecido como Angora hair nevus) é uma condição genética rara da pele, caracterizada pela presença de uma área localizada de cabelos longos, finos e sedosos, semelhantes à lã de angorá. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara. A condição geralmente se manifesta já no período neonatal ou na primeira infância.[1]
Sinais e sintomas
O principal sinal do nevo capilar Angora é a presença de uma mancha ou área circunscrita no couro cabeludo (ou, menos frequentemente, em outras áreas do corpo) onde os fios de cabelo são anormalmente longos, finos, sedosos e de textura macia, lembrando a lã de angorá. A área afetada pode variar em tamanho e geralmente não apresenta outros sintomas associados, como coceira ou dor. Não há fenótipos adicionais descritos nas fontes oficiais.[1]
Causas genéticas
A causa genética do nevo capilar Angora ainda não foi identificada. Nenhum gene específico foi associado à condição até o momento, e o padrão de herança é classificado como 'não aplicável' ou 'desconhecido'. Isso significa que a condição provavelmente ocorre de forma esporádica (não hereditária) na maioria dos casos, mas mais estudos são necessários para confirmar os mecanismos genéticos envolvidos.[1][2]
Diagnóstico
O diagnóstico do nevo capilar Angora é essencialmente clínico, baseado na observação das características típicas dos fios de cabelo na área afetada. Exames genéticos podem ser solicitados para descartar outras condições que cursam com alterações capilares, mas não há um teste genético específico para confirmar esta doença. Entre os procedimentos disponíveis no SUS para investigação de doenças raras estão: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína. Até o momento, não há variantes patogênicas registradas no ClinVar para esta condição.[1][2]
Tratamento e manejo
Não há um tratamento específico ou medicamento aprovado para o nevo capilar Angora. O manejo é voltado para o acompanhamento clínico e, se desejado, para fins estéticos. Em alguns casos, a área de cabelo alterado pode ser removida cirurgicamente ou tratada com laser, mas essas opções devem ser discutidas individualmente com um dermatologista. Não existem medicamentos listados nas fontes oficiais para esta condição. O SUS oferece cobertura mínima para procedimentos de reabilitação em doenças raras, incluindo atendimento multiprofissional.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O nevo capilar Angora é uma condição benigna, sem impacto conhecido na saúde geral ou na expectativa de vida. A principal preocupação é estética, podendo afetar a autoestima em alguns casos. O prognóstico é excelente, e a maioria das pessoas leva uma vida normal sem limitações funcionais. O acompanhamento com dermatologista pode ajudar a monitorar a área e discutir opções estéticas, se necessário.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
O nevo capilar tipo Angora é uma alteração congênita muito rara da pele, em que pelos longos e finos crescem sobre uma lesão epidérmica. Os primeiros sinais costumam ser notados logo nos primeiros meses de vida ou ao nascimento da criança. A doença não possui um gene causador conhecido até o momento e seu padrão de transmissão ainda é indeterminado. Não há medicamentos específicos para a cura, sendo o cuidado focado no acompanhamento dermatológico das lesões. No Brasil, a condição não conta com protocolo clínico próprio (PCDT) do Ministério da Saúde, sendo atendida pela rede geral de especialistas do SUS.
Nevos capilares com pelos longos e finos, semelhantes aos de um coelho angorá. Podem ser congênitos e variar em tamanho e localização.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
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Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
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É uma condição dermatológica congênita rara classificada dentro do espectro dos nevos epidérmicos. A lesão caracteriza-se pela presença de pelos compridos e anormais na superfície cutânea afetada.
Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
3 fontes citadas no texto · 2 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 4 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (2026). Angora, nevo capilar. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/angora-nevo-capilar
Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.
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Angora, nevo capilar
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata