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Angora, nevo capilar
ORPHA:370039CID-10 · Q82.5DOENÇA RARA
Início neonatalHerança Unknown

Nevos capilares com pelos longos e finos, semelhantes aos de um coelho angorá. Podem ser congênitos e variar em tamanho e localização.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 03/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

O nevo capilar Angora (também conhecido como Angora hair nevus) é uma condição genética rara da pele, caracterizada pela presença de uma área localizada de cabelos longos, finos e sedosos, semelhantes à lã de angorá. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara. A condição geralmente se manifesta já no período neonatal ou na primeira infância.[1]

Sinais e sintomas

O principal sinal do nevo capilar Angora é a presença de uma mancha ou área circunscrita no couro cabeludo (ou, menos frequentemente, em outras áreas do corpo) onde os fios de cabelo são anormalmente longos, finos, sedosos e de textura macia, lembrando a lã de angorá. A área afetada pode variar em tamanho e geralmente não apresenta outros sintomas associados, como coceira ou dor. Não há fenótipos adicionais descritos nas fontes oficiais.[1]

Causas genéticas

A causa genética do nevo capilar Angora ainda não foi identificada. Nenhum gene específico foi associado à condição até o momento, e o padrão de herança é classificado como 'não aplicável' ou 'desconhecido'. Isso significa que a condição provavelmente ocorre de forma esporádica (não hereditária) na maioria dos casos, mas mais estudos são necessários para confirmar os mecanismos genéticos envolvidos.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico do nevo capilar Angora é essencialmente clínico, baseado na observação das características típicas dos fios de cabelo na área afetada. Exames genéticos podem ser solicitados para descartar outras condições que cursam com alterações capilares, mas não há um teste genético específico para confirmar esta doença. Entre os procedimentos disponíveis no SUS para investigação de doenças raras estão: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína. Até o momento, não há variantes patogênicas registradas no ClinVar para esta condição.[1][3]

Tratamento e manejo

Não há um tratamento específico ou medicamento aprovado para o nevo capilar Angora. O manejo é voltado para o acompanhamento clínico e, se desejado, para fins estéticos. Em alguns casos, a área de cabelo alterado pode ser removida cirurgicamente ou tratada com laser, mas essas opções devem ser discutidas individualmente com um dermatologista. Não existem medicamentos listados nas fontes oficiais para esta condição. O SUS oferece cobertura mínima para procedimentos de reabilitação em doenças raras, incluindo atendimento multiprofissional.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O nevo capilar Angora é uma condição benigna, sem impacto conhecido na saúde geral ou na expectativa de vida. A principal preocupação é estética, podendo afetar a autoestima em alguns casos. O prognóstico é excelente, e a maioria das pessoas leva uma vida normal sem limitações funcionais. O acompanhamento com dermatologista pode ajudar a monitorar a área e discutir opções estéticas, se necessário.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Nevos capilares com pelos longos e finos, semelhantes aos de um coelho angorá. Podem ser congênitos e variar em tamanho e localização.

Publicações científicas
2 artigos
Último publicado: 2013 Jun 30

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
2
pacientes catalogados
Início
Infancy
+ neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q82.5
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
Você se identifica com essa condição?
O Raras está aqui pra te apoiar — com ou sem diagnóstico

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Sinais e sintomas

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Visão geral

O nevo capilar Angora (também conhecido como Angora hair nevus) é uma condição genética rara da pele, caracterizada pela presença de uma área localizada de cabelos longos, finos e sedosos, semelhantes à lã de angorá. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara. A condição geralmente se manifesta já no período neonatal ou na primeira infância.[1]

Sinais e sintomas

O principal sinal do nevo capilar Angora é a presença de uma mancha ou área circunscrita no couro cabeludo (ou, menos frequentemente, em outras áreas do corpo) onde os fios de cabelo são anormalmente longos, finos, sedosos e de textura macia, lembrando a lã de angorá. A área afetada pode variar em tamanho e geralmente não apresenta outros sintomas associados, como coceira ou dor. Não há fenótipos adicionais descritos nas fontes oficiais.[1]

Causas genéticas

A causa genética do nevo capilar Angora ainda não foi identificada. Nenhum gene específico foi associado à condição até o momento, e o padrão de herança é classificado como 'não aplicável' ou 'desconhecido'. Isso significa que a condição provavelmente ocorre de forma esporádica (não hereditária) na maioria dos casos, mas mais estudos são necessários para confirmar os mecanismos genéticos envolvidos.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico do nevo capilar Angora é essencialmente clínico, baseado na observação das características típicas dos fios de cabelo na área afetada. Exames genéticos podem ser solicitados para descartar outras condições que cursam com alterações capilares, mas não há um teste genético específico para confirmar esta doença. Entre os procedimentos disponíveis no SUS para investigação de doenças raras estão: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína. Até o momento, não há variantes patogênicas registradas no ClinVar para esta condição.[1][3]

Tratamento e manejo

Não há um tratamento específico ou medicamento aprovado para o nevo capilar Angora. O manejo é voltado para o acompanhamento clínico e, se desejado, para fins estéticos. Em alguns casos, a área de cabelo alterado pode ser removida cirurgicamente ou tratada com laser, mas essas opções devem ser discutidas individualmente com um dermatologista. Não existem medicamentos listados nas fontes oficiais para esta condição. O SUS oferece cobertura mínima para procedimentos de reabilitação em doenças raras, incluindo atendimento multiprofissional.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O nevo capilar Angora é uma condição benigna, sem impacto conhecido na saúde geral ou na expectativa de vida. A principal preocupação é estética, podendo afetar a autoestima em alguns casos. O prognóstico é excelente, e a maioria das pessoas leva uma vida normal sem limitações funcionais. O acompanhamento com dermatologista pode ajudar a monitorar a área e discutir opções estéticas, se necessário.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa13desde 2013
Total histórico2PubMed
Últimos 10 anos2publicações
Pico20101 papers
Linha do tempo
20202013Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

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Diagnóstico

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Tratamento e manejo

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Onde tratar no SUS

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🇧🇷 Atendimento SUS — Angora, nevo capilar

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Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Associações

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Angora hair nevus. A further case of an unusual epidermal nevus representing a hallmark of angora hair nevus syndrome.
    J Dermatol Case Rep· 2013· PMID 23858341recente
  2. The group of epidermal nevus syndromes Part I. Well defined phenotypes.
    J Am Acad Dermatol· 2010· PMID 20542174recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:370039(Orphanet)
  2. MONDO:0018258(MONDO)
  3. GARD:21590(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q50825009(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Angora, nevo capilar
Compêndio · Raras BR

Angora, nevo capilar

ORPHA:370039 · MONDO:0018258
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
2 casos conhecidos
Herança
Not applicable, Unknown
CID-10
Q82.5 · Nevo não-neoplásico congênito
Início
Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C4751601
Testes
63 disponíveis
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a
Evidência
🥉 Relato de caso
DiscussaoAtiva

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📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata