Pular para o conteúdo
Ataxia autossômica recessiva por deficiência PEX16
ORPHA:642954CID-10 · G11.8CID-11 · 8A03.1YDOENÇA RARA
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.
Herança AR
Sinônimos clínicos: Doença peroxissomal ligeira por deficiência PEX16

Doença genética rara, peroxissomal, caracterizada por paraparesia espástica progressiva de início na infância e ataxia devido à deficiência de PEX 16. Características clínicas adicionais incluem neuropatias desmielinizantes e periféricas, marcha instável progressiva e tremor de membros, distonia, espasticidade acentuada de membros inferiores, ataxia de membros superiores, movimentos involuntários, distúrbios da fala (incluindo disartria cerebelosa) e catarata. Todos os pacientes de cadeiras de rodas em diferentes períodos de suas vidas, dependendo da gravidade de sua condição. As funções cognitivas são majoritariamente preservadas (deterioração lenta ao longo do tempo foi observada em alguns casos).

Em construçãohistóricoSugerir correção
Mantido por Agente Raras·Colaborar como especialista →

Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · atualizado 22/06/2026Revisão médica pendente
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A ataxia autossômica recessiva por deficiência PEX16 é uma doença genética rara que afeta a coordenação dos movimentos (ataxia). Ela é causada por alterações (mutações) no gene PEX16, que fornece instruções para a produção de uma proteína essencial para o funcionamento adequado das organelas celulares chamadas peroxissomos. A doença é herdada de forma autossômica recessiva, o que significa que a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a condição. Ainda não há dados disponíveis sobre a prevalência exata ou a idade de início mais comum.[1]

Sinais e sintomas

Até o momento, não há uma lista completa de fenótipos (sinais e sintomas) publicada nas fontes oficiais consultadas. O principal sintoma descrito no nome da doença é a ataxia, que se manifesta como falta de coordenação motora, dificuldade para andar, falar ou realizar movimentos finos. Como a doença é muito rara, o quadro clínico pode variar de pessoa para pessoa.[1]

Causas genéticas

A doença é causada por mutações no gene PEX16 (do inglês Peroxisomal membrane protein PEX16). Esse gene fornece instruções para a produção de uma proteína que ajuda na formação e manutenção dos peroxissomos, organelas responsáveis por quebrar ácidos graxos e outras substâncias. Quando o gene PEX16 não funciona corretamente, os peroxissomos não se formam adequadamente, levando ao acúmulo de substâncias tóxicas e à disfunção celular, especialmente no sistema nervoso. A herança é autossômica recessiva: ambos os pais precisam ser portadores de uma cópia alterada do gene para que o filho tenha a doença.[1][2]

Diagnóstico

O diagnóstico é confirmado por meio de testes genéticos. O sequenciamento completo do exoma (WES) é um dos procedimentos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) para identificar mutações no gene PEX16. Atualmente, existem 74 variantes (alterações) do gene PEX16 registradas no ClinVar, um banco de dados internacional de variantes genéticas. O código CID-10 associado à doença é G11.8 (outras ataxias hereditárias).[1][2]

Tratamento e manejo

Não há medicamentos específicos aprovados para tratar a ataxia autossômica recessiva por deficiência PEX16. O manejo é baseado em cuidados de suporte e reabilitação. No Brasil, o SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia para ajudar a lidar com os sintomas da ataxia. O acompanhamento multidisciplinar é essencial para melhorar a qualidade de vida.[1]

Tratamentos citados na literatura

Não há tratamentos específicos citados na literatura científica disponível nas fontes oficiais consultadas. Portanto, esta seção não contém informações adicionais.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

Não há dados publicados nas fontes oficiais sobre o prognóstico específico ou a expectativa de vida para pessoas com ataxia autossômica recessiva por deficiência PEX16. O curso da doença pode variar amplamente. O acompanhamento regular com uma equipe médica especializada e o acesso a serviços de reabilitação são fundamentais para manter a funcionalidade e a qualidade de vida.[1]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

💬
EM LINGUAGEM SIMPLES

A **ataxia autossômica recessiva por deficiência PEX16** é uma condição genética rara associada a alterações no gene **PEX16**. No cenário médico, também recebe o nome de **doença peroxissomal ligeira por deficiência PEX16**. Os sinais clínicos detalhados e sintomas específicos ainda não foram formalmente documentados na base cadastral oficial. No Brasil, a condição não possui PCDT próprio nem remédios dispensados pelo SUS, mas conta com o procedimento de atendimento em reabilitação para doenças raras.

Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes
[1] Orphanet [2] GenCC [3] Ministério da Saúde — lista oficial de…
📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Doença genética rara, peroxissomal, caracterizada por paraparesia espástica progressiva de início na infância e ataxia devido à deficiência de PEX 16. Características clínicas adicionais incluem neuropatias desmielinizantes e periféricas, marcha instável progressiva e tremor de membros, distonia, espasticidade acentuada de membros inferiores, ataxia de membros superiores, movimentos involuntários, distúrbios da fala (incluindo disartria cerebelosa) e catarata. Todos os pacientes de cadeiras de rodas em diferentes períodos de suas vidas, dependendo da gravidade de sua condição. As funções cognitivas são majoritariamente preservadas (deterioração lenta ao longo do tempo foi observada em alguns casos).

Medicamentos
1 com registro
Penicillamine (PENICILLAMINE)

Tem tratamento?

✓ 1 medicamento específico desta doença (registro ANVISA, FDA ou SUS/CEAF)
Ver detalhes, fases e interações →
PENICILLAMINE (PENICILLAMINE)
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
2 procedimentos SIGTAPCID-10: G11.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (2)
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
Você se identifica com essa condição?
O Raras está aqui pra te apoiar — com ou sem diagnóstico

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Entender a doença

Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo

Preparando trilha educativa...

Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição.

Autosomal recessive
PEX16Peroxisomal membrane protein PEX16Disease-causing germline mutation(s) inTolerante
VIAS BIOLÓGICAS (1)
Class I peroxisomal membrane protein import
MECANISMO DE DOENÇA

Peroxisome biogenesis disorder complementation group 9

A peroxisomal disorder arising from a failure of protein import into the peroxisomal membrane or matrix. The peroxisome biogenesis disorders (PBD group) are genetically heterogeneous with at least 14 distinct genetic groups as concluded from complementation studies. Include disorders are: Zellweger syndrome (ZWS), neonatal adrenoleukodystrophy (NALD), infantile Refsum disease (IRD), and classical rhizomelic chondrodysplasia punctata (RCDP). ZWS, NALD and IRD are distinct from RCDP and constitute a clinical continuum of overlapping phenotypes known as the Zellweger spectrum (PBD-ZSS).

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Pituitária
31.4 TPM
Testículo
30.9 TPM
Tireoide
24.5 TPM
Nervo tibial
23.1 TPM
Brain Spinal cord cervical c-1
22.4 TPM
OUTRAS DOENÇAS (5)
peroxisome biogenesis disorder 8A (Zellweger)peroxisome biogenesis disorder 8BZellweger spectrum disordersobsolete neonatal adrenoleukodystrophy
HGNC:8857UniProt:Q9Y5Y5

Medicamentos aprovados (FDA)

1 medicamento encontrado nos registros da FDA americana.

💊 Penicillamine (PENICILLAMINE)
Ver no DailyMed/FDA

Variantes genéticas (ClinVar)

74 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 PEX16: NM_004813.4(PEX16):c.140dup (p.Glu48fs) ()
🧬 PEX16: NM_004813.4(PEX16):c.359+2T>G ()
🧬 PEX16: NM_004813.4(PEX16):c.51_52del (p.His18fs) ()
🧬 PEX16: NM_004813.4(PEX16):c.823del (p.Arg275fs) ()
🧬 PEX16: NM_004813.4(PEX16):c.254G>A (p.Trp85Ter) ()
Ver todas no ClinVar

Vias biológicas (Reactome)

1 via biológica associada aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Ataxia autossômica recessiva por deficiência PEX16

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Ataxia autossômica recessiva por deficiência PEX16.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Doença com base genética

Um médico geneticista pode ajudar no diagnóstico de Ataxia autossômica recessiva por deficiência PEX16 e no aconselhamento genético da família.

Vai consultar um especialista? Confirme o registro dele no conselho.
Conselhos e sociedades

Doenças relacionadas

Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico

Ainda não achamos doenças com sintomas parecidos o suficiente.

Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

A doença é causada por alterações genéticas que atingem o gene **PEX16**. Esse gene é responsável por produzir a proteína de membrana peroxissomal correspondente no organismo.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

3 fontes citadas no texto · 2 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. MONDO
    purl.obolibrary.org

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (2026). Ataxia autossômica recessiva por deficiência PEX16. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/ataxia-autossomica-recessiva-por-deficiencia-pex16

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Ataxia autossômica recessiva por deficiência PEX16

ORPHA:642954 · MONDO:0957442
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
2 procedimentos
Geral
CID-10
G11.8 · Outras ataxias hereditárias
CID-11
MedGen
UMLS
C5816797

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Medicamentos aprovados FDA
fonte: FDA OpenFDA
Rara