Raras
Buscar doenças, sintomas, genes...
Déficit combinado da lipase - colipase pancreática
ORPHA:309111CID-10 · K90.3CID-11 · 5C62OMIM 614338DOENÇA RARA
Início neonatal

Deficiência rara de lipase pancreática e colipase, afetando a digestão de gorduras. Causa má absorção de lipídios, levando a diarreia gordurosa e deficiências nutricionais.

Mantido por Agente Raras·Colaborar como especialista →

Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 12/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

O Déficit combinado da lipase - colipase pancreática é uma doença genética rara que afeta a absorção e o transporte de gorduras no organismo. Estima-se que sua prevalência seja inferior a 1 caso por 1.000.000 de pessoas. A condição se manifesta desde o nascimento (período neonatal) e, até o momento, não há descrições na literatura médica após o ano de 1990.[1]

Sinais e sintomas

O principal sintoma é a esteatorreia, ou seja, a presença de fezes volumosas, com odor fétido e aspecto gorduroso, que aparece desde o nascimento. Isso ocorre porque o pâncreas não produz quantidades suficientes das enzimas lipase e colipase, essenciais para digerir as gorduras da alimentação. Como consequência, os níveis de carotenoides e de vitamina E no sangue podem estar diminuídos. Apesar dessas alterações, os pacientes geralmente não apresentam outros problemas de saúde e se desenvolvem de forma normal, sem evidências de doença pancreática.[1]

Causas genéticas

A doença é causada por alterações (mutações) em genes que ainda não foram formalmente identificados ou confirmados em bases de dados genéticas oficiais. Até o momento, não há um gene específico listado para essa condição no OMIM ou no GenCC. A herança genética não está estabelecida, e acredita-se que o padrão possa ser autossômico recessivo, mas isso não foi comprovado.[1][2][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na observação clínica dos sintomas (esteatorreia desde o nascimento) e na demonstração laboratorial da deficiência combinada das enzimas lipase e colipase pancreáticas, na ausência de outras doenças pancreáticas. Exames de sangue podem mostrar níveis baixos de caroteno e vitamina E. Testes genéticos estão disponíveis (há pelo menos um teste registrado), mas, como os genes causadores não foram identificados, o diagnóstico genético pode não ser conclusivo. A condição é classificada na CID-10 como K90.3 e no OMIM como #614338.[1][2][4]

Tratamento e manejo

O tratamento é baseado na reposição das enzimas pancreáticas (lipase e colipase) por via oral, geralmente na forma de cápsulas ou pós que contêm enzimas pancreáticas suínas (pancreatina). O objetivo é melhorar a digestão das gorduras e reduzir a esteatorreia. Além disso, pode ser necessária a suplementação de vitaminas lipossolúveis, especialmente a vitamina E, para prevenir deficiências. É importante que o acompanhamento seja feito por um médico especialista (gastroenterologista ou nutrólogo) para ajustar as doses conforme a necessidade individual. Não há cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para essa doença no Brasil.[1][2]

Tratamentos citados na literatura

Não há fármacos específicos listados na literatura científica como tratamento para esta doença. As informações disponíveis são baseadas em relatos de casos antigos (anteriores a 1990) e não há dados de ensaios clínicos ou publicações recentes que indiquem medicamentos aprovados.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é geralmente bom para os pacientes que recebem tratamento adequado com reposição enzimática e suplementação vitamínica. As crianças afetadas tendem a crescer e se desenvolver normalmente, sem complicações pancreáticas ou outros problemas de saúde. No entanto, sem tratamento, a má absorção de gorduras pode levar a deficiências nutricionais e atraso no crescimento. Como a doença é muito rara e os relatos são escassos, o acompanhamento médico contínuo é essencial para monitorar o estado nutricional e ajustar a terapia.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Deficiência rara de lipase pancreática e colipase, afetando a digestão de gorduras. Causa má absorção de lipídios, levando a diarreia gordurosa e deficiências nutricionais.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
3
pacientes catalogados
Início
Neonatal
🏥
SUS: Sem cobertura SUSScore: 0%
CID-10: K90.3
Você se identifica com essa condição?
O Raras está aqui pra te apoiar — com ou sem diagnóstico

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Entender a doença

Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo

Preparando trilha educativa...

Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 12/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

O Déficit combinado da lipase - colipase pancreática é uma doença genética rara que afeta a absorção e o transporte de gorduras no organismo. Estima-se que sua prevalência seja inferior a 1 caso por 1.000.000 de pessoas. A condição se manifesta desde o nascimento (período neonatal) e, até o momento, não há descrições na literatura médica após o ano de 1990.[1]

Sinais e sintomas

O principal sintoma é a esteatorreia, ou seja, a presença de fezes volumosas, com odor fétido e aspecto gorduroso, que aparece desde o nascimento. Isso ocorre porque o pâncreas não produz quantidades suficientes das enzimas lipase e colipase, essenciais para digerir as gorduras da alimentação. Como consequência, os níveis de carotenoides e de vitamina E no sangue podem estar diminuídos. Apesar dessas alterações, os pacientes geralmente não apresentam outros problemas de saúde e se desenvolvem de forma normal, sem evidências de doença pancreática.[1]

Causas genéticas

A doença é causada por alterações (mutações) em genes que ainda não foram formalmente identificados ou confirmados em bases de dados genéticas oficiais. Até o momento, não há um gene específico listado para essa condição no OMIM ou no GenCC. A herança genética não está estabelecida, e acredita-se que o padrão possa ser autossômico recessivo, mas isso não foi comprovado.[1][2][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na observação clínica dos sintomas (esteatorreia desde o nascimento) e na demonstração laboratorial da deficiência combinada das enzimas lipase e colipase pancreáticas, na ausência de outras doenças pancreáticas. Exames de sangue podem mostrar níveis baixos de caroteno e vitamina E. Testes genéticos estão disponíveis (há pelo menos um teste registrado), mas, como os genes causadores não foram identificados, o diagnóstico genético pode não ser conclusivo. A condição é classificada na CID-10 como K90.3 e no OMIM como #614338.[1][2][4]

Tratamento e manejo

O tratamento é baseado na reposição das enzimas pancreáticas (lipase e colipase) por via oral, geralmente na forma de cápsulas ou pós que contêm enzimas pancreáticas suínas (pancreatina). O objetivo é melhorar a digestão das gorduras e reduzir a esteatorreia. Além disso, pode ser necessária a suplementação de vitaminas lipossolúveis, especialmente a vitamina E, para prevenir deficiências. É importante que o acompanhamento seja feito por um médico especialista (gastroenterologista ou nutrólogo) para ajustar as doses conforme a necessidade individual. Não há cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para essa doença no Brasil.[1][2]

Tratamentos citados na literatura

Não há fármacos específicos listados na literatura científica como tratamento para esta doença. As informações disponíveis são baseadas em relatos de casos antigos (anteriores a 1990) e não há dados de ensaios clínicos ou publicações recentes que indiquem medicamentos aprovados.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é geralmente bom para os pacientes que recebem tratamento adequado com reposição enzimática e suplementação vitamínica. As crianças afetadas tendem a crescer e se desenvolver normalmente, sem complicações pancreáticas ou outros problemas de saúde. No entanto, sem tratamento, a má absorção de gorduras pode levar a deficiências nutricionais e atraso no crescimento. Como a doença é muito rara e os relatos são escassos, o acompanhamento médico contínuo é essencial para monitorar o estado nutricional e ajustar a terapia.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo

Do mais antigo ao mais recente

📄
1984
Primeira publicacao cientifica
Isolated congenital lipase-colipase deficiency.
Ver fonte →

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Déficit combinado da lipase - colipase pancreática

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Déficit combinado da lipase - colipase pancreática.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

Ainda não existe comunidade no Raras para Déficit combinado da lipase - colipase pancreática

Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.

Tire suas dúvidas

Perguntas, dicas e experiências compartilhadas aqui na página

Participe da discussão

Faça login para postar dúvidas, compartilhar experiências e interagir com especialistas.

Fazer login

Doenças relacionadas

Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico

Ainda não achamos doenças com sintomas parecidos o suficiente.

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:309111(Orphanet)
  2. MONDO:0017712(MONDO)
  3. GARD:17403(GARD (NIH))
  4. Q56014028(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Déficit combinado da lipase - colipase pancreática
Compêndio · Raras BR

Déficit combinado da lipase - colipase pancreática

ORPHA:309111 · MONDO:0017712
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
3 casos conhecidos
CID-10
K90.3 · Esteatorréia pancreática
CID-11
OMIM
614338
Início
Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C4706317
Wikidata
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Dado público estruturado
fonte: Wikidata