Disostose acrofacial autossômica recessiva (Kennedy-Teebi) é uma condição rara caracterizada por anomalias faciais e dos membros, como hipoplasia malar, fendas palpebrais oblíquas e defeitos nos dedos das mãos e pés.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Disostose acrofacial autossômica recessiva, também conhecida como tipo Kennedy-Teebi, é uma condição genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos da face e dos membros. Por ser uma doença ultrarrara, sua prevalência é estimada em menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas. O padrão de herança é autossômico recessivo, o que significa que ambos os pais precisam carregar uma cópia do gene alterado para que a criança manifeste a doença. Os primeiros sinais geralmente aparecem ainda no período neonatal ou durante a infância.[1]
Sinais e sintomas
A condição foi descrita originalmente como um novo tipo de disostose acrofacial por apresentar características que não são comumente vistas na síndrome de Nager. Entre os sinais mais marcantes estão: microcefalia (cabeça menor que o esperado), blefarofimose (fenda palpebral estreita), microtia (orelhas pequenas ou malformadas), nariz em formato de bico, lábio leporino e fenda palatina, além de envolvimento simétrico dos polegares e dos háluxes (dedões dos pés). Também pode haver atraso no desenvolvimento neuropsicomotor. Estudos posteriores sugeriram que esses mesmos sinais podem fazer parte do espectro da síndrome de Nager.[1]
Causas genéticas
Até o momento, os genes específicos associados a esta doença não foram identificados ou não estão disponíveis nas bases de dados consultadas. A herança é autossômica recessiva, o que indica que a condição ocorre quando a criança herda duas cópias alteradas do gene (uma de cada genitor). A pesquisa genética continua em andamento para determinar os genes exatos envolvidos.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais característicos e pode ser confirmado por exames genéticos. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para os seguintes procedimentos diagnósticos: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções e microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína. O atendimento em reabilitação para doenças raras também está disponível.[1]
Tratamento e manejo
Não há um tratamento específico que cure a doença. O manejo é multidisciplinar e focado nos sintomas apresentados por cada paciente. Pode incluir cirurgias corretivas para fissuras labiais e palatinas, acompanhamento com geneticista, fonoaudiólogo, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional. O atendimento em reabilitação para doenças raras está disponível no SUS. É fundamental que o plano de cuidados seja individualizado, com avaliação periódica por uma equipe especializada.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia de acordo com a gravidade das malformações e a presença de atraso no desenvolvimento. Com acompanhamento médico adequado e reabilitação precoce, muitas crianças podem alcançar melhor qualidade de vida. O suporte familiar e o acesso a serviços especializados são essenciais para o desenvolvimento global da criança.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Disostose acrofacial autossômica recessiva (Kennedy-Teebi) é uma condição rara caracterizada por anomalias faciais e dos membros, como hipoplasia malar, fendas palpebrais oblíquas e defeitos nos dedos das mãos e pés.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Disostose acrofacial autossômica recessiva, também conhecida como tipo Kennedy-Teebi, é uma condição genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos da face e dos membros. Por ser uma doença ultrarrara, sua prevalência é estimada em menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas. O padrão de herança é autossômico recessivo, o que significa que ambos os pais precisam carregar uma cópia do gene alterado para que a criança manifeste a doença. Os primeiros sinais geralmente aparecem ainda no período neonatal ou durante a infância.[1]
Sinais e sintomas
A condição foi descrita originalmente como um novo tipo de disostose acrofacial por apresentar características que não são comumente vistas na síndrome de Nager. Entre os sinais mais marcantes estão: microcefalia (cabeça menor que o esperado), blefarofimose (fenda palpebral estreita), microtia (orelhas pequenas ou malformadas), nariz em formato de bico, lábio leporino e fenda palatina, além de envolvimento simétrico dos polegares e dos háluxes (dedões dos pés). Também pode haver atraso no desenvolvimento neuropsicomotor. Estudos posteriores sugeriram que esses mesmos sinais podem fazer parte do espectro da síndrome de Nager.[1]
Causas genéticas
Até o momento, os genes específicos associados a esta doença não foram identificados ou não estão disponíveis nas bases de dados consultadas. A herança é autossômica recessiva, o que indica que a condição ocorre quando a criança herda duas cópias alteradas do gene (uma de cada genitor). A pesquisa genética continua em andamento para determinar os genes exatos envolvidos.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais característicos e pode ser confirmado por exames genéticos. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para os seguintes procedimentos diagnósticos: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções e microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína. O atendimento em reabilitação para doenças raras também está disponível.[1]
Tratamento e manejo
Não há um tratamento específico que cure a doença. O manejo é multidisciplinar e focado nos sintomas apresentados por cada paciente. Pode incluir cirurgias corretivas para fissuras labiais e palatinas, acompanhamento com geneticista, fonoaudiólogo, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional. O atendimento em reabilitação para doenças raras está disponível no SUS. É fundamental que o plano de cuidados seja individualizado, com avaliação periódica por uma equipe especializada.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia de acordo com a gravidade das malformações e a presença de atraso no desenvolvimento. Com acompanhamento médico adequado e reabilitação precoce, muitas crianças podem alcançar melhor qualidade de vida. O suporte familiar e o acesso a serviços especializados são essenciais para o desenvolvimento global da criança.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Disostose acrofacial autossômica recessiva
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
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Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
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Publicações recentes
A novel EVC2 splice-site variant expands the mutational and phenotypic spectrum of Weyers acrofacial dysostosis.
A New Case of Nager Syndrome as a Rare Cause of Acrofacial Dysostosis.
The Phenotypic Spectrum of Miller Syndrome: Insight From a French Cohort.
RNA Polymerase I Dysfunction Underlying Craniofacial Syndromes: Integrated Genetic Analysis Reveals Parallels to 22q11.2 Deletion Syndrome.
Facial Bone Defects Associated with Lateral Facial Clefts Tessier Type 6, 7 and 8 in Syndromic Neurocristopathies: A Detailed Micro-CT Analysis on Historical Museum Specimens.
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
- A novel EVC2 splice-site variant expands the mutational and phenotypic spectrum of Weyers acrofacial dysostosis.
- A New Case of Nager Syndrome as a Rare Cause of Acrofacial Dysostosis.
- The Phenotypic Spectrum of Miller Syndrome: Insight From a French Cohort.
- RNA Polymerase I Dysfunction Underlying Craniofacial Syndromes: Integrated Genetic Analysis Reveals Parallels to 22q11.2 Deletion Syndrome.
- Facial Bone Defects Associated with Lateral Facial Clefts Tessier Type 6, 7 and 8 in Syndromic Neurocristopathies: A Detailed Micro-CT Analysis on Historical Museum Specimens.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:64542(Orphanet)
- MONDO:0018980(MONDO)
- GARD:18859(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55788435(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Disostose acrofacial autossômica recessiva
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata