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Disostose acrofacial autossômica recessiva
ORPHA:64542CID-10 · Q75.4CID-11 · LD25.2DOENÇA RARA
Início neonatalHerança AR
Sinônimos clínicos: Disostose acrofacial tipo Kennedy-Teebi · Síndrome de Kennedy-Teebi

Disostose acrofacial autossômica recessiva (Kennedy-Teebi) é uma condição rara caracterizada por anomalias faciais e dos membros, como hipoplasia malar, fendas palpebrais oblíquas e defeitos nos dedos das mãos e pés.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 25/05/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Disostose acrofacial autossômica recessiva, também conhecida como tipo Kennedy-Teebi, é uma condição genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos da face e dos membros. Por ser uma doença ultrarrara, sua prevalência é estimada em menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas. O padrão de herança é autossômico recessivo, o que significa que ambos os pais precisam carregar uma cópia do gene alterado para que a criança manifeste a doença. Os primeiros sinais geralmente aparecem ainda no período neonatal ou durante a infância.[1]

Sinais e sintomas

A condição foi descrita originalmente como um novo tipo de disostose acrofacial por apresentar características que não são comumente vistas na síndrome de Nager. Entre os sinais mais marcantes estão: microcefalia (cabeça menor que o esperado), blefarofimose (fenda palpebral estreita), microtia (orelhas pequenas ou malformadas), nariz em formato de bico, lábio leporino e fenda palatina, além de envolvimento simétrico dos polegares e dos háluxes (dedões dos pés). Também pode haver atraso no desenvolvimento neuropsicomotor. Estudos posteriores sugeriram que esses mesmos sinais podem fazer parte do espectro da síndrome de Nager.[1]

Causas genéticas

Até o momento, os genes específicos associados a esta doença não foram identificados ou não estão disponíveis nas bases de dados consultadas. A herança é autossômica recessiva, o que indica que a condição ocorre quando a criança herda duas cópias alteradas do gene (uma de cada genitor). A pesquisa genética continua em andamento para determinar os genes exatos envolvidos.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais característicos e pode ser confirmado por exames genéticos. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para os seguintes procedimentos diagnósticos: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções e microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína. O atendimento em reabilitação para doenças raras também está disponível.[1]

Tratamento e manejo

Não há um tratamento específico que cure a doença. O manejo é multidisciplinar e focado nos sintomas apresentados por cada paciente. Pode incluir cirurgias corretivas para fissuras labiais e palatinas, acompanhamento com geneticista, fonoaudiólogo, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional. O atendimento em reabilitação para doenças raras está disponível no SUS. É fundamental que o plano de cuidados seja individualizado, com avaliação periódica por uma equipe especializada.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia de acordo com a gravidade das malformações e a presença de atraso no desenvolvimento. Com acompanhamento médico adequado e reabilitação precoce, muitas crianças podem alcançar melhor qualidade de vida. O suporte familiar e o acesso a serviços especializados são essenciais para o desenvolvimento global da criança.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Disostose acrofacial autossômica recessiva (Kennedy-Teebi) é uma condição rara caracterizada por anomalias faciais e dos membros, como hipoplasia malar, fendas palpebrais oblíquas e defeitos nos dedos das mãos e pés.

Publicações científicas
200 artigos
Último publicado: 2026 Feb 10

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
2
pacientes catalogados
Início
Infancy
+ neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q75.4
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
Você se identifica com essa condição?
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 25/05/2026
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Visão geral

A Disostose acrofacial autossômica recessiva, também conhecida como tipo Kennedy-Teebi, é uma condição genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos da face e dos membros. Por ser uma doença ultrarrara, sua prevalência é estimada em menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas. O padrão de herança é autossômico recessivo, o que significa que ambos os pais precisam carregar uma cópia do gene alterado para que a criança manifeste a doença. Os primeiros sinais geralmente aparecem ainda no período neonatal ou durante a infância.[1]

Sinais e sintomas

A condição foi descrita originalmente como um novo tipo de disostose acrofacial por apresentar características que não são comumente vistas na síndrome de Nager. Entre os sinais mais marcantes estão: microcefalia (cabeça menor que o esperado), blefarofimose (fenda palpebral estreita), microtia (orelhas pequenas ou malformadas), nariz em formato de bico, lábio leporino e fenda palatina, além de envolvimento simétrico dos polegares e dos háluxes (dedões dos pés). Também pode haver atraso no desenvolvimento neuropsicomotor. Estudos posteriores sugeriram que esses mesmos sinais podem fazer parte do espectro da síndrome de Nager.[1]

Causas genéticas

Até o momento, os genes específicos associados a esta doença não foram identificados ou não estão disponíveis nas bases de dados consultadas. A herança é autossômica recessiva, o que indica que a condição ocorre quando a criança herda duas cópias alteradas do gene (uma de cada genitor). A pesquisa genética continua em andamento para determinar os genes exatos envolvidos.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais característicos e pode ser confirmado por exames genéticos. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para os seguintes procedimentos diagnósticos: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções e microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína. O atendimento em reabilitação para doenças raras também está disponível.[1]

Tratamento e manejo

Não há um tratamento específico que cure a doença. O manejo é multidisciplinar e focado nos sintomas apresentados por cada paciente. Pode incluir cirurgias corretivas para fissuras labiais e palatinas, acompanhamento com geneticista, fonoaudiólogo, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional. O atendimento em reabilitação para doenças raras está disponível no SUS. É fundamental que o plano de cuidados seja individualizado, com avaliação periódica por uma equipe especializada.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia de acordo com a gravidade das malformações e a presença de atraso no desenvolvimento. Com acompanhamento médico adequado e reabilitação precoce, muitas crianças podem alcançar melhor qualidade de vida. O suporte familiar e o acesso a serviços especializados são essenciais para o desenvolvimento global da criança.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa1desde 2025
Total histórico200PubMed
Últimos 10 anos5publicações
Pico20253 papers
Linha do tempo
2025Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

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Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Disostose acrofacial autossômica recessiva

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Pesquisa ativa

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Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Associações

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. A novel EVC2 splice-site variant expands the mutational and phenotypic spectrum of Weyers acrofacial dysostosis.
    BMC Med Genomics· 2026· PMID 41664038recente
  2. A New Case of Nager Syndrome as a Rare Cause of Acrofacial Dysostosis.
    Mol Syndromol· 2025· PMID 41378235recente
  3. The Phenotypic Spectrum of Miller Syndrome: Insight From a French Cohort.
    Clin Genet· 2026· PMID 41339098recente
  4. RNA Polymerase I Dysfunction Underlying Craniofacial Syndromes: Integrated Genetic Analysis Reveals Parallels to 22q11.2 Deletion Syndrome.
    Genes (Basel)· 2025· PMID 41010008recente
  5. Facial Bone Defects Associated with Lateral Facial Clefts Tessier Type 6, 7 and 8 in Syndromic Neurocristopathies: A Detailed Micro-CT Analysis on Historical Museum Specimens.
    Biology (Basel)· 2025· PMID 40723430recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:64542(Orphanet)
  2. MONDO:0018980(MONDO)
  3. GARD:18859(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q55788435(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Disostose acrofacial autossômica recessiva

ORPHA:64542 · MONDO:0018980
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
2 casos conhecidos
Herança
Autosomal recessive
CID-10
Q75.4 · Disostose mandíbulo-facial
CID-11
Início
Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C4304094
Wikidata
Papers 10a
DiscussaoAtiva

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📋 Origem dos dados

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata