Esta é uma lista de códigos de doenças no banco de dados Online Mendelian Inheritance in Man (OMIM). São doenças que podem ser herdadas por meio de um mecanismo genético mendeliano. O OMIM é um dos bancos de dados abrigados no Centro Nacional de Informações sobre Biotecnologia dos Estados Unidos.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A distrofia muscular das cinturas dos membros autossômica dominante tipo 1E (LGMD1E) é uma forma rara de distrofia muscular que afeta principalmente os músculos da cintura escapular (ombros) e pélvica (quadris). A doença tem início na idade adulta e se caracteriza por alterações na condução elétrica do coração (arritmias), que podem surgir antes dos sintomas musculares. Com o tempo, pode ocorrer insuficiência cardíaca congestiva e fraqueza muscular progressiva, especialmente nos músculos próximos ao tronco (distribuição proximal). Algumas pessoas apresentam apenas os sintomas cardíacos, sem fraqueza muscular evidente.[1]
Sinais e sintomas
Os principais sintomas incluem arritmias cardíacas (batimentos irregulares), falta de ar aos esforços (dispneia aos esforços), aumento do volume das panturrilhas (hipertrofia de panturrilhas), níveis elevados de creatina quinase (CK) no sangue e fraqueza muscular proximal que surge mais tardiamente. Em alguns casos, a doença se manifesta apenas com os sintomas cardíacos, sem fraqueza muscular aparente. A fraqueza muscular tende a ser progressiva e afeta principalmente os músculos dos ombros, braços, quadris e pernas.[1]
Causas genéticas
A LGMD1E é causada por alterações (mutações) em um gene ainda não especificado nas fontes oficiais disponíveis. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma cópia alterada do gene já é suficiente para causar a doença. Cada filho de uma pessoa afetada tem 50% de chance de herdar a mutação e desenvolver a condição.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica, histórico familiar, exames de sangue (como dosagem de CK), eletrocardiograma (ECG) para detectar arritmias e exames de imagem muscular. O teste genético pode confirmar a presença da mutação, embora o gene específico ainda não esteja identificado nas fontes oficiais. A análise de variantes no ClinVar não está disponível para esta condição.[1][3]
Tratamento e manejo
Não há cura para a LGMD1E. O manejo é multidisciplinar e foca no controle dos sintomas cardíacos (como arritmias) e na reabilitação muscular. O acompanhamento com cardiologista é essencial para monitorar e tratar as alterações do ritmo cardíaco. A fisioterapia pode ajudar a manter a força muscular e a mobilidade. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença. O tratamento deve ser individualizado e baseado nas necessidades de cada paciente.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia conforme a gravidade dos sintomas cardíacos e a progressão da fraqueza muscular. O acompanhamento cardiológico regular pode melhorar a qualidade de vida e reduzir o risco de complicações graves, como insuficiência cardíaca. A expectativa de vida pode ser reduzida em casos de arritmias não controladas. O suporte multidisciplinar (cardiologia, fisioterapia, terapia ocupacional) é importante para manter a funcionalidade e o bem-estar.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Esta é uma lista de códigos de doenças no banco de dados Online Mendelian Inheritance in Man (OMIM). São doenças que podem ser herdadas por meio de um mecanismo genético mendeliano. O OMIM é um dos bancos de dados abrigados no Centro Nacional de Informações sobre Biotecnologia dos Estados Unidos.
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A distrofia muscular das cinturas dos membros autossômica dominante tipo 1E (LGMD1E) é uma forma rara de distrofia muscular que afeta principalmente os músculos da cintura escapular (ombros) e pélvica (quadris). A doença tem início na idade adulta e se caracteriza por alterações na condução elétrica do coração (arritmias), que podem surgir antes dos sintomas musculares. Com o tempo, pode ocorrer insuficiência cardíaca congestiva e fraqueza muscular progressiva, especialmente nos músculos próximos ao tronco (distribuição proximal). Algumas pessoas apresentam apenas os sintomas cardíacos, sem fraqueza muscular evidente.[1]
Sinais e sintomas
Os principais sintomas incluem arritmias cardíacas (batimentos irregulares), falta de ar aos esforços (dispneia aos esforços), aumento do volume das panturrilhas (hipertrofia de panturrilhas), níveis elevados de creatina quinase (CK) no sangue e fraqueza muscular proximal que surge mais tardiamente. Em alguns casos, a doença se manifesta apenas com os sintomas cardíacos, sem fraqueza muscular aparente. A fraqueza muscular tende a ser progressiva e afeta principalmente os músculos dos ombros, braços, quadris e pernas.[1]
Causas genéticas
A LGMD1E é causada por alterações (mutações) em um gene ainda não especificado nas fontes oficiais disponíveis. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma cópia alterada do gene já é suficiente para causar a doença. Cada filho de uma pessoa afetada tem 50% de chance de herdar a mutação e desenvolver a condição.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica, histórico familiar, exames de sangue (como dosagem de CK), eletrocardiograma (ECG) para detectar arritmias e exames de imagem muscular. O teste genético pode confirmar a presença da mutação, embora o gene específico ainda não esteja identificado nas fontes oficiais. A análise de variantes no ClinVar não está disponível para esta condição.[1][3]
Tratamento e manejo
Não há cura para a LGMD1E. O manejo é multidisciplinar e foca no controle dos sintomas cardíacos (como arritmias) e na reabilitação muscular. O acompanhamento com cardiologista é essencial para monitorar e tratar as alterações do ritmo cardíaco. A fisioterapia pode ajudar a manter a força muscular e a mobilidade. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença. O tratamento deve ser individualizado e baseado nas necessidades de cada paciente.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia conforme a gravidade dos sintomas cardíacos e a progressão da fraqueza muscular. O acompanhamento cardiológico regular pode melhorar a qualidade de vida e reduzir o risco de complicações graves, como insuficiência cardíaca. A expectativa de vida pode ser reduzida em casos de arritmias não controladas. O suporte multidisciplinar (cardiologia, fisioterapia, terapia ocupacional) é importante para manter a funcionalidade e o bem-estar.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Distrofia muscular das cinturas dos membros autossômica dominante tipo 1E
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
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Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
Autosomal Dominant Calpainopathy in a Diabetic Patient Complicated by Functional Gitelman Syndrome.
Variants in CAPN3 Causing Autosomal Dominant Limb-Girdle Muscular Dystrophy Combined With Calpain-3 Deficiency.
Identification and functional characterization of a novel heterozygous splice‑site mutation in the calpain 3 gene causes rare autosomal dominant limb‑girdle muscular dystrophy.
Novel Titin Gene Mutation Causing Autosomal Dominant Limb-Girdle Muscular Dystrophy.
Caveolin 3 suppresses phosphorylation-dependent activation of sarcolemmal nNOS.
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Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
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Comunidades
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
- Autosomal Dominant Calpainopathy in a Diabetic Patient Complicated by Functional Gitelman Syndrome.
- Variants in CAPN3 Causing Autosomal Dominant Limb-Girdle Muscular Dystrophy Combined With Calpain-3 Deficiency.
- Identification and functional characterization of a novel heterozygous splice‑site mutation in the calpain 3 gene causes rare autosomal dominant limb‑girdle muscular dystrophy.
- Novel Titin Gene Mutation Causing Autosomal Dominant Limb-Girdle Muscular Dystrophy.
- Caveolin 3 suppresses phosphorylation-dependent activation of sarcolemmal nNOS.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:34517(Orphanet)
- MONDO:0018098(MONDO)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q61913578(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Distrofia muscular das cinturas dos membros autossômica dominante tipo 1E
📋 Origem dos dados
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- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata
- Medicamentos aprovados FDA
- fonte: FDA OpenFDA