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Doença CLN12
ORPHA:314632CID-10 · E75.4CID-11 · 5C56.1DOENÇA RARA
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.
MuscularInício infantilHerança AR
Também conhecida comoNCL12
Sinônimos clínicos: NCL12 · Lipofuscinose ceróide neuronal juvenil ATP13A2-relacionada · Lipofuscinose ceróide neuronal tipo 12 · +1

A provável ATPase 13A2 transportadora de cátions é uma enzima que, em humanos, é codificada pelo gene ATP13A2 e está envolvida no transporte de cátions metálicos de transição divalentes. Ela parece proteger as células da toxicidade do manganês e do zinco, possivelmente causando efluxo celular e/ou sequestro lisossômico; e da toxicidade do ferro, possivelmente preservando a integridade lisossômica contra a peroxidação lipídica induzida pelo ferro. No entanto, ela potencializa os efeitos tóxicos do cádmio e do níquel em neuritos em desenvolvimento, e do herbicida paraquat, amplamente utilizado, possivelmente aumentando a captação de poliaminas.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · atualizado 01/10/2026Revisão médica pendente
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Visão geral

A Doença CLN12 (CLN12 disease) é uma condição genética rara, classificada sob o código CID-10 E75.4 e identificador MONDO:0017809. Sua prevalência é estimada em menos de 1 por 1.000.000 indivíduos, apresentando idade de início caracteristicamente na infância.[1][2]

Sinais e sintomas

O quadro clínico da doença engloba manifestações neurológicas e motoras diversas, que incluem paralisia do olhar para cima, rigidez, bradicinesia, tremor, tremor postural, distonia, fraqueza muscular, instabilidade postural e distúrbio da marcha. Também se observa parkinsonismo com resposta favorável à medicação dopaminérgica, mioclonias e disartria.[1][2]

Além das alterações motoras, os pacientes podem apresentar fadiga, depressão e comprometimento cognitivo, associados a achados como sinal de Babinski, morfologia anormal do núcleo caudado e atrofia cerebral difusa.[1][2]

Causas genéticas

A Doença CLN12 possui padrão de herança autossômica recessiva e está associada a alterações no gene ATP13A2, que codifica a ATPase 13A2 transportadora de poliaminas (Polyamine-transporting ATPase 13A2).[1][3]

Diagnóstico

A investigação diagnóstica conta com suporte de testes genéticos, existindo o registro de 336 testes genéticos disponíveis e 190 variantes catalogadas no banco ClinVar relacionadas a essa condição.[1][3]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

💬
EM LINGUAGEM SIMPLES

A Doença CLN12 é uma condição genética rara que se manifesta na infância e afeta o sistema nervoso central. Ela costuma causar tremores, rigidez muscular, lentidão de movimentos e dificuldades para caminhar e falar. Alguns sinais de parkinsonismo podem apresentar melhora com o uso de medicamentos sintomáticos adequados. No Brasil, a condição não conta com um protocolo clínico (PCDT) próprio, mas o SUS disponibiliza procedimentos de reabilitação para apoiar o paciente e a família.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

A provável ATPase 13A2 transportadora de cátions é uma enzima que, em humanos, é codificada pelo gene ATP13A2 e está envolvida no transporte de cátions metálicos de transição divalentes. Ela parece proteger as células da toxicidade do manganês e do zinco, possivelmente causando efluxo celular e/ou sequestro lisossômico; e da toxicidade do ferro, possivelmente preservando a integridade lisossômica contra a peroxidação lipídica induzida pelo ferro. No entanto, ela potencializa os efeitos tóxicos do cádmio e do níquel em neuritos em desenvolvimento, e do herbicida paraquat, amplamente utilizado, possivelmente aumentando a captação de poliaminas.

Pesquisas ativas
1 ensaio
1 total registrados no ClinicalTrials.gov
Publicações científicas
20 artigos
Último publicado: 2024 Sep

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
4
pacientes catalogados
Início
Childhood
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
6 procedimentos SIGTAPCID-10: E75.4
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (6)
•
Dosagem de aminoácidos (erros inatos)
•
Dosagem de ácidos orgânicos na urina
•
Teste de triagem para erros inatos do metabolismo
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Teste do pezinho (triagem neonatal)
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Partes do corpo afetadas

🧠
Neurológico
6 sintomas
💪
Músculos
3 sintomas

+ 9 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

90%prev.
Rigidez
Muito frequente (99-80%)
55%prev.
Paralisia do olhar para cima
Frequente (79-30%)
55%prev.
Sinal de Babinski
Frequente (79-30%)
55%prev.
Tremor
Frequente (79-30%)
55%prev.
Bradicinesia
Frequente (79-30%)
55%prev.
Atrofia cerebral difusa
Frequente (79-30%)
18sintomas
Muito frequente (1)
Frequente (10)
Ocasional (5)
Muito raro (2)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 18 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

RigidezRigidity
Muito frequente (99-80%)90%
Frequente (79-30%)55%
Sinal de BabinskiBabinski sign
Frequente (79-30%)55%
Frequente (79-30%)55%
BradicinesiaBradykinesia
Frequente (79-30%)55%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa2desde 2024
Total histórico20PubMed
Últimos 10 anos8publicações
Pico20194 papers
Linha do tempo
2024Hoje · 2026📈 2019Ano de pico🧪 2020Primeiro ensaio clínico
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.

ATP13A2Polyamine-transporting ATPase 13A2Disease-causing germline mutation(s) inTolerante
VIAS BIOLÓGICAS (1)
Ion transport by P-type ATPases
MECANISMO DE DOENÇA

Kufor-Rakeb syndrome

A rare form of autosomal recessive juvenile or early-onset, levodopa-responsive parkinsonism. In addition to typical parkinsonian signs, clinical manifestations of Kufor-Rakeb syndrome include behavioral problems, facial tremor, pyramidal tract dysfunction, supranuclear gaze palsy, and dementia.

OUTRAS DOENÇAS (3)
Kufor-Rakeb syndromeautosomal recessive spastic paraplegia type 78parkinsonism due to ATP13A2 deficiency
HGNC:30213UniProt:Q9NQ11

Variantes genéticas (ClinVar)

190 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 ATP13A2: NM_022089.4(ATP13A2):c.2436C>G (p.Tyr812Ter) ()
🧬 ATP13A2: NM_022089.4(ATP13A2):c.2592C>A (p.Cys864Ter) ()
🧬 ATP13A2: NM_022089.4(ATP13A2):c.1921G>A (p.Val641Met) ()
🧬 ATP13A2: NM_022089.4(ATP13A2):c.1364_1367del (p.Asn455fs) ()
🧬 ATP13A2: NM_022089.4(ATP13A2):c.1354-9_1358del ()
Ver todas no ClinVar

Vias biológicas (Reactome)

1 via biológica associada aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Pipeline de tratamentos
Pipeline regulatório — de medicamentos já aprovados a drogas em pesquisa exploratória.
·Pré-clínico1
Medicamentos catalogadosEnsaios clínicos· 0 medicamentos · 1 ensaio
Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Doença CLN12

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
0 papers (10 anos)
#1

Neuronal Ceroid Lipofuscinosis: Potential for Targeted Therapy.

Drugs2021 Jan

Neuronal ceroid lipofuscinosis (NCLs) is a group of inherited neurodegenerative lysosomal storage diseases that together represent the most common cause of dementia in children. Phenotypically, patients have visual impairment, cognitive and motor decline, epilepsy, and premature death. A primary challenge is to halt and/or reverse these diseases, towards which developments in potential effective therapies are encouraging. Many treatments, including enzyme replacement therapy (for CLN1 and CLN2 diseases), stem-cell therapy (for CLN1, CLN2, and CLN8 diseases), gene therapy vector (for CLN1, CLN2, CLN3, CLN5, CLN6, CLN7, CLN10, and CLN11 diseases), and pharmacological drugs (for CLN1, CLN2, CLN3, and CLN6 diseases) have been evaluated for safety and efficacy in pre-clinical and clinical studies. Currently, cerliponase alpha for CLN2 disease is the only approved therapy for NCL. Lacking is any study of potential treatments for CLN4, CLN9, CLN12, CLN13 or CLN14 diseases. This review provides an overview of genetics for each CLN disease, and we discuss the current understanding from pre-clinical and clinical study of potential therapeutics. Various therapeutic interventions have been studied in many experimental animal models. Combination of treatments may be useful to slow or even halt disease progression; however, few therapies are unlikely to even partially reverse the disease and a complete reversal is currently improbable. Early diagnosis to allow initiation of therapy, when indicated, during asymptomatic stages is more important than ever.

#2

Rapid progression of a walking disability in a 5-year-old boy with a CLN6 mutation.

Brain &amp; development2019 Sep

Neuronal ceroid lipofuscinoses (NCLs; CLN) are mainly autosomal recessive neurodegenerative disorders characterized by the accumulation of autofluorescent lipopigments in neuronal and other cells. Symptoms include visual disabilities, motor decline, and epilepsy. Causative genes are CLN1, CLN2, CLN3, CLN5, CLN6, CLN7, CLN8, CLN10, CLN11, CLN12, CLN13, and CLN14. We present the fourth Japanese case with a CLN6 mutation. At 3 years of age, our patient became clumsy and fell down easily. He developed focal seizures with impaired consciousness and was started on carbamazepine. He showed ataxic walking and dysarthria with increased deep tendon reflexes. Interictal electroencephalogram revealed slow waves in the left temporal and occipital areas. Brain magnetic resonance imaging showed cerebellar atrophy and ventriculomegaly. In optical coherence tomography (OCT), the inner layer of the retina was thick and highly reflective. Exome sequencing revealed a known homozygous mutation, C.794_976del, p. (Ser265del) in CLN6. A total of 130 cases of NCL with CLN6 mutations have been reported globally, of which only four were from Japan including the current patient. The deletion of serine at position 265 has been reported in six cases. Ser265 is located in a region of short repeated sequences that is susceptible to mutation. Clinical trials of gene therapy using adeno-associated virus serotype 9 have started for NCL6, making early diagnosis crucial. OCT examination might be helpful in achieving a diagnosis.

#3

The Parkinson-associated human P5B-ATPase ATP13A2 modifies lipid homeostasis.

Biochimica et biophysica acta. Biomembranes2019 Oct 01

Mutations in the ATP13A2 gene (PARK9, CLN12, OMIM 610513) were initially associated with a form of Parkinson's Disease (PD) known as Kufor Rakeb Syndrome (KRS). However, the genetic spectrum of ATP13A2-associated disorders was expanded in the last years, because it has been found to underlay variants of neuronal ceroid-lipofuscinoses (NCLs) and hereditary spastic paraplegia. As ATP13A2 seems to be a key component of the endo-lysosome pathway, the fact that these pathologies are commonly characterized by endo-lysosomal dysfunction is not surprising. Here we report that increasing the level of functional ATP13A2 in a stable SH-SY5Y cell line disrupts lipid homeostasis. ATP13A2 overexpression increases the fluorescence intensity of the fluorescent analog phosphatidylethanolamine (NBD-PE) and the formation of multilamellar bodies, resembling the so-called "drug-induced phospholipidosis". We also found that expression of ATP13A2 reduces the ceramide-fluorescence intensity and the content of bis(monoacylglyceryl)phosphate (BMP). BMP is required for lipid degradation and exosome biogenesis inside acidic compartments, so this result suggests that ATP13A2 may be modifying the lipid digestion capacity and/or the redistribution of lipids in these subcellular organelles. In addition, ATP13A2-overexpression decreased the total content of triglycerides (TGs), cholesterol and lipid droplets. As TGs are necessary for the synthesis of new membranes, this observation suggests that increasing the function of ATP13A2 switches the endo-lysosomal system towards vesicle secretion.

#4

Mutations in ATP13A2 (PARK9) are associated with an amyotrophic lateral sclerosis-like phenotype, implicating this locus in further phenotypic expansion.

Human genomics2019 Apr 16

Amyotrophic lateral sclerosis [1] is a genetically heterogeneous neurodegenerative disorder, characterized by late-onset degeneration of motor neurons leading to progressive limb and bulbar weakness, as well as of the respiratory muscles, which is the primary cause of disease fatality. To date, over 25 genes have been implicated as causative in ALS with C9orf72, SOD1, FUS, and TARDBP accounting for the majority of genetically positive cases. We identified two patients of Italian and French ancestry with a clinical diagnosis of juvenile-onset ALS who were mutation-negative in any of the known ALS causative genes. Starting with the index case, a consanguineous family of Italian origin, we performed whole-exome sequencing and identified candidate pathogenic mutations in 35 genes, 27 of which were homozygous. We next parsed all candidates against a cohort of 3641 ALS cases; only ATP13A2 was found to harbor recessive changes, in a patient with juvenile-onset ALS, similar to the index case. In vivo complementation of ATP13A2 using a zebrafish surrogate model that focused on the assessment of motor neuron morphology and cerebellar integrity confirmed the role of this gene in central and peripheral nervous system maintenance and corroborated the damaging direction of effect of the change detected in the index case of this study. We here expand the phenotypic spectrum associated with genetic variants in ATP13A2 that previously comprised Kufor-Rakeb syndrome, spastic paraplegia 78, and neuronal ceroid lipofuscinosis type 12 (CLN12), to also include juvenile-onset ALS, as supported by both genetic and functional data. Our findings highlight the importance of establishing a complete genetic profile towards obtaining an accurate clinical diagnosis.

#5

ATP13A2 missense variant in Australian Cattle Dogs with late onset neuronal ceroid lipofuscinosis.

Molecular genetics and metabolism2019 May

The neuronal ceroid lipofuscinoses (NCLs) are lysosomal storage disorders characterized by progressive neurodegeneration and declines in neurological functions. Pathogenic sequence variants in at least 13 genes underlie different forms of NCL, almost all of which are recessively inherited. To date 13 sequence variants in 8 canine orthologs of human NCL genes have been found to occur in 11 dog breeds in which they result in progressive neurological disorders similar to human NCLs. Canine NCLs can serve as models for preclinical evaluation of therapeutic interventions for these disorders. In most NCLs, the onset of neurological signs occurs in childhood, but some forms have adult onsets. Among these is CLN12 disease, also known as Kufor-Rakeb syndrome, PARK9, and spastic paraplegia78. These disorders result from variants in ATP13A2 which encodes a putative transmembrane ion transporter important for lysosomal function. Three Australian Cattle Dogs (a female and two of her offspring) were identified with a progressive neurological disorder with an onset of clinical signs at approximately 6 years of age. The affected dogs exhibited clinical courses and histopathology characteristic of the NCLs. Whole genome sequence analysis of one of these dogs revealed a homozygous c.1118C > T variant in ATP13A2 that predicts a nonconservative p.(Thr373Ile) amino acid substitution. All 3 affected dogs were homozygous for this variant, which was heterozygous in 42 of 394 unaffected Australian Cattle Dogs, the remainder of which were homozygous for the c.1118C allele. The high frequency of the mutant allele in this breed suggests that further screening for this variant should identify additional homozygous dogs and indicates that it would be advisable to perform such screening prior to breeding Australian Cattle Dogs.

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Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

A condição é causada por variantes no gene ATP13A2, transmitidas de forma autossômica recessiva. Esse gene é responsável por produzir uma enzima transportadora celular fundamental para a homeostase lisossomal.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

4 fontes citadas no texto · 8 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 5 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. MONDO
    purl.obolibrary.org
  2. GARD:17427
    GARD (NIH)
  3. Q55346006
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (2026). Doença CLN12. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/doenca-cln12

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

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Compêndio · Raras BR

Doença CLN12

ORPHA:314632 · MONDO:0017809
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
6 procedimentos
Geral
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
4 casos conhecidos
Herança
Autosomal recessive
CID-10
E75.4 · Lipofuscinose neuronal ceróide
CID-11
Ensaios
1 ativos
Início
Childhood
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C5230619
Wikidata

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara