Malformação otorrinolaringológica rara caracterizada por fístula unilateral ou bilateral localizada no canto da boca, onde o vermelhão do lábio superior encontra o lábio inferior. A lesão é revestida por mucosa labial. É potencialmente suscetível à infeção.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Fístula da comissura do lábio é uma doença rara da área de otorrinolaringologia. Ela se caracteriza pela presença de uma pequena abertura (fístula) localizada na comissura labial, ou seja, no canto da boca, onde a borda vermelha do lábio superior encontra a do lábio inferior. Essa abertura pode ocorrer de um lado só (unilateral) ou dos dois lados (bilateral). O interior da fístula é revestido pela mesma mucosa que reveste os lábios (mucosa labial). Por ser uma abertura, ela pode ser suscetível a infecções.[1]
Sinais e sintomas
O principal sinal da condição é a presença de uma ou mais aberturas (fístulas) no canto da boca. Essas aberturas são revestidas por mucosa labial e podem ser unilaterais ou bilaterais. Por ser uma comunicação com o meio externo, a fístula pode ser um ponto de entrada para microrganismos, tornando a região potencialmente suscetível a infecções.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é essencialmente clínico, baseado na observação da fístula na comissura labial. Exames genéticos não são rotineiramente indicados para esta condição, uma vez que não há genes conhecidos associados. No entanto, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), estão previstos alguns procedimentos que podem ser utilizados em contexto de investigação de doenças raras, como: cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. O atendimento em reabilitação para doenças raras também está contemplado.[1]
Tratamento e manejo
O manejo da Fístula da comissura do lábio foca principalmente na prevenção e no tratamento de infecções locais, já que a abertura pode ser uma porta de entrada para microrganismos. Não há medicamentos específicos aprovados para esta condição. O tratamento, quando necessário, é geralmente cirúrgico, com a remoção da fístula. No Brasil, o SUS oferece cobertura mínima para esta condição, incluindo atendimento em reabilitação para doenças raras.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
Não há dados específicos na literatura sobre o prognóstico a longo prazo ou impacto na qualidade de vida para esta condição. De modo geral, por ser uma anomalia localizada e passível de correção cirúrgica, o prognóstico é considerado bom, desde que não haja complicações infecciosas recorrentes.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Malformação otorrinolaringológica rara caracterizada por fístula unilateral ou bilateral localizada no canto da boca, onde o vermelhão do lábio superior encontra o lábio inferior. A lesão é revestida por mucosa labial. É potencialmente suscetível à infeção.
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Fístula da comissura do lábio é uma doença rara da área de otorrinolaringologia. Ela se caracteriza pela presença de uma pequena abertura (fístula) localizada na comissura labial, ou seja, no canto da boca, onde a borda vermelha do lábio superior encontra a do lábio inferior. Essa abertura pode ocorrer de um lado só (unilateral) ou dos dois lados (bilateral). O interior da fístula é revestido pela mesma mucosa que reveste os lábios (mucosa labial). Por ser uma abertura, ela pode ser suscetível a infecções.[1]
Sinais e sintomas
O principal sinal da condição é a presença de uma ou mais aberturas (fístulas) no canto da boca. Essas aberturas são revestidas por mucosa labial e podem ser unilaterais ou bilaterais. Por ser uma comunicação com o meio externo, a fístula pode ser um ponto de entrada para microrganismos, tornando a região potencialmente suscetível a infecções.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é essencialmente clínico, baseado na observação da fístula na comissura labial. Exames genéticos não são rotineiramente indicados para esta condição, uma vez que não há genes conhecidos associados. No entanto, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), estão previstos alguns procedimentos que podem ser utilizados em contexto de investigação de doenças raras, como: cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. O atendimento em reabilitação para doenças raras também está contemplado.[1]
Tratamento e manejo
O manejo da Fístula da comissura do lábio foca principalmente na prevenção e no tratamento de infecções locais, já que a abertura pode ser uma porta de entrada para microrganismos. Não há medicamentos específicos aprovados para esta condição. O tratamento, quando necessário, é geralmente cirúrgico, com a remoção da fístula. No Brasil, o SUS oferece cobertura mínima para esta condição, incluindo atendimento em reabilitação para doenças raras.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
Não há dados específicos na literatura sobre o prognóstico a longo prazo ou impacto na qualidade de vida para esta condição. De modo geral, por ser uma anomalia localizada e passível de correção cirúrgica, o prognóstico é considerado bom, desde que não haja complicações infecciosas recorrentes.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Fístula da comissura do lábio
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Pesquisa ativa
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Pesquisa e ensaios clínicos
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An infected congenital commissural lip fistula. Report of a case.
[Cases of congenital commissural lip fistula (author's transl)].
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
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Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:141061(Orphanet)
- MONDO:0015381(MONDO)
- GARD:19939(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55785433(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Fístula da comissura do lábio
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata