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Hipertrofia do membro superior
ORPHA:295049CID-10 · Q74.0CID-11 · LB97.2DOENÇA RARA

Condição rara caracterizada por crescimento excessivo e desproporcional de um ou ambos os membros superiores. Pode afetar músculos, ossos e tecidos moles, resultando em assimetria e potencial limitação funcional.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Hipertrofia do membro superior é uma condição rara caracterizada pelo aumento excessivo de um ou de ambos os membros superiores (braços, antebraços e mãos). Essa alteração pode estar presente desde o nascimento ou se desenvolver ao longo da infância e da adolescência. A condição pode ocorrer de forma isolada ou como parte de síndromes genéticas mais complexas. O diagnóstico precoce é importante para planejar o acompanhamento e o suporte adequados.[1]

Sinais e sintomas

O principal sinal é o aumento desproporcional do tamanho e/ou do volume de um ou de ambos os membros superiores. Esse crescimento excessivo pode afetar ossos, músculos, vasos sanguíneos e tecido gorduroso. Em alguns casos, podem ocorrer limitações nos movimentos, dor ou desconforto, além de alterações estéticas. A gravidade varia muito de pessoa para pessoa.[1]

Causas genéticas

A Hipertrofia do membro superior pode ter causas genéticas, mas, até o momento, nenhum gene específico foi confirmado como responsável pela condição isolada. Em alguns casos, a hipertrofia faz parte de síndromes genéticas mais amplas, como a síndrome de Klippel-Trénaunay ou a síndrome de Proteus. A herança (como a condição é passada de pais para filhos) ainda não está claramente estabelecida.[1][2]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica detalhada, incluindo exame físico e histórico médico. Exames de imagem, como radiografias, ultrassonografia ou ressonância magnética, podem ajudar a medir a extensão do aumento e a descartar outras causas. Testes genéticos podem ser solicitados para investigar síndromes associadas. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como cariótipo, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína, além de atendimento em reabilitação para doenças raras.[1]

Tratamento e manejo

O tratamento é individualizado e pode incluir acompanhamento com ortopedista, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional. Em alguns casos, procedimentos cirúrgicos podem ser considerados para reduzir o volume do membro ou melhorar a função. O uso de medicamentos não é padronizado e depende da causa de base, quando identificada. Não há medicamentos específicos aprovados exclusivamente para essa condição. O manejo deve ser discutido com uma equipe multidisciplinar especializada.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia conforme a gravidade da hipertrofia e a presença de outras condições associadas. Muitas pessoas conseguem levar uma vida ativa com acompanhamento regular. O suporte psicológico e a reabilitação podem ajudar a lidar com as limitações funcionais e estéticas. O acompanhamento ao longo da vida é recomendado para monitorar possíveis complicações.[1]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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EM LINGUAGEM SIMPLES

A hipertrofia do membro superior é uma anomalia morfológica rara caracterizada pelo aumento de volume ou tamanho no braço e nas extremidades superiores. As causas genéticas específicas e o padrão de transmissão familiar ainda não estão identificados nos registros científicos oficiais. Essa condição não consta na lista oficial de PCDTs do Ministério da Saúde, o que significa que não há remédios específicos entregues pelo SUS para ela. O suporte aos pacientes na rede pública é focado em procedimentos como exames diagnósticos avançados e sessões de atendimento em reabilitação.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Condição rara caracterizada por crescimento excessivo e desproporcional de um ou ambos os membros superiores. Pode afetar músculos, ossos e tecidos moles, resultando em assimetria e potencial limitação funcional.

Publicações científicas
4 artigos
Último publicado: 2021 May 25
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
5 procedimentos SIGTAPCID-10: Q74.0
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (5)
•
Cariótipo — bandas G, Q ou R
•
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Dosagem de alfa-fetoproteína
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Até o momento, não há genes causais estabelecidos nos catálogos internacionais para esta anomalia morfológica. Relatos de caso descrevem manifestações clínicas esporádicas no adulto e quadros secundários adquiridos após complicações infecciosas ou neurológicas.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

3 fontes citadas no texto · 4 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 4 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. MONDO
    purl.obolibrary.org
  2. GARD:21212
    GARD (NIH)
  3. Q55787082
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (2026). Hipertrofia do membro superior. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/hipertrofia-do-membro-superior

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Hipertrofia do membro superior

ORPHA:295049 · MONDO:0017476
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
5 procedimentos
Geral
CID-10
Q74.0 · Outras malformações congênitas do(s) membro(s) superiores, inclusive da cintura escapular
CID-11
MedGen
UMLS
C0575518
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara