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Isolated persistent urogenital sinus
ORPHA:647794CID-10 · Q52.8DOENÇA RARA
Também conhecida comoClitorisTamatiáClitoresPUGS isoladoPUGS
Sinônimos clínicos: PUGS isolado

Condição congênita rara onde o seio urogenital persiste como uma única abertura anômala, comunicando a bexiga, uretra e reto. Pode causar infecções recorrentes, incontinência e dificuldades sexuais.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · atualizado 22/06/2026Revisão médica pendente
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Visão geral

O seio urogenital persistente isolado é uma condição rara do desenvolvimento em que o seio urogenital (estrutura embrionária que dá origem à bexiga, uretra e órgãos genitais) não se separa completamente durante a formação fetal. Isso resulta em uma abertura única no períneo, por onde saem tanto a urina quanto as secreções vaginais. A condição é classificada como uma malformação congênita do trato genital feminino (CID-10: Q52.8) e é considerada uma doença rara (MONDO:0957476).[1][2]

Sinais e sintomas

Não há dados específicos sobre fenótipos ou sintomas nos registros oficiais disponíveis. A apresentação clínica típica, descrita na literatura, inclui a presença de uma única abertura perineal por onde ocorre a micção e a saída de secreções vaginais, podendo haver infecções urinárias de repetição ou dificuldade para cateterismo vesical. No entanto, como não há fenótipos catalogados nas fontes oficiais consultadas, estas informações não podem ser confirmadas como parte do quadro isolado.[1]

Causas genéticas

Até o momento, não há genes específicos identificados como causa do seio urogenital persistente isolado. As bases genéticas da condição permanecem desconhecidas, e não há registros de herança ou variantes genéticas associadas nas bases de dados oficiais (GenCC, OMIM). A ausência de um gene conhecido não exclui a possibilidade de causas genéticas ainda não descobertas.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica e em exames de imagem que demonstram a anatomia do trato urogenital. Não há testes genéticos específicos para a condição. No âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), estão disponíveis os seguintes procedimentos para auxiliar no diagnóstico diferencial e na investigação de causas associadas: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína. Esses exames ajudam a descartar outras condições que podem cursar com malformações urogenitais.[1][3]

Tratamento e manejo

O manejo do seio urogenital persistente isolado é essencialmente cirúrgico, com o objetivo de separar os canais urinário e genital, reconstruindo a anatomia funcional. A abordagem deve ser individualizada, realizada por equipe multidisciplinar especializada em cirurgia urogenital pediátrica. No SUS, está previsto o atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir acompanhamento fisioterápico, psicológico e de enfermagem especializada. Não há medicamentos específicos aprovados para o tratamento da condição.[1]

Tratamentos citados na literatura

Não há fármacos ou intervenções medicamentosas registradas na literatura científica indexada (PubTator3) como tratamento específico para o seio urogenital persistente isolado. Portanto, nenhum tratamento medicamentoso pode ser listado com base nas fontes oficiais disponíveis.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

Não há dados oficiais sobre prognóstico ou qualidade de vida para esta condição. De forma geral, o prognóstico é favorável quando a correção cirúrgica é realizada precocemente, permitindo função urinária e sexual adequadas. No entanto, como não há informações nas fontes consultadas, esta afirmação não pode ser considerada como fato confirmado.[1]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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EM LINGUAGEM SIMPLES

Isolated persistent urogenital sinus é uma alteração anatômica congênita rara do trato urogenital identificada pelo código ORPHA:647794. A literatura científica descreve que o quadro decorre de particularidades no desenvolvimento embrionário da região urogenital. O manejo clínico e as correções necessárias são conduzidos por procedimentos cirúrgicos especializados discutidos na literatura médica. No Brasil, esta condição não consta na lista oficial de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) do Ministério da Saúde.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Condição congênita rara onde o seio urogenital persiste como uma única abertura anômala, comunicando a bexiga, uretra e reto. Pode causar infecções recorrentes, incontinência e dificuldades sexuais.

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SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
5 procedimentos SIGTAPCID-10: Q52.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (5)
•
Cariótipo — bandas G, Q ou R
•
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Dosagem de alfa-fetoproteína
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
0 papers (10 anos)
#1

Urogenital sinus malformation: From development to management.

Intractable & rare diseases research2023 May

Urogenital sinus (UGS) malformation, also known as persistent urogenital sinus (PUGS), is a rare congenital malformation of the urogenital system. It arises when the urethra and vaginal opening fail to form properly in the vulva and fuse incorrectly. PUGS can occur as an isolated abnormality or as part of a complex syndrome, and is frequently associated with congenital adrenal hyperplasia (CAH). The management of PUGS is not well-established, and there are no standardized guidelines on when to perform surgery or how to follow up with patients over the long term. In this review, we discuss the embryonic development, clinical evaluation, diagnosis, and management of PUGS. We also review case reports and research findings to explore best practices for surgery and follow-up care, in hopes of increasing awareness of PUGS and improving patient outcomes.

#2

Surgical Treatment after Failed Primary Correction of Urogenital Sinus in Female Patients with Virilizing Congenital Adrenal Hyperplasia: Are Good Results Possible?

Frontiers in pediatrics2016

Genital reconstruction in female patients with virilizing congenital adrenal hyperplasia (CAH) is very challenging. Our aim was to evaluate the techniques employed to treat complications after failure of primary urogenital sinus (UGS) surgery, as well as the result of these reoperations. Twenty girls with virilizing CAH who were previously submitted to genitoplasty in our service and elsewhere had recurrent UGS stenosis and vaginal introitus stenosis that required surgical treatment. The main symptoms were recurrent urinary tract infection (UTI) in nine, dyspareunia in six, and hematocolpos in three (two associated with sepsis). The anatomical findings were the persistence of UGS with stenosis in 17 patients and vaginal introitus stenosis in 3. The mean age at procedure was 15.2 years, averaging 13.1 years after the first surgery. The surgical techniques employed were isolated perineal flap in 17 patients and perineal flap with partial mobilization of UGS in 3. The mean follow-up after the procedure was 4.8 years (varying from 1 to 17 years). Vaginal dilations were performed after surgery in 15 patients. Good functional and anatomical results were obtained in 15 patients, with vaginal introitus amenable to dilators of 3.0 cm in diameter. Five patients with high vaginal insertion had recurrent vaginal stenosis and required a surgical revision. No patients presented menstrual obstruction or UTI after surgery. Eight of the 15 adult patients are sexually active. The reoperation to treat failed primary UGS treatment using Y-V flap and partial mobilization techniques associated with vaginal dilations, promoted good anatomical, and functional results with low morbidity in 75% of the patients.

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Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

PUGS isolado é a denominação utilizada para a anomalia morfológica rara conhecida como Isolated persistent urogenital sinus, catalogada com o código ORPHA:647794. Ela representa uma alteração estrutural no desenvolvimento embriológico das vias urogenitais.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

3 fontes citadas no texto · 7 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 3 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. MONDO
    purl.obolibrary.org↑

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (2026). Isolated persistent urogenital sinus. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/isolated-persistent-urogenital-sinus

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

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Compêndio · Raras BR

Isolated persistent urogenital sinus

ORPHA:647794 · MONDO:0957476
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
5 procedimentos
Geral
CID-10
Q52.8 · Outras malformações congênitas especificadas dos órgãos genitais femininos
MedGen
UMLS
C5816754
Wikipedia

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Rara