Clitóris ou clítoris é um órgão sexual feminino presente em todos os mamíferos e outros animais. É a zona erógena de maior sensibilidade da mulher e geralmente a principal fonte anatómica de prazer sexual. O clitóris é uma estrutura complexa de tamanho e sensibilidade variáveis. No ser humano, a glande do clitóris tem aproximadamente o mesmo tamanho de uma ervilha e estima-se que possua mais de 8000 terminações nervosas sensoriais. A parte visível do órgão situa-se na união frontal dos pequenos lábios da vulva, anterior à abertura da uretra.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Condição congênita rara onde o seio urogenital persiste como uma única abertura anômala, comunicando a bexiga, uretra e reto. Pode causar infecções recorrentes, incontinência e dificuldades sexuais.
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
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Diagnóstico
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Publicações mais relevantes
Urogenital sinus malformation: From development to management.
Urogenital sinus (UGS) malformation, also known as persistent urogenital sinus (PUGS), is a rare congenital malformation of the urogenital system. It arises when the urethra and vaginal opening fail to form properly in the vulva and fuse incorrectly. PUGS can occur as an isolated abnormality or as part of a complex syndrome, and is frequently associated with congenital adrenal hyperplasia (CAH). The management of PUGS is not well-established, and there are no standardized guidelines on when to perform surgery or how to follow up with patients over the long term. In this review, we discuss the embryonic development, clinical evaluation, diagnosis, and management of PUGS. We also review case reports and research findings to explore best practices for surgery and follow-up care, in hopes of increasing awareness of PUGS and improving patient outcomes.
Surgical Treatment after Failed Primary Correction of Urogenital Sinus in Female Patients with Virilizing Congenital Adrenal Hyperplasia: Are Good Results Possible?
Genital reconstruction in female patients with virilizing congenital adrenal hyperplasia (CAH) is very challenging. Our aim was to evaluate the techniques employed to treat complications after failure of primary urogenital sinus (UGS) surgery, as well as the result of these reoperations. Twenty girls with virilizing CAH who were previously submitted to genitoplasty in our service and elsewhere had recurrent UGS stenosis and vaginal introitus stenosis that required surgical treatment. The main symptoms were recurrent urinary tract infection (UTI) in nine, dyspareunia in six, and hematocolpos in three (two associated with sepsis). The anatomical findings were the persistence of UGS with stenosis in 17 patients and vaginal introitus stenosis in 3. The mean age at procedure was 15.2 years, averaging 13.1 years after the first surgery. The surgical techniques employed were isolated perineal flap in 17 patients and perineal flap with partial mobilization of UGS in 3. The mean follow-up after the procedure was 4.8 years (varying from 1 to 17 years). Vaginal dilations were performed after surgery in 15 patients. Good functional and anatomical results were obtained in 15 patients, with vaginal introitus amenable to dilators of 3.0 cm in diameter. Five patients with high vaginal insertion had recurrent vaginal stenosis and required a surgical revision. No patients presented menstrual obstruction or UTI after surgery. Eight of the 15 adult patients are sexually active. The reoperation to treat failed primary UGS treatment using Y-V flap and partial mobilization techniques associated with vaginal dilations, promoted good anatomical, and functional results with low morbidity in 75% of the patients.
Publicações recentes
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Monogenic lupus with SLC7A7 mutations: a retrospective study from a Chinese center.
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Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
- Urogenital sinus malformation: From development to management.
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Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:647794(Orphanet)
- MONDO:0957476(MONDO)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Artigo Wikipedia(Wikipedia)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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