Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A leucemia aguda de fenótipo misto com t(9;22)(q34.1;q11.2) é um tipo raro de leucemia aguda em que as células cancerígenas apresentam características de mais de um tipo celular (linfoide e mieloide) e carregam uma alteração cromossômica específica, a translocação entre os cromossomos 9 e 22. Essa alteração é a mesma encontrada na leucemia mieloide crônica e em algumas leucemias linfoides agudas, mas aqui ocorre em um contexto de leucemia de fenótipo misto. A doença pode afetar crianças, adolescentes, adultos e idosos.[1]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas são semelhantes aos de outras leucemias agudas e podem incluir fadiga, palidez, febre, infecções frequentes, sangramentos ou hematomas fáceis, dores ósseas e aumento de gânglios, baço ou fígado. Como a doença pode se manifestar em qualquer idade, desde a infância até a terceira idade, os sintomas iniciais podem variar de pessoa para pessoa.[1]
Causas genéticas
A principal alteração genética associada a esta doença é a translocação cromossômica t(9;22)(q34.1;q11.2), que resulta na formação do gene de fusão BCR-ABL1. Além disso, variantes nos genes FLT3 (que codifica a proteína tirosina quinase FLT3) e KMT2A (envolvida na regulação da expressão gênica) podem estar presentes e influenciar o comportamento da doença. A herança não é aplicável, pois a condição não é herdada, mas sim adquirida ao longo da vida.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico é feito por meio de exames de sangue, medula óssea e análise genética. A identificação da translocação t(9;22) é essencial para confirmar o subtipo. Testes genéticos estão disponíveis (mais de 330 tipos diferentes) e há mais de 880 variantes registradas no ClinVar que podem auxiliar na caracterização da doença. O código CID-10 associado é C92.7 (outras leucemias mieloides).[1][3]
Tratamento e manejo
O tratamento geralmente envolve quimioterapia combinada e, em muitos casos, o uso de medicamentos inibidores de tirosina quinase (como o mesilato de imatinibe) que atuam diretamente sobre a proteína BCR-ABL. O transplante de células-tronco hematopoéticas pode ser considerado em casos selecionados. Não há informações sobre cobertura específica pelo SUS para este subtipo. O manejo deve ser individualizado e realizado por equipe especializada em leucemias.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico depende de fatores como idade, resposta ao tratamento inicial e presença de alterações genéticas adicionais. A leucemia aguda de fenótipo misto com t(9;22) tende a ser mais agressiva e pode exigir terapias intensivas. O acompanhamento multidisciplinar é importante para manejar os efeitos colaterais do tratamento e oferecer suporte psicológico e social ao paciente e à família.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Leucemia aguda de fenótipo misto com t(9;22), associada a mutações em FLT3 e KMT2A. Apresenta características de linhagens mieloides e linfoides, com prognóstico desafiador.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A leucemia aguda de fenótipo misto com t(9;22)(q34.1;q11.2) é um tipo raro de leucemia aguda em que as células cancerígenas apresentam características de mais de um tipo celular (linfoide e mieloide) e carregam uma alteração cromossômica específica, a translocação entre os cromossomos 9 e 22. Essa alteração é a mesma encontrada na leucemia mieloide crônica e em algumas leucemias linfoides agudas, mas aqui ocorre em um contexto de leucemia de fenótipo misto. A doença pode afetar crianças, adolescentes, adultos e idosos.[1]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas são semelhantes aos de outras leucemias agudas e podem incluir fadiga, palidez, febre, infecções frequentes, sangramentos ou hematomas fáceis, dores ósseas e aumento de gânglios, baço ou fígado. Como a doença pode se manifestar em qualquer idade, desde a infância até a terceira idade, os sintomas iniciais podem variar de pessoa para pessoa.[1]
Causas genéticas
A principal alteração genética associada a esta doença é a translocação cromossômica t(9;22)(q34.1;q11.2), que resulta na formação do gene de fusão BCR-ABL1. Além disso, variantes nos genes FLT3 (que codifica a proteína tirosina quinase FLT3) e KMT2A (envolvida na regulação da expressão gênica) podem estar presentes e influenciar o comportamento da doença. A herança não é aplicável, pois a condição não é herdada, mas sim adquirida ao longo da vida.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico é feito por meio de exames de sangue, medula óssea e análise genética. A identificação da translocação t(9;22) é essencial para confirmar o subtipo. Testes genéticos estão disponíveis (mais de 330 tipos diferentes) e há mais de 880 variantes registradas no ClinVar que podem auxiliar na caracterização da doença. O código CID-10 associado é C92.7 (outras leucemias mieloides).[1][3]
Tratamento e manejo
O tratamento geralmente envolve quimioterapia combinada e, em muitos casos, o uso de medicamentos inibidores de tirosina quinase (como o mesilato de imatinibe) que atuam diretamente sobre a proteína BCR-ABL. O transplante de células-tronco hematopoéticas pode ser considerado em casos selecionados. Não há informações sobre cobertura específica pelo SUS para este subtipo. O manejo deve ser individualizado e realizado por equipe especializada em leucemias.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico depende de fatores como idade, resposta ao tratamento inicial e presença de alterações genéticas adicionais. A leucemia aguda de fenótipo misto com t(9;22) tende a ser mais agressiva e pode exigir terapias intensivas. O acompanhamento multidisciplinar é importante para manejar os efeitos colaterais do tratamento e oferecer suporte psicológico e social ao paciente e à família.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo
Do mais antigo ao mais recente
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
2 genes identificados com associação a esta condição. Padrão de herança: Not applicable.
Tyrosine-protein kinase that acts as a cell-surface receptor for the cytokine FLT3LG and regulates differentiation, proliferation and survival of hematopoietic progenitor cells and of dendritic cells. Promotes phosphorylation of SHC1 and AKT1, and activation of the downstream effector MTOR. Promotes activation of RAS signaling and phosphorylation of downstream kinases, including MAPK1/ERK2 and/or MAPK3/ERK1. Promotes phosphorylation of FES, FER, PTPN6/SHP, PTPN11/SHP-2, PLCG1, and STAT5A and/or
MembraneEndoplasmic reticulum lumen
Leukemia, acute myelogenous
A subtype of acute leukemia, a cancer of the white blood cells. AML is a malignant disease of bone marrow characterized by maturational arrest of hematopoietic precursors at an early stage of development. Clonal expansion of myeloid blasts occurs in bone marrow, blood, and other tissue. Myelogenous leukemias develop from changes in cells that normally produce neutrophils, basophils, eosinophils and monocytes.
Histone methyltransferase that plays an essential role in early development and hematopoiesis (PubMed:12453419, PubMed:15960975, PubMed:19187761, PubMed:19556245, PubMed:20677832, PubMed:21220120, PubMed:26886794). Catalytic subunit of the MLL1/MLL complex, a multiprotein complex that mediates both methylation of 'Lys-4' of histone H3 (H3K4me) complex and acetylation of 'Lys-16' of histone H4 (H4K16ac) (PubMed:12453419, PubMed:15960975, PubMed:19187761, PubMed:19556245, PubMed:20677832, PubMed:2
Nucleus
Wiedemann-Steiner syndrome
A syndrome characterized by hairy elbows (hypertrichosis cubiti), intellectual disability, a distinctive facial appearance, and short stature. Facial characteristics include long eyelashes, thick or arched eyebrows with a lateral flare, and downslanting and vertically narrow palpebral fissures.
Variantes genéticas (ClinVar)
889 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
36 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Leucemia aguda de fenótipo misto com t(9;22)(q34.1;q11.2)
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Ensaios em destaque
🟢 Recrutando agora
3 pesquisas recrutando participantes. Converse com seu médico sobre a possibilidade de participar.
Outros ensaios clínicos
0 ensaios clínicos encontrados.
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
Ainda não temos associações cadastradas para Leucemia aguda de fenótipo misto com t(9;22)(q34.1;q11.2).
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Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
Ainda não existe comunidade no Raras para Leucemia aguda de fenótipo misto com t(9;22)(q34.1;q11.2)
Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:589534(Orphanet)
- MONDO:0035639(MONDO)
- GARD:22354(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Artigo Wikipedia(Wikipedia)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Leucemia aguda de fenótipo misto com t(9;22)(q34.1;q11.2)
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)