Miopatia de inclusão é uma doença neuromuscular rara caracterizada por fraqueza muscular progressiva, levando a distonia, quedas e dificuldade respiratória. Histologicamente, apresenta fibras musculares com inclusões e alterações morfológicas diversas.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A miopatia de inclusão é uma doença neuromuscular rara que afeta principalmente os músculos esqueléticos. Ela se caracteriza por fraqueza muscular progressiva e pode estar associada a uma variedade de sintomas, como dificuldade para respirar (dispneia), quedas frequentes e alterações na marcha. A doença pode se manifestar em diferentes idades e apresenta um espectro amplo de fenótipos, que vão desde fraqueza muscular isolada até envolvimento de outros sistemas, como o sistema nervoso.[1][3]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da miopatia de inclusão são variados e podem incluir fraqueza muscular, quedas frequentes, dificuldade para respirar (dispneia) e ortopneia (falta de ar ao deitar). Em alguns casos, podem ocorrer distonia (contrações musculares involuntárias), limitação de movimento do quadril, hiperlordose (aumento da curvatura da coluna lombar) e insuficiência respiratória devido à fraqueza muscular. Outros achados incluem catarata, baixa estatura, fraturas patológicas, aumento da suscetibilidade a fraturas e anormalidades na morfologia dos ossos longos. A doença também pode afetar o sistema nervoso, levando a disfunção do neurônio motor superior, comprometimento da linguagem, discalculia e, em alguns casos, esclerose lateral amiotrófica (ELA). Alterações na bexiga urinária, como disfunção do esfíncter, e neuropatia axonal sensorial também foram descritas. Exames como eletromiografia (EMG) podem mostrar sinais de desnervação crônica.[1][3]
Causas genéticas
A miopatia de inclusão tem causas genéticas heterogêneas. Mutações em vários genes já foram associadas à doença, incluindo GNE, SELENON, MYH2, VMA21, VCP, HNRNPA2B1, HNRNPA1, TTN e ANXA11. Cada um desses genes desempenha funções importantes nas células musculares, como a produção de energia, a manutenção da estrutura muscular e o processamento de proteínas. A herança pode variar de acordo com o gene envolvido, mas os dados específicos sobre o padrão de herança para a doença como um todo não estão disponíveis nas fontes consultadas.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico da miopatia de inclusão é baseado na avaliação clínica, nos achados de exames complementares e na confirmação genética. Existem 336 testes genéticos disponíveis para a doença, e 827 variantes genéticas foram registradas no ClinVar, um banco de dados público que relaciona variantes genéticas a fenótipos. A identificação de uma mutação em um dos genes associados (como GNE, VCP, MYH2, entre outros) pode confirmar o diagnóstico. A análise do tecido muscular (biópsia) pode revelar características típicas, como fibras musculares com núcleos internos, predominância de fibras tipo 1, hipertrofia de fibras e miopatia necrosante.[1][4][5]
Tratamento e manejo
Atualmente, não há cura para a miopatia de inclusão, e o tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O acompanhamento multidisciplinar é essencial e pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional, suporte respiratório (como ventilação não invasiva) e aconselhamento genético. O tratamento medicamentoso é baseado em evidências da literatura, mas não há um consenso estabelecido. No Brasil, a doença não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para procedimentos ou medicamentos.[1][5]
Tratamentos citados na literatura
A literatura científica (fonte: PubTator3) menciona associações entre a miopatia de inclusão e diversos fármacos, com base em mineração de textos. É importante destacar que estas são associações observadas em publicações e não representam recomendações de tratamento. Os fármacos mais citados são: Prednisona (20 publicações), Esteroides (20), Metotrexato (18), Azatioprina (11), Bimagrumabe (10), Alemtuzumabe (7), Sirolimo (7), Prednisolona (6), Rituximabe (6) e Ciclosporina (5).[5]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico da miopatia de inclusão é variável e depende da gravidade dos sintomas, da idade de início e da presença de complicações respiratórias. A fraqueza muscular progressiva pode levar a limitações funcionais significativas, como dificuldade para andar, quedas e necessidade de auxílio para atividades diárias. A insuficiência respiratória é uma complicação grave que pode impactar a sobrevida. O suporte multidisciplinar e o manejo adequado dos sintomas são fundamentais para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.[1][3]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Miopatia de inclusão é uma doença neuromuscular rara caracterizada por fraqueza muscular progressiva, levando a distonia, quedas e dificuldade respiratória. Histologicamente, apresenta fibras musculares com inclusões e alterações morfológicas diversas.
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A miopatia de inclusão é uma doença neuromuscular rara que afeta principalmente os músculos esqueléticos. Ela se caracteriza por fraqueza muscular progressiva e pode estar associada a uma variedade de sintomas, como dificuldade para respirar (dispneia), quedas frequentes e alterações na marcha. A doença pode se manifestar em diferentes idades e apresenta um espectro amplo de fenótipos, que vão desde fraqueza muscular isolada até envolvimento de outros sistemas, como o sistema nervoso.[1][3]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da miopatia de inclusão são variados e podem incluir fraqueza muscular, quedas frequentes, dificuldade para respirar (dispneia) e ortopneia (falta de ar ao deitar). Em alguns casos, podem ocorrer distonia (contrações musculares involuntárias), limitação de movimento do quadril, hiperlordose (aumento da curvatura da coluna lombar) e insuficiência respiratória devido à fraqueza muscular. Outros achados incluem catarata, baixa estatura, fraturas patológicas, aumento da suscetibilidade a fraturas e anormalidades na morfologia dos ossos longos. A doença também pode afetar o sistema nervoso, levando a disfunção do neurônio motor superior, comprometimento da linguagem, discalculia e, em alguns casos, esclerose lateral amiotrófica (ELA). Alterações na bexiga urinária, como disfunção do esfíncter, e neuropatia axonal sensorial também foram descritas. Exames como eletromiografia (EMG) podem mostrar sinais de desnervação crônica.[1][3]
Causas genéticas
A miopatia de inclusão tem causas genéticas heterogêneas. Mutações em vários genes já foram associadas à doença, incluindo GNE, SELENON, MYH2, VMA21, VCP, HNRNPA2B1, HNRNPA1, TTN e ANXA11. Cada um desses genes desempenha funções importantes nas células musculares, como a produção de energia, a manutenção da estrutura muscular e o processamento de proteínas. A herança pode variar de acordo com o gene envolvido, mas os dados específicos sobre o padrão de herança para a doença como um todo não estão disponíveis nas fontes consultadas.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico da miopatia de inclusão é baseado na avaliação clínica, nos achados de exames complementares e na confirmação genética. Existem 336 testes genéticos disponíveis para a doença, e 827 variantes genéticas foram registradas no ClinVar, um banco de dados público que relaciona variantes genéticas a fenótipos. A identificação de uma mutação em um dos genes associados (como GNE, VCP, MYH2, entre outros) pode confirmar o diagnóstico. A análise do tecido muscular (biópsia) pode revelar características típicas, como fibras musculares com núcleos internos, predominância de fibras tipo 1, hipertrofia de fibras e miopatia necrosante.[1][4][5]
Tratamento e manejo
Atualmente, não há cura para a miopatia de inclusão, e o tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O acompanhamento multidisciplinar é essencial e pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional, suporte respiratório (como ventilação não invasiva) e aconselhamento genético. O tratamento medicamentoso é baseado em evidências da literatura, mas não há um consenso estabelecido. No Brasil, a doença não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para procedimentos ou medicamentos.[1][5]
Tratamentos citados na literatura
A literatura científica (fonte: PubTator3) menciona associações entre a miopatia de inclusão e diversos fármacos, com base em mineração de textos. É importante destacar que estas são associações observadas em publicações e não representam recomendações de tratamento. Os fármacos mais citados são: Prednisona (20 publicações), Esteroides (20), Metotrexato (18), Azatioprina (11), Bimagrumabe (10), Alemtuzumabe (7), Sirolimo (7), Prednisolona (6), Rituximabe (6) e Ciclosporina (5).[5]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico da miopatia de inclusão é variável e depende da gravidade dos sintomas, da idade de início e da presença de complicações respiratórias. A fraqueza muscular progressiva pode levar a limitações funcionais significativas, como dificuldade para andar, quedas e necessidade de auxílio para atividades diárias. A insuficiência respiratória é uma complicação grave que pode impactar a sobrevida. O suporte multidisciplinar e o manejo adequado dos sintomas são fundamentais para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.[1][3]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 48 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 146 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
9 genes identificados com associação a esta condição.
Bifunctional enzyme that possesses both UDP-N-acetylglucosamine 2-epimerase and N-acetylmannosamine kinase activities, and serves as the initiator of the biosynthetic pathway leading to the production of N-acetylneuraminic acid (NeuAc), a critical precursor in the synthesis of sialic acids. By catalyzing this pivotal and rate-limiting step in sialic acid biosynthesis, this enzyme assumes a pivotal role in governing the regulation of cell surface sialylation, playing a role in embryonic angiogene
Cytoplasm, cytosol
Sialuria
In sialuria, free sialic acid accumulates in the cytoplasm and gram quantities of neuraminic acid are secreted in the urine. The metabolic defect involves lack of feedback inhibition of UDP-GlcNAc 2-epimerase by CMP-Neu5Ac, resulting in constitutive overproduction of free Neu5Ac. Clinical features include variable degrees of developmental delay, coarse facial features and hepatomegaly. Sialuria inheritance is autosomal dominant.
Plays an important role in cell protection against oxidative stress and in the regulation of redox-related calcium homeostasis. Regulates the calcium level of the ER by protecting the calcium pump ATP2A2 against the oxidoreductase ERO1A-mediated oxidative damage. Within the ER, ERO1A activity increases the concentration of H(2)O(2), which attacks the luminal thiols in ATP2A2 and thus leads to cysteinyl sulfenic acid formation (-SOH) and SEPN1 reduces the SOH back to free thiol (-SH), thus restor
Endoplasmic reticulum membrane
Congenital myopathy 3 with rigid spine
An autosomal recessive, slowly progressive muscular disorder apparent from birth or early childhood and characterized by hypotonia, proximal muscle weakness, poor axial muscle strength, scoliosis and neck weakness, and a variable degree of spinal rigidity. Most patients remain ambulatory. Early ventilatory insufficiency may lead to death by respiratory failure. Additional features may include facial muscle weakness, amyotrophy, joint contractures, distal hyperlaxity, pulmonary hypertension with secondary cardiac dysfunction, and insulin resistance in patients with a low BMI. Skeletal muscle biopsy typically shows multiminicores and other abnormal non-specific myopathic findings.
Myosins are actin-based motor molecules with ATPase activity essential for muscle contraction
Cytoplasm, myofibril
Congenital myopathy 6 with ophthalmoplegia
A muscular disorder characterized by mild-to-moderate muscle weakness, ophthalmoplegia, and contractures at birth in some patients. Muscle biopsies from patients show predominance of type 1 fibers and small or absent type 2A fibers. The disease is non-progressive or it progresses very slowly. Inheritance is autosomal dominant or recessive.
Required for the assembly of the V0 complex of the vacuolar ATPase (V-ATPase) in the endoplasmic reticulum
Endoplasmic reticulum membraneEndoplasmic reticulum-Golgi intermediate compartment membraneCytoplasmic vesicle, COPII-coated vesicle membrane
Myopathy, X-linked, with excessive autophagy
A muscle disorder characterized by childhood early onset of a slowly progressive proximal limb muscle weakness (especially in legs) and elevation of serum creatine kinase, without evidence of cardiac, respiratory or central nervous system involvement. Histopathological analysis reveals diseased muscle fibers that are not necrotic, but show abnormal autophagic vacuolation as a manifestation of excessive autophagic activity in skeletal muscle cells.
Necessary for the fragmentation of Golgi stacks during mitosis and for their reassembly after mitosis. Involved in the formation of the transitional endoplasmic reticulum (tER). The transfer of membranes from the endoplasmic reticulum to the Golgi apparatus occurs via 50-70 nm transition vesicles which derive from part-rough, part-smooth transitional elements of the endoplasmic reticulum (tER). Vesicle budding from the tER is an ATP-dependent process. The ternary complex containing UFD1, VCP and
Cytoplasm, cytosolEndoplasmic reticulumNucleusCytoplasm, Stress granule
Inclusion body myopathy with early-onset Paget disease with or without frontotemporal dementia 1
An autosomal dominant disease characterized by disabling muscle weakness clinically resembling to limb girdle muscular dystrophy, osteolytic bone lesions consistent with Paget disease, and premature frontotemporal dementia. Clinical features show incomplete penetrance.
Heterogeneous nuclear ribonucleoprotein (hnRNP) that associates with nascent pre-mRNAs, packaging them into hnRNP particles. The hnRNP particle arrangement on nascent hnRNA is non-random and sequence-dependent and serves to condense and stabilize the transcripts and minimize tangling and knotting. Packaging plays a role in various processes such as transcription, pre-mRNA processing, RNA nuclear export, subcellular location, mRNA translation and stability of mature mRNAs (PubMed:19099192). Forms
NucleusNucleus, nucleoplasmCytoplasmCytoplasmic granuleSecreted, extracellular exosome
Inclusion body myopathy with early-onset Paget disease with or without frontotemporal dementia 2
An autosomal dominant disease characterized by disabling muscle weakness clinically resembling to limb girdle muscular dystrophy, osteolytic bone lesions consistent with Paget disease, and premature frontotemporal dementia. Clinical features show incomplete penetrance.
Involved in the packaging of pre-mRNA into hnRNP particles, transport of poly(A) mRNA from the nucleus to the cytoplasm and modulation of splice site selection (PubMed:17371836). Plays a role in the splicing of pyruvate kinase PKM by binding repressively to sequences flanking PKM exon 9, inhibiting exon 9 inclusion and resulting in exon 10 inclusion and production of the PKM M2 isoform (PubMed:20010808). Binds to the IRES and thereby inhibits the translation of the apoptosis protease activating
NucleusCytoplasm
Inclusion body myopathy with early-onset Paget disease with or without frontotemporal dementia 3
An autosomal dominant disease characterized by disabling muscle weakness clinically resembling to limb girdle muscular dystrophy, osteolytic bone lesions consistent with Paget disease, and premature frontotemporal dementia. Clinical features show incomplete penetrance.
Key component in the assembly and functioning of vertebrate striated muscles. By providing connections at the level of individual microfilaments, it contributes to the fine balance of forces between the two halves of the sarcomere. The size and extensibility of the cross-links are the main determinants of sarcomere extensibility properties of muscle. In non-muscle cells, seems to play a role in chromosome condensation and chromosome segregation during mitosis. Might link the lamina network to ch
CytoplasmNucleus
Myopathy, myofibrillar, 9, with early respiratory failure
An autosomal dominant myopathy characterized by adulthood onset of weakness in proximal, distal, axial and respiratory muscles. Pelvic girdle weakness, foot drop and neck weakness are the main symptoms at onset, but ultimately the weakness usually involves the proximal compartment of both upper and lower limbs. Additional features include variable degrees of Achilles tendon contractures, spinal rigidity and muscle hypertrophy. Respiratory involvement often leads to requirement for non-invasive ventilation support.
Binds specifically to calcyclin in a calcium-dependent manner (By similarity). Required for midbody formation and completion of the terminal phase of cytokinesis
CytoplasmMelanosomeNucleus envelopeNucleus, nucleoplasmCytoplasm, cytoskeleton, spindle
Amyotrophic lateral sclerosis 23
A form of amyotrophic lateral sclerosis, a neurodegenerative disorder affecting upper motor neurons in the brain and lower motor neurons in the brain stem and spinal cord, resulting in fatal paralysis. Sensory abnormalities are absent. The pathologic hallmarks of the disease include pallor of the corticospinal tract due to loss of motor neurons, presence of ubiquitin-positive inclusions within surviving motor neurons, and deposition of pathologic aggregates. The etiology of amyotrophic lateral sclerosis is likely to be multifactorial, involving both genetic and environmental factors. The disease is inherited in 5-10% of the cases. ALS23 is an autosomal dominant form with incomplete penetrance.
Variantes genéticas (ClinVar)
827 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
35 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
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Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
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- [Distal myopathies].
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Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:206662(Orphanet)
- MONDO:0016112(MONDO)
- GARD:20364(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55785940(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Miopatia de inclusão
📋 Origem dos dados
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- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata