Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
As Neoplasias Endócrinas Múltiplas (NEM) são um grupo de doenças hereditárias caracterizadas pelo desenvolvimento simultâneo ou sequencial de tumores em duas ou mais glândulas endócrinas. Esses tumores podem ser benignos (adenomas) ou malignos (carcinomas) e afetam principalmente glândulas como paratireoides, pâncreas, hipófise e adrenais. A condição é causada por mutações em genes específicos que controlam o crescimento celular, levando a uma produção excessiva de hormônios e a uma variedade de sintomas clínicos.[1][2]
Sinais e sintomas
Os sintomas das Neoplasias Endócrinas Múltiplas são variados e dependem dos hormônios produzidos em excesso pelos tumores. Entre os sinais e sintomas mais comuns estão: fadiga, náusea e vômito, anemia, taquicardia e arritmias cardíacas. Podem ocorrer também manifestações gastrointestinais como hemorragia digestiva, disfagia (dificuldade para engolir), obstrução intestinal e ascite (acúmulo de líquido no abdômen). Alterações metabólicas como hipoglicemia (queda do açúcar no sangue) e aumento dos níveis de glucagon também são observadas. Em alguns casos, há aumento da concentração de prolactina no sangue, hiperatividade adrenal, além de tumores estromais gastrointestinais (GIST) e leiomiossarcomas. Outros achados incluem linfadenopatia (ínguas), infiltrados pulmonares, pectus excavatum (peito escavado), manchas café com leite na pele, adenomas sebáceos, deficiência auditiva e zumbido, e paralisia de nervos cranianos.[1][2]
Causas genéticas
As Neoplasias Endócrinas Múltiplas são causadas por mutações em diversos genes que regulam o crescimento e a divisão celular. Os principais genes associados à condição incluem: MEN1 (que produz a proteína menina), RET (um receptor de tirosina quinase), CDKN1B (inibidor de quinase dependente de ciclina 1B), e os genes da succinato desidrogenase (SDHA, SDHB, SDHC, SDHD). Outros genes envolvidos são NTRK1 (receptor do fator de crescimento nervoso), ESR2 (receptor de estrogênio beta) e CDKN2B (inibidor de quinase dependente de ciclina 2B). Cada um desses genes, quando alterado, pode predispor ao desenvolvimento de tumores em múltiplas glândulas endócrinas.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico das Neoplasias Endócrinas Múltiplas é baseado na avaliação clínica, exames de imagem para detectar tumores, dosagens hormonais e, fundamentalmente, no teste genético. A identificação de uma mutação em um dos genes associados (como MEN1, RET, SDHA, SDHB, SDHC, SDHD, CDKN1B, NTRK1, ESR2 ou CDKN2B) confirma o diagnóstico. Atualmente, existem 336 testes genéticos disponíveis para a condição, e mais de 1.239 variantes genéticas diferentes já foram registradas no banco de dados ClinVar, o que demonstra a diversidade genética da doença.[1][3]
Tratamento e manejo
O tratamento das Neoplasias Endócrinas Múltiplas é individualizado e depende dos tipos de tumores presentes, dos hormônios envolvidos e da extensão da doença. As abordagens podem incluir cirurgia para remoção dos tumores, medicamentos para controlar a produção hormonal excessiva e acompanhamento regular com exames de imagem e dosagens hormonais. É importante que o paciente seja acompanhado por uma equipe multidisciplinar, incluindo endocrinologistas, cirurgiões, geneticistas e oncologistas. No Brasil, a condição não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para procedimentos ou medicamentos padronizados.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico das Neoplasias Endócrinas Múltiplas varia amplamente conforme o tipo de tumor, a agressividade e a precocidade do diagnóstico. O acompanhamento regular e o tratamento adequado dos tumores podem melhorar significativamente a qualidade de vida e a sobrevida dos pacientes. No entanto, como a doença pode evoluir com o surgimento de novos tumores ao longo da vida, o monitoramento contínuo é essencial.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
As neoplasias endócrinas múltiplas reúnem uma categoria clínica caracterizada pelo aparecimento de tumores em diferentes glândulas do corpo. A pessoa pode notar sintomas decorrentes do excesso ou falta de hormônios, como fraqueza intensa, baixa de açúcar no sangue, além de náuseas e desconfortos digestivos. O diagnóstico apoia-se no rastreamento de tumores glandulares e pode ser confirmado com o apoio de testes genéticos específicos. No Brasil, a condição não consta na lista oficial de PCDT de doenças raras do Ministério da Saúde, devendo o paciente buscar assistência nos serviços especializados do SUS.
Doença rara caracterizada por múltiplos tumores em glândulas endócrinas, associada a pectus excavatum, infiltrados pulmonares, náuseas, vômitos, anemia, fadiga e alterações cardíacas. Pode envolver mutações em genes como SDHD e NTRK1.
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Partes do corpo afetadas
+ 68 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 178 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
10 genes identificados com associação a esta condição.
Pheochromocytoma/paraganglioma syndrome 1
A form of pheochromocytoma/paraganglioma syndrome, a tumor predisposition syndrome characterized by the development of neuroendocrine tumors, usually in adulthood. Pheochromocytomas are catecholamine-producing tumors that arise from chromaffin cells in the adrenal medulla. Paragangliomas develop from sympathetic paraganglia in the thorax, abdomen, and pelvis, as well as from parasympathetic paraganglia in the head and neck. PPGL1 inheritance is autosomal dominant.
Mitochondrial complex II deficiency, nuclear type 1
A disorder of the mitochondrial respiratory chain with heterogeneous clinical manifestations. Clinical features include psychomotor regression in infants, poor growth with lack of speech development, severe spastic quadriplegia, dystonia, progressive leukoencephalopathy, muscle weakness, exercise intolerance, cardiomyopathy. Some patients manifest Leigh syndrome or Kearns-Sayre syndrome. MC2DN1 inheritance is autosomal recessive.
Congenital insensitivity to pain with anhidrosis
Characterized by a congenital insensitivity to pain, anhidrosis (absence of sweating), absence of reaction to noxious stimuli, self-mutilating behavior, and intellectual disability. This rare autosomal recessive disorder is also known as congenital sensory neuropathy with anhidrosis or hereditary sensory and autonomic neuropathy type IV or familial dysautonomia type II.
Ovarian dysgenesis 8
An autosomal dominant form of ovarian dysgenesis, a disorder characterized by lack of spontaneous pubertal development, primary amenorrhea, uterine hypoplasia, and hypergonadotropic hypogonadism as a result of streak gonads.
Pheochromocytoma/paraganglioma syndrome 3
A form of pheochromocytoma/paraganglioma syndrome, a tumor predisposition syndrome characterized by the development of neuroendocrine tumors, usually in adulthood. Pheochromocytomas are catecholamine-producing tumors that arise from chromaffin cells in the adrenal medulla. Paragangliomas develop from sympathetic paraganglia in the thorax, abdomen, and pelvis, as well as from parasympathetic paraganglia in the head and neck. PPGL3 inheritance is autosomal dominant.
Pheochromocytoma/paraganglioma syndrome 4
A form of pheochromocytoma/paraganglioma syndrome, a tumor predisposition syndrome characterized by the development of neuroendocrine tumors, usually in adulthood. Pheochromocytomas are catecholamine-producing tumors that arise from chromaffin cells in the adrenal medulla. Paragangliomas develop from sympathetic paraganglia in the thorax, abdomen, and pelvis, as well as from parasympathetic paraganglia in the head and neck. PPGL4 inheritance is autosomal dominant.
Hirschsprung disease 1
A disorder of neural crest development characterized by absence of enteric ganglia along a variable length of the intestine. It is the most common cause of congenital intestinal obstruction. Early symptoms range from complete acute neonatal obstruction, characterized by vomiting, abdominal distention and failure to pass stool, to chronic constipation in the older child.
Multiple endocrine neoplasia 4
Multiple endocrine neoplasia (MEN) syndromes are inherited cancer syndromes of the thyroid. MEN4 is a MEN-like syndrome with a phenotypic overlap of both MEN1 and MEN2.
Familial multiple endocrine neoplasia type I
Autosomal dominant disorder characterized by tumors of the parathyroid glands, gastro-intestinal endocrine tissue, the anterior pituitary and other tissues. Cutaneous lesions and nervous-tissue tumors can exist. Prognosis in MEN1 patients is related to hormonal hypersecretion by tumors, such as hypergastrinemia causing severe peptic ulcer disease (Zollinger-Ellison syndrome, ZES), primary hyperparathyroidism, and acute forms of hyperinsulinemia.
Variantes genéticas (ClinVar)
1.239 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
49 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
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Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Case Report: Novel likely pathogenic MEN1 mosaic mutation in the family with MEN-1 syndrome.
Multiple endocrine neoplasia type 1 (MEN-1; OMIM 131100) is a rare, autosomal dominant syndrome caused by heterozygous inactivating mutations in the MEN1 tumor suppressor gene (11q13; OMIM 613733). MEN-1 is characterized by polyglandular pathology, which typically involves the parathyroid glands (90%), pancreas (30-80%) and anterior pituitary (15-50%). To date, over 1,600 pathogenic MEN1 variants have been documented, including nonsense, frameshift, and splice-site mutations, as well as rare large deletions. While germline mutation detection rates reach 70-90% in clinically diagnosed probands, approximately 10-30% of phenotypically confirmed MEN-1 families test negative by conventional sequencing, suggesting possible regulatory region defects, deep intronic mutations, or mosaic variants. In cases where MEN1 germline testing is negative despite a clinical MEN-1 phenotype, somatic mosaicism should be considered. We investigated a familial cohort presenting with primary hyperparathyroidism, multifocal pancreatic and pituitary neuroendocrine neoplasms - a triad strongly suggestive of MEN-1. Using a multi-tissue sequencing approach, we analyzed DNA extracted from peripheral blood leukocytes and parathyroid adenomas tissue via both Sanger sequencing and next-generation sequencing (NGS) with high coverage. While conventional Sanger analysis failed to detect a mutation, targeted NGS revealed a novel, likely pathogenic MEN1 variant present at low allele frequency (5-15%), consistent with postzygotic mosaicism. The variant was classified as pathogenic per ACMG/AMP guidelines and correlated with disease manifestations in affected tissues. These findings demonstrate that high-coverage NGS of multiple tissues is critical for identifying low-level mosaic MEN1 mutations missed by standard testing. Alternative screening methods are required for patients with strong clinical indications of MEN-1 and/or a family history, but negative germline test results, one such method is NGS with high coverage.
Increase in serum parathyroid hormone level intraoperatively after parathyroidectomy for primary hyperparathyroidism.
To evaluate the significance of increased of intraoperative parathyroid hormone(IOPTH) 10 min after parathyroidectomy in primary hyperparathyroidism. All patients underwent parathyroidectomy were retrospectively included. Following the results of IOPTH, three groups were defined: Group 1: increased of IOPTH, Group 2: <50 % decreased of IOPTH, and Group 3: >50 % decreased of IOPTH. Unilateral approach was performed and shifted to bilateral neck exploration(BNE) when indicated. There were single adenoma, double adenomas, and hyperplasia in 84 %, 5 %, and 11 % of cases respectively. We noted that 100 %, 80 %, and 4 % of patients had a polyglandular diseases in Groups 1, 2, and 3 respectively. Double adenoma and hyperplasia were present in 55 %, and 45 %, 22 %, and 58 %, 1 %, and 3 % in Groups 1, 2, and 3 respectively. Female patients represented 55 %, 71 %, and 81 % of patients in Groups 1, 2, and 3 respectively. Cure rate was 99 %. Patients with increased of IOPTH level 10 min after parathyroidectomy had a polyglandular diseases in 100 % of cases and needed BNE.
Paradoxical cerebral embolism caused by patent foramen ovale in a patient with multiple endocrine neoplasia type 1 and severe primary hyperparathyroidism.
A man in his late 30s with gait difficulty, dysarthria, impaired consciousness and polyuria was diagnosed with left thalamic infarction. Hypercalcaemia (3.52 mmol/L (2.15-2.52)), high intact-parathyroid hormone (i-PTH) levels (88.8 pmol/L (1.1-6.9)) and high D-dimer levels (14.7 mg/L (<1.0)) were identified, followed by a positive microbubble test on transesophageal echocardiogram, suggesting high-risk patent foramen ovale (PFO) for ischaemic stroke. Paradoxical cerebral embolism via PFO, complicated by a hypercoagulable state and hypercalcemic dehydration, was considered. Polyglandular parathyroid hyperplasia, plus radiolucent mandibular tumours, suggested multiple endocrine neoplasia type 1 (MEN1) or hyperparathyroidism-jaw tumour syndrome. Genetic testing confirmed MEN1. Treatment was 24 mg of oral evocalcet and total parathyroidectomy with forearm autotransplantation, resulting in improved serum calcium and i-PTH levels. Finally, he underwent transcatheter PFO closure. We emphasise careful, etiological pursuit in young-onset stroke and the usefulness of genetic testing in differentiating hyperparathyroidism associated with mandibular tumours.
First proof of association between autoimmune polyglandular syndrome and multiple endocrine neoplasia in humans.
Autoimmune Addison's disease (AAD) is a rare condition occurring either in isolation or associated with other autoimmune diseases as part of an autoimmune polyglandular syndrome (APS) type 1, 2 or 4. Multiple endocrine neoplasia (MEN) type 1, 2 or 4 is a hereditary autosomal dominant cancer syndrome. Medullary thyroid carcinoma and pheochromocytoma are neoplasms common to MEN-2a and MEN-2b. We describe a unique, complex case of a man resulted affected by both APS-2 and MEN-2a. The patient developed Hashimoto's thyroiditis, diabetes mellitus type 1 and AAD, despite testing negative for adrenal cortex autoantibodies (ACA) and steroid 21-hydroxylase autoantibodies (21-OHAb). Moreover, he had also a family history for MEN-2a and he first developed medullay thyroid cancer, then bilateral pheochromocytoma on the adrenal substrate of an AAD. On adrenal histology we found complete bilateral cortical atrophy in the presence of a lymphocytic infiltration and fibrosis, confirming an ACA and 21-OHAb-negative AAD. This datum is the first documented in a living individual and confirms that the absence of autoantibodies is not incompatible with an autoimmune disease and confirms that AAD is a cell-mediated autoimmune disease limited to the adrenal cortex and sparing medullary. In the light of a literature review concerning the association between APS and MEN, this is the first proven case to be reported in humans. Finally, our findings suggest that adrenal medullary tumor can develop even on an adrenal gland with cortical atrophy due to autoimmune adrenalitis.
Isolated adrenocorticotropic hormone deficiency and thyroiditis associated with nivolumab therapy in a patient with advanced lung adenocarcinoma: a case report and review of the literature.
Immune checkpoint inhibitors are a promising class of anticancer drugs. The clinical benefits afforded by immune checkpoint inhibitors can be accompanied by immune-related adverse events that affect multiple organs, and endocrine immune-related adverse events include thyroiditis and hypophysitis. Hypophysitis is less frequent and has a less severe clinical presentation in patients treated with other immune checkpoint inhibitors, such as nivolumab, pembrolizumab, and atezolizumab, than in those treated with ipilimumab. However, studies have described isolated adrenocorticotropic hormone deficiency cases associated with nivolumab, pembrolizumab, and atezolizumab therapy, most of which occurred during the course of immune checkpoint inhibitor therapy. We report a rare case of patient with isolated adrenocorticotropic hormone deficiency that occurred after nivolumab therapy. A 69-year-old Japanese woman with advanced lung adenocarcinoma developed painless thyroiditis with transient elevations of serum thyroid hormones during 3 months of cancer treatment with nivolumab and began thyroid hormone replacement therapy for subsequent primary hypothyroidism. Four months after nivolumab therapy was discontinued, she developed isolated adrenocorticotropic hormone deficiency; corticosteroid replacement therapy relieved her secondary adrenal insufficiency symptoms, such as anorexia and fatigue. Human leukocyte antigen typing revealed the presence of DRB1*04:05-DQB1*04:01-DQA1*03:03 and DRB1*09:01-DQB1*03:03-DQA1*03:02 haplotypes, which increase susceptibility to autoimmune polyendocrine syndrome associated with thyroid and pituitary disorders in the Japanese population. Our patient developed thyroiditis during cancer treatment with nivolumab and subsequently exhibited isolated adrenocorticotropic hormone deficiency 4 months after discontinuing the drug. Administration of nivolumab in combination with a genetic predisposition to polyglandular autoimmunity probably caused both the thyroiditis and hypophysitis, resulting in primary hypothyroidism and isolated adrenocorticotropic hormone deficiency, respectively, in our patient. The present case highlights the need for physicians to be aware that endocrine immune-related adverse events, including hypophysitis, can occur more than several months after discontinuing a drug.
Publicações recentes
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Isolated adrenocorticotropic hormone deficiency and thyroiditis associated with nivolumab therapy in a patient with advanced lung adenocarcinoma: a case report and review of the literature.
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Case Report: Novel likely pathogenic MEN1 mosaic mutation in the family with MEN-1 syndrome.
Frontiers in endocrinologyIncrease in serum parathyroid hormone level intraoperatively after parathyroidectomy for primary hyperparathyroidism.
American journal of otolaryngologyParadoxical cerebral embolism caused by patent foramen ovale in a patient with multiple endocrine neoplasia type 1 and severe primary hyperparathyroidism.
BMJ case reportsFirst proof of association between autoimmune polyglandular syndrome and multiple endocrine neoplasia in humans.
Endocrine journalIsolated adrenocorticotropic hormone deficiency and thyroiditis associated with nivolumab therapy in a patient with advanced lung adenocarcinoma: a case report and review of the literature.
Journal of medical case reportsEarly-onset, severe, and recurrent primary hyperparathyroidism associated with a novel CDC73 mutation.
Endocrine journalAssociações
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Perguntas frequentes
O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu
Trata-se de uma categoria médica que envolve a formação de tumores em mais de uma glândula endócrina do organismo. Essa classificação clínica agrupa diferentes desordens associadas ao crescimento glandular excessivo.
Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
4 fontes citadas no texto · 5 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 5 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (2026). Neoplasias endócrinas múltiplas. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/neoplasias-endocrinas-multiplas
Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.
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Neoplasias endócrinas múltiplas
📋 Origem dos dados
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- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata