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Osteocondromatose carpo-társica
ORPHA:2767CID-10 · D16.9CID-11 · LD24.2YOMIM 127820DOENÇA RARA
Início adultaHerança AD
Sinônimos clínicos: Síndrome Maroteaux-le Merrer-Bensahel

Doença rara caracterizada por múltiplos osteocondromas (tumores benignos de osso e cartilagem) nas articulações do carpo e tarso. Causa dor, deformidade e limitação de movimento, afetando a marcha e a função das mãos.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 03/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Osteocondromatose carpo-társica é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos e cartilagens. Ela é caracterizada pelo crescimento de múltiplos osteocondromas (tumores ósseos benignos formados por osso e cartilagem) localizados especificamente nos ossos do carpo (punho) e do tarso (tornozelo). A condição é tão rara que sua prevalência é estimada em menos de 1 caso para cada 1.000.000 de pessoas na população geral.[1]

Sinais e sintomas

Os sintomas geralmente começam na idade adulta. As principais manifestações incluem dor, inchaço e limitação dos movimentos nas regiões do punho e do tornozelo, devido à presença dos osteocondromas. Em alguns casos, pode haver deformidade visível nessas articulações. Como os tumores são benignos, eles não se espalham para outras partes do corpo, mas podem causar desconforto local e impacto na função articular.[1]

Causas genéticas

A Osteocondromatose carpo-társica é uma condição genética com padrão de herança autossômico dominante. Isso significa que uma cópia alterada do gene responsável (herdada de um dos pais ou surgindo como uma mutação nova) é suficiente para causar a doença. Até o momento, o gene específico associado a esta condição ainda não foi identificado (símbolo do gene: não disponível). A base genética está documentada em fontes como OMIM (código 127820) e Orphanet.[1][2][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica e em exames de imagem (como radiografias, tomografia computadorizada ou ressonância magnética) que mostram a presença de osteocondromas nos ossos do carpo e do tarso. Exames genéticos podem ser realizados para confirmar o diagnóstico, embora o gene específico ainda não tenha sido identificado. Não há informações disponíveis sobre testes genéticos específicos ou variantes catalogadas no ClinVar para esta condição.[1][2][4]

Tratamento e manejo

Atualmente, não há um tratamento específico ou medicamento aprovado para a Osteocondromatose carpo-társica. O manejo é focado no alívio dos sintomas e na melhora da função articular. Isso pode incluir fisioterapia, uso de analgésicos ou anti-inflamatórios (sempre sob orientação médica) e, em casos mais graves, cirurgia para remoção dos osteocondromas que causam dor intensa ou limitação funcional. Não há cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para esta condição no Brasil.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico geralmente é bom, pois os osteocondromas são tumores benignos e não comprometem a expectativa de vida. No entanto, a qualidade de vida pode ser afetada pela dor crônica e pela limitação dos movimentos do punho e do tornozelo. O acompanhamento regular com ortopedista e fisioterapeuta é importante para monitorar o crescimento das lesões e ajustar o tratamento conforme necessário.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Doença rara caracterizada por múltiplos osteocondromas (tumores benignos de osso e cartilagem) nas articulações do carpo e tarso. Causa dor, deformidade e limitação de movimento, afetando a marcha e a função das mãos.

Publicações científicas
2 artigos
Último publicado: 2008 Jan

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Europe
Início
Adult
🏥
SUS: Sem cobertura SUSScore: 0%
CID-10: D16.9
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 03/06/2026
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Visão geral

A Osteocondromatose carpo-társica é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos e cartilagens. Ela é caracterizada pelo crescimento de múltiplos osteocondromas (tumores ósseos benignos formados por osso e cartilagem) localizados especificamente nos ossos do carpo (punho) e do tarso (tornozelo). A condição é tão rara que sua prevalência é estimada em menos de 1 caso para cada 1.000.000 de pessoas na população geral.[1]

Sinais e sintomas

Os sintomas geralmente começam na idade adulta. As principais manifestações incluem dor, inchaço e limitação dos movimentos nas regiões do punho e do tornozelo, devido à presença dos osteocondromas. Em alguns casos, pode haver deformidade visível nessas articulações. Como os tumores são benignos, eles não se espalham para outras partes do corpo, mas podem causar desconforto local e impacto na função articular.[1]

Causas genéticas

A Osteocondromatose carpo-társica é uma condição genética com padrão de herança autossômico dominante. Isso significa que uma cópia alterada do gene responsável (herdada de um dos pais ou surgindo como uma mutação nova) é suficiente para causar a doença. Até o momento, o gene específico associado a esta condição ainda não foi identificado (símbolo do gene: não disponível). A base genética está documentada em fontes como OMIM (código 127820) e Orphanet.[1][2][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica e em exames de imagem (como radiografias, tomografia computadorizada ou ressonância magnética) que mostram a presença de osteocondromas nos ossos do carpo e do tarso. Exames genéticos podem ser realizados para confirmar o diagnóstico, embora o gene específico ainda não tenha sido identificado. Não há informações disponíveis sobre testes genéticos específicos ou variantes catalogadas no ClinVar para esta condição.[1][2][4]

Tratamento e manejo

Atualmente, não há um tratamento específico ou medicamento aprovado para a Osteocondromatose carpo-társica. O manejo é focado no alívio dos sintomas e na melhora da função articular. Isso pode incluir fisioterapia, uso de analgésicos ou anti-inflamatórios (sempre sob orientação médica) e, em casos mais graves, cirurgia para remoção dos osteocondromas que causam dor intensa ou limitação funcional. Não há cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para esta condição no Brasil.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico geralmente é bom, pois os osteocondromas são tumores benignos e não comprometem a expectativa de vida. No entanto, a qualidade de vida pode ser afetada pela dor crônica e pela limitação dos movimentos do punho e do tornozelo. O acompanhamento regular com ortopedista e fisioterapeuta é importante para monitorar o crescimento das lesões e ajustar o tratamento conforme necessário.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa18desde 2008
Total histórico2PubMed
Últimos 10 anos2publicações
Pico19931 papers
Linha do tempo
201020202008Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Osteocondromatose carpo-társica

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Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Epiphyseal osteochondromas with autosomal dominant inheritance and multiple parosteal bone proliferations.
    Skeletal Radiol· 2008· PMID 17938915recente
  2. Dominant carpotarsal osteochondromatosis.
    J Med Genet· 1993· PMID 8411062recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:2767(Orphanet)
  2. MONDO:0007490(MONDO)
  3. GARD:1128(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q55780519(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Osteocondromatose carpo-társica

ORPHA:2767 · MONDO:0007490
Prevalência
<1 / 1 000 000
Herança
Autosomal dominant
CID-10
D16.9 · Neoplasia benigna do osso e cartilagem articular, não especificado
CID-11
OMIM
127820
Início
Adult
Prevalência
0.0 (Europe)
MedGen
UMLS
C1300233
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

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0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata