Raras
Buscar doenças, sintomas, genes...
Óstio coronário, anomalia de número
ORPHA:99089CID-10 · Q24.5CID-11 · LA8C.YDOENÇA RARA

O cateterismo cardíaco é a inserção de um cateter em uma câmara ou vaso do coração. Isso é feito tanto para fins diagnósticos quanto intervencionistas.

Mantido por Agente Raras·Colaborar como especialista →

Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 18/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A anomalia de número dos óstios coronários é uma condição cardíaca congênita rara, caracterizada pela presença de um número diferente do habitual de aberturas (óstios) das artérias coronárias na aorta. Em condições normais, existem dois óstios coronários (um para a artéria coronária direita e outro para a esquerda). Nesta anomalia, pode haver um óstio único (ambas as coronárias originando-se do mesmo ponto) ou mais de dois óstios (por exemplo, um óstio separado para o ramo descendente anterior e outro para o ramo circunflexo). A condição é geralmente assintomática, mas pode estar associada a risco aumentado de isquemia miocárdica, especialmente durante esforço físico.[1]

Sinais e sintomas

Muitas pessoas com anomalia de número dos óstios coronários não apresentam sintomas e a condição é descoberta incidentalmente durante exames de imagem cardíaca ou autópsia. Quando sintomática, pode manifestar-se como dor torácica (angina), falta de ar, palpitações ou, em casos mais graves, infarto do miocárdio ou morte súbita, especialmente em jovens durante atividade física intensa. A gravidade dos sintomas depende do padrão anatômico específico e da presença de compressão ou estreitamento dos óstios.[1]

Causas genéticas

A causa genética específica da anomalia de número dos óstios coronários ainda não foi identificada. Não há genes conhecidos associados a esta condição isolada. Ela pode ocorrer como parte de síndromes genéticas mais amplas que afetam o desenvolvimento cardiovascular, mas, na maioria dos casos, é considerada uma variação anatômica esporádica.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é realizado por exames de imagem cardíaca, como angiografia coronariana (cateterismo), angiotomografia computadorizada ou ressonância magnética cardíaca, que permitem visualizar o número e a localização dos óstios coronários. Não há um teste genético específico para esta anomalia isolada. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES), dosagem de alfa-fetoproteína e atendimento em reabilitação para doenças raras, que podem ser úteis no contexto de síndromes associadas.[1]

Tratamento e manejo

O tratamento depende da presença de sintomas e do risco de complicações. Em pacientes assintomáticos, geralmente não é necessário tratamento específico, apenas acompanhamento clínico periódico. Quando há sintomas ou risco de isquemia, o manejo pode incluir medicamentos para controle da angina (como betabloqueadores ou bloqueadores de canais de cálcio) e, em casos selecionados, intervenção cirúrgica para correção anatômica (como reimplante do óstio anômalo). A decisão terapêutica deve ser individualizada por uma equipe multidisciplinar especializada em cardiologia e cirurgia cardíaca.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é geralmente bom para a maioria das pessoas, especialmente quando a anomalia é descoberta incidentalmente e não causa sintomas. No entanto, em casos raros, pode haver risco de eventos cardíacos graves, como infarto ou morte súbita, particularmente em atletas jovens. O acompanhamento cardiológico regular e a orientação sobre a prática de atividades físicas são importantes para manter a qualidade de vida e reduzir riscos.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

O cateterismo cardíaco é a inserção de um cateter em uma câmara ou vaso do coração. Isso é feito tanto para fins diagnósticos quanto intervencionistas.

🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 35%
CID-10: Q24.5
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
Você se identifica com essa condição?
O Raras está aqui pra te apoiar — com ou sem diagnóstico

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Entender a doença

Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo

Preparando trilha educativa...

Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 18/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A anomalia de número dos óstios coronários é uma condição cardíaca congênita rara, caracterizada pela presença de um número diferente do habitual de aberturas (óstios) das artérias coronárias na aorta. Em condições normais, existem dois óstios coronários (um para a artéria coronária direita e outro para a esquerda). Nesta anomalia, pode haver um óstio único (ambas as coronárias originando-se do mesmo ponto) ou mais de dois óstios (por exemplo, um óstio separado para o ramo descendente anterior e outro para o ramo circunflexo). A condição é geralmente assintomática, mas pode estar associada a risco aumentado de isquemia miocárdica, especialmente durante esforço físico.[1]

Sinais e sintomas

Muitas pessoas com anomalia de número dos óstios coronários não apresentam sintomas e a condição é descoberta incidentalmente durante exames de imagem cardíaca ou autópsia. Quando sintomática, pode manifestar-se como dor torácica (angina), falta de ar, palpitações ou, em casos mais graves, infarto do miocárdio ou morte súbita, especialmente em jovens durante atividade física intensa. A gravidade dos sintomas depende do padrão anatômico específico e da presença de compressão ou estreitamento dos óstios.[1]

Causas genéticas

A causa genética específica da anomalia de número dos óstios coronários ainda não foi identificada. Não há genes conhecidos associados a esta condição isolada. Ela pode ocorrer como parte de síndromes genéticas mais amplas que afetam o desenvolvimento cardiovascular, mas, na maioria dos casos, é considerada uma variação anatômica esporádica.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é realizado por exames de imagem cardíaca, como angiografia coronariana (cateterismo), angiotomografia computadorizada ou ressonância magnética cardíaca, que permitem visualizar o número e a localização dos óstios coronários. Não há um teste genético específico para esta anomalia isolada. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES), dosagem de alfa-fetoproteína e atendimento em reabilitação para doenças raras, que podem ser úteis no contexto de síndromes associadas.[1]

Tratamento e manejo

O tratamento depende da presença de sintomas e do risco de complicações. Em pacientes assintomáticos, geralmente não é necessário tratamento específico, apenas acompanhamento clínico periódico. Quando há sintomas ou risco de isquemia, o manejo pode incluir medicamentos para controle da angina (como betabloqueadores ou bloqueadores de canais de cálcio) e, em casos selecionados, intervenção cirúrgica para correção anatômica (como reimplante do óstio anômalo). A decisão terapêutica deve ser individualizada por uma equipe multidisciplinar especializada em cardiologia e cirurgia cardíaca.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é geralmente bom para a maioria das pessoas, especialmente quando a anomalia é descoberta incidentalmente e não causa sintomas. No entanto, em casos raros, pode haver risco de eventos cardíacos graves, como infarto ou morte súbita, particularmente em atletas jovens. O acompanhamento cardiológico regular e a orientação sobre a prática de atividades físicas são importantes para manter a qualidade de vida e reduzir riscos.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa3
Últimos 10 anos2publicações
Pico20231 papers
Linha do tempo
2023Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Óstio coronário, anomalia de número

Centros de Referência SUS

24 centros habilitados pelo SUS para Óstio coronário, anomalia de número

Centros para Óstio coronário, anomalia de número

Detalhes dos centros

Hospital Universitário Prof. Edgard Santos (HUPES)

R. Dr. Augusto Viana, s/n - Canela, Salvador - BA, 40110-060 · CNES 0003808

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do Metabolismo

Hospital Infantil Albert Sabin

R. Tertuliano Sales, 544 - Vila União, Fortaleza - CE, 60410-794 · CNES 2407876

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasDeficiência Intelectual

Hospital de Apoio de Brasília (HAB)

AENW 3 Lote A Setor Noroeste - Plano Piloto, Brasília - DF, 70684-831 · CNES 0010456

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (HIABA)

Av. Min. Salgado Filho, 918 - Soteco, Vila Velha - ES, 29106-010 · CNES 6631207

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital das Clínicas da UFG

Rua 235 QD. 68 Lote Área, Nº 285, s/nº - Setor Leste Universitário, Goiânia - GO, 74605-050 · CNES 2338424

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do Metabolismo

Hospital Universitário da UFJF

R. Catulo Breviglieri, Bairro - s/n - Santa Catarina, Juiz de Fora - MG, 36036-110 · CNES 2297442

Atenção Especializada

Rota
Anomalias Congênitas

Hospital das Clínicas da UFMG

Av. Prof. Alfredo Balena, 110 - Santa Efigênia, Belo Horizonte - MG, 30130-100 · CNES 2280167

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital Universitário Julio Müller (HUJM)

R. Luis Philippe Pereira Leite, s/n - Alvorada, Cuiabá - MT, 78048-902 · CNES 2726092

Atenção Especializada

Rota
Anomalias Congênitas

Hospital Universitário João de Barros Barreto

R. dos Mundurucus, 4487 - Guamá, Belém - PA, 66073-000 · CNES 2337878

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW)

R. Tabeliao Estanislau Eloy, 585 - Castelo Branco, João Pessoa - PB, 58050-585 · CNES 0002470

Atenção Especializada

Rota
Anomalias Congênitas

Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP)

R. dos Coelhos, 300 - Boa Vista, Recife - PE, 50070-902 · CNES 0000647

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital Pequeno Príncipe

R. Des. Motta, 1070 - Água Verde, Curitiba - PR, 80250-060 · CNES 3143805

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasDeficiência Intelectual

Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM)

Av. Mandacaru, 1590 - Parque das Laranjeiras, Maringá - PR, 87083-240 · CNES 2216108

Atenção Especializada

Rota
Anomalias Congênitas

Hospital de Clínicas da UFPR

R. Gen. Carneiro, 181 - Alto da Glória, Curitiba - PR, 80060-900 · CNES 2364980

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE-UERJ)

Blvd. 28 de Setembro, 77 - Vila Isabel, Rio de Janeiro - RJ, 20551-030 · CNES 2280221

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do Metabolismo

Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz)

Av. Rui Barbosa, 716 - Flamengo, Rio de Janeiro - RJ, 22250-020 · CNES 2269988

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital São Lucas da PUCRS

Av. Ipiranga, 6690 - Jardim Botânico, Porto Alegre - RS, 90610-000 · CNES 2232928

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do Metabolismo

Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA)

Rua Ramiro Barcelos, 2350 Bloco A - Av. Protásio Alves, 211 - Bloco B e C - Santa Cecília, Porto Alegre - RS, 90035-903 · CNES 2237601

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital Universitário da UFSC (HU-UFSC)

R. Profa. Maria Flora Pausewang - Trindade, Florianópolis - SC, 88036-800 · CNES 2560356

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do Metabolismo

Hospital das Clínicas da FMUSP

R. Dr. Ovídio Pires de Campos, 225 - Cerqueira César, São Paulo - SP, 05403-010 · CNES 2077485

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital de Base de São José do Rio Preto

Av. Brg. Faria Lima, 5544 - Vila Sao Jose, São José do Rio Preto - SP, 15090-000 · CNES 2079798

Atenção Especializada

Rota
Anomalias Congênitas

Hospital de Clínicas da UNICAMP

R. Vital Brasil, 251 - Cidade Universitária, Campinas - SP, 13083-888 · CNES 2748223

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital de Clínicas de Ribeirão Preto (HCRP-USP)

R. Ten. Catão Roxo, 3900 - Vila Monte Alegre, Ribeirão Preto - SP, 14015-010 · CNES 2082187

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

UNIFESP / Hospital São Paulo

R. Napoleão de Barros, 715 - Vila Clementino, São Paulo - SP, 04024-002 · CNES 2688689

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do Metabolismo
Sobre os centros SUS: Estes centros são habilitados pelo Ministério da Saúde como Serviços de Referência em Doenças Raras ou Serviços de Atenção Especializada. O atendimento é pelo SUS, com encaminhamento da rede de atenção básica.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
0 papers (10 anos)
#1

Coronary artery anomalies in common arterial trunk: proposal of a new anatomical classification.

Interdisciplinary cardiovascular and thoracic surgery2026 Mar 21

Coronary artery abnormalities (CAAs) are frequently encountered in common arterial trunk (CAT), with an estimated incidence of 5-20%. However, their prognostic implications remain unclear. Surgical challenges potentially arise due to coronary arteries crossing the right ventricular outflow tract (RVOT), close proximity of the coronary and pulmonary orifices, and distortion to the proximal coronary segments and ostia during arch reconstruction or truncal valve replacement. Some studies have demonstrated that CAAs confer worse outcomes after CAT repair, while others have reported no significant prognostic impact. Both the number and subtype of CAAs may influence outcomes, but heterogeneous categorisation limits the conclusions that can be drawn from existing studies. A uniform classification of CAAs in CAT is warranted to better ascertain the prognostic impact of CAA burden and morphology. This may enable more focused decision-making in clinical scenarios where a high-risk CAA pattern is suspected. For example, it may help inform the intraoperative trade-off between probing the coronaries to define their precise morphology against the risk of causing damage. We propose a classification consisting of six abnormalities: A) single coronary artery, B) ostial stenosis, C) intramural course, D) juxtacommissural origin, E) coronary crossing RVOT, and F) close proximity of coronary and pulmonary orifices.

#2

Surgical repair of peripheral pulmonary artery stenosis: A 2-decade experience with 145 patients.

The Journal of thoracic and cardiovascular surgery2023 Apr

Peripheral pulmonary artery stenosis (PPAS) is a relatively rare form of congenital heart disease often associated with Williams syndrome, Alagille syndrome, and elastin arteriopathy. This disease is characterized by stenoses at nearly all lobar and segmental ostia and results in systemic-level right ventricular pressures. The current study summarizes our experience with the surgical treatment of PPAS. This was a retrospective review of 145 patients who underwent surgical repair of PPAS. This included 43 patients with Williams syndrome, 39 with Alagille syndrome, and 21 with elastin arteriopathy. Other diagnoses include tetralogy of Fallot with PPAS (n = 21), truncus arteriosus (n = 5), transposition (n = 3), double-outlet right ventricle (n = 2), arterial tortuosity syndrome (n = 3), and other (n = 8). The median preoperative right ventricle to aortic peak systolic pressure ratio was 1.01 (range, 0.50-1.60) which was reduced to 0.30 (range, 0.17-0.60) postoperatively. The median number of ostial repairs was 17 (range, 6-34) and median duration of cardiopulmonary bypass was 398 minutes (range, 92-844). There were 3 in-hospital deaths (2.1%). The median duration of follow-up was 26 months (range, 1-220) with 4 late deaths (2.9%). Eighty-two patients have subsequently undergone catheterization and 74 had a pressure ratio <0.50. The surgical treatment of PPAS resulted in a 70% reduction in right ventricular pressures. At 3 years, freedom from death was 94% and 90% of those evaluated maintained low pressures. These results suggest that the surgical treatment of PPAS is highly effective in most patients.

Publicações recentes

Ver todas no PubMed

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Óstio coronário, anomalia de número.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

Ainda não existe comunidade no Raras para Óstio coronário, anomalia de número

Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.

Tire suas dúvidas

Perguntas, dicas e experiências compartilhadas aqui na página

Participe da discussão

Faça login para postar dúvidas, compartilhar experiências e interagir com especialistas.

Fazer login

Doenças relacionadas

Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico

Ainda não achamos doenças com sintomas parecidos o suficiente.

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Coronary artery anomalies in common arterial trunk: proposal of a new anatomical classification.
    Interdisciplinary cardiovascular and thoracic surgery· 2026· PMID 41863318mais citado
  2. Surgical repair of peripheral pulmonary artery stenosis: A 2-decade experience with 145 patients.
    The Journal of thoracic and cardiovascular surgery· 2023· PMID 36088147mais citado
  3. The German version of the neurofibromatosis 2 impact on quality of life questionnaire correlates with severity of depression and physician-reported disease severity.
    Orphanet J Rare Dis· 2023· PMID 36604703recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:99089(Orphanet)
  2. MONDO:0020425(MONDO)
  3. GARD:19644(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q55789358(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Óstio coronário, anomalia de número
Compêndio · Raras BR

Óstio coronário, anomalia de número

ORPHA:99089 · MONDO:0020425
CID-10
Q24.5 · Malformações dos vasos coronários
CID-11
MedGen
UMLS
C5191081
Wikidata
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata