Queratodermia palmoplantar focal com queratoses articulares é uma genodermatose autossômica dominante, causada por mutações no gene DSG1, caracterizada por espessamento da pele nas palmas e solas, com lesões semelhantes a calos nas articulações.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Queratodermia palmoplantar focal com queratoses articulares é uma doença genética rara da pele. Ela se caracteriza pelo espessamento localizado (queratodermia) nas palmas das mãos e plantas dos pés, associado a lesões endurecidas (queratoses) sobre as articulações. A condição está presente desde o nascimento ou surge nos primeiros meses de vida.[1]
Sinais e sintomas
Os principais sinais são o espessamento da pele nas palmas e plantas (queratodermia palmoplantar focal) e a presença de queratoses — lesões endurecidas e elevadas — sobre as articulações dos dedos, punhos, cotovelos e joelhos. O início ocorre na infância ou já no período neonatal.[1]
Causas genéticas
A doença é causada por variantes (mutações) no gene DSG1, que fornece instruções para a produção da proteína desmogleína-1. Essa proteína é essencial para a adesão entre as células da pele. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma única cópia alterada do gene já é suficiente para causar a condição.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais característicos e pode ser confirmado por testes genéticos. Existem mais de 330 testes genéticos disponíveis, e cerca de 93 variantes diferentes já foram descritas em bases como o ClinVar. Entre os exames oferecidos no SUS estão: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); dosagem de alfa-fetoproteína; e atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][3]
Tratamento e manejo
Não há cura específica para a doença. O manejo é sintomático e de suporte, focado no cuidado com a pele, hidratação intensa e proteção das áreas de atrito. O acompanhamento com dermatologista e equipe multidisciplinar é recomendado. No Brasil, o SUS oferece cobertura mínima para procedimentos como atendimento em reabilitação para doenças raras.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
A condição é crônica, mas não costuma encurtar a expectativa de vida. O impacto na qualidade de vida depende da extensão das lesões e da resposta ao cuidado local. O suporte psicológico e o acesso a tratamentos de reabilitação podem ajudar na adaptação e no bem-estar.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Queratodermia palmoplantar focal com queratoses articulares é uma genodermatose autossômica dominante, causada por mutações no gene DSG1, caracterizada por espessamento da pele nas palmas e solas, com lesões semelhantes a calos nas articulações.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Queratodermia palmoplantar focal com queratoses articulares é uma doença genética rara da pele. Ela se caracteriza pelo espessamento localizado (queratodermia) nas palmas das mãos e plantas dos pés, associado a lesões endurecidas (queratoses) sobre as articulações. A condição está presente desde o nascimento ou surge nos primeiros meses de vida.[1]
Sinais e sintomas
Os principais sinais são o espessamento da pele nas palmas e plantas (queratodermia palmoplantar focal) e a presença de queratoses — lesões endurecidas e elevadas — sobre as articulações dos dedos, punhos, cotovelos e joelhos. O início ocorre na infância ou já no período neonatal.[1]
Causas genéticas
A doença é causada por variantes (mutações) no gene DSG1, que fornece instruções para a produção da proteína desmogleína-1. Essa proteína é essencial para a adesão entre as células da pele. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma única cópia alterada do gene já é suficiente para causar a condição.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais característicos e pode ser confirmado por testes genéticos. Existem mais de 330 testes genéticos disponíveis, e cerca de 93 variantes diferentes já foram descritas em bases como o ClinVar. Entre os exames oferecidos no SUS estão: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); dosagem de alfa-fetoproteína; e atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][3]
Tratamento e manejo
Não há cura específica para a doença. O manejo é sintomático e de suporte, focado no cuidado com a pele, hidratação intensa e proteção das áreas de atrito. O acompanhamento com dermatologista e equipe multidisciplinar é recomendado. No Brasil, o SUS oferece cobertura mínima para procedimentos como atendimento em reabilitação para doenças raras.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
A condição é crônica, mas não costuma encurtar a expectativa de vida. O impacto na qualidade de vida depende da extensão das lesões e da resposta ao cuidado local. O suporte psicológico e o acesso a tratamentos de reabilitação podem ajudar na adaptação e no bem-estar.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant.
Component of intercellular desmosome junctions (PubMed:34368962). Involved in the interaction of plaque proteins and intermediate filaments mediating cell-cell adhesion (PubMed:19717567)
Cell membraneCell junction, desmosomeCytoplasmNucleus
Palmoplantar keratoderma 1, striate, focal, or diffuse
A dermatological disorder characterized by thickening of the skin on the palms and soles, and longitudinal hyperkeratotic lesions on the palms, running the length of each finger.
Variantes genéticas (ClinVar)
93 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
6 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Queratodermia palmoplantar focal com queratoses articulares
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:370002(Orphanet)
- MONDO:0018252(MONDO)
- GARD:17596(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q56014122(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Queratodermia palmoplantar focal com queratoses articulares
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata