Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
O retinoblastoma unilateral é um tumor maligno que se desenvolve na retina, geralmente em um único olho. Diferente da forma hereditária, ele não é transmitido de pais para filhos e costuma aparecer em crianças muito pequenas, ainda na primeira infância ou até mesmo no período neonatal. A prevalência exata dessa condição ainda não é conhecida.[1]
Sinais e sintomas
Os sinais mais comuns incluem um reflexo branco no olho (leucocoria), estrabismo (olho desviado), vermelhidão ou inchaço ocular e, em casos mais avançados, perda da visão. Como a doença afeta apenas um olho, os sintomas podem passar despercebidos nos estágios iniciais, sendo muitas vezes identificados durante exames de rotina ou por familiares.[1]
Causas genéticas
O retinoblastoma unilateral é causado por alterações (mutações) em genes que controlam o crescimento celular na retina. Os principais genes envolvidos são o RB1 (que produz a proteína associada ao retinoblastoma) e o MYCN (que produz a proteína N-myc). Essas mutações ocorrem de forma esporádica, ou seja, não são herdadas dos pais.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico é feito por um oftalmologista pediátrico, que examina o fundo do olho da criança sob anestesia. Exames de imagem, como ultrassonografia ocular e ressonância magnética, ajudam a confirmar o tumor e avaliar sua extensão. Testes genéticos estão disponíveis para identificar mutações nos genes RB1 e MYCN, e atualmente existem 336 tipos de testes genéticos cadastrados para essa condição. No banco de dados ClinVar, há 1.434 variantes genéticas descritas.[1][3]
Tratamento e manejo
O tratamento depende do tamanho e da localização do tumor, e pode incluir quimioterapia, radioterapia, laserterapia, crioterapia ou cirurgia (remoção do olho, chamada enucleação). O objetivo principal é salvar a vida da criança e, quando possível, preservar o olho e a visão. O medicamento ciclofosfamida é um dos agentes quimioterápicos utilizados no manejo da doença. É importante lembrar que este texto tem caráter informativo e não substitui a orientação médica individualizada.[1]
Tratamentos citados na literatura
Não há fármacos listados na literatura específica para esta condição no momento. Esta seção será atualizada conforme novos dados forem disponibilizados.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
Quando diagnosticado precocemente, o retinoblastoma unilateral tem altas taxas de cura. Após o tratamento, a criança precisará de acompanhamento oftalmológico regular para monitorar o olho afetado e o olho saudável. A qualidade de vida é geralmente boa, especialmente quando a visão pode ser preservada. O suporte familiar e o acesso a centros especializados são fundamentais para o melhor resultado possível.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Retinoblastoma unilateral é um câncer ocular raro que afeta apenas um olho, sem histórico familiar. Geralmente surge de mutações somáticas nos genes RB1 e MYCN, não sendo herdado.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
O retinoblastoma unilateral é um tumor maligno que se desenvolve na retina, geralmente em um único olho. Diferente da forma hereditária, ele não é transmitido de pais para filhos e costuma aparecer em crianças muito pequenas, ainda na primeira infância ou até mesmo no período neonatal. A prevalência exata dessa condição ainda não é conhecida.[1]
Sinais e sintomas
Os sinais mais comuns incluem um reflexo branco no olho (leucocoria), estrabismo (olho desviado), vermelhidão ou inchaço ocular e, em casos mais avançados, perda da visão. Como a doença afeta apenas um olho, os sintomas podem passar despercebidos nos estágios iniciais, sendo muitas vezes identificados durante exames de rotina ou por familiares.[1]
Causas genéticas
O retinoblastoma unilateral é causado por alterações (mutações) em genes que controlam o crescimento celular na retina. Os principais genes envolvidos são o RB1 (que produz a proteína associada ao retinoblastoma) e o MYCN (que produz a proteína N-myc). Essas mutações ocorrem de forma esporádica, ou seja, não são herdadas dos pais.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico é feito por um oftalmologista pediátrico, que examina o fundo do olho da criança sob anestesia. Exames de imagem, como ultrassonografia ocular e ressonância magnética, ajudam a confirmar o tumor e avaliar sua extensão. Testes genéticos estão disponíveis para identificar mutações nos genes RB1 e MYCN, e atualmente existem 336 tipos de testes genéticos cadastrados para essa condição. No banco de dados ClinVar, há 1.434 variantes genéticas descritas.[1][3]
Tratamento e manejo
O tratamento depende do tamanho e da localização do tumor, e pode incluir quimioterapia, radioterapia, laserterapia, crioterapia ou cirurgia (remoção do olho, chamada enucleação). O objetivo principal é salvar a vida da criança e, quando possível, preservar o olho e a visão. O medicamento ciclofosfamida é um dos agentes quimioterápicos utilizados no manejo da doença. É importante lembrar que este texto tem caráter informativo e não substitui a orientação médica individualizada.[1]
Tratamentos citados na literatura
Não há fármacos listados na literatura específica para esta condição no momento. Esta seção será atualizada conforme novos dados forem disponibilizados.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
Quando diagnosticado precocemente, o retinoblastoma unilateral tem altas taxas de cura. Após o tratamento, a criança precisará de acompanhamento oftalmológico regular para monitorar o olho afetado e o olho saudável. A qualidade de vida é geralmente boa, especialmente quando a visão pode ser preservada. O suporte familiar e o acesso a centros especializados são fundamentais para o melhor resultado possível.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
2 genes identificados com associação a esta condição. Padrão de herança: Not applicable.
Tumor suppressor that is a key regulator of the G1/S transition of the cell cycle (PubMed:10499802). The hypophosphorylated form binds transcription regulators of the E2F family, preventing transcription of E2F-responsive genes (PubMed:10499802). Both physically blocks E2Fs transactivating domain and recruits chromatin-modifying enzymes that actively repress transcription (PubMed:10499802). Cyclin and CDK-dependent phosphorylation of RB1 induces its dissociation from E2Fs, thereby activating tra
NucleusCytoplasm
Childhood cancer retinoblastoma
Congenital malignant tumor that arises from the nuclear layers of the retina. It occurs in about 1:20'000 live births and represents about 2% of childhood malignancies. It is bilateral in about 30% of cases. Although most RB appear sporadically, about 20% are transmitted as an autosomal dominant trait with incomplete penetrance. The diagnosis is usually made before the age of 2 years when strabismus or a gray to yellow reflex from pupil ('cat eye') is investigated.
Positively regulates the transcription of MYCNOS in neuroblastoma cells
Nucleus
Variantes genéticas (ClinVar)
1.434 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
22 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Retinoblastoma unilateral
Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Ensaios em destaque
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Outros ensaios clínicos
11 ensaios clínicos encontrados, 6 ativos.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
Molecular diagnosis of retinoblastoma by circulating tumor DNA analysis.
Imprinting of RB1 (the new kid on the block).
Quality of life of adult retinoblastoma survivors in the Netherlands.
Identification of 26 new constitutional RB1 gene mutations in Spanish, Colombian, and Cuban retinoblastoma patients.
[Retinoblastoma in monozygotic twins].
📚 EuropePMC1 artigos no totalmostrando 1
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
Ainda não temos associações cadastradas para Retinoblastoma unilateral.
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Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
Ainda não existe comunidade no Raras para Retinoblastoma unilateral
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
- Molecular diagnosis of retinoblastoma by circulating tumor DNA analysis.
- Imprinting of RB1 (the new kid on the block).
- Quality of life of adult retinoblastoma survivors in the Netherlands.
- Identification of 26 new constitutional RB1 gene mutations in Spanish, Colombian, and Cuban retinoblastoma patients.
- [Retinoblastoma in monozygotic twins].
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:357034(Orphanet)
- MONDO:0018161(MONDO)
- GARD:17545(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55787770(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Retinoblastoma unilateral
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata
- Reposicionamento
- fonte: Drug Repurposing Hub
- Ensaios clínicos
- fonte: ClinicalTrials.gov