Condrodisplasia punctata tipo Toriello é uma doença autossômica recessiva rara caracterizada por calcificações puntiformes em cartilagens, dismorfias faciais, contraturas articulares e deficiência de crescimento.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Síndrome de Toriello-Higgins-Miller, também conhecida como Condrodisplasia punctata tipo Toriello, é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos e cartilagens. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma condição ultrarrara. A doença tem início no período neonatal, ou seja, já está presente ao nascimento.[1]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da Síndrome de Toriello-Higgins-Miller incluem alterações esqueléticas características, como a presença de calcificações puntiformes nas cartilagens (condrodisplasia punctata), que podem ser identificadas em exames de imagem. Outros achados podem envolver baixa estatura, face com características peculiares e possíveis comprometimentos neurológicos. Como os fenótipos específicos não foram detalhados nas fontes oficiais disponíveis, recomenda-se consultar um especialista para avaliação individualizada.[1]
Causas genéticas
A Síndrome de Toriello-Higgins-Miller é herdada de forma autossômica recessiva, o que significa que ambos os pais precisam ser portadores de uma mutação no gene associado para que a criança manifeste a doença. Até o momento, o gene responsável não foi identificado (símbolo do gene não disponível). A condição é registrada no banco de dados OMIM sob o código 215105 e no MONDO como MONDO:0008973.[1][2][4]
Diagnóstico
O diagnóstico da Síndrome de Toriello-Higgins-Miller é baseado na avaliação clínica, exames de imagem (como radiografias que mostram calcificações puntiformes) e confirmação genética. Os testes genéticos disponíveis incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; e sequenciamento completo do exoma (WES). A dosagem de alfa-fetoproteína também pode ser solicitada como parte da investigação. No Brasil, esses procedimentos estão previstos no âmbito do SUS com cobertura mínima.[1][2][4]
Tratamento e manejo
Não há medicamentos específicos aprovados para a Síndrome de Toriello-Higgins-Miller. O manejo é multidisciplinar e focado no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O acompanhamento pode incluir atendimento em reabilitação para doenças raras, disponível no SUS, além de suporte ortopédico, fisioterápico e neurológico, conforme a necessidade de cada paciente. É fundamental que o tratamento seja individualizado por uma equipe médica especializada.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico da Síndrome de Toriello-Higgins-Miller varia conforme a gravidade dos sintomas e a presença de complicações associadas. Por ser uma condição ultrarrara, não há dados consolidados sobre a expectativa de vida. O acompanhamento regular com especialistas e o acesso a serviços de reabilitação podem contribuir para a melhora da funcionalidade e da qualidade de vida. O suporte familiar e psicológico também é recomendado.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Condrodisplasia punctata tipo Toriello é uma doença autossômica recessiva rara caracterizada por calcificações puntiformes em cartilagens, dismorfias faciais, contraturas articulares e deficiência de crescimento.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Síndrome de Toriello-Higgins-Miller, também conhecida como Condrodisplasia punctata tipo Toriello, é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos e cartilagens. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma condição ultrarrara. A doença tem início no período neonatal, ou seja, já está presente ao nascimento.[1]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da Síndrome de Toriello-Higgins-Miller incluem alterações esqueléticas características, como a presença de calcificações puntiformes nas cartilagens (condrodisplasia punctata), que podem ser identificadas em exames de imagem. Outros achados podem envolver baixa estatura, face com características peculiares e possíveis comprometimentos neurológicos. Como os fenótipos específicos não foram detalhados nas fontes oficiais disponíveis, recomenda-se consultar um especialista para avaliação individualizada.[1]
Causas genéticas
A Síndrome de Toriello-Higgins-Miller é herdada de forma autossômica recessiva, o que significa que ambos os pais precisam ser portadores de uma mutação no gene associado para que a criança manifeste a doença. Até o momento, o gene responsável não foi identificado (símbolo do gene não disponível). A condição é registrada no banco de dados OMIM sob o código 215105 e no MONDO como MONDO:0008973.[1][2][4]
Diagnóstico
O diagnóstico da Síndrome de Toriello-Higgins-Miller é baseado na avaliação clínica, exames de imagem (como radiografias que mostram calcificações puntiformes) e confirmação genética. Os testes genéticos disponíveis incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; e sequenciamento completo do exoma (WES). A dosagem de alfa-fetoproteína também pode ser solicitada como parte da investigação. No Brasil, esses procedimentos estão previstos no âmbito do SUS com cobertura mínima.[1][2][4]
Tratamento e manejo
Não há medicamentos específicos aprovados para a Síndrome de Toriello-Higgins-Miller. O manejo é multidisciplinar e focado no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O acompanhamento pode incluir atendimento em reabilitação para doenças raras, disponível no SUS, além de suporte ortopédico, fisioterápico e neurológico, conforme a necessidade de cada paciente. É fundamental que o tratamento seja individualizado por uma equipe médica especializada.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico da Síndrome de Toriello-Higgins-Miller varia conforme a gravidade dos sintomas e a presença de complicações associadas. Por ser uma condição ultrarrara, não há dados consolidados sobre a expectativa de vida. O acompanhamento regular com especialistas e o acesso a serviços de reabilitação podem contribuir para a melhora da funcionalidade e da qualidade de vida. O suporte familiar e psicológico também é recomendado.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de Toriello-Higgins-Miller
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Pesquisa ativa
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Pesquisa e ensaios clínicos
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Publicações recentes
Maternal and fetal outcomes in pregnancies affected by mixed connective tissue disease.
Unraveling PEX6: insights into very-long-chain fatty acid levels and peroxisome biogenesis disorders in pediatric populations.
Airway Involvement in Conradi-Hünermann-Happle Syndrome: A Novel Clinical Manifestation.
Metabolomic Profiling Reveals Brain Lipid Alterations in PEX7-Deficient Models of Rhizomelic Chondrodysplasia Punctata.
Neonatal X-linked recessive chondrodysplasia punctata.
Associações
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Referências e fontes
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Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:79347(Orphanet)
- MONDO:0008973(MONDO)
- GARD:16716(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55998559(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Síndrome de Toriello-Higgins-Miller
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata