A sinostose tíbio-peronial é uma malformação rara e não sindrômica dos membros, caracterizada pela fusão da metáfise e/ou diáfise tibial e fibular proximal ou distal, frequentemente associada ao posicionamento distal da articulação tibiofibular proximal, discrepância no comprimento das pernas, arqueamento da fíbula e deformidade em valgo do joelho.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Sinostose tíbio-peronial isolada é uma malformação rara dos membros, não sindrômica, caracterizada pela fusão (sinostose) dos ossos tíbia e fíbula. Essa fusão pode ocorrer na parte proximal (próxima ao joelho) ou distal (próxima ao tornozelo) desses ossos, afetando a metáfise e/ou a diáfise. A condição frequentemente está associada a outras alterações, como posicionamento mais baixo da articulação proximal entre tíbia e fíbula, diferença no comprimento das pernas, curvatura da fíbula e deformidade em valgo do joelho (joelho para dentro).[1]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas descritos na literatura incluem: fusão dos ossos tíbia e fíbula (sinostose), posicionamento anormalmente distal da articulação proximal entre tíbia e fíbula, diferença no comprimento das pernas (discrepância de membros inferiores), curvatura anormal da fíbula e deformidade em valgo do joelho (joelho voltado para dentro).[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica e em exames de imagem que demonstram a fusão entre a tíbia e a fíbula. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos diagnósticos relacionados a doenças raras, incluindo: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína. Esses exames podem auxiliar na investigação de causas genéticas associadas, embora não exista um teste genético específico validado para esta condição.[1][2]
Tratamento e manejo
O manejo da Sinostose tíbio-peronial isolada é individualizado e pode incluir acompanhamento ortopédico para avaliar e tratar as deformidades associadas, como a diferença no comprimento das pernas e a deformidade em valgo do joelho. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode ser parte do plano de cuidado. Não há medicamentos específicos aprovados para tratar a condição. O tratamento é focado no manejo dos sintomas e na correção cirúrgica das deformidades, quando indicado.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico depende da gravidade das deformidades e da resposta ao tratamento ortopédico. Com acompanhamento adequado e intervenções quando necessárias, a maioria das pessoas consegue manter boa funcionalidade e qualidade de vida. A condição não está associada a comprometimento de outros órgãos ou sistemas.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
A **sinostose tíbio-peronial isolada** é uma alteração congênita rara em que os dois ossos da perna, a tíbia e a fíbula, nascem unidos de forma anormal. Essa fusão óssea pode levar a diferenças no comprimento das pernas, encurvamento do osso lateral da perna e desalinhamento nos joelhos. A condição não conta com medicamentos específicos, mas tem previsão de procedimento de atendimento em reabilitação dentro do SUS. Como a doença não consta na lista oficial de PCDTs de doenças raras do Ministério da Saúde, o acompanhamento deve ser direcionado pelos serviços de atenção especializada da rede de saúde.
A sinostose tíbio-peronial é uma malformação rara e não sindrômica dos membros, caracterizada pela fusão da metáfise e/ou diáfise tibial e fibular proximal ou distal, frequentemente associada ao posicionamento distal da articulação tibiofibular proximal, discrepância no comprimento das pernas, arqueamento da fíbula e deformidade em valgo do joelho.
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Diagnóstico
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Tratamento e manejo
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Pesquisa e ensaios clínicos
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Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
3 fontes citadas no texto · 3 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (2026). Sinostose tíbio-peronial isolada. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/sinostose-tibio-peronial-isolada
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Sinostose tíbio-peronial isolada
📋 Origem dos dados
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- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata