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Deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase
ORPHA:362CID-10 · D55.0DOENÇA RARA
Também conhecida comoDeficiência em G6PDDeficiência de G6PDFavismoFabismo
Sinônimos clínicos: Deficiência de G6PD · Favismo

Deficiência de G6PD é uma condição genética que causa anemia hemolítica após exposição a certos alimentos, medicamentos ou infecções. É mais comum em homens e pode variar de assintomática a grave.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 04/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD) é uma condição hereditária que afeta a capacidade das células vermelhas do sangue de se protegerem contra danos causados por certas substâncias ou infecções. Essa doença é causada por alterações no gene responsável pela produção da enzima G6PD, que ajuda a neutralizar substâncias oxidantes. Quando a enzima está deficiente, as hemácias podem se romper prematuramente, levando a episódios de anemia hemolítica. A condição é mais comum em regiões onde a malária é ou foi endêmica, mas pode ocorrer em qualquer população.[1]

Sinais e sintomas

Os sintomas da deficiência de G6PD geralmente aparecem após exposição a fatores desencadeantes, como certos medicamentos, infecções ou ingestão de favas. Os principais sinais incluem palidez, cansaço, icterícia (coloração amarelada da pele e dos olhos), urina escura (cor de chá ou Coca-Cola) e, em casos graves, falta de ar e taquicardia. Esses episódios são chamados de crises hemolíticas e podem ser agudos, mas geralmente são reversíveis quando o fator desencadeante é removido.[1]

Causas genéticas

A deficiência de G6PD é causada por mutações no gene G6PD, localizado no cromossomo X. Por isso, a condição é mais frequente em homens, que possuem apenas um cromossomo X. Mulheres podem ser portadoras ou, mais raramente, apresentar sintomas se tiverem mutações em ambos os cromossomos X. O padrão de herança é ligado ao X, e a gravidade varia conforme a variante genética específica. Mais de 400 variantes já foram descritas, algumas associadas a formas mais leves e outras a formas mais graves da doença.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico da deficiência de G6PD é feito por meio de exames laboratoriais que medem a atividade da enzima nas hemácias. Testes de triagem, como o teste de fluorescência, podem ser usados, mas a confirmação geralmente requer a dosagem quantitativa da atividade enzimática. Testes genéticos podem identificar a mutação específica no gene G6PD, auxiliando no aconselhamento genético e na previsão da gravidade. A condição é classificada na Classificação Internacional de Doenças (CID-10) sob o código D55.0.[1][3][4]

Tratamento e manejo

O manejo da deficiência de G6PD é baseado principalmente na prevenção de crises hemolíticas. Isso inclui evitar medicamentos e substâncias conhecidas por desencadear hemólise, como alguns antibióticos (sulfonamidas), antimaláricos (primaquina) e analgésicos (aspirina em altas doses). Também é importante evitar a ingestão de favas e tratar prontamente infecções. Durante uma crise hemolítica aguda, o tratamento é de suporte, podendo incluir hidratação e, em casos graves, transfusão de sangue. Não há cura para a deficiência enzimática, mas a maioria das pessoas leva uma vida normal com cuidados adequados.[1][4]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica menciona diversas substâncias em associação com a deficiência de G6PD, mas é importante destacar que essas são apenas correlações observadas em estudos e não representam recomendações de tratamento. Entre as substâncias mais citadas estão: Primaquina (100 publicações), Bilirrubina (48), Glutationa (48), NADP (36), Espécies Reativas de Oxigênio (24), Azul de Metileno (24), Tafenoquina (20), Lipídios (19), Ácido Ascórbico (18) e Peróxido de Hidrogênio (15). Esses dados foram extraídos de uma mineração da literatura científica (PubMed/NCBI) e não devem ser interpretados como orientação clínica.[4]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico para pessoas com deficiência de G6PD é geralmente bom, desde que os fatores desencadeantes sejam evitados. A maioria dos indivíduos não apresenta sintomas no dia a dia e tem expectativa de vida normal. As crises hemolíticas, quando ocorrem, costumam ser autolimitadas e reversíveis. No entanto, em recém-nascidos, a condição pode causar icterícia neonatal grave, que requer tratamento para evitar complicações neurológicas. Com acompanhamento médico e orientação adequada, a qualidade de vida é preservada.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Deficiência de G6PD é uma condição genética que causa anemia hemolítica após exposição a certos alimentos, medicamentos ou infecções. É mais comum em homens e pode variar de assintomática a grave.

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Sinais e sintomas

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Visão geral

A deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD) é uma condição hereditária que afeta a capacidade das células vermelhas do sangue de se protegerem contra danos causados por certas substâncias ou infecções. Essa doença é causada por alterações no gene responsável pela produção da enzima G6PD, que ajuda a neutralizar substâncias oxidantes. Quando a enzima está deficiente, as hemácias podem se romper prematuramente, levando a episódios de anemia hemolítica. A condição é mais comum em regiões onde a malária é ou foi endêmica, mas pode ocorrer em qualquer população.[1]

Sinais e sintomas

Os sintomas da deficiência de G6PD geralmente aparecem após exposição a fatores desencadeantes, como certos medicamentos, infecções ou ingestão de favas. Os principais sinais incluem palidez, cansaço, icterícia (coloração amarelada da pele e dos olhos), urina escura (cor de chá ou Coca-Cola) e, em casos graves, falta de ar e taquicardia. Esses episódios são chamados de crises hemolíticas e podem ser agudos, mas geralmente são reversíveis quando o fator desencadeante é removido.[1]

Causas genéticas

A deficiência de G6PD é causada por mutações no gene G6PD, localizado no cromossomo X. Por isso, a condição é mais frequente em homens, que possuem apenas um cromossomo X. Mulheres podem ser portadoras ou, mais raramente, apresentar sintomas se tiverem mutações em ambos os cromossomos X. O padrão de herança é ligado ao X, e a gravidade varia conforme a variante genética específica. Mais de 400 variantes já foram descritas, algumas associadas a formas mais leves e outras a formas mais graves da doença.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico da deficiência de G6PD é feito por meio de exames laboratoriais que medem a atividade da enzima nas hemácias. Testes de triagem, como o teste de fluorescência, podem ser usados, mas a confirmação geralmente requer a dosagem quantitativa da atividade enzimática. Testes genéticos podem identificar a mutação específica no gene G6PD, auxiliando no aconselhamento genético e na previsão da gravidade. A condição é classificada na Classificação Internacional de Doenças (CID-10) sob o código D55.0.[1][3][4]

Tratamento e manejo

O manejo da deficiência de G6PD é baseado principalmente na prevenção de crises hemolíticas. Isso inclui evitar medicamentos e substâncias conhecidas por desencadear hemólise, como alguns antibióticos (sulfonamidas), antimaláricos (primaquina) e analgésicos (aspirina em altas doses). Também é importante evitar a ingestão de favas e tratar prontamente infecções. Durante uma crise hemolítica aguda, o tratamento é de suporte, podendo incluir hidratação e, em casos graves, transfusão de sangue. Não há cura para a deficiência enzimática, mas a maioria das pessoas leva uma vida normal com cuidados adequados.[1][4]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica menciona diversas substâncias em associação com a deficiência de G6PD, mas é importante destacar que essas são apenas correlações observadas em estudos e não representam recomendações de tratamento. Entre as substâncias mais citadas estão: Primaquina (100 publicações), Bilirrubina (48), Glutationa (48), NADP (36), Espécies Reativas de Oxigênio (24), Azul de Metileno (24), Tafenoquina (20), Lipídios (19), Ácido Ascórbico (18) e Peróxido de Hidrogênio (15). Esses dados foram extraídos de uma mineração da literatura científica (PubMed/NCBI) e não devem ser interpretados como orientação clínica.[4]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico para pessoas com deficiência de G6PD é geralmente bom, desde que os fatores desencadeantes sejam evitados. A maioria dos indivíduos não apresenta sintomas no dia a dia e tem expectativa de vida normal. As crises hemolíticas, quando ocorrem, costumam ser autolimitadas e reversíveis. No entanto, em recém-nascidos, a condição pode causar icterícia neonatal grave, que requer tratamento para evitar complicações neurológicas. Com acompanhamento médico e orientação adequada, a qualidade de vida é preservada.[1]

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Últimos 10 anos5publicações
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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Navigating adulthood with PKU: metabolic outcomes, quality of life, and mental health 4.5 years post-transition.
    Orphanet J Rare Dis· 2026· PMID 41514256recente
  2. Prevalence estimation of a rare disease with the French National Rare Disease Registry: example of TNF receptor associated periodic syndrome (TRAPS).
    Orphanet J Rare Dis· 2025· PMID 41466287recente
  3. Clinical burden of propionic acidemia in the United States: a claims-based study by age stratum.
    Orphanet J Rare Dis· 2025· PMID 40665346recente
  4. Genotype-phenotype correlation and founder effect analysis in southeast Chinese patients with sialidosis type I.
    Orphanet J Rare Dis· 2024· PMID 39350194recente
  5. Estimating mortality in rare diseases using a population-based registry, 2002 through 2019.
    Orphanet J Rare Dis· 2023· PMID 37978388recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:362(Orphanet)
  2. MONDO:0040671(MONDO)
  3. Busca completa no PubMed(PubMed)
  4. Artigo Wikipedia(Wikipedia)
  5. Q848343(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase
Compêndio · Raras BR

Deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase

ORPHA:362 · MONDO:0040671
CID-10
D55.0 · Anemia devida à deficiência de glicose-6-fosfato-desidrogenase [G-6-PD]
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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata