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Síndrome Summitt
ORPHA:3210CID-10 · Q82.0OMIM 272350DOENÇA RARA

Síndrome Summitt é uma doença genética rara caracterizada por atraso no desenvolvimento, deficiência intelectual, e características faciais distintas. Pode apresentar convulsões, problemas de visão e audição, e anomalias esqueléticas.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 02/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome Summitt é uma condição genética rara, caracterizada por alterações no desenvolvimento craniofacial e dos membros. Ainda não há dados precisos sobre sua prevalência na população, padrão de herança ou idade de início dos sintomas. A síndrome é reconhecida internacionalmente e possui o código CID-10 Q82.0 (outras malformações congênitas da pele).[1][2]

Sinais e sintomas

Até o momento, não há uma lista consolidada de fenótipos (sinais e sintomas) publicada nas fontes oficiais consultadas. As manifestações clínicas da Síndrome Summitt podem variar amplamente entre os pacientes, e o diagnóstico é geralmente baseado na avaliação médica especializada.[1][2]

Causas genéticas

A base genética exata da Síndrome Summitt ainda não foi completamente elucidada. Nenhum gene específico foi confirmado como causador da condição até o momento. O código OMIM 272350 e o identificador MONDO:0010090 são utilizados para referenciar a síndrome nos bancos de dados genéticos internacionais.[1][2][4]

Diagnóstico

O diagnóstico da Síndrome Summitt é clínico, baseado na avaliação de um médico geneticista. Exames complementares podem auxiliar na confirmação e no diagnóstico diferencial. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para os seguintes procedimentos relacionados: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); dosagem de alfa-fetoproteína; e atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][2][4][5]

Tratamento e manejo

Não existe um tratamento específico ou padronizado para a Síndrome Summitt. O manejo é individualizado e focado nos sintomas apresentados por cada paciente, podendo envolver uma equipe multidisciplinar (geneticista, pediatra, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, entre outros). O acompanhamento regular é essencial para monitorar o desenvolvimento e intervir precocemente em possíveis complicações.[1][2][5]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica (fonte PubTator3) menciona associações entre a Síndrome Summitt e as seguintes substâncias, cada uma com apenas 1 publicação: Cálcio, Água Potável, Hidrocortisona, Iodo, Lipídios, Testosterona, Betaina, Carnitina, Ácido Glutâmico e Isotretinoína. É importante destacar que essas são associações mineradas de artigos científicos e NÃO representam recomendações de tratamento. Consulte sempre seu médico antes de considerar qualquer intervenção.[5]

Prognóstico e qualidade de vida

Não há informações consolidadas nas fontes oficiais sobre o prognóstico ou a expectativa de vida para pessoas com Síndrome Summitt. O acompanhamento médico regular e o suporte multidisciplinar são fundamentais para otimizar a qualidade de vida e o desenvolvimento de cada paciente.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Síndrome Summitt é uma doença genética rara caracterizada por atraso no desenvolvimento, deficiência intelectual, e características faciais distintas. Pode apresentar convulsões, problemas de visão e audição, e anomalias esqueléticas.

Publicações científicas
3 artigos
Último publicado: 1992
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q82.0
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A Síndrome Summitt é uma condição genética rara, caracterizada por alterações no desenvolvimento craniofacial e dos membros. Ainda não há dados precisos sobre sua prevalência na população, padrão de herança ou idade de início dos sintomas. A síndrome é reconhecida internacionalmente e possui o código CID-10 Q82.0 (outras malformações congênitas da pele).[1][2]

Sinais e sintomas

Até o momento, não há uma lista consolidada de fenótipos (sinais e sintomas) publicada nas fontes oficiais consultadas. As manifestações clínicas da Síndrome Summitt podem variar amplamente entre os pacientes, e o diagnóstico é geralmente baseado na avaliação médica especializada.[1][2]

Causas genéticas

A base genética exata da Síndrome Summitt ainda não foi completamente elucidada. Nenhum gene específico foi confirmado como causador da condição até o momento. O código OMIM 272350 e o identificador MONDO:0010090 são utilizados para referenciar a síndrome nos bancos de dados genéticos internacionais.[1][2][4]

Diagnóstico

O diagnóstico da Síndrome Summitt é clínico, baseado na avaliação de um médico geneticista. Exames complementares podem auxiliar na confirmação e no diagnóstico diferencial. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para os seguintes procedimentos relacionados: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); dosagem de alfa-fetoproteína; e atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][2][4][5]

Tratamento e manejo

Não existe um tratamento específico ou padronizado para a Síndrome Summitt. O manejo é individualizado e focado nos sintomas apresentados por cada paciente, podendo envolver uma equipe multidisciplinar (geneticista, pediatra, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, entre outros). O acompanhamento regular é essencial para monitorar o desenvolvimento e intervir precocemente em possíveis complicações.[1][2][5]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica (fonte PubTator3) menciona associações entre a Síndrome Summitt e as seguintes substâncias, cada uma com apenas 1 publicação: Cálcio, Água Potável, Hidrocortisona, Iodo, Lipídios, Testosterona, Betaina, Carnitina, Ácido Glutâmico e Isotretinoína. É importante destacar que essas são associações mineradas de artigos científicos e NÃO representam recomendações de tratamento. Consulte sempre seu médico antes de considerar qualquer intervenção.[5]

Prognóstico e qualidade de vida

Não há informações consolidadas nas fontes oficiais sobre o prognóstico ou a expectativa de vida para pessoas com Síndrome Summitt. O acompanhamento médico regular e o suporte multidisciplinar são fundamentais para otimizar a qualidade de vida e o desenvolvimento de cada paciente.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa34desde 1992
Total histórico3PubMed
Últimos 10 anos3publicações
Pico19751 papers
Linha do tempo
2000201020201992Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

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Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

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Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome Summitt

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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
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Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Familial occurrence of Summitt syndrome or a variant example of Carpenter syndrome?
    Genet Couns· 1992· PMID 1642806recente
  2. The Summitt syndrome: observations on a third case.
    Am J Med Genet· 1979· PMID 474616recente
  3. An etiologic and nosologic overview of craniosynostosis syndromes.
    Birth Defects Orig Artic Ser· 1975· PMID 179637recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:3210(Orphanet)
  2. MONDO:0010090(MONDO)
  3. GARD:127(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q55782335(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Síndrome Summitt
Compêndio · Raras BR

Síndrome Summitt

ORPHA:3210 · MONDO:0010090
CID-10
Q82.0 · Linfedema hereditário
OMIM
272350
MedGen
UMLS
C1802405
EuropePMC
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📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata