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Lisencefalia com hipoplasia cerebelar tipo F
ORPHA:100016CID-10 · Q04.3CID-11 · LD20.1DOENÇA RARA
Início neonatal

O receptor de lipoproteína de muito baixa densidade (VLDLR) é um receptor transmembrana de lipoproteína da família do receptor de lipoproteína de baixa densidade (LDL). O VLDLR apresenta considerável homologia com os membros dessa linhagem. Descoberto em 1992 por Tokuo Yamamoto e Sadao Takahashi, o VLDLR é amplamente distribuído por todos os tecidos do corpo, incluindo o coração, músculo esquelético, tecido adiposo e o cérebro, mas está ausente do fígado. Este receptor tem um papel importante na captação de colesterol, no metabolismo de lipoproteínas ricas em triacilglicerol contendo apolipoproteína E, e na migração neuronal no cérebro em desenvolvimento. Em humanos, o VLDLR é codificado pelo gene VLDLR.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 21/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Lisencefalia com hipoplasia cerebelar tipo F (LCHf) é uma forma grave de lisencefalia (cérebro com superfície lisa, sem os sulcos e giros normais) associada à hipoplasia cerebelar (desenvolvimento incompleto do cerebelo). A condição é caracterizada por microcefalia significativa (pelo menos 3 desvios padrão abaixo da média para a idade) e um córtex cerebral espesso, com ausência completa do corpo caloso (estrutura que conecta os dois hemisférios cerebrais).[1]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da LCHf podem ser percebidos ainda no período pré-natal (antenatal) ou logo após o nascimento (neonatal). As principais características incluem microcefalia grave (perímetro cefálico muito abaixo do esperado), córtex cerebral espesso e ausência completa do corpo caloso. A combinação dessas alterações estruturais do cérebro leva a comprometimentos neurológicos significativos, como atraso no desenvolvimento, dificuldades motoras e intelectuais.[1]

Causas genéticas

A Lisencefalia com hipoplasia cerebelar tipo F é uma doença genética. Embora o gene específico associado a esta condição ainda não tenha sido identificado nas fontes oficiais consultadas, sabe-se que a doença é causada por alterações no material genético. A herança e a prevalência exatas não estão disponíveis nas referências atuais.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico da LCHf é baseado em exames de imagem (como ressonância magnética) que mostram as alterações típicas do cérebro: lisencefalia, hipoplasia cerebelar, microcefalia grave e ausência do corpo caloso. Testes genéticos podem auxiliar na confirmação diagnóstica. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para o diagnóstico, incluindo os seguintes procedimentos: cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. Além disso, há 38 testes genéticos disponíveis para a condição.[1][3]

Tratamento e manejo

Não há cura para a Lisencefalia com hipoplasia cerebelar tipo F. O tratamento é de suporte e visa melhorar a qualidade de vida da pessoa afetada. O manejo inclui atendimento em reabilitação para doenças raras, disponível no SUS, com equipe multidisciplinar (fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, entre outros). O acompanhamento médico regular é essencial para monitorar complicações neurológicas e oferecer suporte às necessidades específicas de cada paciente.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da LCHf é reservado, devido à gravidade das alterações cerebrais. A qualidade de vida depende do suporte multidisciplinar e do manejo adequado das complicações. O acompanhamento com equipe de reabilitação e o suporte familiar são fundamentais para maximizar o desenvolvimento e o bem-estar da pessoa afetada.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

O receptor de lipoproteína de muito baixa densidade (VLDLR) é um receptor transmembrana de lipoproteína da família do receptor de lipoproteína de baixa densidade (LDL). O VLDLR apresenta considerável homologia com os membros dessa linhagem. Descoberto em 1992 por Tokuo Yamamoto e Sadao Takahashi, o VLDLR é amplamente distribuído por todos os tecidos do corpo, incluindo o coração, músculo esquelético, tecido adiposo e o cérebro, mas está ausente do fígado. Este receptor tem um papel importante na captação de colesterol, no metabolismo de lipoproteínas ricas em triacilglicerol contendo apolipoproteína E, e na migração neuronal no cérebro em desenvolvimento. Em humanos, o VLDLR é codificado pelo gene VLDLR.

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SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q04.3
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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A Lisencefalia com hipoplasia cerebelar tipo F (LCHf) é uma forma grave de lisencefalia (cérebro com superfície lisa, sem os sulcos e giros normais) associada à hipoplasia cerebelar (desenvolvimento incompleto do cerebelo). A condição é caracterizada por microcefalia significativa (pelo menos 3 desvios padrão abaixo da média para a idade) e um córtex cerebral espesso, com ausência completa do corpo caloso (estrutura que conecta os dois hemisférios cerebrais).[1]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da LCHf podem ser percebidos ainda no período pré-natal (antenatal) ou logo após o nascimento (neonatal). As principais características incluem microcefalia grave (perímetro cefálico muito abaixo do esperado), córtex cerebral espesso e ausência completa do corpo caloso. A combinação dessas alterações estruturais do cérebro leva a comprometimentos neurológicos significativos, como atraso no desenvolvimento, dificuldades motoras e intelectuais.[1]

Causas genéticas

A Lisencefalia com hipoplasia cerebelar tipo F é uma doença genética. Embora o gene específico associado a esta condição ainda não tenha sido identificado nas fontes oficiais consultadas, sabe-se que a doença é causada por alterações no material genético. A herança e a prevalência exatas não estão disponíveis nas referências atuais.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico da LCHf é baseado em exames de imagem (como ressonância magnética) que mostram as alterações típicas do cérebro: lisencefalia, hipoplasia cerebelar, microcefalia grave e ausência do corpo caloso. Testes genéticos podem auxiliar na confirmação diagnóstica. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para o diagnóstico, incluindo os seguintes procedimentos: cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. Além disso, há 38 testes genéticos disponíveis para a condição.[1][3]

Tratamento e manejo

Não há cura para a Lisencefalia com hipoplasia cerebelar tipo F. O tratamento é de suporte e visa melhorar a qualidade de vida da pessoa afetada. O manejo inclui atendimento em reabilitação para doenças raras, disponível no SUS, com equipe multidisciplinar (fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, entre outros). O acompanhamento médico regular é essencial para monitorar complicações neurológicas e oferecer suporte às necessidades específicas de cada paciente.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da LCHf é reservado, devido à gravidade das alterações cerebrais. A qualidade de vida depende do suporte multidisciplinar e do manejo adequado das complicações. O acompanhamento com equipe de reabilitação e o suporte familiar são fundamentais para maximizar o desenvolvimento e o bem-estar da pessoa afetada.[1]

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Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa3
Últimos 10 anos5publicações
Pico20232 papers
Linha do tempo
2023Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

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Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

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Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

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Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Lisencefalia com hipoplasia cerebelar tipo F

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Pesquisa ativa

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Pesquisa e ensaios clínicos

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Neuropathological findings of very low-density lipoprotein receptor-related cerebellar hypoplasia in a full-term fetus.
    J Neuropathol Exp Neurol· 2025· PMID 40974083recente
  2. A novel missense variant in the RELN gene in sheep with lissencephaly and cerebellar hypoplasia.
    Vet Pathol· 2025· PMID 39394905recente
  3. A genetic variant in the MAST1 gene is associated with mega-corpus-callosum syndrome with hypoplastic cerebellar vermis, in a fetus.
    Mol Genet Genomic Med· 2024· PMID 38284444recente
  4. Lissencephaly With Cerebellar Hypoplasia Due To a New RELN Mutation.
    Pediatr Neurol· 2023· PMID 37879138recente
  5. Prenatal diagnosis of SMPD4 loss - A neurodevelopmental disorder with microcephaly, arthrogryposis and structural brain anomalies.
    Prenat Diagn· 2023· PMID 36703249recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:100016(Orphanet)
  2. MONDO:0015039(MONDO)
  3. GARD:19736(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q55785205(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Lisencefalia com hipoplasia cerebelar tipo F
Compêndio · Raras BR

Lisencefalia com hipoplasia cerebelar tipo F

ORPHA:100016 · MONDO:0015039
CID-10
Q04.3 · Outras deformidades por redução do encéfalo
CID-11
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Antenatal, Neonatal
MedGen
UMLS
C4274989
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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata