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Lipoatrofia com diabetes, pápulas leucomelanodérmicas, esteatose hepática e miocardiopatia hipertrófica
ORPHA:156156DOENÇA RARA

Doença rara caracterizada por perda de gordura subcutânea, diabetes, lesões de pele (pápulas leucomelanodérmicas), acúmulo de gordura no fígado (esteatose) e espessamento do músculo cardíaco (miocardiopatia hipertrófica). Afeta múltiplos órgãos e sistemas, exigindo acompanhamento multidisciplinar.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 06/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Lipoatrofia com diabetes, pápulas leucomelanodérmicas, esteatose hepática e miocardiopatia hipertrófica é uma doença rara que afeta múltiplos sistemas do corpo. Ela se caracteriza pela perda de gordura subcutânea (lipoatrofia), diabetes mellitus, manchas claras e escuras na pele (pápulas leucomelanodérmicas), acúmulo de gordura no fígado (esteatose hepática) e espessamento do músculo cardíaco (miocardiopatia hipertrófica). A condição é reconhecida internacionalmente e está catalogada no banco de dados de doenças raras (MONDO:0015493).[1][2]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas descritos na literatura incluem: perda de gordura sob a pele (lipoatrofia), diabetes mellitus, presença de pápulas na pele com áreas claras e escuras (leucomelanodérmicas), acúmulo anormal de gordura no fígado (esteatose hepática) e aumento da espessura do músculo cardíaco (miocardiopatia hipertrófica). A combinação desses achados é característica da doença.[1]

Causas genéticas

Até o momento, a causa genética específica desta doença não foi identificada. Nenhum gene ou padrão de herança foi confirmado. A pesquisa genética continua em andamento para esclarecer as bases hereditárias da condição.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais característicos: lipoatrofia, diabetes, pápulas leucomelanodérmicas, esteatose hepática e miocardiopatia hipertrófica. Exames de imagem (como ultrassom hepático e ecocardiograma) e exames laboratoriais (glicemia, perfil lipídico) auxiliam na confirmação. Testes genéticos podem ser realizados para excluir outras síndromes, mas não há um teste genético específico disponível para esta doença no momento.[1][3]

Tratamento e manejo

O tratamento é multidisciplinar e focado no controle dos sintomas. O diabetes é manejado com dieta, atividade física e medicamentos hipoglicemiantes, conforme orientação médica. A esteatose hepática pode ser abordada com mudanças no estilo de vida e perda de peso. A miocardiopatia hipertrófica requer acompanhamento cardiológico regular, com possível uso de betabloqueadores ou outros fármacos cardíacos, sempre sob prescrição. A lipoatrofia e as lesões de pele não têm tratamento específico, mas podem ser monitoradas por dermatologista. Não há cobertura específica pelo SUS para esta doença.[1]

Tratamentos citados na literatura

Na literatura científica, o fármaco dexrazoxano foi associado a esta condição em estudos de mineração de dados (1 publicação). É importante destacar que essa é uma associação observada em pesquisa, e não uma recomendação de tratamento. Consulte sempre seu médico antes de considerar qualquer medicação.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia conforme a gravidade dos sintomas e a resposta ao tratamento. O acompanhamento regular com endocrinologista, cardiologista, hepatologista e dermatologista é essencial para monitorar as complicações e ajustar o manejo. A qualidade de vida pode ser impactada pela necessidade de cuidados contínuos, mas o suporte multidisciplinar e o controle adequado dos sintomas podem trazer melhorias significativas.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Doença rara caracterizada por perda de gordura subcutânea, diabetes, lesões de pele (pápulas leucomelanodérmicas), acúmulo de gordura no fígado (esteatose) e espessamento do músculo cardíaco (miocardiopatia hipertrófica). Afeta múltiplos órgãos e sistemas, exigindo acompanhamento multidisciplinar.

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Sinais e sintomas

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Visão geral

A Lipoatrofia com diabetes, pápulas leucomelanodérmicas, esteatose hepática e miocardiopatia hipertrófica é uma doença rara que afeta múltiplos sistemas do corpo. Ela se caracteriza pela perda de gordura subcutânea (lipoatrofia), diabetes mellitus, manchas claras e escuras na pele (pápulas leucomelanodérmicas), acúmulo de gordura no fígado (esteatose hepática) e espessamento do músculo cardíaco (miocardiopatia hipertrófica). A condição é reconhecida internacionalmente e está catalogada no banco de dados de doenças raras (MONDO:0015493).[1][2]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas descritos na literatura incluem: perda de gordura sob a pele (lipoatrofia), diabetes mellitus, presença de pápulas na pele com áreas claras e escuras (leucomelanodérmicas), acúmulo anormal de gordura no fígado (esteatose hepática) e aumento da espessura do músculo cardíaco (miocardiopatia hipertrófica). A combinação desses achados é característica da doença.[1]

Causas genéticas

Até o momento, a causa genética específica desta doença não foi identificada. Nenhum gene ou padrão de herança foi confirmado. A pesquisa genética continua em andamento para esclarecer as bases hereditárias da condição.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais característicos: lipoatrofia, diabetes, pápulas leucomelanodérmicas, esteatose hepática e miocardiopatia hipertrófica. Exames de imagem (como ultrassom hepático e ecocardiograma) e exames laboratoriais (glicemia, perfil lipídico) auxiliam na confirmação. Testes genéticos podem ser realizados para excluir outras síndromes, mas não há um teste genético específico disponível para esta doença no momento.[1][3]

Tratamento e manejo

O tratamento é multidisciplinar e focado no controle dos sintomas. O diabetes é manejado com dieta, atividade física e medicamentos hipoglicemiantes, conforme orientação médica. A esteatose hepática pode ser abordada com mudanças no estilo de vida e perda de peso. A miocardiopatia hipertrófica requer acompanhamento cardiológico regular, com possível uso de betabloqueadores ou outros fármacos cardíacos, sempre sob prescrição. A lipoatrofia e as lesões de pele não têm tratamento específico, mas podem ser monitoradas por dermatologista. Não há cobertura específica pelo SUS para esta doença.[1]

Tratamentos citados na literatura

Na literatura científica, o fármaco dexrazoxano foi associado a esta condição em estudos de mineração de dados (1 publicação). É importante destacar que essa é uma associação observada em pesquisa, e não uma recomendação de tratamento. Consulte sempre seu médico antes de considerar qualquer medicação.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia conforme a gravidade dos sintomas e a resposta ao tratamento. O acompanhamento regular com endocrinologista, cardiologista, hepatologista e dermatologista é essencial para monitorar as complicações e ajustar o manejo. A qualidade de vida pode ser impactada pela necessidade de cuidados contínuos, mas o suporte multidisciplinar e o controle adequado dos sintomas podem trazer melhorias significativas.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Últimos 10 anos1publicações
Pico20031 papers
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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

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  1. A new clinical condition linked to a novel mutation in lamins A and C with generalized lipoatrophy, insulin-resistant diabetes, disseminated leukomelanodermic papules, liver steatosis, and cardiomyopathy.
    J Clin Endocrinol Metab· 2003· PMID 12629077recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:156156(Orphanet)
  2. MONDO:0015493(MONDO)
  3. Busca completa no PubMed(PubMed)
  4. Q55785508(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Lipoatrofia com diabetes, pápulas leucomelanodérmicas, esteatose hepática e miocardiopatia hipertrófica
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Lipoatrofia com diabetes, pápulas leucomelanodérmicas, esteatose hepática e miocardiopatia hipertrófica

ORPHA:156156 · MONDO:0015493
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1 candidato
dexrazoxanechelating agent|topoisomerase inhibitor
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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata