Epilepsia rara caracterizada por convulsões desencadeadas pelo orgasmo. Pode ser idiopática ou secundária a outras condições neurológicas. O diagnóstico é clínico, com auxílio de exames complementares.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
As convulsões induzidas pelo orgasmo são uma doença neurológica rara, caracterizada por crises epilépticas desencadeadas pelo orgasmo sexual. As crises podem ser parciais complexas, com ou sem generalização secundária, ou epilepsia generalizada primária idiopática. Geralmente, as crises começam imediatamente, logo após ou algumas horas após o orgasmo, duram alguns segundos ou minutos e, em casos muito raros, são seguidas por enxaqueca intensa.[1]
Sinais e sintomas
Os sintomas incluem crises epilépticas que ocorrem exclusivamente em associação com o orgasmo. As crises podem ser parciais complexas (afetando a consciência) ou generalizadas, e duram de segundos a minutos. Em casos raros, pode haver enxaqueca intensa após a crise.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é clínico, baseado na história de crises epilépticas desencadeadas exclusivamente pelo orgasmo. Exames complementares como eletroencefalograma (EEG) podem auxiliar na confirmação. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura parcial para o diagnóstico, incluindo o sequenciamento completo do exoma (WES) e atendimento em reabilitação para doenças raras.[1]
Tratamento e manejo
O manejo é semelhante ao de outras epilepsias, com foco no controle das crises. Medicamentos como lamotrigina, topiramato, valproato de sódio e outros anticonvulsivantes podem ser considerados, sempre sob prescrição médica individualizada. Não há recomendações de dose ou regime específico para esta condição.[1]
Tratamentos citados na literatura
A literatura científica menciona associações (não recomendações de tratamento) com os seguintes fármacos: aminohydroxybutyric acid, diclofenamide, ethosuximide, felbamate, fosphenytoin, lamotrigine, metharbital, phenacemide, pyridoxal, stiripentol, topiramate, valproic acid, valpromide e zonisamide. Essas associações foram extraídas de bases de dados como PubTator3 e não substituem a avaliação médica individual.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico é variável, dependendo da resposta ao tratamento anticonvulsivante. A qualidade de vida pode ser afetada pelo impacto psicológico e social das crises, mas o manejo adequado pode permitir uma vida plena. Não há dados específicos sobre a progressão da doença a longo prazo.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Epilepsia rara caracterizada por convulsões desencadeadas pelo orgasmo. Pode ser idiopática ou secundária a outras condições neurológicas. O diagnóstico é clínico, com auxílio de exames complementares.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
As convulsões induzidas pelo orgasmo são uma doença neurológica rara, caracterizada por crises epilépticas desencadeadas pelo orgasmo sexual. As crises podem ser parciais complexas, com ou sem generalização secundária, ou epilepsia generalizada primária idiopática. Geralmente, as crises começam imediatamente, logo após ou algumas horas após o orgasmo, duram alguns segundos ou minutos e, em casos muito raros, são seguidas por enxaqueca intensa.[1]
Sinais e sintomas
Os sintomas incluem crises epilépticas que ocorrem exclusivamente em associação com o orgasmo. As crises podem ser parciais complexas (afetando a consciência) ou generalizadas, e duram de segundos a minutos. Em casos raros, pode haver enxaqueca intensa após a crise.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é clínico, baseado na história de crises epilépticas desencadeadas exclusivamente pelo orgasmo. Exames complementares como eletroencefalograma (EEG) podem auxiliar na confirmação. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura parcial para o diagnóstico, incluindo o sequenciamento completo do exoma (WES) e atendimento em reabilitação para doenças raras.[1]
Tratamento e manejo
O manejo é semelhante ao de outras epilepsias, com foco no controle das crises. Medicamentos como lamotrigina, topiramato, valproato de sódio e outros anticonvulsivantes podem ser considerados, sempre sob prescrição médica individualizada. Não há recomendações de dose ou regime específico para esta condição.[1]
Tratamentos citados na literatura
A literatura científica menciona associações (não recomendações de tratamento) com os seguintes fármacos: aminohydroxybutyric acid, diclofenamide, ethosuximide, felbamate, fosphenytoin, lamotrigine, metharbital, phenacemide, pyridoxal, stiripentol, topiramate, valproic acid, valpromide e zonisamide. Essas associações foram extraídas de bases de dados como PubTator3 e não substituem a avaliação médica individual.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico é variável, dependendo da resposta ao tratamento anticonvulsivante. A qualidade de vida pode ser afetada pelo impacto psicológico e social das crises, mas o manejo adequado pode permitir uma vida plena. Não há dados específicos sobre a progressão da doença a longo prazo.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Convulsões induzidas pelo orgasmo
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Pesquisa ativa
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Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
The Sexual Experiences of People Living with Sickle Cell Disease.
The influence of opioid blockage on the sexual response cycle: A randomized placebo-controlled experiment with relevance for the treatment of Compulsive Sexual Behavior Disorder (CSBD).
Predictors of Sex-Induced Crisis, Sexual Function and Marital Satisfaction in Women With Sickle Cell Disease.
Orgasm induced torsades de pointes in a patient with a novel mutation with long-QT syndrome type 2: a case report.
Orgasm Induced Seizures: A Rare Phenomenon.
Associações
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
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- Orgasm Induced Seizures: A Rare Phenomenon.
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Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:166421(Orphanet)
- MONDO:0015646(MONDO)
- Epilepsia(PCDT · Ministério da Saúde)
- GARD:20079(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55785621(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Convulsões induzidas pelo orgasmo
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata
- Reposicionamento
- fonte: Drug Repurposing Hub