Raras
Buscar doenças, sintomas, genes...
Convulsões induzidas pelo orgasmo
ORPHA:166421CID-10 · G40.5CID-11 · 8A61.40PCDT · SUSDOENÇA RARA
Início adulta

Epilepsia rara caracterizada por convulsões desencadeadas pelo orgasmo. Pode ser idiopática ou secundária a outras condições neurológicas. O diagnóstico é clínico, com auxílio de exames complementares.

Mantido por Agente Raras·Colaborar como especialista →

Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 30/05/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

As convulsões induzidas pelo orgasmo são uma doença neurológica rara, caracterizada por crises epilépticas desencadeadas pelo orgasmo sexual. As crises podem ser parciais complexas, com ou sem generalização secundária, ou epilepsia generalizada primária idiopática. Geralmente, as crises começam imediatamente, logo após ou algumas horas após o orgasmo, duram alguns segundos ou minutos e, em casos muito raros, são seguidas por enxaqueca intensa.[1]

Sinais e sintomas

Os sintomas incluem crises epilépticas que ocorrem exclusivamente em associação com o orgasmo. As crises podem ser parciais complexas (afetando a consciência) ou generalizadas, e duram de segundos a minutos. Em casos raros, pode haver enxaqueca intensa após a crise.[1]

Causas genéticas

Até o momento, não há genes específicos identificados como causa das convulsões induzidas pelo orgasmo. A herança não está estabelecida e não há variantes patogênicas registradas em bases de dados clínicas como o ClinVar.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é clínico, baseado na história de crises epilépticas desencadeadas exclusivamente pelo orgasmo. Exames complementares como eletroencefalograma (EEG) podem auxiliar na confirmação. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura parcial para o diagnóstico, incluindo o sequenciamento completo do exoma (WES) e atendimento em reabilitação para doenças raras.[1]

Tratamento e manejo

O manejo é semelhante ao de outras epilepsias, com foco no controle das crises. Medicamentos como lamotrigina, topiramato, valproato de sódio e outros anticonvulsivantes podem ser considerados, sempre sob prescrição médica individualizada. Não há recomendações de dose ou regime específico para esta condição.[1]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica menciona associações (não recomendações de tratamento) com os seguintes fármacos: aminohydroxybutyric acid, diclofenamide, ethosuximide, felbamate, fosphenytoin, lamotrigine, metharbital, phenacemide, pyridoxal, stiripentol, topiramate, valproic acid, valpromide e zonisamide. Essas associações foram extraídas de bases de dados como PubTator3 e não substituem a avaliação médica individual.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é variável, dependendo da resposta ao tratamento anticonvulsivante. A qualidade de vida pode ser afetada pelo impacto psicológico e social das crises, mas o manejo adequado pode permitir uma vida plena. Não há dados específicos sobre a progressão da doença a longo prazo.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Epilepsia rara caracterizada por convulsões desencadeadas pelo orgasmo. Pode ser idiopática ou secundária a outras condições neurológicas. O diagnóstico é clínico, com auxílio de exames complementares.

Publicações científicas
20 artigos
Último publicado: 2026 Jan 8

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
7
pacientes catalogados
Início
Adult
🏥
SUS: Cobertura parcialScore: 45%
PCDT disponívelCID-10: G40.5
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (2)
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)genetic_test
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças rarasrehabilitation
Você se identifica com essa condição?
O Raras está aqui pra te apoiar — com ou sem diagnóstico

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Entender a doença

Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo

Preparando trilha educativa...

Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 30/05/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

As convulsões induzidas pelo orgasmo são uma doença neurológica rara, caracterizada por crises epilépticas desencadeadas pelo orgasmo sexual. As crises podem ser parciais complexas, com ou sem generalização secundária, ou epilepsia generalizada primária idiopática. Geralmente, as crises começam imediatamente, logo após ou algumas horas após o orgasmo, duram alguns segundos ou minutos e, em casos muito raros, são seguidas por enxaqueca intensa.[1]

Sinais e sintomas

Os sintomas incluem crises epilépticas que ocorrem exclusivamente em associação com o orgasmo. As crises podem ser parciais complexas (afetando a consciência) ou generalizadas, e duram de segundos a minutos. Em casos raros, pode haver enxaqueca intensa após a crise.[1]

Causas genéticas

Até o momento, não há genes específicos identificados como causa das convulsões induzidas pelo orgasmo. A herança não está estabelecida e não há variantes patogênicas registradas em bases de dados clínicas como o ClinVar.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é clínico, baseado na história de crises epilépticas desencadeadas exclusivamente pelo orgasmo. Exames complementares como eletroencefalograma (EEG) podem auxiliar na confirmação. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura parcial para o diagnóstico, incluindo o sequenciamento completo do exoma (WES) e atendimento em reabilitação para doenças raras.[1]

Tratamento e manejo

O manejo é semelhante ao de outras epilepsias, com foco no controle das crises. Medicamentos como lamotrigina, topiramato, valproato de sódio e outros anticonvulsivantes podem ser considerados, sempre sob prescrição médica individualizada. Não há recomendações de dose ou regime específico para esta condição.[1]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica menciona associações (não recomendações de tratamento) com os seguintes fármacos: aminohydroxybutyric acid, diclofenamide, ethosuximide, felbamate, fosphenytoin, lamotrigine, metharbital, phenacemide, pyridoxal, stiripentol, topiramate, valproic acid, valpromide e zonisamide. Essas associações foram extraídas de bases de dados como PubTator3 e não substituem a avaliação médica individual.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é variável, dependendo da resposta ao tratamento anticonvulsivante. A qualidade de vida pode ser afetada pelo impacto psicológico e social das crises, mas o manejo adequado pode permitir uma vida plena. Não há dados específicos sobre a progressão da doença a longo prazo.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa11desde 2015
Total histórico20PubMed
Últimos 10 anos1publicações
Pico20151 papers
Linha do tempo
20202015Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Convulsões induzidas pelo orgasmo

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Convulsões induzidas pelo orgasmo.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

Ainda não existe comunidade no Raras para Convulsões induzidas pelo orgasmo

Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.

Tire suas dúvidas

Perguntas, dicas e experiências compartilhadas aqui na página

Participe da discussão

Faça login para postar dúvidas, compartilhar experiências e interagir com especialistas.

Fazer login

Doenças relacionadas

Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico

Ainda não achamos doenças com sintomas parecidos o suficiente.

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Orgasm Induced Seizures: A Rare Phenomenon.
    Annals of medical and health sciences research· 2015· PMID 27057393mais citado
  2. The Sexual Experiences of People Living with Sickle Cell Disease.
    J Sex Res· 2026· PMID 41505777recente
  3. The influence of opioid blockage on the sexual response cycle: A randomized placebo-controlled experiment with relevance for the treatment of Compulsive Sexual Behavior Disorder (CSBD).
    Psychoneuroendocrinology· 2023· PMID 36356514recente
  4. Predictors of Sex-Induced Crisis, Sexual Function and Marital Satisfaction in Women With Sickle Cell Disease.
    J Sex Med· 2022· PMID 36088276recente
  5. Orgasm induced torsades de pointes in a patient with a novel mutation with long-QT syndrome type 2: a case report.
    Eur Heart J Case Rep· 2018· PMID 31020140recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:166421(Orphanet)
  2. MONDO:0015646(MONDO)
  3. Epilepsia(PCDT · Ministério da Saúde)
  4. GARD:20079(GARD (NIH))
  5. Busca completa no PubMed(PubMed)
  6. Q55785621(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Convulsões induzidas pelo orgasmo
Compêndio · Raras BR

Convulsões induzidas pelo orgasmo

ORPHA:166421 · MONDO:0015646
🇧🇷 Brasil SUS
Geral
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
7 casos conhecidos
CID-10
G40.5 · Síndromes epilépticas especiais
CID-11
Início
Adult
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C4706598
Repurposing
14 candidatos
aminohydroxybutyric-acidcarbonic anhydrase inhibitor
diclofenamidesuccinimide antiepileptic
ethosuximideglutamate receptor antagonist
+11 outros
Wikidata
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata