Esta lista contém siglas e iniciais relacionadas a doenças e distúrbios médicos.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Hemiplegia alternante noturna benigna da infância é uma doença neurológica rara, caracterizada por episódios recorrentes de choro ou gritos noturnos, seguidos ou acompanhados de hemiplegia (paralisia de um lado do corpo) unilateral ou, às vezes, bilateral. Apesar do nome, a condição não está associada a comprometimentos neurológicos ou do desenvolvimento, mas pode estar relacionada a alterações comportamentais leves.[1]
Sinais e sintomas
Os principais sintomas são crises que ocorrem durante o sono, iniciando-se com choro ou gritos noturnos. Em seguida, a criança apresenta paralisia de um lado do corpo (hemiplegia), que pode ser unilateral ou, em alguns casos, bilateral. Importante: a doença não causa atrasos no desenvolvimento neurológico ou intelectual, embora possam ser observadas alterações comportamentais leves.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos episódios típicos noturnos. Exames genéticos, como o sequenciamento completo do exoma (WES), podem ser utilizados para excluir outras condições, mas não há um teste genético específico para esta doença. No Brasil, o SUS oferece cobertura mínima para o diagnóstico, incluindo o sequenciamento completo do exoma e atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][3]
Tratamento e manejo
Não há um tratamento específico aprovado para a Hemiplegia alternante noturna benigna da infância. O manejo é focado no suporte clínico e na orientação da família sobre a natureza benigna da condição. No Brasil, o SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras como parte do cuidado multidisciplinar.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico é favorável: a doença não está associada a comprometimentos neurológicos ou do desenvolvimento. As crises tendem a ser autolimitadas e a maioria das crianças mantém uma qualidade de vida normal, embora possam apresentar alterações comportamentais leves.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Esta lista contém siglas e iniciais relacionadas a doenças e distúrbios médicos.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Hemiplegia alternante noturna benigna da infância é uma doença neurológica rara, caracterizada por episódios recorrentes de choro ou gritos noturnos, seguidos ou acompanhados de hemiplegia (paralisia de um lado do corpo) unilateral ou, às vezes, bilateral. Apesar do nome, a condição não está associada a comprometimentos neurológicos ou do desenvolvimento, mas pode estar relacionada a alterações comportamentais leves.[1]
Sinais e sintomas
Os principais sintomas são crises que ocorrem durante o sono, iniciando-se com choro ou gritos noturnos. Em seguida, a criança apresenta paralisia de um lado do corpo (hemiplegia), que pode ser unilateral ou, em alguns casos, bilateral. Importante: a doença não causa atrasos no desenvolvimento neurológico ou intelectual, embora possam ser observadas alterações comportamentais leves.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos episódios típicos noturnos. Exames genéticos, como o sequenciamento completo do exoma (WES), podem ser utilizados para excluir outras condições, mas não há um teste genético específico para esta doença. No Brasil, o SUS oferece cobertura mínima para o diagnóstico, incluindo o sequenciamento completo do exoma e atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][3]
Tratamento e manejo
Não há um tratamento específico aprovado para a Hemiplegia alternante noturna benigna da infância. O manejo é focado no suporte clínico e na orientação da família sobre a natureza benigna da condição. No Brasil, o SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras como parte do cuidado multidisciplinar.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico é favorável: a doença não está associada a comprometimentos neurológicos ou do desenvolvimento. As crises tendem a ser autolimitadas e a maioria das crianças mantém uma qualidade de vida normal, embora possam apresentar alterações comportamentais leves.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Hemiplegia alternante noturna benigna da infância
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
Benign nocturnal alternating hemiplegia of childhood: A clinical and nomenclatural reappraisal.
Benign nocturnal alternating hemiplegia of childhood: a new case with unusual findings.
Child neurology: benign nocturnal alternating hemiplegia of childhood.
Benign nocturnal alternating hemiplegia of childhood: two cases with positive evolution.
Benign nocturnal alternating hemiplegia of childhood: The first clinical report with paroxysmal events home-video recordings.
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
Ainda não temos associações cadastradas para Hemiplegia alternante noturna benigna da infância.
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Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
- Benign nocturnal alternating hemiplegia of childhood: A clinical and nomenclatural reappraisal.European journal of paediatric neurology : EJPN : official journal of the European Paediatric Neurology Society· 2018· PMID 30194039mais citado
- Benign nocturnal alternating hemiplegia of childhood: a new case with unusual findings.
- Child neurology: benign nocturnal alternating hemiplegia of childhood.
- Benign nocturnal alternating hemiplegia of childhood: two cases with positive evolution.
- Benign nocturnal alternating hemiplegia of childhood: The first clinical report with paroxysmal events home-video recordings.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:209973(Orphanet)
- MONDO:0016209(MONDO)
- GARD:20445(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55786058(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Hemiplegia alternante noturna benigna da infância
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata