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Megaureter primário, forma de início no adulto
ORPHA:238642CID-10 · Q62.2CID-11 · LB31.1DOENÇA RARA
Início adultaHerança Unknown

Dilatação congênita do ureter, geralmente assintomática na infância, manifestando-se na vida adulta com sintomas como infecções urinárias recorrentes ou dor lombar. A causa exata é desconhecida, mas acredita-se ser uma anomalia do desenvolvimento da musculatura ureteral.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 10/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

O megaureter primário, forma de início no adulto, é uma condição rara caracterizada pela dilatação anormal do ureter (o tubo que transporta a urina do rim para a bexiga) que se manifesta pela primeira vez na idade adulta. Diferente das formas que aparecem na infância, esta variante pode ser identificada tardiamente, muitas vezes de forma incidental em exames de imagem. A prevalência exata desta condição é desconhecida.[1]

Sinais e sintomas

Os sintomas do megaureter primário de início no adulto podem incluir dor lombar ou abdominal, infecções urinárias de repetição, sensação de esvaziamento incompleto da bexiga e, em alguns casos, sangue na urina (hematúria). Muitas pessoas, no entanto, podem não apresentar sintomas e a condição é descoberta acidentalmente durante exames de imagem realizados por outros motivos.[1]

Causas genéticas

Até o momento, a herança genética do megaureter primário, forma de início no adulto, é desconhecida. Não há genes específicos identificados como causa direta desta condição. As bases genéticas ainda estão sendo investigadas pela comunidade científica.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico do megaureter primário em adultos é geralmente feito por exames de imagem, como ultrassonografia, urografia excretora ou tomografia computadorizada, que mostram a dilatação do ureter. Exames de sangue e urina ajudam a avaliar a função renal e a presença de infecções. Testes genéticos, como o sequenciamento completo do exoma (WES), podem ser solicitados para investigar causas genéticas associadas, embora não exista um gene específico confirmado para esta condição. Outros exames, como cariótipo e pesquisa de microdeleções por FISH, podem ser utilizados no contexto de diagnóstico diferencial.[1][3]

Tratamento e manejo

O tratamento do megaureter primário em adultos depende da presença e gravidade dos sintomas, do grau de dilatação e do impacto na função renal. As opções de manejo incluem acompanhamento clínico regular com exames de imagem e função renal, uso de antibióticos para prevenir ou tratar infecções urinárias e, em casos selecionados, procedimentos cirúrgicos para corrigir a obstrução ou refluxo. A abordagem deve ser individualizada, e o acompanhamento com urologista é fundamental. Não há medicamentos específicos aprovados exclusivamente para esta condição.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico para pessoas com megaureter primário de início no adulto é geralmente bom, especialmente quando a função renal é preservada e não há complicações como infecções graves ou obstrução significativa. Com acompanhamento adequado, a maioria das pessoas mantém uma boa qualidade de vida. Em casos raros, pode haver progressão para dano renal, o que exigiria intervenção mais intensiva.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Dilatação congênita do ureter, geralmente assintomática na infância, manifestando-se na vida adulta com sintomas como infecções urinárias recorrentes ou dor lombar. A causa exata é desconhecida, mas acredita-se ser uma anomalia do desenvolvimento da musculatura ureteral.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
Unknown
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Início
Adult
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q62.2
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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O Raras está aqui pra te apoiar — com ou sem diagnóstico

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 10/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

O megaureter primário, forma de início no adulto, é uma condição rara caracterizada pela dilatação anormal do ureter (o tubo que transporta a urina do rim para a bexiga) que se manifesta pela primeira vez na idade adulta. Diferente das formas que aparecem na infância, esta variante pode ser identificada tardiamente, muitas vezes de forma incidental em exames de imagem. A prevalência exata desta condição é desconhecida.[1]

Sinais e sintomas

Os sintomas do megaureter primário de início no adulto podem incluir dor lombar ou abdominal, infecções urinárias de repetição, sensação de esvaziamento incompleto da bexiga e, em alguns casos, sangue na urina (hematúria). Muitas pessoas, no entanto, podem não apresentar sintomas e a condição é descoberta acidentalmente durante exames de imagem realizados por outros motivos.[1]

Causas genéticas

Até o momento, a herança genética do megaureter primário, forma de início no adulto, é desconhecida. Não há genes específicos identificados como causa direta desta condição. As bases genéticas ainda estão sendo investigadas pela comunidade científica.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico do megaureter primário em adultos é geralmente feito por exames de imagem, como ultrassonografia, urografia excretora ou tomografia computadorizada, que mostram a dilatação do ureter. Exames de sangue e urina ajudam a avaliar a função renal e a presença de infecções. Testes genéticos, como o sequenciamento completo do exoma (WES), podem ser solicitados para investigar causas genéticas associadas, embora não exista um gene específico confirmado para esta condição. Outros exames, como cariótipo e pesquisa de microdeleções por FISH, podem ser utilizados no contexto de diagnóstico diferencial.[1][3]

Tratamento e manejo

O tratamento do megaureter primário em adultos depende da presença e gravidade dos sintomas, do grau de dilatação e do impacto na função renal. As opções de manejo incluem acompanhamento clínico regular com exames de imagem e função renal, uso de antibióticos para prevenir ou tratar infecções urinárias e, em casos selecionados, procedimentos cirúrgicos para corrigir a obstrução ou refluxo. A abordagem deve ser individualizada, e o acompanhamento com urologista é fundamental. Não há medicamentos específicos aprovados exclusivamente para esta condição.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico para pessoas com megaureter primário de início no adulto é geralmente bom, especialmente quando a função renal é preservada e não há complicações como infecções graves ou obstrução significativa. Com acompanhamento adequado, a maioria das pessoas mantém uma boa qualidade de vida. Em casos raros, pode haver progressão para dano renal, o que exigiria intervenção mais intensiva.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa1
Últimos 10 anos5publicações
Pico20265 papers
Linha do tempo
2026Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Megaureter primário, forma de início no adulto

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Pesquisa ativa

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Pesquisa e ensaios clínicos

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Mast cell mediators in hereditary angioedema.
    Orphanet J Rare Dis· 2026· PMID 41832580recente
  2. Prenatal Molecular Diagnosis of COL2A1-Associated Stickler Syndrome: Genotype-Phenotype Correlation in a Resource-Limited Healthcare Setting.
    Int J Mol Sci· 2026· PMID 41828453recente
  3. Platelet gene signatures detecting pulmonary artery stenosis in patients with pulmonary hypertension.
    Orphanet J Rare Dis· 2026· PMID 41827036recente
  4. The global impact of imiglucerase therapy in children with Gaucher disease types 1 and 3: a real-world analysis from the International Collaborative Gaucher Group Gaucher Registry.
    Orphanet J Rare Dis· 2026· PMID 41821052recente
  5. Monogenic lupus with SLC7A7 mutations: a retrospective study from a Chinese center.
    Orphanet J Rare Dis· 2026· PMID 41821046recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:238642(Orphanet)
  2. MONDO:0016549(MONDO)
  3. GARD:20639(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q55786298(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Megaureter primário, forma de início no adulto

ORPHA:238642 · MONDO:0016549
Prevalência
Unknown
Herança
Unknown
CID-10
Q62.2 · Megaureter congênito
CID-11
Início
Adult
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C5680937
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DiscussaoAtiva

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📋 Origem dos dados

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata