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Megaureter primário congênito, forma com obstrução
ORPHA:238646CID-10 · Q62.2CID-11 · LB31.1DOENÇA RARA
Início neonatalHerança Unknown

Dilatação congênita e idiopática do ureter, com estreitamento distal causando obstrução do fluxo urinário. Pode levar a hidronefrose, infecções urinárias recorrentes e disfunção renal.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 10/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

O megaureter primário congênito, forma com obstrução, é uma condição rara presente desde o nascimento (congênita) em que o ureter — o tubo que leva a urina do rim para a bexiga — está dilatado (alargado) e apresenta um estreitamento na sua porção final, próximo à bexiga, que dificulta a passagem da urina. Essa obstrução não é causada por uma válvula ou tumor, mas por um problema na própria parede do ureter. A condição é chamada de “primária” porque não está associada a outras malformações do trato urinário, como refluxo ou obstrução da junção ureteropélvica. A prevalência exata é desconhecida.[1]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas geralmente aparecem ainda no período neonatal (primeiros 28 dias de vida) ou durante a infância. Podem incluir infecção urinária de repetição, dor abdominal ou lombar, dificuldade para urinar, e, em alguns casos, massa palpável no abdome devido à dilatação do ureter. Em bebês, o diagnóstico pode ser suspeitado ainda durante o pré-natal, por meio de ultrassom que mostra dilatação das vias urinárias.[1]

Causas genéticas

Até o momento, a causa genética específica do megaureter primário congênito, forma com obstrução, não é conhecida. Nenhum gene foi definitivamente associado à condição, e o padrão de herança permanece desconhecido. Isso significa que, na maioria dos casos, não é possível identificar uma alteração genética hereditária que explique o problema.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado em exames de imagem, como ultrassonografia renal e de vias urinárias, uretrocistografia miccional (para descartar refluxo vesicoureteral) e, em alguns casos, cintilografia renal dinâmica para avaliar o grau de obstrução. Exames genéticos não são rotineiramente indicados para o diagnóstico, mas podem ser solicitados para excluir outras condições que cursam com dilatação ureteral. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como cariótipo, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína, além de atendimento em reabilitação para doenças raras.[1]

Tratamento e manejo

O tratamento depende da gravidade da obstrução e dos sintomas. Casos leves podem ser acompanhados clinicamente com exames periódicos e uso de antibióticos profiláticos para prevenir infecções urinárias. Quando a obstrução é significativa e causa dano renal ou sintomas persistentes, pode ser necessária cirurgia para correção do estreitamento do ureter (ureteroneocistostomia). O manejo deve ser individualizado por uma equipe multidisciplinar, incluindo nefrologista pediátrico e urologista. Não há medicamentos específicos aprovados para tratar a obstrução em si.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é geralmente bom quando o diagnóstico é precoce e o tratamento adequado é instituído. A maioria das crianças mantém função renal normal após a correção cirúrgica ou com acompanhamento clínico. Em casos não tratados, a obstrução prolongada pode levar a dano renal progressivo, infecções graves e, raramente, insuficiência renal. O acompanhamento a longo prazo com exames de imagem e função renal é recomendado.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Dilatação congênita e idiopática do ureter, com estreitamento distal causando obstrução do fluxo urinário. Pode levar a hidronefrose, infecções urinárias recorrentes e disfunção renal.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
Unknown
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Início
Infancy
+ neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 35%
CID-10: Q62.2
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

O megaureter primário congênito, forma com obstrução, é uma condição rara presente desde o nascimento (congênita) em que o ureter — o tubo que leva a urina do rim para a bexiga — está dilatado (alargado) e apresenta um estreitamento na sua porção final, próximo à bexiga, que dificulta a passagem da urina. Essa obstrução não é causada por uma válvula ou tumor, mas por um problema na própria parede do ureter. A condição é chamada de “primária” porque não está associada a outras malformações do trato urinário, como refluxo ou obstrução da junção ureteropélvica. A prevalência exata é desconhecida.[1]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas geralmente aparecem ainda no período neonatal (primeiros 28 dias de vida) ou durante a infância. Podem incluir infecção urinária de repetição, dor abdominal ou lombar, dificuldade para urinar, e, em alguns casos, massa palpável no abdome devido à dilatação do ureter. Em bebês, o diagnóstico pode ser suspeitado ainda durante o pré-natal, por meio de ultrassom que mostra dilatação das vias urinárias.[1]

Causas genéticas

Até o momento, a causa genética específica do megaureter primário congênito, forma com obstrução, não é conhecida. Nenhum gene foi definitivamente associado à condição, e o padrão de herança permanece desconhecido. Isso significa que, na maioria dos casos, não é possível identificar uma alteração genética hereditária que explique o problema.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado em exames de imagem, como ultrassonografia renal e de vias urinárias, uretrocistografia miccional (para descartar refluxo vesicoureteral) e, em alguns casos, cintilografia renal dinâmica para avaliar o grau de obstrução. Exames genéticos não são rotineiramente indicados para o diagnóstico, mas podem ser solicitados para excluir outras condições que cursam com dilatação ureteral. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como cariótipo, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína, além de atendimento em reabilitação para doenças raras.[1]

Tratamento e manejo

O tratamento depende da gravidade da obstrução e dos sintomas. Casos leves podem ser acompanhados clinicamente com exames periódicos e uso de antibióticos profiláticos para prevenir infecções urinárias. Quando a obstrução é significativa e causa dano renal ou sintomas persistentes, pode ser necessária cirurgia para correção do estreitamento do ureter (ureteroneocistostomia). O manejo deve ser individualizado por uma equipe multidisciplinar, incluindo nefrologista pediátrico e urologista. Não há medicamentos específicos aprovados para tratar a obstrução em si.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é geralmente bom quando o diagnóstico é precoce e o tratamento adequado é instituído. A maioria das crianças mantém função renal normal após a correção cirúrgica ou com acompanhamento clínico. Em casos não tratados, a obstrução prolongada pode levar a dano renal progressivo, infecções graves e, raramente, insuficiência renal. O acompanhamento a longo prazo com exames de imagem e função renal é recomendado.[1]

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Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa1desde 2025
Últimos 10 anos4publicações
Pico20252 papers
Linha do tempo
2025Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

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Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

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Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

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Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Megaureter primário congênito, forma com obstrução

Centros de Referência SUS

24 centros habilitados pelo SUS para Megaureter primário congênito, forma com obstrução

Centros para Megaureter primário congênito, forma com obstrução

Detalhes dos centros

Hospital Universitário Prof. Edgard Santos (HUPES)

R. Dr. Augusto Viana, s/n - Canela, Salvador - BA, 40110-060 · CNES 0003808

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do Metabolismo

Hospital Infantil Albert Sabin

R. Tertuliano Sales, 544 - Vila União, Fortaleza - CE, 60410-794 · CNES 2407876

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasDeficiência Intelectual

Hospital de Apoio de Brasília (HAB)

AENW 3 Lote A Setor Noroeste - Plano Piloto, Brasília - DF, 70684-831 · CNES 0010456

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (HIABA)

Av. Min. Salgado Filho, 918 - Soteco, Vila Velha - ES, 29106-010 · CNES 6631207

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital das Clínicas da UFG

Rua 235 QD. 68 Lote Área, Nº 285, s/nº - Setor Leste Universitário, Goiânia - GO, 74605-050 · CNES 2338424

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do Metabolismo

Hospital Universitário da UFJF

R. Catulo Breviglieri, Bairro - s/n - Santa Catarina, Juiz de Fora - MG, 36036-110 · CNES 2297442

Atenção Especializada

Rota
Anomalias Congênitas

Hospital das Clínicas da UFMG

Av. Prof. Alfredo Balena, 110 - Santa Efigênia, Belo Horizonte - MG, 30130-100 · CNES 2280167

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital Universitário Julio Müller (HUJM)

R. Luis Philippe Pereira Leite, s/n - Alvorada, Cuiabá - MT, 78048-902 · CNES 2726092

Atenção Especializada

Rota
Anomalias Congênitas

Hospital Universitário João de Barros Barreto

R. dos Mundurucus, 4487 - Guamá, Belém - PA, 66073-000 · CNES 2337878

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW)

R. Tabeliao Estanislau Eloy, 585 - Castelo Branco, João Pessoa - PB, 58050-585 · CNES 0002470

Atenção Especializada

Rota
Anomalias Congênitas

Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP)

R. dos Coelhos, 300 - Boa Vista, Recife - PE, 50070-902 · CNES 0000647

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital Pequeno Príncipe

R. Des. Motta, 1070 - Água Verde, Curitiba - PR, 80250-060 · CNES 3143805

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasDeficiência Intelectual

Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM)

Av. Mandacaru, 1590 - Parque das Laranjeiras, Maringá - PR, 87083-240 · CNES 2216108

Atenção Especializada

Rota
Anomalias Congênitas

Hospital de Clínicas da UFPR

R. Gen. Carneiro, 181 - Alto da Glória, Curitiba - PR, 80060-900 · CNES 2364980

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE-UERJ)

Blvd. 28 de Setembro, 77 - Vila Isabel, Rio de Janeiro - RJ, 20551-030 · CNES 2280221

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do Metabolismo

Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz)

Av. Rui Barbosa, 716 - Flamengo, Rio de Janeiro - RJ, 22250-020 · CNES 2269988

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital São Lucas da PUCRS

Av. Ipiranga, 6690 - Jardim Botânico, Porto Alegre - RS, 90610-000 · CNES 2232928

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do Metabolismo

Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA)

Rua Ramiro Barcelos, 2350 Bloco A - Av. Protásio Alves, 211 - Bloco B e C - Santa Cecília, Porto Alegre - RS, 90035-903 · CNES 2237601

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital Universitário da UFSC (HU-UFSC)

R. Profa. Maria Flora Pausewang - Trindade, Florianópolis - SC, 88036-800 · CNES 2560356

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do Metabolismo

Hospital das Clínicas da FMUSP

R. Dr. Ovídio Pires de Campos, 225 - Cerqueira César, São Paulo - SP, 05403-010 · CNES 2077485

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital de Base de São José do Rio Preto

Av. Brg. Faria Lima, 5544 - Vila Sao Jose, São José do Rio Preto - SP, 15090-000 · CNES 2079798

Atenção Especializada

Rota
Anomalias Congênitas

Hospital de Clínicas da UNICAMP

R. Vital Brasil, 251 - Cidade Universitária, Campinas - SP, 13083-888 · CNES 2748223

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital de Clínicas de Ribeirão Preto (HCRP-USP)

R. Ten. Catão Roxo, 3900 - Vila Monte Alegre, Ribeirão Preto - SP, 14015-010 · CNES 2082187

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

UNIFESP / Hospital São Paulo

R. Napoleão de Barros, 715 - Vila Clementino, São Paulo - SP, 04024-002 · CNES 2688689

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do Metabolismo
Sobre os centros SUS: Estes centros são habilitados pelo Ministério da Saúde como Serviços de Referência em Doenças Raras ou Serviços de Atenção Especializada. O atendimento é pelo SUS, com encaminhamento da rede de atenção básica.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
0 papers (10 anos)
#1

Radiological Discovery of Asymptomatic Megaureter: A Rare Urological Anomaly and Literature Review.

Cureus2025 Oct

Megaureter, characterised by a dilated ureter without evidence of obstruction at the vesicoureteral junction, is a condition primarily associated with paediatric populations. It is often diagnosed early in life due to urinary tract infections, hydronephrosis, or other urinary symptoms. In contrast, megaureters in adults are rarely encountered, particularly in asymptomatic individuals. This discrepancy in age-related presentation raises important questions regarding the natural history, detection, and clinical relevance of the condition in older patients. This paper presents a rare case of an incidentally discovered, asymptomatic megaureter in an 80-year-old adult female who underwent abdominal imaging for new, declining renal function. Radiologic evaluation revealed bilateral markedly dilated ureters, right more than the left. The patient reported no history of urinary tract infections, flank pain, haematuria, or voiding difficulties. A comprehensive workup ruled out secondary causes, such as obstructive uropathy, neurogenic bladder, or ureteral stricture, supporting a diagnosis of megaureter. In paediatric practice, primary megaureters are well-documented. Many are identified via prenatal ultrasound or early postnatal imaging and may require surgical intervention depending on the degree of dilation and associated complications. Conversely, the literature on adult megaureters, especially asymptomatic cases, is extremely limited, with only a handful of case reports and small series available. The condition may remain clinically silent for decades, only to be discovered incidentally during imaging for unrelated conditions, as in our case. While intervention is often unnecessary in asymptomatic individuals with preserved renal function, proper identification is important to guide follow-up, prevent potential complications and distinguish benign congenital anomalies from acquired pathologies such as malignancy or obstructive uropathy. Surgical interventions, such as reimplantation of the ureter and endoscopic balloon dilatation, are reserved for some cases.

#2

The Ureter's Midlife Crisis: A Rare Case of Primary Obstructive Megaureter.

Cureus2025 Apr

Congenital megaureter, a rare condition in adults characterized by an abnormally widened ureter, is sometimes diagnosed when individuals develop kidney stones. These stones may form within the dilated ureter itself or in the kidney or ureter above the widened segment. Although uncommon in adults, congenital megaureter should be considered in cases of isolated lower ureteral dilation, as its management may require more complex surgery to prevent recurring symptoms.

#3

Our experience with management of congenital urological pathologies in adulthood: What pediatric urologists should know and adult urologists adopt in pediatric practice experience.

Current urology2024 Mar

To summarize our experience in the management of congenital anomalies in the kidney and urinary tract (CAKUT) in adults. We conducted a retrospective chart review of all adult patients who underwent primary surgical intervention for CAKUT between 1998 and 2021. The study included 102 patients with a median age of 25 (interquartile range, 23-36.5). Of these, 85 (83.3%) patients reported normal prenatal ultrasound, and the remaining 17 (16.7%) patients were diagnosed with antenatal hydronephrosis. These patients were followed-up conservatively postnatally and were discharged from follow-up because of the absence of indications for surgical intervention or because they decided to leave medical care. All studied adult patients presented with the following pathologies: 67 ureteropelvic junction obstructions, 14 ectopic ureters, 9 ureteroceles, and 6 primary obstructive megaureters, and the remaining 6 patients were diagnosed with vesicoureteral reflux. Forty-three percent of the patients had poorly functioning moieties associated with ectopic ureters or ureteroceles. Notably, 67% of patients underwent pyeloplasty, 9% underwent endoscopic puncture of ureterocele, 3% underwent ureteral reimplantation, 6% underwent endoscopic correction of reflux, 7% underwent partial nephrectomy of non-functioning moiety, and the remaining 9% underwent robotic-assisted laparoscopic ureteroureterostomy. The median follow-up period after surgery was 33 months (interquartile range, 12-54). Post-operative complications occurred in 5 patients (Clavien-Dindo 1-2). Patients with CAKUT present clinical symptoms later in life. Parents of patients diagnosed during fetal screening and treated conservatively should be aware of this possibility, and children should be appropriately counseled when they enter adolescence. Similar surgical skills and operative techniques used in the pediatric population may be applied to adults.

#4

TRANSIENT PSEUDOHYPOALDOSTERONISM SECONDARY TO URINARY TRACT INFECTION IN A MALE INFANT WITH UNILATERAL HYDRONEPHROSIS DUE TO PRIMARY OBSTRUCTIVE MEGAURETER: A CASE REPORT.

Acta clinica Croatica2022 Dec

We present a case of transient form of type 1 pseudohypoaldosteronism (S-PHA) in a 1.5-month-old male infant who presented with lethargy, failure to thrive, severe hyponatremia (Na=118 mmol/L), hypochloremia (Cl=93 mmol/L) and fever due to urinary tract infection. Potassium levels were normal. Markedly elevated serum aldosterone level and elevated serum renin confirmed the diagnosis of pseudohypoaldosteronism. Renal ultrasound showed grade III hydronephrosis on the left kidney while contrast-enhanced voiding urosonography excluded the existence of vesicoureteral reflux, which raised suspicion of obstructive uropathy at the level of vesicoureteral junction. Serum sodium normalized after several days of intravenous fluids and antibiotic therapy, after which oral supplementation of sodium was introduced. The levels of 17-hydroxyprogesterone, adrenocorticotropic hormone, cortisol and thyroid-stimulating hormone were normal. Functional magnetic resonance urography conducted at the age of 3 months confirmed the diagnosis of primary congenital obstructive megaureter and the infant was referred to a pediatric surgeon. Although a rare occurrence, S-PHA can be a potentially life-threatening condition in infants if not recognized and treated appropriately. Therefore, serum concentrations of electrolytes should be obtained in every child diagnosed with obstructive anomaly of the urinary tract and/or acute cystopyelonephritis. On the other hand, every child diagnosed with S-PHA should be evaluated for obstructive anomaly of the urinary tract.

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Doenças relacionadas

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Radiological Discovery of Asymptomatic Megaureter: A Rare Urological Anomaly and Literature Review.
    Cureus· 2025· PMID 41104037mais citado
  2. The Ureter's Midlife Crisis: A Rare Case of Primary Obstructive Megaureter.
    Cureus· 2025· PMID 40385879mais citado
  3. Our experience with management of congenital urological pathologies in adulthood: What pediatric urologists should know and adult urologists adopt in pediatric practice experience.
    Current urology· 2024· PMID 38505161mais citado
  4. TRANSIENT PSEUDOHYPOALDOSTERONISM SECONDARY TO URINARY TRACT INFECTION IN A MALE INFANT WITH UNILATERAL HYDRONEPHROSIS DUE TO PRIMARY OBSTRUCTIVE MEGAURETER: A CASE REPORT.
    Acta clinica Croatica· 2022· PMID 37868187mais citado

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:238646(Orphanet)
  2. MONDO:0016550(MONDO)
  3. GARD:20640(GARD (NIH))
  4. Q55786299(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Megaureter primário congênito, forma com obstrução

ORPHA:238646 · MONDO:0016550
Prevalência
Unknown
Herança
Unknown
CID-10
Q62.2 · Megaureter congênito
CID-11
Início
Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C5680936
Wikidata
DiscussaoAtiva

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0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata