Amielia isolada é uma malformação congênita rara caracterizada pela ausência completa ou parcial de um membro, sem outras anomalias associadas. Afeta principalmente os membros superiores e pode variar em gravidade.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Amielia isolada é uma condição rara caracterizada pela ausência completa da medula espinhal (amielia) sem outras malformações congênitas associadas. A prevalência é desconhecida, e a condição se manifesta no período neonatal ou na infância.[1]
Sinais e sintomas
Os sintomas da Amielia isolada incluem paralisia flácida dos membros inferiores, ausência de reflexos tendinosos profundos, incontinência urinária e fecal, e perda da sensibilidade abaixo do nível da lesão medular. A condição pode estar associada a deformidades congênitas dos membros inferiores, como pé torto congênito (equinovaro) e displasia do quadril.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico da Amielia isolada é baseado em exames de imagem, como ressonância magnética (RM) da coluna vertebral, que demonstra a ausência completa da medula espinhal. Exames genéticos podem ser realizados para descartar outras condições, incluindo cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, e sequenciamento completo do exoma (WES). A dosagem de alfa-fetoproteína pode ser útil no pré-natal. O código CID-10 é Q06.0.[1][3]
Tratamento e manejo
O tratamento da Amielia isolada é multidisciplinar e focado no manejo dos sintomas e complicações. Inclui atendimento em reabilitação para doenças raras, fisioterapia, terapia ocupacional, e cuidados com a bexiga e intestino neurogênicos. O suporte ortopédico pode ser necessário para deformidades dos membros inferiores. Não há medicamentos específicos aprovados para a condição.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico da Amielia isolada é reservado, dependendo da extensão da ausência medular e das complicações associadas. A qualidade de vida pode ser significativamente impactada pela paralisia e incontinência, mas com reabilitação adequada e suporte multidisciplinar, muitos pacientes podem alcançar funcionalidade e independência adaptadas.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Amielia isolada é uma malformação congênita rara caracterizada pela ausência completa ou parcial de um membro, sem outras anomalias associadas. Afeta principalmente os membros superiores e pode variar em gravidade.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Amielia isolada é uma condição rara caracterizada pela ausência completa da medula espinhal (amielia) sem outras malformações congênitas associadas. A prevalência é desconhecida, e a condição se manifesta no período neonatal ou na infância.[1]
Sinais e sintomas
Os sintomas da Amielia isolada incluem paralisia flácida dos membros inferiores, ausência de reflexos tendinosos profundos, incontinência urinária e fecal, e perda da sensibilidade abaixo do nível da lesão medular. A condição pode estar associada a deformidades congênitas dos membros inferiores, como pé torto congênito (equinovaro) e displasia do quadril.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico da Amielia isolada é baseado em exames de imagem, como ressonância magnética (RM) da coluna vertebral, que demonstra a ausência completa da medula espinhal. Exames genéticos podem ser realizados para descartar outras condições, incluindo cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, e sequenciamento completo do exoma (WES). A dosagem de alfa-fetoproteína pode ser útil no pré-natal. O código CID-10 é Q06.0.[1][3]
Tratamento e manejo
O tratamento da Amielia isolada é multidisciplinar e focado no manejo dos sintomas e complicações. Inclui atendimento em reabilitação para doenças raras, fisioterapia, terapia ocupacional, e cuidados com a bexiga e intestino neurogênicos. O suporte ortopédico pode ser necessário para deformidades dos membros inferiores. Não há medicamentos específicos aprovados para a condição.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico da Amielia isolada é reservado, dependendo da extensão da ausência medular e das complicações associadas. A qualidade de vida pode ser significativamente impactada pela paralisia e incontinência, mas com reabilitação adequada e suporte multidisciplinar, muitos pacientes podem alcançar funcionalidade e independência adaptadas.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
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Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Amielia isolada
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
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Pesquisa e ensaios clínicos
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Publicações recentes
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Self-Disproportionation-Induced H-Adsorption/Desorption Zones in Amorphous Nickel Boride Cocatalyst for Efficient Photocatalytic Hydrogen Evolution.
Isolated Paramedian Lower Lip Cleft: A Case of a Rare Form of a 28-29 Tessier Cleft.
Integrating Space Sexology Into Long-Duration Mission Architecture: A Five-Pillar Operational Framework.
Diffuse Gastrointestinal Polyposis Revealing Mantle Cell Lymphoma: A Case Highlighting a Diagnostic Pitfall.
Associações
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Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:268868(Orphanet)
- MONDO:0017088(MONDO)
- GARD:20976(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q50572271(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Amielia isolada
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata