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Deficiência de CoA ligase biliar e defeito da síntese de amidas
ORPHA:276066CID-10 · K76.8CID-11 · 5C52.11DOENÇA RARA
Início neonatalHerança Unknown

Doença rara caracterizada por deficiência na enzima CoA ligase biliar, afetando a síntese de ácidos biliares e a formação de amidas. Causa colestase e pode levar a distúrbios neurológicos.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 08/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Deficiência de CoA ligase biliar e defeito da síntese de amidas é uma condição rara que afeta a produção de ácidos biliares no fígado. Os ácidos biliares são substâncias essenciais para a digestão e absorção de gorduras e vitaminas lipossolúveis. Nesta condição, o corpo não consegue produzir adequadamente esses ácidos, o que leva a problemas de absorção de gorduras, acúmulo de bile no fígado (colestase neonatal) e dificuldade de crescimento nos primeiros meses de vida.[1]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas descritos na literatura incluem má absorção de gorduras (fezes claras, gordurosas e com odor forte), colestase neonatal (icterícia que persiste após as primeiras semanas de vida, com acúmulo de bile no fígado) e falha de crescimento (dificuldade em ganhar peso e altura adequados para a idade). Os sintomas geralmente começam ainda no período neonatal ou na primeira infância.[1]

Causas genéticas

A causa genética exata desta condição ainda não foi completamente identificada. Até o momento, não há um gene específico confirmado como responsável pela Deficiência de CoA ligase biliar e defeito da síntese de amidas. O padrão de herança também permanece desconhecido. Pesquisas em andamento buscam esclarecer as bases genéticas da doença.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas (má absorção de gorduras, colestase neonatal e falha de crescimento) e em exames laboratoriais que identificam o perfil anormal de ácidos biliares. Testes genéticos estão disponíveis (1 teste genético registrado), mas, como a causa genética ainda não é conhecida, o diagnóstico genético pode não ser conclusivo. O código CID-10 associado é K76.8 (outras doenças especificadas do fígado).[1][3]

Tratamento e manejo

O tratamento é focado no manejo dos sintomas e na suplementação nutricional. Como a condição causa má absorção de gorduras, a dieta pode precisar ser adaptada, com uso de fórmulas especiais ricas em triglicerídeos de cadeia média (TCM) e suplementação de vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K). O acompanhamento com gastroenterologista pediátrico e nutricionista é essencial. Não há medicamentos específicos aprovados para esta condição no Brasil, e o tratamento é individualizado. Não há cobertura pelo SUS para procedimentos específicos relacionados a esta doença.[1]

Tratamentos citados na literatura

Não há fármacos específicos listados na literatura científica como tratamento para esta condição. As abordagens descritas são exclusivamente de suporte nutricional e manejo dos sintomas, conforme mencionado na seção anterior.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico depende da gravidade dos sintomas e da resposta ao tratamento de suporte. Com diagnóstico precoce e manejo nutricional adequado, muitas crianças podem ter melhora dos sintomas de má absorção e do crescimento. No entanto, a colestase neonatal pode evoluir para doença hepática crônica em alguns casos. O acompanhamento médico regular é fundamental para monitorar a função hepática e o estado nutricional.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Doença rara caracterizada por deficiência na enzima CoA ligase biliar, afetando a síntese de ácidos biliares e a formação de amidas. Causa colestase e pode levar a distúrbios neurológicos.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
Unknown
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Início
Infancy
+ neonatal
🏥
SUS: Sem cobertura SUSScore: 0%
CID-10: K76.8
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Sinais e sintomas

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Visão geral

A Deficiência de CoA ligase biliar e defeito da síntese de amidas é uma condição rara que afeta a produção de ácidos biliares no fígado. Os ácidos biliares são substâncias essenciais para a digestão e absorção de gorduras e vitaminas lipossolúveis. Nesta condição, o corpo não consegue produzir adequadamente esses ácidos, o que leva a problemas de absorção de gorduras, acúmulo de bile no fígado (colestase neonatal) e dificuldade de crescimento nos primeiros meses de vida.[1]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas descritos na literatura incluem má absorção de gorduras (fezes claras, gordurosas e com odor forte), colestase neonatal (icterícia que persiste após as primeiras semanas de vida, com acúmulo de bile no fígado) e falha de crescimento (dificuldade em ganhar peso e altura adequados para a idade). Os sintomas geralmente começam ainda no período neonatal ou na primeira infância.[1]

Causas genéticas

A causa genética exata desta condição ainda não foi completamente identificada. Até o momento, não há um gene específico confirmado como responsável pela Deficiência de CoA ligase biliar e defeito da síntese de amidas. O padrão de herança também permanece desconhecido. Pesquisas em andamento buscam esclarecer as bases genéticas da doença.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas (má absorção de gorduras, colestase neonatal e falha de crescimento) e em exames laboratoriais que identificam o perfil anormal de ácidos biliares. Testes genéticos estão disponíveis (1 teste genético registrado), mas, como a causa genética ainda não é conhecida, o diagnóstico genético pode não ser conclusivo. O código CID-10 associado é K76.8 (outras doenças especificadas do fígado).[1][3]

Tratamento e manejo

O tratamento é focado no manejo dos sintomas e na suplementação nutricional. Como a condição causa má absorção de gorduras, a dieta pode precisar ser adaptada, com uso de fórmulas especiais ricas em triglicerídeos de cadeia média (TCM) e suplementação de vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K). O acompanhamento com gastroenterologista pediátrico e nutricionista é essencial. Não há medicamentos específicos aprovados para esta condição no Brasil, e o tratamento é individualizado. Não há cobertura pelo SUS para procedimentos específicos relacionados a esta doença.[1]

Tratamentos citados na literatura

Não há fármacos específicos listados na literatura científica como tratamento para esta condição. As abordagens descritas são exclusivamente de suporte nutricional e manejo dos sintomas, conforme mencionado na seção anterior.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico depende da gravidade dos sintomas e da resposta ao tratamento de suporte. Com diagnóstico precoce e manejo nutricional adequado, muitas crianças podem ter melhora dos sintomas de má absorção e do crescimento. No entanto, a colestase neonatal pode evoluir para doença hepática crônica em alguns casos. O acompanhamento médico regular é fundamental para monitorar a função hepática e o estado nutricional.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo

Do mais antigo ao mais recente

📄
2013
Primeira publicacao cientifica
Genetic defects in bile acid conjugation cause fat-soluble vitamin deficiency.
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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

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Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

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Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

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Onde tratar no SUS

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Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:276066(Orphanet)
  2. MONDO:0017165(MONDO)
  3. GARD:21041(GARD (NIH))
  4. Q55786885(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Deficiência de CoA ligase biliar e defeito da síntese de amidas

ORPHA:276066 · MONDO:0017165
Prevalência
Unknown
Herança
Unknown
CID-10
K76.8 · Outras doenças especificadas do fígado
CID-11
Início
Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C4274079
Wikidata
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📋 Origem dos dados

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Medicamentos aprovados FDA
fonte: FDA OpenFDA