Aqueiria isolada é uma anomalia congênita rara caracterizada pela ausência completa de um ou mais membros. Geralmente afeta os membros superiores, mas pode ocorrer em qualquer extremidade.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A aqueiria isolada é uma condição rara caracterizada pela ausência congênita de uma ou ambas as mãos, sem outras malformações associadas. A palavra 'aqueiria' vem do grego e significa 'sem mãos'. Esta condição é classificada como uma anomalia congênita do membro superior, especificamente uma deficiência transversal terminal.[1]
Sinais e sintomas
O principal sinal da aqueiria isolada é a ausência completa de uma ou ambas as mãos ao nascimento. O antebraço geralmente está presente e pode ter comprimento normal ou estar encurtado. Não há outros sintomas ou malformações em outros órgãos ou sistemas do corpo, o que diferencia esta condição de síndromes mais complexas que incluem a ausência de mãos.[1]
Causas genéticas
A causa genética da aqueiria isolada ainda não foi completamente estabelecida. Até o momento, nenhum gene específico foi identificado como responsável por esta condição. Acredita-se que possa ser resultado de mutações em genes envolvidos no desenvolvimento dos membros durante a gestação, mas mais pesquisas são necessárias para confirmar essas hipóteses.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico da aqueiria isolada é geralmente feito ao nascimento, com base no exame físico. Exames de imagem, como radiografias, podem confirmar a ausência dos ossos da mão (metacarpos e falanges). Para descartar outras condições genéticas associadas, o médico pode solicitar exames complementares. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura para procedimentos como cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína, além de atendimento em reabilitação para doenças raras.[1]
Tratamento e manejo
O tratamento da aqueiria isolada é focado na reabilitação funcional e na adaptação às atividades diárias. Isso pode incluir o uso de próteses, terapia ocupacional e fisioterapia para maximizar a independência da pessoa. O acompanhamento com uma equipe multidisciplinar (ortopedista, terapeuta ocupacional, fisioterapeuta e psicólogo) é fundamental para o desenvolvimento saudável e a qualidade de vida. Não há medicamentos específicos para tratar a condição em si.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico para pessoas com aqueiria isolada é geralmente bom, pois a condição não afeta a expectativa de vida nem o funcionamento de outros órgãos. Com reabilitação adequada e suporte psicológico, a maioria das pessoas consegue realizar atividades cotidianas de forma independente e levar uma vida plena. O acesso precoce a serviços de reabilitação e próteses funcionais pode melhorar significativamente a qualidade de vida.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Aqueiria isolada é uma anomalia congênita rara caracterizada pela ausência completa de um ou mais membros. Geralmente afeta os membros superiores, mas pode ocorrer em qualquer extremidade.
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A aqueiria isolada é uma condição rara caracterizada pela ausência congênita de uma ou ambas as mãos, sem outras malformações associadas. A palavra 'aqueiria' vem do grego e significa 'sem mãos'. Esta condição é classificada como uma anomalia congênita do membro superior, especificamente uma deficiência transversal terminal.[1]
Sinais e sintomas
O principal sinal da aqueiria isolada é a ausência completa de uma ou ambas as mãos ao nascimento. O antebraço geralmente está presente e pode ter comprimento normal ou estar encurtado. Não há outros sintomas ou malformações em outros órgãos ou sistemas do corpo, o que diferencia esta condição de síndromes mais complexas que incluem a ausência de mãos.[1]
Causas genéticas
A causa genética da aqueiria isolada ainda não foi completamente estabelecida. Até o momento, nenhum gene específico foi identificado como responsável por esta condição. Acredita-se que possa ser resultado de mutações em genes envolvidos no desenvolvimento dos membros durante a gestação, mas mais pesquisas são necessárias para confirmar essas hipóteses.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico da aqueiria isolada é geralmente feito ao nascimento, com base no exame físico. Exames de imagem, como radiografias, podem confirmar a ausência dos ossos da mão (metacarpos e falanges). Para descartar outras condições genéticas associadas, o médico pode solicitar exames complementares. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura para procedimentos como cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína, além de atendimento em reabilitação para doenças raras.[1]
Tratamento e manejo
O tratamento da aqueiria isolada é focado na reabilitação funcional e na adaptação às atividades diárias. Isso pode incluir o uso de próteses, terapia ocupacional e fisioterapia para maximizar a independência da pessoa. O acompanhamento com uma equipe multidisciplinar (ortopedista, terapeuta ocupacional, fisioterapeuta e psicólogo) é fundamental para o desenvolvimento saudável e a qualidade de vida. Não há medicamentos específicos para tratar a condição em si.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico para pessoas com aqueiria isolada é geralmente bom, pois a condição não afeta a expectativa de vida nem o funcionamento de outros órgãos. Com reabilitação adequada e suporte psicológico, a maioria das pessoas consegue realizar atividades cotidianas de forma independente e levar uma vida plena. O acesso precoce a serviços de reabilitação e próteses funcionais pode melhorar significativamente a qualidade de vida.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Aqueiria isolada
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Pesquisa ativa
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Pesquisa e ensaios clínicos
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Publicações recentes
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Self-Disproportionation-Induced H-Adsorption/Desorption Zones in Amorphous Nickel Boride Cocatalyst for Efficient Photocatalytic Hydrogen Evolution.
🥉 Relato de casoIsolated Paramedian Lower Lip Cleft: A Case of a Rare Form of a 28-29 Tessier Cleft.
Integrating Space Sexology Into Long-Duration Mission Architecture: A Five-Pillar Operational Framework.
Diffuse Gastrointestinal Polyposis Revealing Mantle Cell Lymphoma: A Case Highlighting a Diagnostic Pitfall.
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Referências e fontes
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Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:294983(Orphanet)
- MONDO:0017445(MONDO)
- GARD:21196(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q4673591(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Aqueiria isolada
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata