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Apodia isolada
ORPHA:294986CID-10 · Q72.3CID-11 · LB9A.4DOENÇA RARA
Sinônimos clínicos: Ausência do pé isolada congénita

Apodia isolada é uma malformação congênita rara caracterizada pela ausência completa de um ou mais membros inferiores, sem outras anomalias associadas. A condição afeta o desenvolvimento dos membros durante a gestação, resultando em um membro ausente ou rudimentar.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 11/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A apodia isolada é uma condição rara caracterizada pela ausência completa de um ou mais pés ao nascimento, sem que haja outras malformações associadas em outros sistemas do corpo. Essa condição é classificada como um tipo de deficiência transversal de membro e pode afetar um ou ambos os lados. A apodia isolada é distinta de síndromes mais complexas que incluem a ausência de pés juntamente com outras anomalias.[1]

Sinais e sintomas

O principal sinal da apodia isolada é a ausência total de um ou ambos os pés desde o nascimento. A perna geralmente termina em um coto arredondado, sem estruturas do pé. Não há outros sintomas ou malformações em outros órgãos, o que diferencia essa condição de síndromes mais abrangentes. A mobilidade e o desenvolvimento da criança podem ser afetados, mas com adaptações adequadas é possível alcançar boa funcionalidade.[1]

Causas genéticas

A causa genética da apodia isolada ainda não foi completamente elucidada. Até o momento, não há um gene específico associado a essa condição nos bancos de dados genéticos consultados. Acredita-se que fatores ambientais e genéticos possam estar envolvidos, mas mais estudos são necessários para esclarecer os mecanismos exatos.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico da apodia isolada é essencialmente clínico, baseado no exame físico ao nascimento, que revela a ausência completa do pé. Exames de imagem, como radiografias, podem confirmar a ausência dos ossos do pé. Para afastar síndromes genéticas associadas, podem ser solicitados exames como cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. O aconselhamento genético pode ser oferecido às famílias.[1]

Tratamento e manejo

O manejo da apodia isolada é multidisciplinar e focado na reabilitação e adaptação funcional. O atendimento em reabilitação para doenças raras é um procedimento disponível no SUS. Próteses e órteses podem ser indicadas para melhorar a mobilidade e a qualidade de vida. O acompanhamento com fisioterapia, terapia ocupacional e suporte psicológico é importante para o desenvolvimento da criança e adaptação da família. Não há medicamentos específicos para tratar a condição em si.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

Com intervenção precoce e reabilitação adequada, a maioria das pessoas com apodia isolada pode levar uma vida ativa e independente. O uso de próteses modernas permite a prática de esportes e atividades cotidianas. O prognóstico é geralmente bom, especialmente quando não há outras condições associadas. O suporte familiar e o acesso a serviços de reabilitação são fatores importantes para o desenvolvimento pleno.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Apodia isolada é uma malformação congênita rara caracterizada pela ausência completa de um ou mais membros inferiores, sem outras anomalias associadas. A condição afeta o desenvolvimento dos membros durante a gestação, resultando em um membro ausente ou rudimentar.

🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q72.3
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 11/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A apodia isolada é uma condição rara caracterizada pela ausência completa de um ou mais pés ao nascimento, sem que haja outras malformações associadas em outros sistemas do corpo. Essa condição é classificada como um tipo de deficiência transversal de membro e pode afetar um ou ambos os lados. A apodia isolada é distinta de síndromes mais complexas que incluem a ausência de pés juntamente com outras anomalias.[1]

Sinais e sintomas

O principal sinal da apodia isolada é a ausência total de um ou ambos os pés desde o nascimento. A perna geralmente termina em um coto arredondado, sem estruturas do pé. Não há outros sintomas ou malformações em outros órgãos, o que diferencia essa condição de síndromes mais abrangentes. A mobilidade e o desenvolvimento da criança podem ser afetados, mas com adaptações adequadas é possível alcançar boa funcionalidade.[1]

Causas genéticas

A causa genética da apodia isolada ainda não foi completamente elucidada. Até o momento, não há um gene específico associado a essa condição nos bancos de dados genéticos consultados. Acredita-se que fatores ambientais e genéticos possam estar envolvidos, mas mais estudos são necessários para esclarecer os mecanismos exatos.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico da apodia isolada é essencialmente clínico, baseado no exame físico ao nascimento, que revela a ausência completa do pé. Exames de imagem, como radiografias, podem confirmar a ausência dos ossos do pé. Para afastar síndromes genéticas associadas, podem ser solicitados exames como cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. O aconselhamento genético pode ser oferecido às famílias.[1]

Tratamento e manejo

O manejo da apodia isolada é multidisciplinar e focado na reabilitação e adaptação funcional. O atendimento em reabilitação para doenças raras é um procedimento disponível no SUS. Próteses e órteses podem ser indicadas para melhorar a mobilidade e a qualidade de vida. O acompanhamento com fisioterapia, terapia ocupacional e suporte psicológico é importante para o desenvolvimento da criança e adaptação da família. Não há medicamentos específicos para tratar a condição em si.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

Com intervenção precoce e reabilitação adequada, a maioria das pessoas com apodia isolada pode levar uma vida ativa e independente. O uso de próteses modernas permite a prática de esportes e atividades cotidianas. O prognóstico é geralmente bom, especialmente quando não há outras condições associadas. O suporte familiar e o acesso a serviços de reabilitação são fatores importantes para o desenvolvimento pleno.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa1
Últimos 10 anos5publicações
Pico20265 papers
Linha do tempo
2026Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

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Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

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Onde tratar no SUS

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🇧🇷 Atendimento SUS — Apodia isolada

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Pesquisa e ensaios clínicos

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Simplified nutritional and inflammatory indicators for long-term survival from all-cause mortality in maintenance hemodialysis.
    Clin Nephrol· 2026· PMID 41994879recente
  2. Self-Disproportionation-Induced H-Adsorption/Desorption Zones in Amorphous Nickel Boride Cocatalyst for Efficient Photocatalytic Hydrogen Evolution.
    J Am Chem Soc· 2026· PMID 41994858recente
  3. Isolated Paramedian Lower Lip Cleft: A Case of a Rare Form of a 28-29 Tessier Cleft.
    Cureus· 2026· PMID 41994837recente
  4. Integrating Space Sexology Into Long-Duration Mission Architecture: A Five-Pillar Operational Framework.
    Cureus· 2026· PMID 41994831recente
  5. Diffuse Gastrointestinal Polyposis Revealing Mantle Cell Lymphoma: A Case Highlighting a Diagnostic Pitfall.
    Cureus· 2026· PMID 41994825recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:294986(Orphanet)
  2. MONDO:0017446(MONDO)
  3. GARD:21197(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q55787057(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Apodia isolada

ORPHA:294986 · MONDO:0017446
CID-10
Q72.3 · Ausência congênita do pé e de artelho(s)
CID-11
UMLS
C0265624
Wikidata
Evidência
🥉 Relato de caso
DiscussaoAtiva

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📋 Origem dos dados

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata