Condição rara caracterizada pelo aumento do número de falanges em um ou mais dedos das mãos ou pés, sem outras anomalias congênitas associadas. Pode afetar um ou ambos os lados do corpo, resultando em dedos mais longos ou com articulações extras.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
O Hiperfalangismo isolado é uma malformação congênita rara dos membros, não sindrômica, caracterizada pela presença de uma falange acessória (um osso extra) entre o metacarpo/metatarso e a falange proximal, ou entre quaisquer duas outras falanges de um dedo, excluindo o polegar. Essa condição é quase sempre bilateral e os pacientes apresentam no máximo cinco dedos em cada mão ou pé, sem outras anomalias esqueléticas associadas.[1]
Sinais e sintomas
Os principais sinais são a presença de um osso extra em um ou mais dedos das mãos ou dos pés, que pode causar encurtamento, desvio ou rigidez do dedo afetado. A condição é geralmente bilateral e não está associada a outras malformações esqueléticas ou comprometimento de outros sistemas do corpo.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado no exame clínico e em exames de imagem, como radiografias, que mostram a presença de uma falange extra. Para investigar possíveis causas genéticas e excluir outras condições, o médico pode solicitar exames como cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. O acompanhamento com equipe de reabilitação especializada em doenças raras também é indicado.[1]
Tratamento e manejo
O tratamento é individualizado e pode incluir acompanhamento com ortopedista, fisioterapia e, em alguns casos, cirurgia corretiva para melhorar a função e a estética dos dedos afetados. Não há medicamentos específicos aprovados para o tratamento do Hiperfalangismo isolado. O manejo deve ser feito por uma equipe multidisciplinar, com suporte de reabilitação para doenças raras.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico geralmente é bom, pois a condição não afeta a expectativa de vida e, na maioria dos casos, não causa limitações funcionais significativas. A qualidade de vida pode ser mantida com acompanhamento médico adequado e, quando necessário, intervenções cirúrgicas ou de reabilitação.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Condição rara caracterizada pelo aumento do número de falanges em um ou mais dedos das mãos ou pés, sem outras anomalias congênitas associadas. Pode afetar um ou ambos os lados do corpo, resultando em dedos mais longos ou com articulações extras.
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
O Hiperfalangismo isolado é uma malformação congênita rara dos membros, não sindrômica, caracterizada pela presença de uma falange acessória (um osso extra) entre o metacarpo/metatarso e a falange proximal, ou entre quaisquer duas outras falanges de um dedo, excluindo o polegar. Essa condição é quase sempre bilateral e os pacientes apresentam no máximo cinco dedos em cada mão ou pé, sem outras anomalias esqueléticas associadas.[1]
Sinais e sintomas
Os principais sinais são a presença de um osso extra em um ou mais dedos das mãos ou dos pés, que pode causar encurtamento, desvio ou rigidez do dedo afetado. A condição é geralmente bilateral e não está associada a outras malformações esqueléticas ou comprometimento de outros sistemas do corpo.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado no exame clínico e em exames de imagem, como radiografias, que mostram a presença de uma falange extra. Para investigar possíveis causas genéticas e excluir outras condições, o médico pode solicitar exames como cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. O acompanhamento com equipe de reabilitação especializada em doenças raras também é indicado.[1]
Tratamento e manejo
O tratamento é individualizado e pode incluir acompanhamento com ortopedista, fisioterapia e, em alguns casos, cirurgia corretiva para melhorar a função e a estética dos dedos afetados. Não há medicamentos específicos aprovados para o tratamento do Hiperfalangismo isolado. O manejo deve ser feito por uma equipe multidisciplinar, com suporte de reabilitação para doenças raras.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico geralmente é bom, pois a condição não afeta a expectativa de vida e, na maioria dos casos, não causa limitações funcionais significativas. A qualidade de vida pode ser mantida com acompanhamento médico adequado e, quando necessário, intervenções cirúrgicas ou de reabilitação.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Hiperfalangismo isolado
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
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Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
Simplified nutritional and inflammatory indicators for long-term survival from all-cause mortality in maintenance hemodialysis.
Self-Disproportionation-Induced H-Adsorption/Desorption Zones in Amorphous Nickel Boride Cocatalyst for Efficient Photocatalytic Hydrogen Evolution.
Isolated Paramedian Lower Lip Cleft: A Case of a Rare Form of a 28-29 Tessier Cleft.
Integrating Space Sexology Into Long-Duration Mission Architecture: A Five-Pillar Operational Framework.
Diffuse Gastrointestinal Polyposis Revealing Mantle Cell Lymphoma: A Case Highlighting a Diagnostic Pitfall.
Associações
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
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Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:295002(Orphanet)
- MONDO:0017455(MONDO)
- GARD:21199(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55787064(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Hiperfalangismo isolado
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata