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Macrodactilia dos dedos da mão, bilateral
ORPHA:295241CID-10 · Q74.0CID-11 · LB97.0DOENÇA RARA

Condição rara caracterizada pelo crescimento excessivo e desproporcional dos dedos das mãos, afetando ambos os lados do corpo. A macrodactilia bilateral pode variar em gravidade, impactando a função e a estética das mãos.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 12/06/2026
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Visão geral

A macrodactilia dos dedos da mão, bilateral, é uma condição rara caracterizada pelo crescimento excessivo e desproporcional dos dedos de ambas as mãos. Essa alteração congênita pode afetar um ou mais dedos, resultando em aumento de tamanho e volume, o que pode impactar a função manual e a estética. A condição é classificada como uma malformação congênita dos membros.[1][2]

Sinais e sintomas

O principal sinal é o aumento anormal do tamanho dos dedos das mãos, presente desde o nascimento ou que se torna evidente nos primeiros anos de vida. O crescimento excessivo pode ser progressivo, afetando ossos, tecidos moles e unhas. Em alguns casos, pode haver limitação dos movimentos dos dedos, dificuldade para segurar objetos e desconforto estético. A condição é bilateral, ou seja, ocorre em ambas as mãos.[1]

Causas genéticas

A macrodactilia dos dedos da mão, bilateral, é uma condição genética rara. Embora os genes específicos envolvidos ainda não tenham sido identificados de forma conclusiva, acredita-se que alterações em vias de sinalização do crescimento durante o desenvolvimento embrionário possam estar relacionadas. A herança genética não está claramente estabelecida, e a maioria dos casos parece ocorrer de forma esporádica, sem histórico familiar.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica, com exame físico detalhado das mãos e histórico do paciente. Exames de imagem, como radiografias, podem ser solicitados para avaliar a extensão do crescimento ósseo e descartar outras condições. Testes genéticos podem ser realizados para investigar possíveis síndromes associadas, embora não exista um marcador genético específico para esta condição. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura para procedimentos como cariótipo, pesquisa de microdeleções por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína, além de atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][3]

Tratamento e manejo

O tratamento da macrodactilia é individualizado e pode envolver uma equipe multidisciplinar, incluindo ortopedistas, cirurgiões plásticos, terapeutas ocupacionais e geneticistas. As opções de manejo incluem cirurgias corretivas para reduzir o tamanho dos dedos, melhorar a função e a estética, além de fisioterapia e terapia ocupacional para otimizar o uso das mãos. O acompanhamento regular é importante para monitorar o crescimento e ajustar o plano terapêutico conforme necessário. Não há medicamentos específicos aprovados para tratar a condição.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia conforme a gravidade do crescimento excessivo e a resposta ao tratamento cirúrgico e reabilitador. Muitas pessoas conseguem melhorar a função manual e a qualidade de vida com intervenções adequadas. O suporte psicológico e a inclusão em grupos de apoio podem ser benéficos para lidar com os aspectos estéticos e funcionais da condição.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Condição rara caracterizada pelo crescimento excessivo e desproporcional dos dedos das mãos, afetando ambos os lados do corpo. A macrodactilia bilateral pode variar em gravidade, impactando a função e a estética das mãos.

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SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q74.0
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Sinais e sintomas

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Visão geral

A macrodactilia dos dedos da mão, bilateral, é uma condição rara caracterizada pelo crescimento excessivo e desproporcional dos dedos de ambas as mãos. Essa alteração congênita pode afetar um ou mais dedos, resultando em aumento de tamanho e volume, o que pode impactar a função manual e a estética. A condição é classificada como uma malformação congênita dos membros.[1][2]

Sinais e sintomas

O principal sinal é o aumento anormal do tamanho dos dedos das mãos, presente desde o nascimento ou que se torna evidente nos primeiros anos de vida. O crescimento excessivo pode ser progressivo, afetando ossos, tecidos moles e unhas. Em alguns casos, pode haver limitação dos movimentos dos dedos, dificuldade para segurar objetos e desconforto estético. A condição é bilateral, ou seja, ocorre em ambas as mãos.[1]

Causas genéticas

A macrodactilia dos dedos da mão, bilateral, é uma condição genética rara. Embora os genes específicos envolvidos ainda não tenham sido identificados de forma conclusiva, acredita-se que alterações em vias de sinalização do crescimento durante o desenvolvimento embrionário possam estar relacionadas. A herança genética não está claramente estabelecida, e a maioria dos casos parece ocorrer de forma esporádica, sem histórico familiar.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica, com exame físico detalhado das mãos e histórico do paciente. Exames de imagem, como radiografias, podem ser solicitados para avaliar a extensão do crescimento ósseo e descartar outras condições. Testes genéticos podem ser realizados para investigar possíveis síndromes associadas, embora não exista um marcador genético específico para esta condição. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura para procedimentos como cariótipo, pesquisa de microdeleções por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína, além de atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][3]

Tratamento e manejo

O tratamento da macrodactilia é individualizado e pode envolver uma equipe multidisciplinar, incluindo ortopedistas, cirurgiões plásticos, terapeutas ocupacionais e geneticistas. As opções de manejo incluem cirurgias corretivas para reduzir o tamanho dos dedos, melhorar a função e a estética, além de fisioterapia e terapia ocupacional para otimizar o uso das mãos. O acompanhamento regular é importante para monitorar o crescimento e ajustar o plano terapêutico conforme necessário. Não há medicamentos específicos aprovados para tratar a condição.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia conforme a gravidade do crescimento excessivo e a resposta ao tratamento cirúrgico e reabilitador. Muitas pessoas conseguem melhorar a função manual e a qualidade de vida com intervenções adequadas. O suporte psicológico e a inclusão em grupos de apoio podem ser benéficos para lidar com os aspectos estéticos e funcionais da condição.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Linha do tempo
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Genética e causas

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Publicações mais relevantes

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0 papers (10 anos)
#1

Macrodystrophia lipomatosa: Clinical and radiological insights into localized gigantism.

Radiology case reports2025 Feb

A rare type of localized gigantism known as macrodystrophia lipomatosa is characterized by a disproportionate increase in fibroadipose tissues and a gradual overgrowth of all mesenchymal elements. The distribution in the lower extremities' plantar nerves and the upper extremity's median nerve is most commonly observed. This abnormality is congenital and typically manifests at birth or during the neonatal stage. This deformity begins to mechanically impair joint function, blood supply, and innervation as age advances. The findings from radiography include lucencies in the soft tissues and expansion of the digit's phalanges and soft tissue components, with predominantly distal component involvement. Herein, we present a case of a 20-year-old male from rural India who came to us with the complaint of abnormal asymmetrical swelling of bilateral hand fingers, which has been progressing since birth. Physical examination revealed a soft, non-fluctuant, non-pulsatile swelling with no associated trauma or injury. The clinical picture revealed disproportionate enlargement of phalanges in both hands.

#2

PIK3CA mutation testing as a valuable molecular surrogate for lipomatosis of the median nerve: clinicopathological and molecular analysis of six cases.

Virchows Archiv : an international journal of pathology2023 Jul

Lipomatosis of peripheral nerves (LPN, also known as fibrolipomatous or lipofibromatous hamartoma of peripheral nerves) is a very rare, benign, intraneural, tumorous lesion that predominantly involves the median nerve but may rarely affect any peripheral nerve. Recently, PIK3CA mutations have been reported in macrodactyly, a rare condition related to LPN, and in other localized lipomatous overgrowth syndromes. In this retrospective study, we report 6 cases of FPN involving the median nerve (4 of them identified among 570 patients with carpal tunnel syndrome who underwent surgical decompression at our center from 2012 to 2022 and two seen in consultation by one of the authors). All cases were diagnosed via biopsy or resection supplemented by MRI. Patients were 4 males and 2 females aged 23 to 60 years (mean 38 years). One patient with bilateral lesions had in addition extensive angiomatosis of the paravertebral region. Histological examination showed an abnormal amount of mature fatty tissue containing disordered fibrous bands, entrapping normal-looking nerve fibers with prominent perineurial and endoneurial fibrosis. Genetic analysis using snapshot assay constructed to detect hotspots mutations in PIK3CA revealed similar PIK3CA mutations (p.H1047R; c.3140A>G) in 5/6 cases (83.3%). Our study represents a further contribution to the literature on LPN and highlights the diagnostic value of PIK3CA mutation testing as surrogate tool in equivocal cases and in those lesions without associated macrodactyly, especially as the biopsy findings of this lesion are essentially nonspecific.

#3

Clinical report: one year of treatment of Proteus syndrome with miransertib (ARQ 092).

Cold Spring Harbor molecular case studies2020 Feb

A 20-yr-old man with Proteus syndrome (PS) and somatic mosaicism of the AKT1 c.49G > A p.(E17K) variant had asymmetric overgrowth of the right frontal and facial bones, asymmetric spinal overgrowth with thoracolumbar scoliosis, dilatation of the inferior vena cava, testicular cystadenoma, bilateral knee deformities, macrodactyly, and apparent intellectual disability. Miransertib (ARQ 092) is an oral, allosteric, selective pan-AKT inhibitor initially developed for cancer therapeutics, now being evaluated for the treatment of PS. After baseline evaluation, the patient started unblinded treatment of 10 mg oral miransertib daily (∼5 mg/m2/day), escalated to 30 mg daily (∼15 mg/m2/day), and then to 50 mg daily (∼25 mg/m2/day) after 3 mo of treatment. Adverse events included dry mouth, one episode of gingivostomatitis, and loose, painful dentition due to preexisting periodontal disease, all of which resolved spontaneously. After 11 mo of treatment, the patient reported improved general well-being, increased mobility of the ankle, spine, and hands, a subjective decrease in size of the right facial bone overgrowth, and reduced areas of cerebriform connective tissue nevi on the soles. Whole-body MRI findings were stable without apparent disease progression. We conclude that 1 yr of treatment with miransertib was beneficial in this case.

#4

Difficult diagnosis and genetic analysis of fibrodysplasia ossificans progressiva: a case report.

BMC medical genetics2018 Feb 27

Fibrodysplasia ossificans progressiva (FOP), an ultra-rare and disabling genetic disorder of skeletal malformations and progressive heterotopic ossification, is caused by heterozygous activating mutations in activin A receptor, type I/activin-like kinase 2 (ACVR1/ALK2). The rarity of the disease makes it common to make a misdiagnosis and cause mismanagement. We reported a case of a sixteen-year-old male patient who had suffered from pain and swelling in the biopsy site for two months. His physical examination presented serious stiffness and multiple bony masses in the body, with his bilateral halluces characterized by hallux valgus deformity and macrodactyly. Imaging examinations showed widespread heterotopic ossification. All laboratory blood tests were normal except for the one on alkaline phosphatase. A de novo heterozygous mutation (c.617G > A; p.R206H) were found in the ACVR1/ALK2 using gene sequencing. Even though FOP is a rare disorder of genetic origin, which is generally misdiagnosed, the genetic analysis could provide definitive confirmation of the disease. Awareness of such an important approach can help clinicians to avoid the commonly practiced misdiagnosis and mismanagement of the rare disease.

#5

Macrodactyly in tuberous sclerosis complex: Case report and review of the literature.

American journal of medical genetics. Part A2016 Jul

Macrodactyly in the context of tuberous sclerosis complex (TSC) is a known but rare manifestation. We report the case of a boy diagnosed with TSC at 2 years and 4 months of age, presenting with bilateral macrodactyly of the first three fingers of both hands, with underlying radiographic changes, in whom molecular analysis identified a frameshift mutation on the TSC1 gene (encoding hamartin), leading to a premature stop codon. We reviewed the literature for reported cases of TSC patients with the same manifestation. In four of 14 patients, including ours, macrodactyly caused some type of joint limitation or flexion deformity, thus contradicting the established idea that this is a finding without clinical significance. Our patient is, to our knowledge, the first reported to have clear bilateral involvement. We briefly discuss the underlying mechanism for this phenomenon, which has yet to be fully elucidated, although somatic mosaicism for loss of heterozygosity at TSC loci is a plausible explanation. © 2016 Wiley Periodicals, Inc.

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Macrodystrophia lipomatosa: Clinical and radiological insights into localized gigantism.
    Radiology case reports· 2025· PMID 39720098mais citado
  2. PIK3CA mutation testing as a valuable molecular surrogate for lipomatosis of the median nerve: clinicopathological and molecular analysis of six cases.
    Virchows Archiv : an international journal of pathology· 2023· PMID 37067587mais citado
  3. Clinical report: one year of treatment of Proteus syndrome with miransertib (ARQ 092).
    Cold Spring Harbor molecular case studies· 2020· PMID 32014856mais citado
  4. Difficult diagnosis and genetic analysis of fibrodysplasia ossificans progressiva: a case report.
    BMC medical genetics· 2018· PMID 29482508mais citado
  5. Macrodactyly in tuberous sclerosis complex: Case report and review of the literature.
    American journal of medical genetics. Part A· 2016· PMID 27112935mais citado
  6. Global research status and trends in macrodactyly research: Bibliometric and visualized analysis from 2005 to 2025.
    Medicine (Baltimore)· 2026· PMID 41861168recente
  7. [Effectiveness analysis of tibial nerve transection with epineurial suture and division of common plantar digital nerve branches in treatment of congenital macrodactyly in children].
    Zhongguo Xiu Fu Chong Jian Wai Ke Za Zhi· 2025· PMID 41397800recente
  8. Activating PIK3CA mutation promotes overgrowth of adipose tissue via inhibiting lipophagy in macrodactyly.
    Cell Death Dis· 2025· PMID 41052995recente
  9. A visual analysis of research hotspots and trends on macrodactyly between 2005 and 2024.
    Orphanet J Rare Dis· 2025· PMID 40993711recente
  10. [Expert consensus on the clinical diagnosis and treatment of Congenital macrodactyly (2025 Edition)].
    Zhonghua Yi Xue Yi Chuan Xue Za Zhi· 2025· PMID 40947407recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:295241(Orphanet)
  2. MONDO:0017565(MONDO)
  3. GARD:21228(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q55787190(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Macrodactilia dos dedos da mão, bilateral

ORPHA:295241 · MONDO:0017565
CID-10
Q74.0 · Outras malformações congênitas do(s) membro(s) superiores, inclusive da cintura escapular
CID-11
MedGen
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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
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