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Síndrome de encurvamento lateral grave das tíbias-baixa estatura-escápula alada grau ligeiro-dismorfia facial ligeira
ORPHA:324307CID-10 · Q68.4CID-11 · LD24.CDOENÇA RARA
Início infantilHerança Unknown

Síndrome rara caracterizada por acentuado encurvamento lateral das tíbias, baixa estatura e escápulas aladas de grau leve. Apresenta também dismorfia facial discreta.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 10/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome de encurvamento lateral grave das tíbias-baixa estatura-escápula alada grau ligeiro-dismorfia facial ligeira é uma condição genética rara que afeta principalmente o desenvolvimento dos ossos. Caracteriza-se por um encurvamento acentuado da tíbia (osso da canela) para o lado, estatura baixa, escápula levemente proeminente (escápula alada) e traços faciais discretamente diferentes. A doença é tão rara que sua prevalência é estimada em menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas.[1]

Sinais e sintomas

Os principais sinais incluem encurvamento lateral grave da tíbia, geralmente presente em uma ou ambas as pernas, localizado nos dois terços inferiores do osso. Isso vem acompanhado de alterações na espessura do osso (a parte interna da curva fica mais fina e a externa mais espessa) e perda do padrão normal do osso trabecular. Também podem ocorrer anormalidades nas epífises e placas de crescimento da tíbia, além de pés com arcos muito altos. A estatura é baixa, mas não há outras alterações esqueléticas significativas. A escápula alada e a dismorfia facial são descritas como de grau ligeiro.[1]

Causas genéticas

Até o momento, a causa genética específica desta síndrome não foi identificada. Nenhum gene ou variante genética foi confirmado como responsável pela condição. O padrão de herança também permanece desconhecido.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais característicos, como o encurvamento lateral da tíbia, baixa estatura, escápula alada e dismorfia facial. Exames de imagem (radiografias) ajudam a confirmar as alterações ósseas. Testes genéticos podem ser realizados para investigar possíveis causas, embora nenhum gene específico tenha sido associado até o momento. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como cariótipo, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES), dosagem de alfa-fetoproteína e atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][3]

Tratamento e manejo

Não há tratamento curativo específico para esta síndrome. O manejo é sintomático e de suporte, podendo incluir acompanhamento ortopédico para avaliar e tratar as deformidades ósseas, fisioterapia e reabilitação. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras como parte do cuidado multidisciplinar. Cada caso deve ser avaliado individualmente por uma equipe médica especializada.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

Não há dados específicos na literatura sobre o prognóstico a longo prazo desta síndrome. Por ser uma condição rara e sem tratamento curativo, o acompanhamento regular com especialistas (ortopedista, geneticista, fisioterapeuta) é importante para monitorar o desenvolvimento e oferecer suporte adequado, visando melhorar a qualidade de vida e a funcionalidade.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Síndrome rara caracterizada por acentuado encurvamento lateral das tíbias, baixa estatura e escápulas aladas de grau leve. Apresenta também dismorfia facial discreta.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
2
pacientes catalogados
Início
Childhood
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 20%
CID-10: Q68.4
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 10/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome de encurvamento lateral grave das tíbias-baixa estatura-escápula alada grau ligeiro-dismorfia facial ligeira é uma condição genética rara que afeta principalmente o desenvolvimento dos ossos. Caracteriza-se por um encurvamento acentuado da tíbia (osso da canela) para o lado, estatura baixa, escápula levemente proeminente (escápula alada) e traços faciais discretamente diferentes. A doença é tão rara que sua prevalência é estimada em menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas.[1]

Sinais e sintomas

Os principais sinais incluem encurvamento lateral grave da tíbia, geralmente presente em uma ou ambas as pernas, localizado nos dois terços inferiores do osso. Isso vem acompanhado de alterações na espessura do osso (a parte interna da curva fica mais fina e a externa mais espessa) e perda do padrão normal do osso trabecular. Também podem ocorrer anormalidades nas epífises e placas de crescimento da tíbia, além de pés com arcos muito altos. A estatura é baixa, mas não há outras alterações esqueléticas significativas. A escápula alada e a dismorfia facial são descritas como de grau ligeiro.[1]

Causas genéticas

Até o momento, a causa genética específica desta síndrome não foi identificada. Nenhum gene ou variante genética foi confirmado como responsável pela condição. O padrão de herança também permanece desconhecido.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais característicos, como o encurvamento lateral da tíbia, baixa estatura, escápula alada e dismorfia facial. Exames de imagem (radiografias) ajudam a confirmar as alterações ósseas. Testes genéticos podem ser realizados para investigar possíveis causas, embora nenhum gene específico tenha sido associado até o momento. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como cariótipo, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES), dosagem de alfa-fetoproteína e atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][3]

Tratamento e manejo

Não há tratamento curativo específico para esta síndrome. O manejo é sintomático e de suporte, podendo incluir acompanhamento ortopédico para avaliar e tratar as deformidades ósseas, fisioterapia e reabilitação. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras como parte do cuidado multidisciplinar. Cada caso deve ser avaliado individualmente por uma equipe médica especializada.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

Não há dados específicos na literatura sobre o prognóstico a longo prazo desta síndrome. Por ser uma condição rara e sem tratamento curativo, o acompanhamento regular com especialistas (ortopedista, geneticista, fisioterapeuta) é importante para monitorar o desenvolvimento e oferecer suporte adequado, visando melhorar a qualidade de vida e a funcionalidade.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de encurvamento lateral grave das tíbias-baixa estatura-escápula alada grau ligeiro-dismorfia facial ligeira

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Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
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Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:324307(Orphanet)
  2. MONDO:0017927(MONDO)
  3. GARD:21436(GARD (NIH))
  4. Q55787557(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Síndrome de encurvamento lateral grave das tíbias-baixa estatura-escápula alada grau ligeiro-dismorfia facial ligeira

ORPHA:324307 · MONDO:0017927
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
2 casos conhecidos
Herança
Unknown
CID-10
Q68.4 · Encurvamento congênito da tíbia e da perônio [fíbula]
CID-11
Início
Childhood
Prevalência
0.0 (Worldwide)
UMLS
C4707850
Wikidata
DiscussaoAtiva

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0membros
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📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Medicamentos aprovados FDA
fonte: FDA OpenFDA