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Craniossinostose unilambdoide não-sindrômica
ORPHA:620113CID-10 · Q75.0CID-11 · LB70.0YDOENÇA RARA
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Introdução

O que você precisa saber de cara

📋

Craniossinostose unilambdoide não-sindrômica é o fechamento prematuro de uma das suturas lambdoides do crânio, sem outras anomalias associadas. Causa assimetria craniana e pode afetar o desenvolvimento facial.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0442
Worldwide
Início
Neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q75.0
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

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Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa1desde 2025
Últimos 10 anos2publicações
Pico20241 papers
Linha do tempo
2025Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

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Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

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Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

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Onde tratar no SUS

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🇧🇷 Atendimento SUS — Craniossinostose unilambdoide não-sindrômica

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
0 papers (10 anos)
#1

Non-syndromic craniosynostosis.

Nature reviews. Disease primers2025 Apr 10

Craniosynostosis is characterized by the premature fusion of one or more major cranial sutures at birth or soon after. Single-suture non-syndromic craniosynostosis (NSC) is the most common form of craniosynostosis and includes the sagittal, metopic, unicoronal and unilambdoid subtypes. Characterized by an abnormal head shape specific to the fused suture type, NSC can cause increased intracranial pressure. Cranial sutures either originate from the neural crest or arise from mesoderm-derived mesenchymal stem cells. A mixture of environmental and genetic factors contributes to NSC, with genetic causes following a largely polygenic model. Physical examination is used to identify the majority of patients, but accompanying radiographic imaging can be confirmatory. The three major surgical techniques in use to treat NSC are cranial vault remodelling, strip craniectomy and spring-assisted cranioplasty. Surgical intervention is ideally performed in the first year of life, with a mortality of <1%. Health-care disparities contribute to delayed initial presentation and timely repair. Optimal timing of surgery and comparative outcomes by surgical technique remain under active study. School-age children with treated NSC on average have subtle, but lower cognitive and behavioural performance. However, patient-reported quality of life outcomes are comparable to those in control individuals.

#2

Prevalence of craniosynostosis in Finland, 1987-2010: A population-based study.

Birth defects research2024 Feb

Craniosynostosis is a prevalent craniofacial malformation in Finland; however, comprehensive population-based epidemiological data are limited. This study aimed to estimate the total and birth prevalence of craniosynostosis in Finland from 1987 to 2010 and examine temporal trends. We collected the data from nationwide registers maintained by the Finnish Institute for Health and Welfare and Statistics Finland, as well as treating hospitals, encompassing live births, stillbirths, terminations for fetal anomalies, and infant deaths with suspected or diagnosed craniosynostosis or skull deformation. A craniofacial surgeon and a clinical geneticist reviewed 1878 medical records for diagnostic confirmation. Out of 877 craniosynostosis cases, 83% were single-suture synostoses (all live births), 10% craniosynostosis syndromes, and 7% multisutural non-syndromic synostoses. Live birth prevalence from 1987 to 2010 was 6.0/10,000 live births, ranging from 5.0/10,000 in 1987 to 7.5/10,000 in 2010. Total prevalence, including live births, stillbirths, and terminations, varied from 5.0/10,000 in 1987 to 8.0/10,000 in 2010. Sagittal synostosis was the most common synostosis, with a prevalence of 3.9/10,000 live births, followed by metopic (0.6/10,000), unicoronal (0.4/10,000), and unilambdoid (0.1/10,000) synostoses. The total combined prevalence of all craniosynostosis types significantly increased driven by a nonsignificant rise across all subgroups and a significant increase in the syndrome group. In live births increase was significant only within the syndrome subgroup, primarily due to an increase in Muenke syndrome patients. The rising prevalence of syndromes necessitates further investigation. Contrasting with trends in Europe, Australia, and the USA, Finland showed no significant increase in metopic craniosynostosis.

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Referências e fontes

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Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Non-syndromic craniosynostosis.
    Nature reviews. Disease primers· 2025· PMID 40210850mais citado
  2. Prevalence of craniosynostosis in Finland, 1987-2010: A population-based study.
    Birth defects research· 2024· PMID 38348760mais citado
  3. Mast cell mediators in hereditary angioedema.
    Orphanet J Rare Dis· 2026· PMID 41832580recente
  4. Prenatal Molecular Diagnosis of COL2A1-Associated Stickler Syndrome: Genotype-Phenotype Correlation in a Resource-Limited Healthcare Setting.
    Int J Mol Sci· 2026· PMID 41828453recente
  5. Platelet gene signatures detecting pulmonary artery stenosis in patients with pulmonary hypertension.
    Orphanet J Rare Dis· 2026· PMID 41827036recente
  6. The global impact of imiglucerase therapy in children with Gaucher disease types 1 and 3: a real-world analysis from the International Collaborative Gaucher Group Gaucher Registry.
    Orphanet J Rare Dis· 2026· PMID 41821052recente
  7. Monogenic lupus with SLC7A7 mutations: a retrospective study from a Chinese center.
    Orphanet J Rare Dis· 2026· PMID 41821046recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:620113(Orphanet)
  2. MONDO:0850074(MONDO)
  3. GARD:22471(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Craniossinostose unilambdoide não-sindrômica

ORPHA:620113 · MONDO:0850074
Prevalência
<1 / 1 000 000
CID-10
Q75.0 · Craniossinostose
CID-11
Início
Neonatal
Prevalência
0.0442 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C5680402
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