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Convulsões neonatais benignas idiopáticas
ORPHA:64545DOENÇA RARA
Também conhecida comoBINS

Convulsões neonatais benignas idiopáticas são um distúrbio epiléptico raro que se manifesta nos primeiros dias de vida. Caracterizam-se por crises convulsivas que geralmente cessam espontaneamente sem sequelas neurológicas significativas.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 02/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

As convulsões neonatais benignas idiopáticas são uma síndrome epiléptica neonatal rara, caracterizada por convulsões que ocorrem nos primeiros dias de vida em bebês que, fora isso, apresentam desenvolvimento neurológico normal e não têm histórico familiar de convulsões neonatais. A causa específica dessas convulsões não é identificada, e a condição é considerada benigna, com altas taxas de remissão e prognóstico neurológico favorável.[1]

Sinais e sintomas

As convulsões são geralmente parciais e clônicas, durando de um a três minutos. Em alguns casos, convulsões repetidas podem levar a um estado de mal epiléptico que pode persistir por até 20 horas. Apesar da gravidade potencial dos episódios, a remissão é alta e o desenvolvimento neurológico posterior é favorável.[1]

Causas genéticas

Até o momento, não há genes específicos identificados como causa direta das convulsões neonatais benignas idiopáticas. A condição é classificada como idiopática, ou seja, sem etiologia subjacente conhecida. Informações sobre herança genética e testes genéticos específicos não estão disponíveis nas fontes oficiais consultadas.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na apresentação clínica de convulsões nos primeiros dias de vida, em bebês com estado neurológico normal e sem histórico familiar de convulsões neonatais. Exames complementares, como eletroencefalograma e neuroimagem, podem ser utilizados para excluir outras causas, mas não há testes genéticos ou biomarcadores específicos validados para essa condição. A classificação da doença é registrada no MONDO (MONDO:0018981).[1][2]

Tratamento e manejo

O manejo das convulsões neonatais benignas idiopáticas é baseado no controle das crises, com foco em evitar o estado de mal epiléptico. Embora não haja um protocolo específico para esta síndrome, medicamentos antiepilépticos como carbamazepina, fenitoína, levetiracetam e valproato de sódio são frequentemente utilizados em contextos neonatais. É importante ressaltar que o tratamento deve ser individualizado e supervisionado por um médico especialista, e as informações aqui apresentadas não substituem a orientação profissional.[1]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica, por meio de mineração de textos, associa os seguintes fármacos a esta condição: beclamida, carbamazepina, acetato de eslicarbazepina, etotoína, fosfenitoína, gabapentina, levetiracetam, mefenitoína, metossuximida, oxcarbazepina, parametadiona, fenacemida, fensuximida, fenitoína, primidona, rufinamida, tiagabina, trimetadiona, valproato de sódio e vigabatrina. Essas associações são baseadas em dados minerados de publicações científicas e não representam recomendações de tratamento. O número de publicações para cada fármaco não está disponível nas fontes consultadas.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é excelente, com altas taxas de remissão das convulsões e desenvolvimento neurológico normal na maioria dos casos. Apesar da possibilidade de episódios prolongados de estado de mal epiléptico, o desfecho neurológico é favorável, e a maioria das crianças não apresenta sequelas de longo prazo.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Convulsões neonatais benignas idiopáticas são um distúrbio epiléptico raro que se manifesta nos primeiros dias de vida. Caracterizam-se por crises convulsivas que geralmente cessam espontaneamente sem sequelas neurológicas significativas.

Publicações científicas
3 artigos
Último publicado: 2015 Feb
🏥
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Sinais e sintomas

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Visão geral

As convulsões neonatais benignas idiopáticas são uma síndrome epiléptica neonatal rara, caracterizada por convulsões que ocorrem nos primeiros dias de vida em bebês que, fora isso, apresentam desenvolvimento neurológico normal e não têm histórico familiar de convulsões neonatais. A causa específica dessas convulsões não é identificada, e a condição é considerada benigna, com altas taxas de remissão e prognóstico neurológico favorável.[1]

Sinais e sintomas

As convulsões são geralmente parciais e clônicas, durando de um a três minutos. Em alguns casos, convulsões repetidas podem levar a um estado de mal epiléptico que pode persistir por até 20 horas. Apesar da gravidade potencial dos episódios, a remissão é alta e o desenvolvimento neurológico posterior é favorável.[1]

Causas genéticas

Até o momento, não há genes específicos identificados como causa direta das convulsões neonatais benignas idiopáticas. A condição é classificada como idiopática, ou seja, sem etiologia subjacente conhecida. Informações sobre herança genética e testes genéticos específicos não estão disponíveis nas fontes oficiais consultadas.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na apresentação clínica de convulsões nos primeiros dias de vida, em bebês com estado neurológico normal e sem histórico familiar de convulsões neonatais. Exames complementares, como eletroencefalograma e neuroimagem, podem ser utilizados para excluir outras causas, mas não há testes genéticos ou biomarcadores específicos validados para essa condição. A classificação da doença é registrada no MONDO (MONDO:0018981).[1][2]

Tratamento e manejo

O manejo das convulsões neonatais benignas idiopáticas é baseado no controle das crises, com foco em evitar o estado de mal epiléptico. Embora não haja um protocolo específico para esta síndrome, medicamentos antiepilépticos como carbamazepina, fenitoína, levetiracetam e valproato de sódio são frequentemente utilizados em contextos neonatais. É importante ressaltar que o tratamento deve ser individualizado e supervisionado por um médico especialista, e as informações aqui apresentadas não substituem a orientação profissional.[1]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica, por meio de mineração de textos, associa os seguintes fármacos a esta condição: beclamida, carbamazepina, acetato de eslicarbazepina, etotoína, fosfenitoína, gabapentina, levetiracetam, mefenitoína, metossuximida, oxcarbazepina, parametadiona, fenacemida, fensuximida, fenitoína, primidona, rufinamida, tiagabina, trimetadiona, valproato de sódio e vigabatrina. Essas associações são baseadas em dados minerados de publicações científicas e não representam recomendações de tratamento. O número de publicações para cada fármaco não está disponível nas fontes consultadas.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é excelente, com altas taxas de remissão das convulsões e desenvolvimento neurológico normal na maioria dos casos. Apesar da possibilidade de episódios prolongados de estado de mal epiléptico, o desfecho neurológico é favorável, e a maioria das crianças não apresenta sequelas de longo prazo.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa11desde 2015
Total histórico3PubMed
Últimos 10 anos1publicações
Pico20151 papers
Linha do tempo
20202015Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

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Diagnóstico

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
1 papers (10 anos)
#1

Common pediatric epilepsy syndromes.

Pediatric annals2015 Feb

Benign rolandic epilepsy (BRE), childhood idiopathic occipital epilepsy (CIOE), childhood absence epilepsy (CAE), and juvenile myoclonic epilepsy (JME) are some of the common epilepsy syndromes in the pediatric age group. Among the four, BRE is the most commonly encountered. BRE remits by age 16 years with many children requiring no treatment. Seizures in CAE also remit at the rate of approximately 80%; whereas, JME is considered a lifelong condition even with the use of antiepileptic drugs (AEDs). Neonates and infants may also present with seizures that are self-limited with no associated psychomotor disturbances. Benign familial neonatal convulsions caused by a channelopathy, and inherited in an autosomal dominant manner, have a favorable outcome with spontaneous resolution. Benign idiopathic neonatal seizures, also referred to as "fifth-day fits," are an example of another epilepsy syndrome in infants that carries a good prognosis. BRE, CIOE, benign familial neonatal convulsions, benign idiopathic neonatal seizures, and benign myoclonic epilepsy in infancy are characterized as "benign" idiopathic age-related epilepsies as they have favorable implications, no structural brain abnormality, are sensitive to AEDs, have a high remission rate, and have no associated psychomotor disturbances. However, sometimes selected patients may have associated comorbidities such as cognitive and language delay for which the term "benign" may not be appropriate.

Publicações recentes

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Common pediatric epilepsy syndromes.
    Pediatric annals· 2015· PMID 25658216mais citado
  2. [Neonatal seizures, our experience].
    Rev Neurol· 2004· PMID 15152346recente
  3. [Benign neonatal convulsions. Review of 23 cases].
    Neurologia· 1996· PMID 8652192recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:64545(Orphanet)
  2. MONDO:0018981(MONDO)
  3. GARD:18860(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q55788436(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Convulsões neonatais benignas idiopáticas
Compêndio · Raras BR

Convulsões neonatais benignas idiopáticas

ORPHA:64545 · MONDO:0018981
MedGen
UMLS
C5575230
Repurposing
21 candidatos
beclamideanticonvulsant
carbamazepinecarboxamide antiepileptic
eslicarbazepine-acetatesodium channel blocker
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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata